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Umm demonstração

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Único livro técnico dos UMM que trata com detalhe e pormenor a mecânica e outros componentes, incluíndo os Cournil, Alter I e Alter II Livros formato pdf Encomendas [email protected]

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  • O princpio dos anos 60 no centro montanhoso de Frana, mais con-cretamente em Aurillac, Bernard Cournil um mecnico de profisso, adap-tava os Jeep Willys ao seu gosto para utilizar no campo ao servio dosagricultores.

    O espirito prtico Francs deu mais importncia resistncia e utilidade doveculo do que a outros aspectos e como os agricultores queriam um vecu-lo robusto e que permitisse aceder aos terrenos montanhosos e de difcilacesso, Bernard decidiu construiu um chassis indestrutvel, com um motorpotente e duradouro.

    E assim nasceu o jipe Tractor Cournil...

    Entre 1960 e 1970 saram da sua oficina 1080 veculos 4x4. Depois devido a vrios factores, tais como a crise petrolfera dos anos 70,bem como o aumento da concorrncia deixaram-se de produzir e entre1970 e 1977 somente 80 veculos 4x4 foram produzidos.Perante este cenrio era importante expandir e ento que em 1976Bernard faz uma associao com a Sociedade Stemat para vir a fornecer oExercito e Bombeiros e ao mesmo tempo realiza uma parceria com a

    Um pouco da histria...

    N

    10

  • empresa Gevarm, fabricante de armas e munies e com a UMM-UnioMetalo-Mecnica.Em 1977 rompe-se esta parceria e a UMM adquire a licena e direitos decomercializao do Cournil Longo (verso Entrepreneur) para o resto domundo, ficando a Gevarm com o monoplio da fabricao do Cournilpara Frana.

    Resta-nos seguir a evoluo deste modelo em Portugal.

    CRONOLOGIA UMM

    1977 A UMM- UNIO METALO MECNICA, S.A. inicia a pro-duo de veculos todo-o-terrenoatravs de uma licena de fabricode origem francesa. A UMMaproveitou o conceito de BernardCournil e industrializou-o, dan-do deste modo incio a um pro-jecto de enorme orgulho na-cional. Os primeiros modelosadoptaram o nome do seu cri-ador, ficando deste modo com a

    designao UMM 4x4 Cournil disponveis em duas verses, o Tracteur e oRandonneur.

    1980 O 4x4 Cournil foi alvo deuma alterao e passa a ter portasembutidas e de tecnologia quinada.Passando a sua designao a ser sim-plesmente UMM 4x4 com uma nicaverso o Entrepeneur.

    11

    UMM Cournil / Alter I / Alter II

  • 1981 Comea a nascer a paixo pelo Todo-o-Terreno e competioUMM em Portugal, culminando com a participao UMM no Dakarde 82, 83 e 84, assim como o nascimento do Trofu UMM em 1987. ento criado um departamento de competio pela prpriaUMM/Mocar em 1982.

    1982 Nesta altura o modelo UMM 4x4 sofre uma alterao ao nvel domotor, sendo introduzido um novo motor de2.3 L da Peugeot, com maior binrio. Tambmas portas sofrem uma ligeira alterao e passama ter uma maior dimenso e uma carroariamais reforada ao nvel da estrutura.Permitindo deste modo um acesso mais facili-tado aos seus ocupantes.

    1985 O UMM sofre uma nova alter-ao ao nvel do motor e o motor de2.3 D d lugar a um novo motor daPeugeot de 2.5 D.

    A parte frontal do veculo tambm sofreu umaprofunda alterao, que culminou com umanova designao, o novo modelo UMM Alter4x4. Em Dezembro deste mesmo ano criadauma Filial UMM em Frana.

    1986 O novo UMM Alter 4x4, recebe uma nova Caixa de 4Velocidades da Peugeot, assim como uma nova Caixa de TransfernciaUMM. Tambm a suspenso foi alterada, surgindo ento o novo modelo de des-ignao UMM Alter II.

