Transloca§£o no floema - Produ§£o Vegetal 2012-1 .fun§£o de vedar aberturas causadas por ferimentos,

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Translocao no floema

A translocao orgnica ocorre no floema, o qual ocupa a parte externa dos feixes vasculares

Placa crivada

Poro da placa crivada

rea crivada lateral

Desenhos esquemticos de elementos crivados maduros (elementos de tubo crivado - ETC). A) Vista externa, mostrando placas crivadas e reas crivadas laterais. B) Seo longitudinal mostrando dois ETCs, formando um tubo crivado. Os poros nas placas crivadas entre os ETCs so canais abertos para permitir o transporte. A membrana plasmtica de um ETC contnua com a do ETC vizinho. Cada ETC est associado com uma ou mais clulas companheiras, as quais assumem algumas funes metablicas essenciais que foram reduzidas ou perdidas durante a diferenciao dos ETCs. Observe qua a clula companheira apresenta muitas organelas, enquanto o ETC tem relativamente poucas. Chama a ateno a presena da protena-P no ETC, a qual tem funo de vedar aberturas causadas por ferimentos, evitando a perda excessiva de seiva.

A seiva orgnica pode ser coletada e estudada

Usando afdeos para atingir um nico elemento crivado e coletar seiva do floema. Esquerda: Um afdeo (Longistigma caryae) se alimentando em um ramo de Tilia americana. A alta presso de turgor no elemento crivado fora o contedo celular atravs do canal alimentar do afdeo e de seu trato digestivo. O material excretado pelo afcdeo consiste de seiva do elemento crivado da qual solutos selecionados, especialmente aminocidos, foram removidos no trato digestivo do inseto. O inseto da foto est liberando uma gotcula de excreo , o que ocorre uma vez a cada 30 minutos. Direita: Seo transversal da casca da Tilia, mostrando as pontas do estilete do afdeo que foi inserido antes de ter sido seccionado. As pontas do estilete esto dentro de um nico elemento de vaso (Zimmermann & Brown 1971).

http://4.bp.blogspot.com/_S7Qz9a3DX6s/ScAEkDqp76I/AAAAAAAAAR0/ZFRxndWLnv0/s1600-h/afideos.jpg

Componente Concentrao (mg mL-1) Acar 80 - 106 Aminocidos 5,2 cidos orgnicos 2,0 - 3,2 Protenas 1,45 - 2,20 Potssio 2,3 - 4,4 Cloro 0,355 - 0,675 Fosfato 0,350 - 0,550 Magnsio 0,109 - 0,122

Composio da seiva floemtica de Ricinus communis

Compostos contendo carbono radioativo (14C e 11C) tm contribudo para os estudos de velocidade e padres de translocao

As velocidades medidas esto entre 50 e 150 cm/h, com mdia de 100 cm/h

O TRANSPORTE DE SOLUTOS ORGNICOS OCORRE NO SENTIDO FONTE-DRENO

Fonte: rgo vegetal que exporta compostos

de carbono Dreno: rgo vegetal que importa compostos

de carbono.

As fontes suprem drenos preferenciais Algumas generalizaes podem ser feitas para

herbceas: 1) Critrio de proximidade 2) Critrio de conectividade 3) Os padres mudam ao longo do ciclo e quando

fontes so eliminadas (poda ou herbivoria)

Exemplo:

O transporte no floema se d em trs etapas: 1) Carregamento do floema (na fonte) 2) Transporte em longa distncia 3) Descarregamento do floema (no dreno)

1- Carregamento do floema

Trioses fosfato saem do cloroplasto e ocorre sntese de sacarose no citosol

A sacarose se move das clulas fontes, via simplasto, at a proximidade dos elementos de tubo crivado (ETC)

Ocorre transporte ativo de sacarose nos ETC

Rotas do carregamento do floema

O transporte ativo de sacarose para dentro dos elementos crivados

2- Transporte em longa distncia

necessrio que se estabelea um gradiente de presso entre a fonte e o dreno

Modelo proposto por Mnch (1930) Definido para a sacarose Outras teorias surgiram ao longo do tempo

(anteriores a esta) porm esta a que tem aceitao hoje, por parte da comunidade cientfica.

Modelo do fluxo de presso. Na fonte, o acar ativamente carregado no complexo elemento crivado-clula companheira. A gua entra nas clulas do floema osmoticamente, resultando em alta presso de turgor. No dreno, quando o acar descarregado, gua deixa as clulas do floema, resultando em presso de turgor mais baixa. A gua e os solutos dissolvidos se movem por fluxo de massa da rea de alta presso (fonte) para a de baixa presso (dreno).

3- Descarregamento do floema

Elemento crivado Clula dreno Parede celular (apoplasto)

Esquema ilustrando o descarregamento do floema nas clulas do tecido dreno (Hopkins, 2000)

Para que haja o descarregamento via simplasto necessrio que haja continuidade do floema da fonte at o dreno, isso no ocorre em sementes, p.ex. A via apoplstica prev a possibilidade de mudanas metablicas (ex.: atividade da invertase)

As seguintes etapas esto envolvidas na importao de acares em clulas dreno:

1) Descarregamento do elemento crivado

2) Transporte a curta distncia

3) Armazenamento e metabolismo

Transio dreno-fonte em folhas

A transio da condio de fonte para dreno em folhas um processo gradual Em geral comea quando a folha atinge em torno de 25% de expanso e se completa quando ela est expandida de 40 a 50% A exportao comea no pice, enquanto a base ainda importa de outras folhas fonte Aparentemente as rotas de descarregamento comeam a ser bloqueadas e tem incio o carregamento do floema, isso envolve a expresso de genes para a sntese de sacarose e os transportadores, do tipo simporte, sacarose-H+ devem se localizar na plasmalema no complexo elemento crivado-clula companheira.

Alocao e Partio de assimilados podem determinar a produtividade das culturas

Alocao: regulao da diviso do carbono fixado em diferentes vias metablicas

Partio: Distribuio diferencial dos fotossintatos na planta

Fora do dreno: FD = tamanho x atividade

MS rgo de interesse ndice de colheita: IC = MS total

Translocao no floemaSlide Number 2Slide Number 3Slide Number 4Slide Number 5Slide Number 6Slide Number 7Slide Number 8Slide Number 9Slide Number 10Slide Number 11Slide Number 12Slide Number 13Slide Number 14O transporte no floema se d em trs etapas:1) Carregamento do floema (na fonte)2) Transporte em longa distncia3) Descarregamento do floema (no dreno) 1- Carregamento do floemaSlide Number 17Slide Number 182- Transporte em longa distnciaSlide Number 203- Descarregamento do floemaAs seguintes etapas esto envolvidas na importao de acares em clulas dreno:Transio dreno-fonte em folhasSlide Number 24Alocao e Partio de assimilados podem determinar a produtividade das culturas