TESE_Seleção de características morfofisiológicas....pdf

  • View
    222

  • Download
    1

Embed Size (px)

Text of TESE_Seleção de características morfofisiológicas....pdf

  • GIUSLAN CARVALHO PEREIRA

    SELEO DE CARACTERSTICAS MORFOFISIOLGICAS NO

    BIOMONITORAMENTO DAS CHUVAS CIDA OU FLUORETADA EM DUAS ESPCIES

    ARBREAS

    LAVRAS MG

    2013

  • GIUSLAN CARVALHO PEREIRA

    SELEO DE CARACTERSTICAS MORFOFISIOLGICAS NO BIOMONITORAMENTO DAS CHUVAS CIDA OU FLUORETADA

    EM DUAS ESPCIES ARBREAS

    Tese apresentada Universidade Federal de Lavras, como parte das exigncias do Programa de Ps-Graduao em Ecologia Aplicada, rea de concentrao em Ecologia e Conservao de Paisagens Fragmentadas e Agrossistemas, para a obteno do ttulo de Doutor.

    Orientador

    Dr. Evaristo Mauro de Castro

    Coorientador

    Dr. Joo Paulo R. A. D. Barbosa

    LAVRAS - MG

    2013

  • Pereira, Giuslan Carvalho. Seleo de caractersticas morfofisiolgicas no biomonitoramento das chuvas cida ou fluoretada em duas espcies arbreas / Giuslan Carvalho Pereira. Lavras : UFLA, 2013.

    93 p. : il. Tese (doutorado) Universidade Federal de Lavras, 2013. Orientador: Evaristo Mauro de Castro. Bibliografia. 1. Plantas bioindicadoras. 2. Plinia cauliflora. 3. Cupania

    vernalis. 4. Poluio atmosfrica. 5. Espcies arbreas bioindicadoras. I. Universidade Federal de Lavras. II. Ttulo.

    CDD 574.5222

    Ficha Catalogrfica Elaborada pela Diviso de Processos Tcnicos da Biblioteca da UFLA

  • GIUSLAN CARVALHO PEREIRA

    SELEO DE CARACTERSTICAS MORFOFISIOLGICAS NO BIOMONITORAMENTO DAS CHUVAS CIDA OU FLUORETADA

    EM DUAS ESPCIES ARBREAS

    Tese apresentada Universidade Federal de Lavras, como parte das exigncias do Programa de Ps-Graduao em Ecologia Aplicada, rea de concentrao em Ecologia e Conservao de Paisagens Fragmentadas e Agrossistemas, para a obteno do ttulo de Doutor.

    APROVADA em 28 de fevereiro de 2013. Dra.Cynthia de Oliveira UFLA Dr. Fabrcio Jos Pereira UFLA Dra. Flvia Freitas Coelho UFLA Dr. Jos Emlio Zanzirolani de Oliveira IFSEMG/BARBACENA

    Dr. Evaristo Mauro de Castro

    Orientador

    LAVRAS- MG

    2013

  • A DEUS, dono do meu ser.

    Graziele, minha esposa, que com seu amor imensurvel

    me ajuda a ser uma pessoa melhor.

    Ao Victor, que mesmo antes de nascer, me inspira a lutar e a vencer.

    Aos meus pais, Jair e Lcia, grandes exemplos de vida.

    DEDICO

  • AGRADECIMENTOS

    A Deus, por ter me capacitado e me dado foras em toda a caminhada.

    A minha esposa, Graziele, pelo imenso auxlio na elaborao, execuoe

    concluso deste trabalho.

    Aos meus pais, Jair e Lcia, por terem se privado de muitos sonhos para

    que hoje eu estivesse aqui.

    Aos meus irmos, Poliana, Portinari, Gilbert e Jackson pelo apoio,

    mesmo que a distncia.

    Aos meus sogros, Toninho e Elen, e ao meu cunhado, Mateus, que

    meincentivaram nesta jornada.

    Universidade Federal de Lavras, em especial ao Programa de Ps-

    Graduao em Ecologia Aplicada, pela oportunidade de realizao do

    doutorado.

    Zelinha, por ter sido meu brao direito e esquerdo na preparao e

    execuo deste trabalho.

    Ao professor Evaristo Mauro de Castro, pela orientao, amizade e

    pacincia.

    Ao professor Joo Paulo R. A. D. Barbosa, pela coorientao e pelo

    auxlio nas anlises ecofisiolgicas.

    Aos membros da banca examinadora, pela disponibilidade e pelas

    contribuies valiosas.

    professora Flvia Coelho que sempre me apoiou neste rduo trabalho

    e por ser grande exemplo profissional.

    Ao professor Eduardo Alves (DFP), pelo carisma e pela ajuda nas

    anlises de microscopia eletrnica.

    Eloisa (El) (DFP), pela amizade e disposio em acompanhar a

    preparao das amostras no laboratrio de microscopia eletrnica.

  • A todos os professores do Setor de Ecologia, em especial ao Paulo,

    Eduardo e Rosngela pela amizade, pelo apoio e ensinamentos.

    professora Arista da Universidade Federal de Viosa por permitir

    a utilizao da estrutura do Laboratrio de Anatomia Vegetal e Naiara Campos

    pelo auxilio na realizao das anlises de quantificao do flor.

    A todos do laboratrio de Anatomia Vegetal pelas horas divertidas e de

    muito trabalho.