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  • Carlos e Rogrio Almeida

    Carlos Barbosa

  • Alexandre Madeira

    Gaspar Garanito

  • Encontros,Comemoraes

    e Convvios

  • Norberto Liberato

    Miguel Gomes

  • A LamaA lama um dos obstculos mais difceis que pode aparecer a quem se aven-tura fora de estrada. E isto deve-se dificuldade que, por vezes, se tem emsaber qual a sua consistncia, e a que profundidade se pode encontrar ter-reno duro e consistente, por onde j passaram outros veculos.No raro acontecer ao mais experiente dos condutores 4x4 atascar com-pletamente o carro, sem perceber como. Isto porque, ao avanar a corta matoou num trilho pouco batido que primeira vista parece ter a dureza sufi-ciente para o carro passar, nos vemos subitamente presos por uma lama queapareceu sob a forma de uma bolsa de agua debaixo da camada de erva eterra que est superfcie e que cedeu ao peso do 4x4.Para sair destas situaes preciso muito trabalho e pacincia alm deequipamento necessrio tal como guincho ou o apoio de um outro veculotodo-o-terreno. Enfim; situaes que s acontecem a quem se aventura forade estrada.

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    A conduo de UMM Todo-o-Terreno

  • Como evitar estas armadilhas? No fcil! Estas situaes ocorrem devido s enormes chuvadas que se fazem sentir e quefazem com que o solo fique cheio de gua a uma certa e determina profundi-dade. Como a terra est hmida cresce uma erva com bom aspecto e compactaque tapa qualquer sinal de lama. Por vezes esta lama o nico sinal indicativodos locais onde o terreno est alagado e onde qualquer carro poder ficar atola-do a no ser que aceleremos fortemente de modo a transpor este obstculo muito custa de embalagem que colocamos no veculo. Mas mesmo assim, se esteobstculo for muito extenso, o veculo pode acabar por se ir afundando e imo-bilizando mais frente, preso neste terreno mole e por vezes longe de um localduro que permita um fcil acesso para qualquer aco de apoio ou desatas-cano, o que poder obrigar por vezes a longas horas espera que o consigamtirar de l. Por tudo isto, ao deslocar-se em corta-mato ou em caminhos de terra com poucacirculao, inclusive sem marcas de rodados que o previnam das condies e pro-fundidade da lama, tenha cuidado, e evite as zonas muito verdes. Efectivamente h vrios tipos de lama, e que nos pode aparecer a superfcie deuma estrada de terra, caminho ou picada, em virtude da acumulao de guanormalmente em zonas baixas ou nos vales. Este obstculo que para os primeiroscarros a passar pode ser vencido facilmente com um pouco de embalagem, podetornar-se um verdadeiro obstculo passagem de vrias viaturas, pois o terrenotransforma-se num autntico lamaal cheio de regueiras (nome pelo qual soconhecidos os sulcos provocados pelos rodados das viaturas), cada vez mais pro-fundas.Se entrarmos neste lamaal devagar ou mesmo embalados arriscamo-nos a ficarcom as rodas no ar e o veculo assente pelos eixos na zona central da terra entreas regueiras. Curiosamente, isto tambm pode acontecer em terreno seco, quan-do as regueiras ficam muito profundas fazendo um enorme desnvel onde assen-ta o diferencial, provocando a imobilizao do veculo. A nica hiptese de ultrapassar estas regueiras sair do veculo e ver se a zonafora dos sulcos dos rodados (ao meio ou nos lados) ainda tem consistncia, parase poder avanar muito devagar com uma roda no meio e outra fora da zona dossulcos, evitando aceleraes bruscas, para evitarmos cair nestes terrveis buracos.Desta maneira conseguiremos vencer o problema. Mas h sempre que pensar namelhor maneira de vencer cada obstculo e raramente bruta que seresolvem, basta segurana e bom senso para que todas as dificuldades sejam ultra-passadas, pois caso contrrio os resultados podem ser bem catastrficos.Para podermos enfrentar, com relativa segurana os caminhos enlameados,devemos proceder como com algum cuidado.

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  • UMM CourniI

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    Motor especificaes tcnicasXD-XDP 4.90 XD2-XD2P XD2S-XD2PS XD3-XD3P

    Dimetro x Curso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .(mm) 90 x 83 94 x 83 94 x 83 94 x 90

    Cilindrada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .(cc) 2112 2304 2304 2498

    Taxa de compresso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22,4/1 22,2/1 21/1 23/1

    Tipo de motor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Cilindros em linha a 4 tempos

    Pistes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Liga leve com baixo coeficiente de expanso trmica

    Cavilhes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Flutuantes com anilhas de freio

    Camisas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Do tipo fixo.

