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  • 1 | Projeto Medicina www.projetomedicina.com.br

    Exerccios de Histria sobre Revoluo Industrial com Gabarito

    1) (UNIFESP-2008) ... a multiplicao dos confortos materiais; o avano e a difuso do conhecimento; a

    decadncia da superstio; as facilidades de intercmbio

    recproco; o abrandamento das maneiras; o declnio da

    guerra e do conflito pessoal; a limitao progressiva da

    tirania dos fortes contra os fracos; as grandes obras

    realizadas em todos os cantos do globo graas cooperao

    de multides.

    (do filsofo John Stuart Mill, em 1830.)

    O texto apresenta uma concepo

    a) de progresso, que foi dominante no pensamento europeu,

    tendo chegado ao auge com a belle poque.

    b) da evoluo da humanidade, a qual, por seu carter

    pessimista, foi desmentida pelo sculo XX.

    c) positivista, que serviu de inspirao a Charles Darwin

    para formular sua teoria da evoluo natural.

    d) relativista das culturas, a qual considera que no h

    superioridade de uma civilizao sobre outra.

    e) do desenvolvimento da humanidade que, vista em

    perspectiva histrica, revelou-se proftica.

    2) (Vunesp-2000) No queremos destruir a vossa fortuna, mas se no arranjardes maneira de nos dardes trabalho,

    no poderemos deixar de atentar contra vs e contra as

    mquinas. () Se ao fim de 8 dias no retirardes as ls das mquinas para dar trabalho s 500 pessoas que vos batem

    porta e para as quais nem sequer vos dignais olhar, no vos

    espanteis se virdes um levantamento cair sobre vs e sobre

    as mquinas, de tal modo sofremos, pobres operrios, por

    ns e pelos nossos filhos. (Anncio annimo afixado nas ruas de Clermont, Frana,

    em 1818.)

    O tipo de manifestao descrita est relacionado

    A) ao movimento anarquista.

    B) constituio dos partidos comunistas.

    C) s origens dos partidos liberais.

    D) organizao dos partidos socialistas.

    E) ao movimento ludista.

    3) (Vunesp-2000) As tropas inumerveis de carneiros que se espalham atualmente por toda a Inglaterra, constitudas

    por animais to doces, to sbrios mas (que) so, no

    entanto, to vorazes e ferozes que comem at pessoas e

    despovoam os campos, as casas e as aldeias. Com efeito,

    em todas as partes do reino, onde se produzem as mais finas

    e preciosas ls, acorrem, para disputar a terra, os nobres, os

    ricos, e mesmo os santos abades. O texto, extrado do livro A Utopia, de Thomas Morus,

    publicado em 1516, refere-se

    A) s transformaes das reas rurais inglesas com a

    criao de carneiros e pastagens, com conseqente reduo

    de poder econmico dos abades e setores da burguesia.

    B) crise do sistema feudal ingls com a ampliao de

    pastagens, concentrao de propriedades

    rurais e abandono do campo pelos camponeses.

    C) ao xodo rural que ocorreu com a decadncia dos

    feudos, provocada pela Revoluo Industrial e pelo

    crescimento urbano.

    D) crise do sistema rural, provocada pelos conflitos entre

    os senhores feudais e realeza, pela posse das terras mais

    frteis para plantaes e pastagens para criao de

    carneiros.

    E) interveno dos burgueses, produtores de l, na

    organizao das propriedades agrcolas, que

    passaram a ser disputadas por abades, camponeses e

    artesos.

    4) (Vunesp-2002) O historiador David Landes, referindo-se Revoluo Industrial, escreveu:

    O cerne dessa Revoluo foi uma sucesso inter-relacionada de mudanas tecnolgicas. Os avanos

    materiais ocorreram em trs reas: (1) houve uma

    substituio das habilidades humanas por dispositivos

    mecnicos; (2) a energia de fonte inanimada especialmente a do vapor tomou o lugar da fora humana e animal; (3) houve uma melhora acentuada nos

    mtodos de extrao e transformao das matrias primas,

    especialmente no que hoje se conhece como indstrias

    metalrgicas e qumicas. (Prometeu Desacorrentado.)

    a) Qual foi o primeiro pas a iniciar a industrializao com

    o uso tecnolgico descrito pelo texto?

    b) Indique duas conseqncias da industrializao nos

    movimentos sociais e polticos europeus nos sculos XVIII

    e XIX.

