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Tablóide Hospital Regional do Litoral

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Ano 00 Número 00

Text of Tablóide Hospital Regional do Litoral

  • TABLoIDEANO 00 NMERO 00 - NOVEMBRO 2010 - R$ 0,50

    COMO NASCEU O HOSPITAL REGIONAL DO LITORAL

    m meados de 2004, a Santa Casa de Paranagu estava abandonada e sucateada, a cidade e a regio estavam sem assistncia em sade, pois o local era para ser referncia Eno atendimento de emergncia e urgncia, foi ento que o Governo do Estado vendo a

    situao do Municpio fez a interveno. No primeiro momento o Governo investiu na melhoria da UTI que foi instalada no antigo prdio da Santa Casa, tambm reformou o Pronto Socorro que funcionava ao lado do mesmo prdio e o Centro Cirrgico como todo o resto do hospital recebeu novos equipamentos, naquele momento foram contratados atravs de teste seletivo em torno de 250 funcionrios.A Santa Casa voltou a atender a populao do Litoral do Estado mesmo que precariamente mas funcionando para emergncias e urgncias. No final do mesmo ano veio ento uma notcia bomba, A Santa Casa de Misericrdia de Paranagu foi a leilo por aes trabalhistas na justia.Novamente o Governo do Estado assumiu a responsabilidade sobre a questo e arrematou em leilo a Santa Casa para a SESA - Secretaria de Estado da Sade do Paran.Como as instalaes no atendiam as expectativas da Regio, foi a que surgiu o Hospital Regional do Litoral, o Governo do Estado acionou a SEOP - Secretaria de Estado de Obras do Paran, que foi a responsvel pelos estudos e construo do HRL.Hoje conta com mais de 700 funcionrios contratados atravs de concurso, os pacientes tm no Hospital Regional atendimento de qualidade.Foram gastos aproximadamente R$ 30.000.000 (trinta milhes de reais), com a construo e equipamentos modernos que servem para diversos diagnsticos. Vale a pena reforar que nenhum exame ou atendimento cobrado dos pacientes ou parentes, pois tudo coberto pelo SUS.Mas nem tudo so flores, no temos espao suficiente para diversos setores, por exemplo: almoxarifado, costura, depsito da farmcia, estar mdico, refeitrio, algumas reas administrativas, etc...............Para reforma, o prdio da Maternidade foi desocupado e instalado dentro do HRL, causando transtornos, como tal reforma at hoje no aconteceu, e o antigo prdio que estvamos usando para almoxarifado e vrios outros setores, foi cedido pelo Governo Estadual Secretaria de Cultura, para instalao de uma biblioteca. Fomos obrigados a transferir o que ali estava para o prdio da maternidade, o problema maior ser quando tivermos que desocupar o mesmo para to discutida reforma, simplesmente no teremos outro local para os setores acima descritos.Tentamos entrar em conversaes com a Secretaria de Cultura, a qual por sua vez irredutvel, no aceitou nenhum acordo para um provvel uso comum de algumas reas, para complicar mais ainda as coisas foi construdo um muro no terreno do HRL, se apossando de parte do estacionamento para transforma-lo em jardins, mais transtornos.Com isso NS (SESA, HRL, PRINCIPALMENTE O CIDADO DO LITORAL E TODOS OS VERANISTAS) que porventura venham a necessitar de atendimento neste HOSPITAL, perdemos muito, muito, muito com essa cesso biblioteca.Se realmente a idia preservar a histria, ento historicamente falando este prdio de atendimento SADE PUBLICA e no BIBLIOTECA PBLICA.

    Laercio Gomes

    anta Casa de Misericrdia de Paranagu, agora modernizada, tem extrema importncia na Shistria da medicina do Paran. Afinal foi a

    primeira Santa Casa fundada no Paran, em 1835.Seu compromisso sempre foi o de salvar a vida de pessoas carentes e pacientes graves de todo Litoral do Paran.O resgate da Santa Casa de Misericordia de Paranagu, agora transformada em Hospital Regional do Litoral, significa devolver sociedade um centro que sempre teve como misso a opo pelos mais pobres, resgatar a memria de pessoas que ficaram imortalizadas pelo seu trabalho, que devem ser cultuadas e servir de exemplo s novas geraes.

  • QUEM QUEM NO HRLEdio de lanamento deste tabloide, apresentamos as pessoas que esto responsveis pelo funcionamento do HOSPITAL REGIONAL DO LITORAL.