    Cabea do motor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Liga leve

    Cambota . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 apoios, temperada por induo.

    Distribuio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Por carreto Por corrente

    rvore de cames . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Lateral no bloco de cilindros

    Vlvulas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Sobre a cabea, accionadas por balancins

    Bloco de cilindros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Em ferro fundido

    Arrefecimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Por bomba centrfuga

    Lubrificao . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Por alimentao forada

    Elementos do filtro do leo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Elemento de papel

    Ordem de injeco . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1-3-4-2. Cilindro n. 1 do lado do motor.

    Turbo compressor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 0,6 bar de presso do turbo (XD2PS)

    Nmero do motor

  • UMM Cournil

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  • Segmentos Cromado de instalao indiferente. Espessura: 2 (-0,010 mm / - 0,022 mm)

    3 (-0,010 mm / - 0,022 mm) XD2PS

    Abertura:XDP = 0,38 0,63 mmXD2P, XD3P = 0,40 0,65 mmXD2PS = 0,25 0,50 mm.

    Segmentos de compressoXDP = 2XD2P, XD2PS, XD3P = 1

    Espessura 2 (-0,010 mm/ -0,022 mm) Abertura:

    XDP = 0,38 0,63 mmXD2P, XD3P = 0,35 0,60 mmXD2PS = 0,25 0,45 mm

    Segmento de leo Instalao indiferente: U-FLEX TOP virado

    para cima.

    Espessura:XDP (U-FLEX) = 4,5 (-0,005 mm / -0,030 mm)

    Dimetro livre ligeiramente superior ao dimetro docilindro; nunca rectificar ou cortar as pontas dossegmentos U-FLEX.

    XD2PXD2PSXD3P= 4,5 (-0,010 mm/ - 0,022 mm).(GOETZE EXPANDER)

    Abertura: 0,15 0,30 mm.

    Bielas Fabricada em ao com 150 0,025 mm de

    distncia entre centros. Folga radial: 0,04 0,092 mm. Folga lateral: 0,010 0,05 mm Tolerncia entre a massa de todas as bielas de um

    mesmo motor:Na fbrica: 5 gEm reparao: 40 g mximo

    DISTRIBUIOrvore de cames Fabricada em ferro fundido, situada lateralmente

    no bloco e apoiada por 3 chumaceiras. As cames e o excntrico (bomba de combustvel)

    so temperados.

    Cotas de abertura das vlvulas: (valores indicadosno existindo folga nas vlvulas).

    XD2P XD2PS XD3PAdm. 9,12 7,37 9,85Esc. 9,12 9,12 9,12

    Excentricidade do excntrico da bomba = 1,5 mm O carreto de comando da bomba de leo tem13

    dentes e mdulo 1,75. Folgas da rvore de cames.

    Lateral = 0,05 0,15 mmRadial = 0,05 0,11 mm

    Diagrama da distribuio

    XD2P XD3P XD2PSAAA 12 12 8AFA 40 16 40AAE 56 56 56AFE 12 12 12

    AAA Avano Abertura AdmissoAFA Atraso Fecho AdmissoAAE Avano Abertura EscapeAFE Atraso Fecho Escape

    Diferena angular entre as cames de admisso eescape:XDP, XD2P a = 108XD2PS a = 102XD3P a 0 110

    TOUCHES Em ferro fundido e temperado D i m e t r o

    standard 23,95 23,96 mmDimetro de reparao 24,15 24,16 mmDimetro do furocorrespondente no bloco

    = standard 24,00 24,03 mm= de reparao 24,20 24,23 mm

    Folga radial 0,04 0,08 mm

    Distribuio por corrente Corrente e carretos duplos Carreto de enrolamento a fim de aumentar o

    nmero de dentes em contacto com a corrente. Debaixo do lado motor da corrente est situado

    um bloco de borracha que a mantm sempreesticada. A folga deve situar nos 0,5 mm -1 mm.

    53

    UMM Cournil

  • Por outro lado a projeco mxima admitida de8 mm.

    O esticador de comando hidrulico e portantocontrolado pela presso de leo do motor.

