Semiologia Ocular

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semiologia Ocular

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  • SEMIOLOGIA OCULARDRA. GIOVANNA FULCO

  • ESTRUTURAS OCULARES EXTERNAS

    LRMO-semiologia ocular- AULA 1

  • LRMO-semiologia ocular- AULA 1

  • ESTRUTURASPLPEBRASSISTEMA LACRIMALESCLERTICALIMBOCONJUNTIVACRNEARISPUPILAMSCULOS EXTRAOCULARES

    CMARA ANTERIORCRISTALINOCMARA POSTERIORCAVIDADE VTREARETINAMCULACORIDEDISCO PTICORBITA

    LRMO-semiologia ocular- AULA 1

  • EXAME EXTERNO DOS OLHOS

    BOA ILUMINAO AMBIENTE (OCASIONALMENTE C/ LANTERNA)PLPEBRAS, FENDAS PALPEBRAIS, ADJACNCIASINSPEO DA CONJUNTIVA E ESCLERTICA COM LANTERNA (OLHAR P/ CIMA, TRACIONANDO A PLPEBRA INFERIOR E AO OLHAR PARA BAIXO, A SUPERIOR)INSPEO DA CRNEA, RIS E PUPILA (C/ LANTERNA)PALPAO DA REBORDA ORBITRIA, SE NECESSRIO

    LRMO-semiologia ocular- AULA 1

  • A retinoscopia ou esquiascopia consiste na reflexo de luz num ponto da retina e permite, atravs da interpretao dos reflexos oriundos de movimentos do examinador, quantificar, nos diversos meridianos do olho, eventual vcio de refrao. A deteco de vcios de refrao pode ser facilitada com a refratometria computadorizada e complementada com testes de lentes(este ltimo um exame subjetivo).

  • RETINOSCOPIAVerificao objetiva do erro refracional do olho.Por meio do retinoscpio emitido um feixe de luz paralelo sobre a pupila,onde ir se formar uma sombra (visvel atravs do aparelho).A observao das caractersticas desta sombra e de sua movimentaoir auxiliar o oftalmologista a identificar o erro de refrao (grau).

  • ACUIDADE VISUAL: COMO MEDIR

    TABELA DE OPTOTIPOS BOA ILUMINAO

    MONOCULAR E BINOCULARABREVIATURAS: AV, AO, OD, OE, SC, CC.

    ANOTAO / SIGNIFICADO:6/6, 20/20 CD, PL, S/PL ETC

    LRMO-semiologia ocular- AULA 1

  • ACUIDADE VISUAL CAPACIDADE FUNCIONAL

    20/20 (ou 6/6)..................1 20/30...............0,66 20/70...............0,2820/80...............0,25 20/160........... 0 ,125

    20/200............ 0,1 20/400............ 0,05C D a +/- 2 M NO PERCEBE LUZ : SPLNORMAL - SEM PROBLEMASQUASE NORMAL - CAUSA? - CARTEIRA DE HABILITAO?VISO SUBNORMAL LEVE - ADIES FORTES PARA LEITURAVISO SUBNORMAL SEVERA - CEGUEIRA LEGAL; SINALIZAO URBANA E DE NIBUS DIFCIL; TEM MOBILIDADE QUASE CEGOCEGO

    LRMO-semiologia ocular- AULA 1

  • ACUIDADE VISUALA verificao da acuidade visual essencialmente a primeira parte de qualquer exame ocular.Neste teste busca-se determinar a capacidade resolutiva do aparelho visual (olho, vias pticas e crtex cerebral em conjunto). testado um olho de cada vez, com e sem a correo ptica (culos, lentes de contato).

  • REFRAO SUBJETIVAVerificao do erro refracional do olho. Utilizamos um aparelho conhecido como "Greens ou refrator. So mostradas vrias lentes ao paciente e este escolhe aquelas com as quais enxerga melhor

  • NOES DE PTICA FSICALENTES CONVERGENTES

    LENTES DIVERGENTES

  • LENTES ESFRICAS

    LENTES CILNDRICAS

    O PODER REFRATIVO MEDIDO EM DIOPTRIAS ( D = 1 / F )

