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Uma história… MOMENTOS…

Revolução de 1640

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A história em momentos..

Text of Revolução de 1640

Uma histriaMOMENTOS

Dezembro de 16402 3 4 5 62 9 16 23 30

S3 10 17 24 31

D4 11 18 25

51 12 19 26

6 13 20 27

7 14 21 28

18 15 22 29

O imprio portugus encontrava-se em dificuldades desde finais do reinado de D. Manuel I. Os domnios portugueses na ndia, Norte de frica e Brasil sofriam constantes ataques dos franceses, holandeses e ingleses, assim como os navios que regressavam da ndia e da Mina carregados de especiarias e ouro.

No reinado de D. Joo III a situao agravou-se, a corrupo por todo o

imprio, a falta de capitaise o endividamento externo eram uma realidade. Quando em 1568, D. Sebastio, ainda muito jovem, assumiu o governo, a crise econmica mantinha-se.

D. Sebastio

Desejoso de grandes feitos e numa tentativa de reafirmar o domnio portugus em frica, organizou uma expedio militar e partiu para Marrocos. Apesar de numeroso, o seu exrcito era indisciplinado e acabou por ser derrotado na batalha de AlccerQuibir. O rei morreu e deixou o trono vago, uma vez que no tinha filhos nem irmos.

Sucedeu-lhe o seu tio - av, o cardeal D. Henrique, doente e de idade avanada. Morreu em 1580 sem deixar sucessor. Gerou-se, ento, um problema de sucesso ao trono de Portugal, pois a forma de governo era a monarquia hereditria.

De imediato se apresentaram trs candidatos: D. Antnio Prior do Crato, D. Catarina de Bragana e D. Filipe II, Rei de Espanha.

D.CATARINA DE BRAGANA

D. Filipe II

Como todos eram net

os de D. Manuel I, t odos dir eito, por i sso a er atr ibudo o poder

tin ham os mesmos qualquer um deles podia s

rgio.

Pela vontade das classes sociais mais poderosas (Nobreza, Clero e Burguesia) D. Filipe II, de Espanha torna-se o primeiro rei da terceira dinastia. Jurou nas Cortes de Tomar que iria respeitar

a vontadee

independncia de Portugal( no subiria os impostos,defenderia as terras do imprio portugus, os juzes e vice reis seriam portugueses e no castelhanos ea lngua portuguesa seria sempre a lngua oficial).

A Filipe I, de Portugal sucedeu Filipe II e a este Filipe III. medida que o tempo ia passando as promessas, feitas nasD. Filipe III de ESPANHA e II de PORTUGAL

Cortes de Tomar, foram sendo esquecidas: foram ocupadas por outros povos europeus ( Ingleses, Holandeses), eram nomeados juzes e vice-reis castelhanos, os impostos no paravam de subir

D. Filipe IV de ESPANHA e III de PORTUGAL

as terras na frica, na sia e na Amrica (Brasil)

O descontentamento surgiu. Os Portugueses insatisfeitos organizaram, por todo o reino, pequenas revoltas ( por exemplo, a revolta do Manelinho em vora), demonstrando,

desta forma, que estava disposto a lutar para reaver ( avoltar a ter)

independncia.

A grande revolta acabou por surgir, a 1 de Dezembro de 1640. D. Joo, Duque de Bragana liderou-a.

Ele e alguns nobr es pr enderam os repr es ent antes de Castela ( Duquesa de Mntua e Miguel de Vasconcelos ) e proclamar am ao P ovo de Lisboa, que se c omeou a junt ar no P ao, onde t udo se passava, a Independncia de P ort ugal, grit an do:

- Liberdade! Viva El-rei D. Joo IV.

- L ibe rdad e! V iva El- re i D. Jo o IV.

- Liberdade! Viva El-rei D. Jo o IV.

- Liberdade! Viva El-rei D. Joo IV.

- Liberdade! Viva El-rei D. Joo IV.

- Liberdade! Viva El-rei D. Joo IV.

- Liberdade! Viva El-rei D. Joo IV.

Liberdade! Viva El-rei D. Joo IV- Liberdade! Viva El-rei D. Joo IV.

Logo ali se acabou a unio ibrica e o novo rei deu incio 4 dinastia. O poder rgio foi-lhe dado pelos representantes de todas as classes sociais que reuniram as Cortes na cidade de Lisboa. A segunda fase da restaurao da independncia durou vinte e oito anos de lutas contra Castela S em 1668, no reinado de D. Pedro II, foi assinado o Tratado de Paz (de Madrid ) entre os dois reinos.D. Pedro II

EB 2,3 Prof. Dr. Mota Pinto DEPARTAMENTO DE CHS (CINCIAS HUMANAS E Da SOCIAIS)

Uni o Ibrica Restaura o da IndependnciaAdaptado