    Existem referncias nos carretos para facilitar acalagem da distribuio.

    Filtro de combustvelRoto-diesel R6260-104(Substituir todos os 20.000 km) Desarmar o conjunto desapertando o parafuso

    central. Montar um elemento 7111/296. Armar o conjunto. Apertar o parafuso central a 1 mkg. Purgar.

    Filtro Roto-diesel R6260-104: 1 - Suporte; 2 - Bomba da purga; 3 - Elementofiltrante; 4 - Copo inferior; 5 - Parafuso de evacuao da gua; 6 - Parafusocentral; 7 - Vedantes,

    Bomba de injeco Bosch (VE)Afinao do ralenti Motor temperatura normal de funcionamento. Afinar por intermdio do parafuso (1) (fig. 1).

    velocidade do ralenti para 750-800 rpm. O ralenti acelerado tem de ser cortado.

    Afinao do ralenti aceleradoControlo Deve existir uma folga de 2 mm no serra-cabos

    (5) (fig. 2).

    Trazer a roda ecartilhada (3) posio de STOP,comprimindo a mola (4).

    Avelocidade do motor deve nesta altura rondar as1250-1300 rpm.

    Afinao (fig. 2) Encostar o serra-cabos (5) porca (2). Esticar o cabo accionando a banha (6) deixando

    no entanto uma ligeira folga entre a porca (7) e apatilha (8).

    Aliviar o cabo atravs da banha (6) at obter afolga de 2 mm no serra-cabo (5).

    Trazer a roda recartilhada (3) posio de Stop,comprimindo a mola (4).

    A velocidade do motor deve ento oscilar entre as1250-1300 rpm.

    Se necessrio fazer a correco com roda recar-tilhada (3).

    NOTA - Quando a instalao do cabo do acelerador, com o motor frioe o comano do acelerador na posio de ralenti acerelado, assegurar-se de que existe folga suficiente no cabo de tal modo que permita oregresso velocidade de ralenti.

    54

    Fig. 1

    Fig. 2

  • Porta-injector e injector

    (Tipo falange)1 Porta-injector2 Porca chapu3 Porta-injector Bosch; anilhas de afinao.

    Porta-injector Roto-Diesel; parafuso de afinao.4 Mola de aferio.5 Haste.6 Agulha de injector.7 Perno guia.8 Bico do injector.9 Porca do bico do injector.

    10 Canalizao de entrada.11 Canalizao de retorna.

    A pulverizao efectua-se por elevao da agulha (6)quando a presso do lquido na canalizao de entrada(10) atinge um valor superior tenso da mola (4).O movimento do perne guia (7) evita a formao decarvo volta do orifcio e mantm o injectorautomaticamente em estado de limpeza.

    Porta-injector e injector

    (Tipo roscado)1 Corpo2 Anilha de afinao3 Mola de aferio.4 Haste.5 Anis vedantes.6 Injector.7 Porca do injector.8 Canalizao de retorno.9 Porca do injector.

    10 Rosca.

    Como o combustvel neste caso entra pela parte superiordo injector h importantes modificaes a registar emrelao ao tipo convenional de injector.Este constitudo pelo corpo princpal (1), a mola deaferio (3), uma curta haste (4), e o espaador (5), conceb idos para assegurar uma dupla estanquicidade com oinjector de um lado e o porta-injector do outro. Para almdestes componentes temos tambm a porca do injector(7) e o injector (8).A afinao da presso nesgte caso conseguida atravsde anilhas de afinao (2) situadas na retaguarda da molade aferio.

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    UMM Cournil

  • Controlo da presso de abertura Torneira do manmetro fechada:

    accionar vrias vezes a alavanca da bomba paralimpar o injector a controlar.

    Torneira do manmetro aberta:accionar a alavanca e fazer subir a presso ate queo injector se abra. Se a presso de aferio inferior:a) Porta-injector Bosch. Desmontar o porta-in-

    jector e intercalar uma anilha de afinao maisgrossa entre a mola e a porca chapu. Umespressor de 0,10 mm cria a diferena de afe-rio de 5 bar aproximadamente.

    b) Porta-injector Roto-Diesel. Efectuar a afinoatravs da porca (3). Um deslocamento destaporca de 0,10 mm cria uma diferena deaferio de 10 bar aproximadamente.