  • PTICA APLICADA AO OLHOCRNEA (LENTE CONVERGENTE DE 40 A 48 DIOPTRIAS)CRISTALINO (LENTE CONVERGENTE DE 20 A 25 DIOPTRIAS)COMPRIMENTO AXIAL DO OLHOMIOPIA (COMPRIMENTO AXIAL MAIOR... IMAGEM ANTES DA RETINA)HIPERMETROPIA (COMPRIMENTO AXIAL MENOR... IMAGEM APS A RETINA)ASTIGMATISMO (CADA MERIDIANO COM UM PODER REFRATIVO)ACOMODAO / PRESBIOPIA

    LRMO-semiologia ocular- AULA 1

  • OLHO EMTROPE

    FOCALIZA A IMAGEM SOBRE A RETINA

    NO NECESSITA DE LENTES CORRETORAS

  • OLHO MOPE

    A IMAGEM SE FORMA ANTES DA RETINA

    LENTES DIVERGENTESCULOS E LENTES DE CONTATO

    CIRURGIAS REFRATIVASCERATOTOMIA RADIALFOTOABLAO COM EXCIMER LASER ETC

    LRMO-semiologia ocular- AULA 1

  • OLHO HIPERMTROPE

    A IMAGEM SE FORMA APS A RETINA

    LENTES CONVERGENTESCULOS E LENTES DE CONTATO

    CIRURGIAS REFRATIVASFOTOABLAO COM EXCIMER LASER ETC

    LRMO-semiologia ocular- AULA 1

  • OLHO ASTIGMTICO UM OBJETO E VRIAS IMAGENS

    CULOS E LENTES DE CONTATO

    CIRURGIAS REFRATIVAS

    CERATOTOMIAFOTOABLAO COM EXCIMER LASER

    LRMO-semiologia ocular- AULA 1

  • PRESBIOPIA

    IDADE X AMPLITUDE DE ACOMODAO

    ADIO 3 D AO GRAU DE LONGE

    LEITURA A 33 CM

    LRMO-semiologia ocular- AULA 1

  • REFLEXOS OCULARES

    REFLEXO FOTOMOTOR CONSENSUAL: OBSERVE A CONSTRICO PUPILAR DO OLHO ESQUERDO AO DIRIGIR A LUZ PARA A PUPILA DIREITA; REPITA NO OLHO ESQUERDO.

    PESQUISE O DEFEITO PUPILAR AFERENTE RELATIVO - DPAR: PASSANDO A LUZ DE UM PARA O OUTRO OLHO RAPIDAMENTE, OBSERVE SE A PUPILA DO OLHO QUE ENXERGA MENOS FICA MAIS DILATADA. SINAL DE LESO NA PARTE ANTERIOR DA VIA PTICA.

  • EXAME DOS REFLEXOS PUPILARESINSPEO DA PUPILA: NEGRA? LEITOSA? ADERIDA AO CRISTALINO?ISOCORIA E ANISOCORIA. DIMETROS PUPILARES IGUAIS? EXAME DOS REFLEXOS PUPILARES: OLHANDO PARA LONGE, COM POUCA LUZ NO AMBIENTE. EXAME IMPORTANTE TAMBM EM NEUROLOGIA.REFLEXO FOTOMOTOR DIRETO: OBSERVE A CONSTRICO PUPILAR AO DIRIGIR A LUZ DA LANTERNA PARA A PUPILA DIREITA; FAA O MESMO PARA A ESQUERDA.

    LRMO-semiologia ocular- AULA 1

  • O exame da pupila deve incluir a observaodo tamanho, da forma e da posio; se h algo visvel atravs dela (ex: leucocoria); a pesquisa das reaes direta e consensual luz; a reao acomodao; e o swinging test (Marcos Gunn). Este ltimo teste muito importante para a deteco de leses da retina ou do nervo ptico (defeitos pupilares aferentes): se um olho for cego e o outro normal, a luz indo de um olho para outro induz contrao de ambas as pupilas quando o olho normal iluminado; esta contrao alternada com uma relativa dilatao de ambas as pupilas quando o olho cego iluminado.

  • Para verificar se a viso pode melhorar com lentes, ou ainda mais com novas lentes, realiza-se a medida da acuidade visual com o orifcio estenopico (pinhole). Se a acuidade visual no melhorar quando o paciente olhar atravs desse pequeno orifcio, que seleciona os raios que passam pelo centro da crnea, pode-se suspeitar de problemas da retina, de opacificaes dos meios oculares ou de alteraes neuro-oftalmolgicas.

