Revista la salle

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    09-Mar-2016

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<ul><li><p>AN</p><p>O 1</p><p>N</p><p>MER</p><p>O 1</p><p> 20</p><p>14/1</p><p>PO</p><p>RTO</p><p> AK</p><p>EG</p><p>RE</p><p>RS </p><p>Revista </p></li><li><p>2 </p><p>Turma 231 </p><p>Organizao escolar: </p><p>Diretor: Ir. Lauro Bohnenberger </p><p>Vice-diretora e Supervisora Escolar : Ana Poppe </p><p>Orientadora Educacional: Fabiana Schumacher </p><p>Supervisor Administrativo: Roger Pochmann </p></li><li><p> 3 </p><p>Turma 231 </p><p>Caros leitores, com muito prazer que apresento este exce-</p><p>lente trabalho de meu alunos. Boa leitura!! Aproveitem a </p><p>nossa revista! </p><p> Breno Lacerda, </p><p>Professor de Portugus. </p><p>A primeira edio da revista La Sallada, escrita inteiramente pelos alunos da </p><p>231, do colgio La Salle So Joo, abrange temas muito diferentes e atuais. A pri-</p><p>meira matria sobre o Golpe Militar, que se instalou 50 anos atrs no Brasil. Ainda </p><p>falando sobre o Brasil, temos a matria sobre as eleies, sobre a Copa do Mundo e </p><p>sobre a violncia nos estdios de futebol. Num mbito mais regional, a matria sobre </p><p>rico Verssimo, um dos maiores escritores do Rio Grande do Sul, retrata a vida e </p><p>obras do escritor e a matria sobre exposies culturais em Porto Alegre d dicas </p><p>para os amantes da arte que vivem na capital. </p><p>Numa esfera mundial, a revista traz matrias sobre questes que ocorreram </p><p>em vrios lugares do mundo. Uma delas o voo MH370 da Malaysia Airlines, que </p><p>desapareceu dos radares entre a Malsia e o Vietn no incio do ms de maro. Ou-</p><p>tra questo abordada pela revista o conflito da Crimeia, na Ucrnia, explicado na </p><p>matria com a ajuda dos professores de Geografia e Histria do Ensino Mdio. Os </p><p>protestos na Venezuela em fevereiro deste ano tambm ganharam lugar na revista, </p><p>que explica em tpicos os motivos da revolta do povo venezuelano. Debatendo o as-</p><p>sunto da maconha, a matria sobre a legalizao da planta na Holanda e como a </p><p>regulamentao do consumo no pas nos d um olhar melhor sobre os impactos do </p><p>consumo nos Pases Baixos. </p><p>Na categoria entretenimento, as reportagens sobre os filmes Clube de </p><p>Compras Dallas e Doze Anos de Escravido, falam sobre os queridinhos </p><p>do Oscar 2014. No mbito brasileiro, a matria sobre o concerto Nivea Vi-</p><p>va o Samba retoma o estilo musical muito popular entre os brasileiros. </p><p>Os projetos do La Salle So Joo constituem vrias matrias da revista, o </p><p>Festival de Pardias, o Festival de Curtas e os investimentos feitos no co-</p><p>lgio ajudam a ambientar o leitor no mundo dos escritores da revista. No </p><p>mbito escolar, a matria sobre Simbolismo e a entrevista com a ex-aluna </p><p>Gabriela Dias podem ajudar os futuros e atuais vestibulandos. </p><p>Esperamos que gostem da revista, </p><p>Giulia Reis.. </p></li><li><p>4 </p><p>........................................................................ Pg. Fabiane Berwange, Mayara Colissi, Victria Wchter e Yuri Siqueira </p><p>Pg. </p><p>Pg. </p><p>12 Clube de Compras Dallas: </p><p>Tain Sangali </p><p>.....................................................................................14 </p><p>........................................................................ 2014: ano de investimentos no La Salle So Joo. Daniel Oliveira </p><p>Pg. 19 </p><p>Pg. 21 </p><p>Mateus Costa </p><p>....................................................................................... </p><p>Pg. 22 Matheus da Luz Nunes e Luiz Felipe Buzetto </p><p>Pg. </p><p>27 </p><p>...............................................................................Yuri Rodrigues </p><p>....................................