    Desmontagem do porta-injector e injector(Tipo falange) Tomar as maiores precaues de limpeza. Embeber as peas demonstadas em gasleo. Desmontar pela ordem do esquema: 1-2-3-4-5-6-7.

    1 Porca chapu2 Anilha de afinao3 Mola4 Haste5 Porca de fixao do bico do injector6 Bico do injector7 Agulha

    Importante no deixar cair a agulha do injector o quea inutilizaria.

    Turbocompressor O turbocompressor aplicado ao motor XDPpor

    lhe conferir um aumento significativo tanto emrelao potnca como ao binrio mximo. Seno vejamos:

    XD2P XD2PS

    Potncia mxima . . . . . . . . . . . . . . . . .(hp) 66,5 77,0Binrio mximo . . . . . . . . . . . . . . . .(mkg) 12,9 18,4

    Para obter estes valores necessrio um valor dapresso do turbo da ordem dos 0,6 bar a partir das2000 rpm.

    ATENO - Precaues a ter com motores equipados comturbocompressor.

    1) Nunca pr o motor a funcionar sem o filtro de ar.2) Usar sempre o leo recomendado e mud-lo juntamente

    com o filtro nos perodos previstos pelo fabricante.3) Desligar o motor s depois deste se encontrar velocida-

    de de ralenti.

    56

    Esquema do funcionamento da vlvula de segurana doturbocompressor que limita a presso mxima a valoresnormais.

  • UMM Cournil

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    Turbocompressor em corte.Marca: Garret Air ReserarchModelo: T03Velocidade: at 100.000 rpmPresso: 0,6 bar a partir das 2000 rpm com o

    motor carga mxima regulada porum by-pass no escape.

    Lubrificao: alimentao forada.Turbina: aoCrter da turbina: liga leveCompressor: liga leveCarter do compressor: liga leveCrter central: ao fundidoBronze do veio: bronze macio

    Filtro bloqueado Mudar o elemento do filtro de ar

    Tubo de admisso ar bloqueado Verificar condutas de admisso

    Fugas entre o turbocompressor Verificar:e a admisso ou o escape Estado do tubo

    Aperto da braadeira Aperto dos quatro prafusos do turbocompressor

    Fuga entre a cabea do motor e a admisso Verificar e substituir se necessrioou o escape Aperto dos parafusos de fixao dos colectores

    Estado da junta de escape

    Turbocompressor bloqueado. Vlvula reguladora Substituir o turbocompressorbloqueada em posio de abertura

    Tubo de ligao entre o LDA e o colector Substituir o tubode admisso roto

    Membrana do LDA rota Reparar a bomba num agente especializado

    Defeitos constatados Causas Correco

    Identificao de avarias

    Falta de potncia

    (por falta de sobrealmentao)

    Falta de potncia

    (por mau funcionamento do LDA*)

    *LDA - Limitador do fluxo de combustvel (bomba de injeco)

  • EmbraiagemDescrio Embraiagem do tipo monodisco a seco actuada

    por mola de diafragma de operao fcil e semesforo.

    O mecanimos acciona por 2 cabos flexveis.

    Especificaes:

    Tipo Monodisco a seco com mola

    de diafragma

    Dimenses do disco de frico

    ( exterior x interior x Espessura mm) 241 x 161 x 3,75

    rea de frico do disco

    (cm2) 233

    Afinao da altura do pedal A altura do pedal da embraiagem pode ser ajus-

    tado atravs do parafuso e porca situados nosuporte do pedal.

    Pra verificar a altura do pedal, medir a distnciaentre a face superior do pedal e o piso.

    Especificaes:Altura do pedal . . . . . . . . 170 mmCurso do pedal . . . . . . . . 140 mmFolga do pedal . . . . . . . . 30 mm

    Afinao da folga do pedalA afinao da folga do pedal faz-se atravs do ajustedos cabos da embraiagem. Colocar o veculo num elevador pafra maior

    facilidade de execuo dos trabalhos a desenvolver. Ajustar os dois cabos de forma a terem aproxi-

    madamente as mesmas tenses. Puxar com a mo o cabo inferior at sentir uma

    resistncia (at o rolamento encostar mola daembraiagem).