    Diretora geral Dra. Ftima LimaDiretor administrativo Ricardo J. N. MouraDiretor tcnico Jos A. Leprevost NetoAdministradora - Recursos Humanos Camila FigueiraChefe de Seo - Apoio Administrativo Luciana B. P. FelixChefe de Seo - Hotelaria Hospitalar Monica O. MatozoChefe de Seo - Infraestrutura Laercio GomesChefe de Seo - Patrimnio e materiais Melissa F. LopesChefe de Seo - Nucleo CCIH(*) Josinia A. FerreiraChefe de Seo - NUIAS(**) Fernando A. A. BorgesChefe de Seo - Recursos Financeiros Roseli PachecoChefe de Seo - Enfermagem Ana C. T. Moreira da SilvaChefe de Seo - Enfermagem Pediatria Maria P. F. FranaChefe de Seo - Tc. Assistencia Marlene S. MendonaChefe de Seo - Tec. Assisencial Pediatria Selma R. Fernandes

    (*) Comisso de Controle de Infeco Hospitalar(**) Ncleo de Informao e Analise de Situao

    COMISSO DE TICA MDICAPresidente: ..................................................................Dr. Jos Antonio Secretrio: ................................................................................Dr. Yhor Membro Efetivo: ....................................................................Dr. Dennis Membro Efetivo: ....................................................................Dr. Cleber 1 Suplente: ............................................................................Dr. Ronie 2 Suplente: ...............................................................Dra. Ana Carolina 3 Suplente: .......................................................................Dr. Emerson 4 Suplente: ..............................................................Dr. Marcos Gomes

    MENSAGEMossa mensagem para o Dr. Marcos Gomes, com sua dedicao ao lado de sua esposa Dris, trouxe para este NHospital mais humanizao em atendimento aos pacientes.

    Dr. Marcos nosso desejo sua pronta recuperao e que DEUS lhe d sade e fora para continuar seu trabalho que tanto este Hospital necessita.

    NOSSOS AGRADECIMENTOSr. Jlio Ricardo de Arajo (nosso padrinho), proprietrio da Gazeta de Guaratuba, que no mediu esforos para que esse Djornal chegasse at voc.

    A nossa Diretora Dra. Ftima Lima que nos deu todo seu apoio.

    A todos que contriburam com suas idias e opinies.

    E a voc que est lendo nesse momento.

    Muito Obrigado de CoraoAOS FUNCIONRIOS E LEITORESedimos aos funcionrios e leitores que expressem suas idias e anseios, usando como meio para isso o nosso Jornal, podendo Penviar suas mensagens, matrias, reclamaes, fotos, noticias, etc... para: [email protected] quais colocaremos em prximas edies. ENCHENDO LINGUIA

    Coisas de Siomar : No ms de Outubro de 2010 ocorreu um fenmeno

    que s acontece a cada 824 anos. O referido ms tem cinco sextas,

    cinco sbados e cinco domingos. Segundo Siomar na ultima vez que

    aconteceu ele era menino e no pode aproveitar as folgas do Domingo.

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    Quando ficares desapontado por conta dos seus esforos e atitudes

    no serem reconhecidos, no desanime...

    Pois o Sol ao nascer nos proporciona um espetculo incomparvel

    sem se preocupar que a sua platia continua dormindo.

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    Sorria... Pois o sorriso a janela da alma que mostra que o Corao

    est em casa.

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    Coragem nada mais que a capacidade que temos de esconder o

    medo.

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    Essa de um nativo muito amigo meu l da Ilha do Mel: Depois que

    inventaram a Porva (plvora) homem forte s serve pra abrir vidro de

    conserva e trocar botijo de gs.

    HUMORNa unidade do Sus o mdico olha bem para o paciente e estranha:

    - Amigo, eu sou pediatra. Como que um adulto marca consulta com

    um mdico de crianas?

    - Que absurdo, no doutor? Por a o senhor pode calcular h quanto

    tempo eu estou nessa fila ...

    ESPORTES COM ROGRIOA COPA NO PAS DO FUTEBOLomos o Pas do Futebol, isso fato, pois temos os melhores

    jogadores, somos Penta Campees Mundiais e cobiados pelos Smaiores Clubes do Mundo. E s agora aps longos 64 anos conseguimos sediar uma Copa do Mundo, mais de meio sculo depois da

    trgica Copa de 1950 onde fomos levamos uma virada histrica do Uruguai

    num jogo considerado uma deciso pois segundo a frmula de disputa no

    existia final, somente os quatro melhores colocados disputaram em uma

    chave o ttulo e o Brasil que precisava somente de um empate acabou

    derrotado por 2 a 1, calando um Maracan com quase 200 mil pessoas.

    Em 2014 o Mundial ser disputado novamente sob nossos domnios, mas com

    regras e restries da Fifa que no existiam em 1950. Hoje alm de Estdios

    que possam abrigar uma partida de Copa do Mundo, a Fifa tem uma cartilha

    que precisa ser seguida risca para que possamos sediar um Mundial, e o

    Brasil encontra dificuldades para cumprir as exigncias da Entidade maior do

    Futebol Mundial. Alm das reformas dos estdios que precisam se adequar

    aos padres da Fifa so exigidas obras de infraestrutura, como acesso aos

    locais de jogos, aeroportos modernizados, metrs, segurana e mais uma

    gama de exigncias que o Brasil por excesso de burocracia no est

    conseguindo cumprir. o caso de So Paulo que tem no Estdio do Morumbi,

    um dos melhores do mundo e que corre risco de no sediar a Partida de

    abertura da Copa, pois existem algumas reas na arquibancada que dificultam

    a visualidade do campo de jogo, e um Presidente que no quer investir numa

    reforma somente p