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Serviço essencial, Sindlitoral - filiado em 2006 Sindicato ... · PDF filedos da Fundação Cesp (AAFC) em 201 1 que questiona a Fundação Cesp sobre onde foram parar os recursos

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  • Na CPFL, o grito pela volta do fretadoNa contramo do meio ambiente, CPFL retira esse benefcio histrico dos trabalhadores da sede, em Campinas.

    Mobilizao e abaixo-assinado so realizados com total apoio do Sinergia CUTA notcia sobre a suspenso por tem-

    po indeterminado de novas liberaespara utilizao na sede da CPFL do trans-porte fretado, causou grande indignaoentre os trabalhadores. Afinal, esse umdireito histrico do pessoal da sede. Mas,logo veio a reao: fora e disposio paralutar pela volta do fretado para todos.

    Um abaixo-assinado foi coletado eser entregue direo da empresa. Notexto, elaborado pelos prprios trabalha-dores, foram descritos os principais ar-gumentos para que a holding mude depostura, deixe a discriminao de lado erestabelea o direito.

    As certificaes, os 8 Pilares, oMeio Ambiente e a Manuteno do

    Fretado: Tudo a ver!A CPFL, que tanto zela pelas suas

    certificaes - entre elas a SA 8000, ISO14001, ISO 9001 e OHSAS 18001 -, vemferindo-as com tal atitude, j que seromais de 300 trabalhadores obrigados ase deslocar de transporte coletivo ou car-ro prprio. E isso trar, sem dvida algu-

    Destaques desta edio

    Jurdico: Furpes,DSR e FGTS

    Pgina 02

    Consulta Pblica daUsina Trs Irmos

    Pgina 04

    www.sinergiaspcut.org.br

    Stieec- filiado em 1988Gasistas- filiado em 1989

    Sindprudente - filiado em 2005Sindlitoral - filiado em 2006Sindbauru - filiado em 2009

    Sindluz AraraquaraSindMococa

    Sinergia CUT - filiado em 12/12/99

    Sindicato dos T rabalhadores Energticos do Est ado de SPServio essencial,Sindicato indispensvel

    Nmero 120021/10 a 03/11/2013

    ma, mais poluio, risco de acidente detrajeto, desgaste, entre outros pssimosfatores, como a dificuldade de estacio-namento prximo sede, que atualmen-te j no atende as necessidades exis-tentes.

    Mais: na Intranet, no portal Qualida-de de Vida, h 08 pilares. Um deles oAmbiental, que diz:

    Cuidar do ambiente em que vivemos fundamental. A preocupao com osrecursos naturais gua, ar, solo e coma vida que brota desses recursos diz res-peito a governos, empresas, rgos dedefesa e, principalmente, a cada um dens. Tudo que prejudica a natureza refle-te diretamente nas pessoas e em suaqualidade de vida. E uma coisa certa:ningum escapa das consequncias.

    Ou seja, o que se diz no exata-mente o que vem sendo praticado, no mesmo CPFL? Vamos mudar de postu-ra, ento? Est em tempo. Os trabalha-dores querem a volta do fretado para to-dos!

    Valeu a luta na IEPinheiros e no Rede

    Pgina 03

    No ltimo dia 15, trabalhadores realizam mobilizao noporto da sede da CPFL, em Campinas. Pela volta do

    fretado, pelos trabalhadores e pela preservao do meioambiente que a empresa tanto diz prezar!

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    MOBILIZAOMOBILIZAONA AES TIET

    Mesmo com o fim da Campanha Salarial deste ano e, em clara demonstrao de unio e de disposio de luta, trabalhadoresda AES Tiet realizaram mobilizaes de quatro horas nos locais de trabalho entre os ltimos dias 7 e 14. Pelo fim daprecarizao do trabalho e pela reintegrao dos 1 1 demitidos arbitrariamente no incio de outubro, entre eles, cipeiro,

    representantes sindicais e dirigente sindical. Mais: depois de esgotar as tentativas de negociao com a empresa, SinergiaCUT entra com ao na Justia solicitando a reintegrao dos demitidos, o fim do trabalho isolado nas usinas e pelo

    cumprimento do ACT, que prev negociaes entre Sindicato e empresa antes de qualquer processo de reestruturao. Almdisso, envia carta ao BNDES, ao ONS e Aneel, pedindo apurao e providncias para fazer cessar as irregularidades.

    A histria dos energticos comprova: sempre vale a pena lutar!

    Usina de Bariri

    Usina de gua V ermelhaUsina de Limoeiro

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    Assinada a PLR dosGestores da Elektro

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  • Sinergia CUT - Pgina 2

    O Sindicatopediu, recentemente, Justia do Tra-balho, que seja determinado a nome-ao de perito judicial para realizar oclculo dos valores devidos aos tra-balhadores da Cesp pelo no paga-mento do reflexo das horas extras ha-bitualmente praticadas no repouso re-munerado.

    Referido direito est previsto naSmula 172 do Tribunal Superior doTrabalho (TST). A CESP no pagou eobtivemos vitria na ao trabalhistamovida pelo Departamento Jurdico doSindicato contra a CESP perante oTRT da 15 Regio.