    Observar o movimento do balancim, e ajustar o des-locamento da extremidade superior dese para 3 mm.

    Experimentar o veculo e controlar pelo mtododescrito anteriormente, se a folga e o curso do pedalesto conformes as especificaes.

    58

  • UMM Cournil

    59

    Controlo do mecanismo da embraiagem Verificar se a rea de contacto do disco de

    frico com o prato de presso apresentadesgaste excessivo ou anormal. Se foresse o caso substituir o prato de presso.Se o desgaste for s ligeiro rectificar comlixa.

    Controlo do volante do motor Verificar se existe desgaste excessivo na

    zona do volante que contacta com o discode frico. Se esse for o caso, substituir ovolante do motor. Se o desgaste forligeiro, retificar o volante com lixa.

    Remontagem da embraiagem Colocar o disco de frico no volante do

    motor na posio correcta (Molas deamortecimento do disco viradas para olado da caixa de velocidades).

    Centrar o disco de frico usando um veioprimrio da caixa de velocidades.

    Montar o mecanismo da embraiagemrespeitando as marcas de montagempreviamente fitas no volante do motor eno prprio mecanismo.Binrio de aperto dos parafusos defixao da embraiagem: 2,50 mkg.

    Verificar o desgaste do rolamento deencosto e eventualmente proceder suasubstituio.

    Aplicar um pouco de lubrificante Moli-kote nas caneladuras do veio primrio dacaixa de velocidades.

    Montar e apertar os parafusos de fixaodo conjunto caixa de velocidades/ caixade transferncia com o crter daembraiagem.

    Binrio de aperto: 6,0 mkg.

  • UMM Cournil

    65

    Eixo dianteiro

    Retirar o freio Desapertar e retirar as seis porcas e anilhasdo freio da falange

    Retirar a falange de comando com a respec-tiva junta. Bater levemente com o martelo deplstico para libertar a falange.

    Retirar a cavilha de freio da porca do tirantede unio. Retirar a porca. Bater no topo dotirante de forma a libert-lo do brao dadireco.

    Retirar a cavilha de freio do topo da for-quilha. Libertar tanto a porca superior comoa inferior.

    Utilizando um mao, bater vigorosamenteno topo de forma a libertar a articulao doolhal da forquilha.

    Aplicar a ferramenta de extraco das rtu-las como se mostra na figura acima. Estartula no dever ser reutilizada.

    Montar a rtula inferior no brao dadireco. Assegurar-se que est direita.Aplicar a ferramenta como na figura.

    Se necessrio, montar um freio na rtulainferior.

    Livros de Clssicos em Portugus

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    Tel. 21 215 30 09e-mail: [email protected]

  • 66

    Eixo traseiro

    Rolamentos das rodas concebidos para lu-brificante hipide. Representao do cubocom rolamento sem vedante de massa.

    Desmontagem: depois de retirada a rodadesmontar o tambor de travo.

    Retirar as porcas de fixao do prato dotravo banha do diferencial. Quando damontagem utilizar porcas novas.

    Montagem: Montar os pernos e o prato dotravo.

    Montar a pista do rolamento na banha dodiferencial. Assegurar-se de que a faceposterior da pista est em contacto.

    Montar a rvore de transmisso no interiorda banha. Ter especial cuidado em nodanificar os roletes do rolamento.

    Montagem: Sempre que as pistas ou anil-has cnicas so desmontadas, devem sersubstitudas por novas quando da mon-tagem. Montar uma nova pista do rola-mento exterior.

    Montar a nova pista do rolamento interior.Encher de massa lubrificante e montar aanilha cnica nova.

    Montar novo retentor. Aplicar um pouco demassa lubrificante volta do lbio do reten-tor. Montar o conjunto do cubo no brao damanga do eixo. Encher de massa lubrifi-cante e montar a anilha cnica exterior.

  • UMM Cournil

    67

    Dife

    renc

    ial

  • UMM Alter I Alter II

  • UMM Alter I / Alter II

    73

    Motor Alter II Turbo2 Intercooler; 3 Suporte intercooler; 4 bomba de direco; 6 Colector de admisso; 7 Turbo; 8 Tubo de leo lubrificao turbo; 9 Alternador; 10 Tensor correia da bomba de gua, 11 Correia bomba de gua; 13 Filtro de leo; 14 Tubos injectores; 15 Cabo do aceleradoraut. 16 Bomba injectora; 17 vareta de leo; 18 Tampa do leo do motor; 19 tubo do respirador de leo do motor.