    Aos amigos do DBI em especial a Cynthia, Marins e Marcelo

    Rodrigues, pelo companheirismoe pelos momentos de descontrao.

    famlia que no de sangue, mas de corao Vanesca, Rodrigo

    (Cotonete), Fbio Mineo e Ludmila.

    Aos meus afilhados Lisiane e Victor pelo carinho e momentos de

    descontrao.

    Aos amigos, Fabiano, Tlia, Lvia, Leopoldo, rica (Teta), Ana Cristina,

    Thais, Renan (Calourada), Ruany (Tatau), Ivo, Clver, Fernanda, e tantos outros

    mais, pelos timos e divertidos momentos que passamos.

    Aos amigos do IFSEMG / campus Barbacena, em especial, Dani,

    Aquiles, Elisa, Hlcio, Cida, Josimar, Leandro, Vanessa, Procpio, Z Emlio, e

    outros, porque o sistema mal, mas nossa turma legal!

    Ao IF Sudeste de Minas Gerais, em especial aoprofessor Jos Roberto

    Ribeiro Lima, pelo apoio durante a realizao dos experimentos.

  • RESUMO

    O objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos da simulao de chuvas cida e fluoretada, separadamente, sobre as folhas de Plinia cauliflora e Cupania vernalis, avaliando alteraes na morfologia, na ultraestrutura e na fluorescncia da clorofila a, alm de analisar o teor de flor na matria seca das folhas dessas espcies, visando fornecer subsdios para o uso dessas plantas no biomonitoramento em ambiente contaminado por esses poluentes. Para o bioensaio da simulao de chuva cida, mudas de P. cauliflora e C. vernalis foram submetidas a chuvas simuladas com pH 6,0 (controle) e pH 3,0 (tratamento) por 15 minutos durante 10 dias consecutivos. De forma semelhante, no bioensaio de simulao de chuva fluoretada mudas de P. cauliflora e C. vernalis foram submetidas a chuvas simuladas contendo 0, 10, 15 e 20 mg L-1 de KF por 15 minutos durante 10 dias consecutivos. Durante o experimento, foi avaliada a fluorescncia da clorofila a, no escuro e no claro e, ao final das simulaes foram coletadas folhas para quantificao do teor de F na massa seca, alm de folhas e fragmentos foliares para anlises em microscopia de luz e microscopia eletrnica de varredura. No foram detectadas alteraes na espessura de nenhum dos tecidos de P. caulifora e C. vernalis aps os bioensaios. Aps o trmino dos experimentos, apenas P. caulifloraapresentou clorose e manchas necrticas na borda de algumas folhas quando expostas simulao de chuva cida e apenas C. vernalis apresentou clorosena simulao da chuva fluoretada, sendo o dano mais acentuado nas concentraes de 15 e 20 mg L-1 de KF. A nvel ultraestruturalforam detectadas eroso e formao de placas de cera epicuticular, alm da colonizao da superfcie foliar por hifas fngicas nos dois bioensaios em ambas as espcies. As chuvas cida e fluoretada, no afetaram significativamente nenhuma das caractersticas de fluorescncia da clorofila a avaliadas em P. cauliflora. J C. vernalis apresentou reduo no rendimento quntico potencial do FSII (Fv/Fm) para ambos os bioensaios. E ainda na simulao da chuva fluoretada foi observado aumento do coeficiente de extino no fotoqumico (NPQ) nas maiores concentraes de KF. Ambas as espcies acumularam teor de flor em seus tecidose todos os tratamentos diferiram entre si. Esses resultados demonstram que P. cauliflora e C. vernalis apresentam potencial para serem utilizadas como biosensorda presena de chuvas cida e fluoretada, ou como indicadores ecolgicos por bioacumulao da presena de flor na atmosfera. A espcie P. cauliflora, por ser mais resistente ao flor, promissora para ser utilizada em reas impactadas por esse tipo de poluio.

    Palavras-chave: Plinia cauliflora. Cupania vernalis. Chuva cida. Chuva fluoretada.

  • ABSTRACT

    This study aimed to evaluate the effects of simulated rain, acid and with fluoride, separately, on leaves of Plinia cauliflora and Cupania vernalis, assessing alterations in morphology, ultrastructure and chlorophyll a fluorescence, besides analyzing the content of fluoride in dry leaves of these species, in order to provide subsidies for the use of these plants in the biomonitoring of environments contaminated by these pollutants. For the simulated acid rain bioassay, seedlings of P. cauliflora and C. vernalis were exposed to simulated rain at pH 6.0 (control) and pH 3.0 (treatment) for 15 minutes during 10 consecutive days. Similarly, for the bioassay of simulated fluoridated rain, seedlings of P. cauliflora and C. vernalis were exposed to simulated rain containing 0, 10, 15 and 20 mg L-1 of KF for 15 minutes during 10 consecutive days. During the experiment, it was evaluated the fluorescence of chlorophyll a, in the dark and light and, at the end of the simulations, leaves were collected to quantify the content of F in the dry mass; leaves and leaf fragments were also colected for analysis by light microscopy and scanning electron microscopy. No changes were detected in the thickness of any tissues P. caulifora and C. vernalis after the simulation of the both bioassays. After the end of experiment, only P. cauliflora presented chlorosis and necrotic spots on the edge of some leaves when exposed to simulated acid rain and only the C. vernalis presented chlorosis simulation of fluoridated rain, the damage being more accentuate at concentrations 15 and 20 mg L-1 KF. At the ultrastructural level, erosion and formation of epicuticular wax were detected, as well as leaf surface colonization by fungal hyphae in the two bioassays in both spec

Search related