</p><p>Pg. 29 ...............................................................................Gabrielle Martini e Laura Faneze </p><p>....................................................................................... </p><p>Pg. 34 </p><p>Brbara Arias </p><p>.....................................................................................Juliano Prauchner e Anderson Barrey </p><p>Conflitos na regio da Crimeia </p><p>Eleies 2014: Os principais candidatos </p><p>Mistrio sobre o voo MH370 </p><p>O Espao de rico Verssimo na Literatura Gacha </p><p>Um pouco de Simbolismo </p><p>Porto Cultura </p><p>Turismo da cannabis </p><p>Violncia nos Estdios, uma vergonha para ns! </p><p>Pg. 31 </p><p>Pg. 37 .................................................................</p><p>Anderson Barrey </p><p>....................................................................................... </p><p>Entrevista com Gabriela Dias 12 nos de Escravido </p><p>50 anos do golpe militar 5 </p><p>....................................................................................... </p></li><li><p> 5 </p><p>........................................................................ Pg. O samba no vai morrer. </p><p>Maria Eduarda Cunha </p><p>Pg. </p><p>.....................................................................................14 Festival de Pardias La Salle So Joo </p><p>Giulia Vinciprova </p><p>Pg. 15 ........................................................................ </p><p>2014: ano de investimentos no La Salle So Joo. </p><p>William Borba, Lucas Rech e Walter Gobbato </p><p>....................................................................................... Henrique Scherer e Rafael Muttoni </p><p>22 </p><p>Joo Antnio Poli </p><p>Pg. </p><p>23 </p><p>Pg. 25 ...............................................................................</p><p>....................................Brbara Schilling </p><p>...............................................................................</p><p>....................................................................................... Caroline Corra </p><p>Pg. 33 </p><p>.....................................................................................Juliano Prauchner e Anderson Barrey </p><p>Gastos com a Copa do Mundo </p><p>Eleies 2014: Os principais candidatos </p><p>Protestos e crise na Venezuela </p><p>O Espao de rico Verssimo na Literatura Gacha </p><p>Um pouco de Simbolismo </p><p>Festival de Curtas La Salle So Joo </p><p>Turismo da cannabis </p><p>Violncia nos Estdios, uma vergonha para ns! </p><p>Pg. 17 </p><p>Pg. 31 </p><p>Pg. </p><p>38 </p><p>.................................................................</p><p>10 </p><p>....................................................................................... Nicole Rech </p><p>12 nos de Escravido </p><p>50 anos do golpe militar 5 </p><p>....................................................................................... </p></li><li><p>6 </p><p> 50 anos do golpe militar </p><p> O golpe de 1964 e a instaura-</p><p>o do regime militar </p><p>Por: Fabiane Berwange, Mayara Colissi, </p><p>Victria Wchter e Yuri Siqueira </p><p>N a madrugada do dia 1 de abril de 1964, um golpe foi deflagrado contra </p><p>o governo legalmente constitu-</p><p>do de Joo Goulart. A falta de </p><p>reao do governo e dos gru-</p><p>pos que lhe davam apoio foi </p><p>notvel. No se conseguiu ar-</p><p>ticular os militares legalistas. </p><p>Tambm fracassou uma greve </p><p>geral proposta pelo Comando </p><p>Geral dos Trabalhadores </p><p>(CGT) em apoio ao governo. </p><p>Joo Goulart, em busca de </p><p>segurana, viajou no dia 1 de abril do Rio, pa-</p><p>ra Braslia, e em seguida para Porto Alegre, </p><p>onde Leonel Brizola tentava organizar a resis-</p><p>tncia com apoio de oficiais legalistas. Apesar </p><p>da insistncia de Brizola, Jango desistiu de </p><p>um confronto militar com os golpistas e seguiu </p><p>para o exlio no Uruguai, de onde s retorna-</p><p>ria ao Brasil para ser sepultado, em 1976. </p><p> Tempos sombrios aqueles representa-</p><p>ram para o nosso pas. Foram vinte e um </p><p>anos em que o povo brasileiro agia de forma </p><p>vinculada e