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TRIBUNA DO VALE - EDIÇÃO 2124

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14 E 15 DE ABRIL DE 2012

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    14 E 15 DE ABRIL DE 2012 DIRETOR: BENEDITO FRANCISQUINI ANO XVI - N0 2124 R$ 1,00

    www.tribunadovale.com.br

    300 170

    Sabado e Domingo

    JACAREZINHO

    RODOVIAS

    CONSRCIO INTERMUNICIPALCREDIBILIDADE

    CAMBAR

    Justia condena Prefeitura pagar horas extras aos professores

    DER espera concluir obras da PR-092 em trs meses

    Tina assume G5 na segunda-feiraDeputado debate comunicao no interior no Estado

    Assinada ordem de servio para construo de Frum de Justia

    Antnio de Picolli

    Assessoria

    AEN

    Cerca de 190 professores da rede municipal de ensino de Jacarezinho ganharam aes tra-balhistas com reivindicaes de pagamentos de jornada suplementar com valor proporcional

    ao salrio base do professor acrescido de 50% a ttulo de horas extras. A procuradora geral do municpio, Leana Maria Bacon disse nem todas as aes foram tramitadas em julgado, e por isso

    ca difcil calcular o valor total que a prefeitura ter que pagar aos professores. J a vereadora Maria Luiza Boberg (PMDB), estima que as aes podem totalizar R$ 1 milho. PG. A8

    Os trabalhos de restaurao, com reciclagem de pavimento do asfalto da rodovia PR-092, est em fase nal de execuo. De acordo o DER (Departamento de Estradas e Rodagens), as obras esto sendo realizadas em 19,4 quilmetros, entre Calgeras e o contorno rodovirio de Wenceslau Braz, e devem ser concludas em aproximadamente trs meses. PG. B4

    Trecho da rodovia PR-092 est sendo recuperado desde o ano passado

    O desembargador Miguel Kfouri Neto, presidente do Tribu-nal da Justia do Paran e o enge-nheiro Cornlius Unruh, diretor do Departamento de Engenharia e Arquitetura do Tribunal, rece-beram o prefeito de Cambar, Jos Haggi Neto, acompanhado do presidente da Cmara Mu-nicipal, Joo Antonio Tinelli, e do juiz de direito Renato Garcia, para a assinatura da ordem de servios para a construo do novo prdio do Frum da Justia de Cambar. A obra est ora-da em R$ 4.458 milhes, que sero aplicados em uma rea de 1.970 m. PG. A3

    A prefeita Tina Toneti (PT) assume na prxima segunda-feira, a presidncia do Consrcio Inter-municipal para o Desenvolvimento da Bacia do Paranapanema (G5), composto pelos municpios de Jacarezinho, Ribeiro Claro, Car-lpolis, Joaquim Tvora e Guapira-ma. Entre os programas executados atravs da entidade, Tina destaca a Patrulha Mecanizada. O obje-tivo deste programa restaurar as estradas rurais dos municpios que integram o consrcio. J foi realizado um sorteio para de nir o municpio onde as obras sero ini-ciadas e as restauraes comearo em maio ou junho em Carlpolis, adiantou. PG. A5

    Tina pretende continuar trabalho desenvolvido pelo seu antecessor

    Autoridades de Cambar se reuniram com desembargador em Curitiba, onde a autorizao para incio das obras foi assinada

    Em visita Secretaria de Estado da Comunicao do Paran, o deputado estadual Pedro Lupion (Demo-cratas) e seu coordenador poltico, Joo Naime Neto enalteceram os meios de comunicao do interior do estado. O deputado destacou o trabalho e a fora dos jornais, rdios, televiso, site e blogs e lembrou que a imprensa do interior conquistou seu espao e sua cre-dibilidade junto ao pblico. PG. A3

    A assessoria jurdica do Hospital Nossa Senhora da Sade de Santo Antnio da Plati-na abriu sindicncia para apurar a cobrana irregular de exames de raio-X para pacientes do Sistema nico de Sade (SUS). A irregu-laridade foi denunciada pela Tribuna do Vale

    em maro, depois de ser procurada por vrios pacientes para reclamar da situao. O provedor Aguinaldo do Carmo disse que a partir das acu-saes foi solicitado ao jurdico do hospital um levantamento de todos os contratos da empresa responsvel pelo servio. PG. A5

    Cobrana ilegal de exames de raio-X ser apurada

    SADE

  • Impresso e Fotolito:Editora Jornal Tribuna do Vale

    Fone/Fax : 43 3534 . 4114

    Editora Jornal Tribuna do Vale LTDACNPJ 01.037.108/0001-11

    Matriz: Rua Tiradentes 425, CentroSanto Antnio da Platina, PRFone/Fax: 43 3534 . 4114

    Circulao: Abati | Andir | Arapoti | Bandeirantes | Barra do Jacar |Cambar | Carlpolis | Conselheiro Mairink |

    Figueira|Guapirama | Ibaiti | Itambarac | Jaboti | Jacarezinho Jaguariava | Japira | Joaquim Tvora | Jundia do Sul | Pinhalo | Quatigu | Ribeiro Claro | Ribeiro do Pinhal | Santo do Itarar |Santana do Itarar

    |Santo Antnio da Platina | So Jos da Boa Vista | Sengs | Siqueira Campos |Tomazina | Wenceslau Brz

    * Os artigos assinados no representam necessariamente a opinio do

    jornal, sendo de exclusiva responsabilidade de seus respectivos autores.