    O processo agora est entrandona fase de execuo. Nesta fase de-ver ser apurado o valor devido a cadatrabalhador que efetuou horas extrasno perodo entre dezembro de 2003at a data da efetiva implantao emfolha de pagamento da forma correta,calculando-se ms a ms o reflexo das

    Justia determina: Fundao Cesp terque prestar contas sobre o Furpes

    Dia do Eletricista: 17 de outubro

    A eletricidade foi uma das maioresdescobertas feita pelo homem e,em tempos modernos, pratica-mente impossvel viver sem ela. Eso os eletricistas que garantemque a luz chegue aos lares, sindstrias, s cidades Exata-mente por isso, o Sinergia CUT

    aproveita essa data para parabeni-zar a todos os eletricistas quededicam sua vida a fornecer

    energia e a levar comodidade econforto s pessoas. Sabendo daimportncia desses profissionais evisando a garantia da integridade

    fsica de cada eletricista, oSinergia CUT luta no dia a dia para

    que cada empresa energticacumpra a Norma Regulamentadora

    n 10 (NR 10).Parabns, eletricista!

    O Tribunal de Justia de So Pauloreconheceu o carter da ao de pres-tao de contas movida pelo SinergiaCUT e pela Associao dos Aposenta-dos da Fundao Cesp (AAFC) em 2011que questiona a Fundao Cesp sobreonde foram parar os recursos que dei-xaram de entrar para o Fundo de Reser-vas do PES (Furpes) a partir de 2004, eque poderiam garantir uma condiomelhor ao PES. Com isso, a Fundaoter que esclarecer onde e como estosendo aplicados tais recursos.

    Vale recordar que o PES (Plano Es-pecial de Sade) foi criado em 1985,passando por diversas readequaes.As despesas mdico-hospitalares eramcusteadas na seguinte forma: 25% pe-los trabalhadores e 75% pelas empre-sas.

    Em 1992 foi criado o Furpes, forma-do por recursos dos trabalhadores da

    DSR: Sindicato pede percia contbilpara pagamento a trabalhadores da Cesp

    Aps insistente cobrana doSinergia CUT e, segundo informaodos rgos competentes, o pagamen-to das diferenas salariais retroativoaos meses de junho e julho ser credi-tado aos aposentados complementadosda 4819 no prximo dia 31 de outubro,juntamente com o pagamento do ms.

    Vale lembrar que o Acordo Coletivoda CTEEP foi assinado no dia 08 deagosto passado e o Sindicato cobrouvrias vezes a empresa e a Secretariada Fazenda para que o pagamento aoscomplementados sasse o mais rpidopossvel, inclusive com todos os retro-ativos.

    No entanto, em 30 de setembro, opagamento do reajuste de 6,5% foi pagoaos aposentados retroativo apenas aoms de agosto. Somente agora quefoi liberado o repasse das diferenasdos meses de junho e julho.

    4819: pagamentodo retroativo a

    junho e julho caiem outubro

    Publicao de responsabilidade do Sindicato dos Trabalhadores nas Indstrias de Energia Etrica de Campinas e do Sindicato dos Energticos do Estado de So Paulo.Sede: Rua Doutor Quirino, 1511 - Centro - Campinas,SP - CEP: 13015-082. Fones: Campinas (19)3739-4600 / 0800-171611; So Paulo (11) 5571-6175; Sind Gasist a (11) 3313-5299;

    Bauru (14)3234-8445; Ilha Solteira (18)3742-2828; Presidente Prudente (18) 3903-5035; Ribeiro Preto (16)3626-8676 Rio Claro (19)3524-3712; Baixada Santist a (13)3222-6466; So Jos do R.Preto (17) 3215-1188 ; Vale do Paraba (12)3622-4245;

    SindLitoral (13)3422-1940; SindPrudente (18)3222-1986; SindLuz Araraquara (16) 3332-2074Diretor de C omunicao : Claudinei Ceccato

    Redao e diagramao : Dbora Piloni (MTb 25172), Elias Aredes Jr. (MTb 26850), Llian Parise (MTb 13522) e Nice Bulhes (MTb/MS 74) Fotografia : Roberto Claro lustrao : Ubiratan Dantas

    E-mail: [email protected] Tiragem: 12 mil exemplaresEXPEDIENTE

    Cumprindo o que foi divulgado no Jornal do Sinergia CUT, edio n 1191, oSindicato entrou com Ao Coletiva na Justia Federal como substituto proces-sual dos filiados de sua base territorial para pleitear que os depsitos realizadosnas contas do FGTS do trabalhador sejam corrigidos por um ndice que de fatorecomponha a inflao e a perda do poder aquisitivo do perodo.

    Com este fundamento, pleiteamos inicialmente que seja aplicado um ndiceefetivo a ser apurado em percia tcnica que devolva ao trabalhador o poderaquisitivo dos depsitos e, alternativamente que se aplique a correo pelo INPCaos depsitos desde janeiro de 1999 quando a TR passou a apresentar-se insu-ficiente para garantir ao trabalhador a reposio inflacionria do fundo.

    O nmero do processo 0013447-97-2013.4.03.6105. A Ao Coletiva, seprocedente, beneficiar a todos os scios do Sindicato, e se improcedente, noprejudicar os direitos individuais e os trabalhadores podero pleitear o seu direi-to atravs de aes individuais, que se necessrias, tambm sero promovidaspelo Sindicato.

    Entramos com Ao para correo do FGTS

    ativa e das empresas patrocinadoras.Com isso, o pessoal da ativa passou aassumir mais 5% do custeio de despe-sas para que fosse repassado ao Furpese as empresas tambm repassavam 5%a esse fundo. Ou seja, os trabalhado-res passaram a arcar com 30% do cus-teio e as empresas com 70%. O fundode 10%, ento, era repassado para opatrimnio prprio da Fundao, com afinalidade de custear as despesas m-dicas dos aposentados.

    A partir de 1999, as empresas para-ram de participar diretamente do cus-teio do Furpes. Porm, com essa mu-dana, os trabalhadores deveriam entovoltar a custear os 25%, o que no ocor-reu, e eles permaneceram tendo des-contado dos salrios os 30%, sem qu

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