    Motor Alter II Turbo

  • 78

    Marcar os pistons: cilindro n. 1 no lado do volante domotor. Retirar o conjunto pisto / biela. Marcar as capas de biela: cilindro n. 1 no lado do

    volante do motor: Retirar:

    os bronzesa cambota

    Recuperar os casquilhos das chumaceiras dos apoiosda cambota e as anilhas meias-luas de encosto.

    Retirar:as touches, usando um man (1)os bicos de arrefecimento das coroas dos pistes.

    Retirar as capas das passagens de leo do bloco. Limpar as passagens de leo completamente.

  • 88

    Legenda da figura

    Embraiagem de diafragma

    1 Crter da embraiagem

    2 Volante motor

    3 Disco de atrito

    a) Prato de presso

    4 Mecanismo: b) Corpo

    c) Diafragma

    5 Rolamento de esferas

    6 Anel guia do rolamento

    7 Forquilha

    8 Rtula de apoio da forquilha

    9 Cilindro receptor com orifcio de purga

    10 Fixao do cilindro receptor ao crter

    11 Veio motor

    12 Cambota

    Embr

    aiag

    em

  • Desmontagem Desmontar a caixa de velocidades Marcar no volante motor a

    posio de montagem domecanismo de embraiagem.

    Desaparafusar os 6 parafusos coma ajuda de uma chave Alen de6 mm.

    Desmontar em seguida o meca-nismo e o disco de atrito.

    Limpar, verificar e substituir aspeas gastas.

    Verificao do disco de atrito Verificar se as superfcies de atrito

    esto excessivamente endurecidasou se h indcios de presena de leo.

    Examinar se as superfcies de atrito esto boas,apresentando estrias na superfcie e umadistncia entre ela e os rebites de fixao.

    Verificar o estado das molas amortecedoras doatrito.

    Verificar as estrias do cubo. O disco de atritodeve escorregar suavemente ao longo do veioprimrio da caixa de velocidades.

    Medir o empeno do disco de atrito. O valormximo 0,50 mm.

    Controlo do mecanismo de embraiagem Examinar a superfcie de contacto do disco de

    atrito com o prato de presso. Se a superfcieestiver muito deteriorada substituir o prato ourectific-lo.

    Controlo do volante motor Verificar a superfcie de atrito com o disco da

    embraiagem:se necessrio desmontar o volantee rectificar a superfcie (a). Ser necessriorectificar a mesma espessura de metal na parte(b) do volante, por forma a no alterar a tensodo diafragma.

    89

    UMM Alter I / Alter II

    Controlo do mecanismo da embraiagem

    Controlo do volante do motor

  • 108

    Inspeco de alinhamento dos sincronizadores

    PrincpiosEm posio de ponto morto determinada pelas forquilhas e seuspicoletes de mola, os engates mveis dentados (1) devero estarcentrados o melhor possvel em relao aos respectivos anis desincronizao dos carretos (2).Por essa razo, necessrio distribuir as distncias d1, D2, D3 eD4 igualmente.

    PreparaoReunir o veio de entrada e de saida (ver pginas 52 e 53, fig.2).Colocar o conjunto no lado esquerdo do crter.

    Aparafusar: o crter de embraiagem com o crter do ladoesquerdo, o prato reteentor do rolamento (3).

    ProcedimentoUsar o aparelho de centralizao do cone sincronizador (-).0314AF referncia (10).As golas de enconsto do sincronizador e os carretos a fim deserem verificados devero ser separados ao mximo.Esta operao dever ser repetida para todos os sincroni-zadores a fim de serem verificados,.quando o aparelho (-).0314 AF puder ser introduzido sem forar,entre cada um dos4 cones sincronizadores e respectivos lados dos anis (1) entoa centralizao dos sincronizadores estar perfeita.

    Insp

    ec

    o do

    alin

    ham

    ento

  • 109

    UMM Alter I / Alter IIA

    just

    amen

    to d

    os s

    incr

    oniz

    ador

    es (1

    ., 2

    . e

    3. v

    eloc

    .)