  • A biomicroscopia realizada em um aparelho denominado lmpada de fenda ou biomicroscpio, que oferece uma ampliao de 6 a 40 vezes e permite a obteno de cortes pticos de diferentes formas, inclinaes e intensidades, o que possibilita a observao das estruturas transparentes.

  • EVERSO DA PLPEBRA SUPERIOR( PARA AVALIAO DA CONJUNTIVA TARSAL E CORPO ESTRANHO )

    TCNICA DE EXAME

    OLHAR PARA BAIXOAPREENDA CLIOS SUPERIORES ENTRE O POLEGAR E O INDICADOREVERTA COM AUXLIO DE COTONETEINSPECIONE COM LANTERNAVOLTE A PLPEBRA POSIO NORMALSE NECESSRIO, ANESTSICO

    LRMO-semiologia ocular- AULA 1

  • ESTIMATIVA DA PROFUNDIDADE DA CMARA ANTERIOR DO OLHOTCNICALANTERNAILUMINE O OLHO PELO LADO TEMPORALOBSERVE SE A CMARA ANTERIOR :

    PROFUNDA

    RASA : RISCO DE GLAUCOMA AGUDO

    LRMO-semiologia ocular- AULA 1

  • CORANDO A CRNEA COM FLUORESCEINA(PARA EVIDENCIAR LCERAS DE CRNEA)TCNICA

    PINGUE FLUORESCEINA OU USE TIRA DE PAPEL COM O CORANTEREMOVA AS LENTES DE CONTATO, SE FOR O CASOLCERAS CORNEANAS ESVERDEADASLUZ AZUL-COBALTO D MAIOR DESTAQUE

    LRMO-semiologia ocular- AULA 1

  • ANEL DE KAISER FLEISCHER

  • MANCHAS DE BITOT

  • A tonometria a medida da presso ocular e realizada atravs de diferentes tipos de tonmetros:identao, aplanao, pneumotnometros, sendoque os mais utilizados so os de aplanao (acoplados lmpada de fenda ou portteis). A avaliao da presso ocular pode ser complementada com testes provocativos (de aumento da presso ocular), com o estudo da variabilidade diria (curva diria de presso) e com oestudo da hidrodinmica do humor aquoso (tonografia).

  • A oftalmoscopia direta ou indireta o exameque permite a observao do fundo de olho. Apesarda oftalmoscopia direta ser monocular, e assim nohaver estereopsia; de permitir somente a observao de pequena parte do fundo de olho cada vez; e de no propiciar o exame da retina perifrica, ela tem a vantagem de propiciar um aumento maior (aproximadamente 14 vezes) e ser mais fcil para o uso de estudantes e mdicos no oftalmologistas

  • A eletro-oculografia o registro do potencial de repouso das camadas da retina; a eletro-retinografia consiste no registro da atividade eltrica da retina que segue a um estmulo visual;

  • estudo do potencial evocado visual tem o objetivo de registrar a atividadeeltrica cortical (ao nvel da regio occipital), que ocorre depois de um estmulo visual.

  • A oftalmodinamometria a medida da presso da artria oftlmica e utilizada para aprofundamentodo estudo de alguns tipos de glaucoma e de quadros sistmicos em que seja importante a avaliao da circulao cerebral.

  • A angiofluoresceinografia permite o estudo da circulao da retina e da coride e consiste na observao e documentao do estado dos vasos da retina em diversos tempos, aps a injeo sistmica de fluorescena.

  • A ceratometria a medida da curvatura da crnea e utilizada nos astigmatismos, no clculo de lentes de contato e de lentes intra-oculares e em avaliaesps-operatrias.

  • A ceratoscopia ou topografia a avaliao da regularidadeda superfcie anterior da crnea.A paquimetria a medida da espessura da crnea, fundamental antes de cirurgias refrativas

  • A ultra-sonografia, ecografia ou biometria utilizada para medir as diferentes estruturas oculares e para a observao bidimensional dessas estruturas, de corpos estranhos, de tumores, etc. Este exame imprescindvel para o clculo de lentes intra-oculares (utilizadas para substituir o cristalino)

  • A perimetria e a campimetria (manual ou computadorizada) consistem na quantificao do campo visual