    5) (UEPA-2001) Analisando-se a relao acima descrita entre o processo

    industrial e o uso da mo-de-obra operria, pode-se afirmar

    que o(a):

    a) inveno da mquina a vapor deflagrou na Inglaterra a

    Primeira Revoluo Industrial, cuja

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    principal repercusso foi a absorvida mo-de-obra

    qualificada advinda do setor rural.

    b) sistema taylorista incorporou a cincia atividade

    industrial, separando no espao fabril as

    etapas de planejamento e execuo o que permitiu ao

    operrio maior controle da produo e

    mais disponibilidade de tempo para o lazer e instruo.

    c) avano tecnolgico alcanado a partir da criao da

    eletromotricidade desencadeou no sculo XX a Segunda

    Revoluo Industrial, marcada pela informatizao do

    trabalho operrio e pela sua concentrao espacial nos

    EUA, nova poltica do setor industrial.

    d) indstria europia desenvolveu-se nas chamadas regies negras, prximas as suas jazidas carbonferas, forando o trabalho e a moradia de operrios

    em reas insalubres, mas que hoje

    se constituem em modernas reas industriais.

    e) advento da eletricidade e da linha de montagem fordista

    marcaram a industrializao do sculo atual, caracterizada

    pela acelerao da produo e explorao da fora operria

    e pela

    desconcentrao no espao mundial.

    6) (UFBA-2002) "(...) A fbrica, na Europa, e o engenho de acar, nas colnias, no foram resultados imediatos de um

    desenvolvimento crucial das bases tcnicas de produo,

    mas, ao contrrio, representaram formas peculiares de

    organizao social do trabalho para a obteno, sob garantia

    absoluta, do lucro capitalista ( . . . ) . "

    (DE DECCA, In : CAMPOS, p. 73)

    A partir da anlise do texto e dos conhecimentos sobre o

    tema nele tratado, pode-se afirmar:

    (01) As duas formas de organizao do trabalho, citadas no

    texto, tiveram como caracterstica comum a concentrao

    de trabalhadores em um determinado espao.

    (02) O proletariado industrial, ao contrrio dos escravos dos

    engenhos, detinha a propriedade dos meios de produo.

    (04) A produo em larga escala, obtida nas duas unidades

    de produo referidas, atendia a propsitos mercantis.

    (08) O escravo no era remunerado, sendo tambm

    coisificado, como uma mercadoria, enquanto o trabalhador,

    no sistema fabril, vendia sua fora de trabalho.

    (16) O operariado procurou se organizar, formando,

    inclusive, associaes e sindicatos, visando reagir

    explorao da burguesia industrial, porm os escravos no

    ofereceram qualquer forma de resistncia.

    (32) O trfico de escravos foi um fator de acumulao

    primitiva de capital, que se constituiu uma das pr-

    condies do pioneirismo ingls na Revoluo Industrial.

    (64) O capital industrial britnico pressionou o Imprio

    Brasileiro no sentido de manter o trfico negreiro.

    7) (UFC-2003) Podemos definir o crescimento industrial ingls, como um processo longo e complexo, que se inicia

    com produo domstica, com instrumentos simples e sem

    que a energia do vapor tenha contribudo muito. Mais tarde

    a situao se modifica com o surgimento de novas

    tecnologias. caracterstica desta segunda fase:

    a) o surgimento da fbrica, com meios de produo

    pertencentes a um empresrio que utiliza trabalho

    assalariado.

    b) o trabalho em oficinas, com controle corporativo da

    produo manual e com meios de produo pertencentes a

    um capitalista.

    c) a utilizao do trabalho assalariado de artesos que

    dominam o processo produtivo.

    d) a propriedade coletiva dos meios de produo e

    estatizao do comrcio.

    e) o surgimento de cooperativas para a compra de matrias-

    primas e sua manufatura, utilizando trabalho assalariado.

    8) (Vunesp-2003) Tempos difceis um romance do escritor ingls Charles Dickens, publicado em 1854. A histria se

    passa na cidade de Coketown, em torno de uma fbrica de

    tecidos de algodo:

    Umas tantas centenas de operrios na fbrica, umas tantas

    centenas de cavalos-vapor de energia (...) O dia clareou e

    mostrou-se l fora (...) As luzes apagaram-se e o trabalho

    continuou. L fora, nos vastos ptios, os tubos de

    escapamento do vapor, os montes de barris e ferro velho,

    os montculos de carvo ainda acesos, cinzas, por toda

    parte, amortalhavam o vu da chuva e do nevoeiro.

    a) Qual a importncia do carvo e do ferro na 1 Revoluo

    Industrial?

    b) Comente as condies de trabalho nas fbricas inglesas

    no sculo XIX, a partir do texto apresentado.

    9) (UNIFESP-2003) Com o advento e a consolidao do capitalismo, na poca moderna, o trabalho pde, ao

    contrrio do que ocorria no feudalismo, se tornar livre de

    qualquer coao extra-econmica. Isto foi possvel porque

    (A) os empresrios perderam seus benefcios especiais.

    (B) o Estado perdeu o poder de controlar os sindicatos.

    (C) as corporaes de ofcio perderam seus monoplios.

    (D) os trabalhadores perderam os seus meios de produo.

    (E) os proprietrios de terras perderam seus privilgios.

    10) (Vunesp-2003) Dentre as condies determinantes da Revoluo Industrial na Inglaterra, podem ser citadas

    A) a conquista de mercados internos futuros, a acumulao

    de capitais, a existncia de mercados fornecedores de bens

    semi-durveis e a transformao da estru

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