  • 156

    O pedal fica duro Bomba de vcuo defeituosa Verificar a tubagem de vcuovlvulas e a bomba de vcuo

    Gripagem do pedal Lubrificar as articulaes

    Acessrios grdurosos ou gelados Substituir os acessrios

    Servo-freio Substituir o servo-freio.

    O pedal est duro e o regimedo motor muda no momento da Membrana do servo-freio furada Substituir o servo-freiotravagem

    O pedal fica duro de vez em Vlvula colada ao seu apoioquando (veculo com servo-freio A formao de depresso no Lubrificar aa vlvula com leoHydrovac ou Master-Vac). servo-freio pertubada. especial com silicone SI 200.

    O pedal est duronuma travagemnormal e d a impresso de subir Vlvula anti-retorno deteriorada Substituir a vlvula.(veculo com Hydrovac)

    Baixa importante do lquido no Junta de estanquicidade entre o cilindroreservatrio sem sinais de fuga cilindro motor e o cilindro assistido Substituir o servo-freio(veculo com Hydrovac ). no estanque.. Afinar o motor (carburao)

    Membrana do servo-freio dilatada(retorno de gasolina no aparelho)

    Vlvula de atmosfera do servo-freiono fecha.

    ANOMALIAS CAUSAS REMDIOS

    Suspenses do tipo convencional demolas semi-elpticas,brincos e amor-tecedores telescpicos.

  • Esquema

  • 164

    01 Bateria02 Motor de arranque03 Caixa pr-aquecimento04 Comutador de luzes, piscas e buzinas05 Alternador com regulador incorporado06 Caixa de fusveis07 Quadrante de instrumentos08 Ignio com tranca da direco09 Comutador limpa pra-brisas10 Sinal de perigo11 Temporizador LPB12 Relgio13 Bia do combustvel14 Contactor de stop15 Contactor do travo de mo16 Contactor do servo-freio17 Avisador do nvel de leo18 Contactor da marcha-atrs19 Contactor 4 x 420 Termoresistncia de temperatura21 Presso-contacto de leo22 Vlvula corte de gasleo23 Motor do limpa pra-brisas24 Climatizador

    25 Luz interior25-A Luz interior - capota26 Isqueiro27 Automtico dos piscas28 Buzina (ATMO e TURBO)28-A Buzina (TURBO)29 Indicador comatagem do filtro de ar30 Motor do esguicho31 Tomada do atrelado32 Velas de pr-aquecimento33 Farol dianteiro34 Farol esquerdo35 Pisca direito36 Pisca esquerdo37 Farolim direito38 Farolim esquerdo39 Farolins iluminao matrcula40 Indicador presena gua nevoeiro (opo)41 Interruptor farolim nevoeiro traseiro42 Interruptor faris de nevoeiro (opo)43 Farolim nevoeiro traseiro44 Rdio (opo)45 Nvel fluido traves e embraiagem

    Legenda das peas (esquema elctrico da pg. anterior)

  • UMM Alter I / Alter II

    165

    Motor de arranque (Ducellier)

    FERRAMENTA A UTILIZARFerramenta a realizar na oficina

    Calibre de afinao para o motor de arranqueDucellier.

    AFINAODUCELLIER

    Bendix Recuo do carreto 1: 66,5 mm Juntar ou suprimir as anilhas 3

    colocadas atrs do separador 2. Curso o carreto = cota 82 mm Apertar ou desapertar a porca batente

    4 e montar o trooPara estas duas afinaes utilizar o calibre. Esta afinao tem por fim suprimir a

    folga longitudinal do bendix na posiode repouso.

    Desmontar o tampo 5. Desapertar completamente a porca de

    afinao 6. Reapertar completamente a porca de

    afinao 6. Reapertar esta porca progressivamente

    at eliminao completa da folgalongitudinal do bendix.

    Desapertar de um quarto de volta.

  • 170

    Bin

    rios

    de a

    pert

    o

  • UMM Alter I / Alter II

    171

  • Tejadilho cabina dupla de chapa

    Tejadilho Pick-up de chapa

    01 - 001 a 0161.pdf02 - 017 a 032 4 cores.pdf03 - 033 a 044 .pdf04 - 045 a 070.pdf05- 071 a 172.pdf06 - 173 a 176.pdf