    O Dirio da nossa regio - Fundado em agosto de 1995

    TRIBUNA DO VALEA-2 Opinio

    E D I TO R I A L E E D I TO R I A L

    O IBGE mostra que o desperdcio de comida dentro dos lares brasileiros acima de 20%, ou seja, um verdadeiro absurdo!

    Joo Antonio Pagliosa Para o governador Beto Richa, os contratos de gesto represen-tam a rea rmao dos compromissos assumidos na campanha eleitoralAdemar Traiano

    C HARGE chargeonline.com.brHORRIO DE FECHAMENTO

    SANTO ANTNIO DA PLATINA

    22:10

    NESTA EDIO TEM

    PREVISO PARA HOJE

    22 PGINASCADERNO PRINCIPAL A 01 - 08- OPINIO A 02- POLTICA A 03- GERAL A 04- CIDADES A 05- COTIDIANO A 06- ESPORTES A 07- AGRONEGCIO A 08

    2 CADERNO B 01 - 08- AGRONEGCIO B 01 - ATAS & EDITAIS B 02 - 07- SOCIAL B 08

    3 CADERNO C 01 - 06- ATAS & EDITAIS C 01 - 06

    TRIBUNA DO VALE Representao:MERCONET Representao de Veculos de Comunicao LTDARua Dep. Atlio de A. Barbosa, 76 conj. 03 - Boa Vista - Curitiba PR

    Fone: 41-3079-4666 | Fax: 41-3079-3633Diretor Responsvel

    Benedito Francisquini - MTB 262/[email protected]

    [email protected]

    Vendas AssinaturaAnual R$ 200,00

    Semestral R$ 100,00

    Filiado a Associaodos Jornais Diriodo Interior do Paran

    A RTIGO

    Joo Antonio Pagliosa

    300 170

    Corrupo e campanha eleitoral

    Alimentao e in ao no Brasil

    Contratos de gesto

    A R T I G O

    Ademar Traiano*

    Sabado e domingo, 14 e 15 de abril de 2012

    As escutas da Operao Monte Carlo, da Polcia Fe-deral, reveladas nos ltimos dias, alm de demonstrar a promiscuidade de polticos e administradores com Car-linhos Cachoeira - o rei da contraveno e dos crimes de propina, trfico de influ-ncia e superfaturamento de obras e servios pblicos - coloca a claro o real sis-tema de financiamento das campanhas eleitorais.

    Em praticamente todos os estados e municpios existem rumores de que, empreiteiros de obras, construtoras de ro-dovias e fornecedores (inclu-sive os da merenda escolar) custeiam os candidatos que, eleitos, tornam-se seus refns e cometem as mesmas ilegali-dades agradas nos grampos policiais em relao Delta Construes e ao governo do Distrito Federal. O dinheiro

    para as campanhas, em vez de doao, configura a compra do passaporte para pode-rem participar do esquema de pilhagem do dinheiro pblico.

    H muito tempo, voz corrente em toda parte que empresas ou empresrios com grande volume de fornecimen-to ao poder pblico teriam construdo casas e outras obras particulares para polticos, em paralelo s obras pblicas contratadas, contemplado administradores e servidores com veculos (at importados) e outras benesses cujo tama-nho seria relativo vantagem ilegal auferida em licitaes viciadas, superfaturamento e outros crimes.

    provvel que parte desses informes pode ser inveno produzida entre adversrios polticos, com nalidade elei-toreira. Mas tudo isso, mesmo que fruto da invencionice

    maldosa merece reflexo e, conforme o caso, at apurao dos rgos competentes. Alm da severa scalizao sobre o emprego das verbas pblicas, h que se, por exemplo, no perder de vista a evoluo patrimonial dos envolvidos e daqueles que os cercam. Ningum pode comprar mais do que seus ganhos suportam.

    Alm de buscarem rigoro-samente os envolvimentos tan-to dos agentes pblicos quanto dos outros citados na Opera-o Monte Carlo, espera-se que a CPI ora em instalao no Congresso Nacional e o prprio governo se apressem na busca de um meio seguro, honesto e digno de custear as campanhas eleitorais.

    Os candidatos que, uma vez eleitos, exercero o poder, no podem ser mantidos como presas dos esquemas fraudu-lentos que pagam a campanha

    para depois poderem roubar o cofre pblico. A Justia Eleito-ral tem sido rigorosa na sca-lizao das nanas eleitorais, mas os episdios ultimamente conhecidos demonstram que precisamos de algo mais claro e de nido, que oferea elemen-tos concretos de scalizao e execuo. O mais indicado seria o nanciamento pblico e a impossibilidade de doao direta a partidos e candidatos. As empresas poderiam, no mximo, doar ao fundo pbli-co eleitoral, que distribuiria os recursos proporcionalmente, como j se faz na partilha do horrio eleitoral de rdio e tv.

    O povo precisa ter a certeza de que, ao votar, estar elegen-do administradores pblicos, no simples lacaios de esque-mas que roubam o dinheiro destinado Sade, Educao, Saneamento e demais servios pblicos e essenciais...

    A ambio de qualquer administrador pblico ter a rapidez de resultados que se espera encontrar na iniciativa privada, man-tendo a viso social que deve ser uma das caractersticas principais da administrao pblica.

    O governador Beto Richa vem perseguindo essa meta em to-dos os cargos executivos que ocupou. Para atingi-la, desenvolveu uma srie de estratgias administrati