artificial. Explico. Vinculada pelo </p><p>fato de que nada se fazia </p><p>se no em concordncia </p><p>com as ordens dos milita-</p><p>res, poca no Poder. Ar-</p><p>tificial porque garantido </p><p>no era sociedade ex-</p><p>pressar-se conforme seus </p><p>pensamentos e filosofias. </p><p>As expresses a que se </p><p>tinha acesso no eram fru-</p><p>to dos verdadeiros senti-</p><p>mentos, e as que eram, a </p><p>elas no se tinha acesso. </p><p> O poder real encontrava-</p><p>se em mos militares. Nos </p><p>primeiros dias aps o gol-</p><p>pe, uma violenta represso atingiu os setores </p><p>politicamente mais mobilizados esquerda no </p><p>espectro poltico, como por exemplo o CGT, a </p><p>Unio Nacional dos Estudantes (UNE), as Li-</p><p>gas Camponesas e grupos catlicos como a </p><p>Juventude Universitria Catlica (JUC) e a </p><p>Ao Popular (AP). Milhares de pessoas fo-</p><p>ram presas de modo irregular, e a ocorrncia </p><p>de casos de tortura foi comum, especialmente </p><p>no Nordeste. O lder comunista Gregrio Be-</p><p>zerra, por exemplo, foi amarrado e arrastado </p><p>pelas ruas de Recife. </p></li><li><p>7 </p><p>A junta baixou um "Ato Institucional" </p><p>uma inveno do governo militar que no es-</p><p>tava prevista na Constituio de 1946 nem </p><p>possua fundamentao jurdica. Seu objetivo </p><p>era justificar os atos de exce-</p><p>o que se seguiram. Ao lon-</p><p>go do ms de abril de 1964, </p><p>foram abertos centenas de </p><p>Inquritos Policiais-Militares </p><p>(IPMs). Chefiados em sua </p><p>maioria por coronis, esses </p><p>inquritos tinham o objetivo </p><p>de apurar atividades consi-</p><p>deradas subversiva. Parla-</p><p>mentares tiveram seus man-</p><p>datos cassados, cidados </p><p>tiveram seus direitos polti-</p><p>cos suspensos e funcionrios pblicos civis e </p><p>militares foram demitidos ou aposentados. </p><p>Entre os cassados, encontravam-se persona-</p><p>gens que ocuparam posies de destaque na </p><p>vida poltica nacional, como Joo Goulart, J-</p><p>nio Quadros, Miguel Arraes, Leonel Brizola e </p><p>Lus Carlos Prestes. </p><p>Entretanto, o golpe </p><p>militar foi saudado por impor-</p><p>tantes setores da sociedade </p><p>brasileira. Grande parte do </p><p>empresariado, da imprensa, </p><p>dos proprietrios rurais, da </p><p>Igreja catlica, vrios gover-</p><p>nadores de estados importantes e amplos se-</p><p>tores de classe mdia pediram a interveno </p><p>militar, como forma de pr fim ameaa de </p><p>esquerdizao do governo e de controlar a </p><p>crise econmica. O golpe foi recebido com </p><p>alvio pelo governo norte-americano, satisfeito </p><p>de ver que o Brasil no seguia o mesmo ca-</p><p>minho de Cuba. Os Estados Unidos acompa-</p><p>nharam de perto a conspirao e o desenrolar </p><p>dos acontecimentos, principalmente atravs </p><p>de seu embaixador no Brasil, Lincoln Gordon, </p><p>e do adido militar, Vernon Walters, que havi-</p><p>am decidido, atravs da secreta "Operao </p><p>Brother Sam", dar apoio logstico </p><p>aos militares golpistas, caso estes </p><p>enfrentassem uma longa resistn-</p><p>cia por parte de foras leais a Jan-</p><p>go. </p><p>Os militares envolvidos no golpe </p><p>de 1964 justificaram sua ao afir-</p><p>mando que o objetivo era restau-</p><p>rar a disciplina e a hierarquia nas </p><p>Foras Armadas e deter a </p><p>"ameaa comunista" que, segundo </p><p>eles, pairava sobre o Brasil. Uma </p><p>ideia fundamental para os golpis-</p><p>tas era que a principal ameaa ordem capi-</p><p>talista e segurana do pas no viria de fora, </p><p>atravs de uma guerra tradicional contra exr-</p><p>citos estrangeiros; ela viria de dentro do pr-</p><p>prio pas, atravs de brasileiros que atuariam </p><p>como "inimigos internos". Diversos exemplos </p><p>internacionais, como as guerras </p><p>revolucionrias ocorridas na sia, </p><p>na frica e principalmente em Cu-</p><p>ba, serviam para reforar esses te-</p><p>mores. Essa viso de mundo esta-</p><p>va na base da chamada "Doutrina </p><p>de Segurana Nacional" e das teo-</p><p>rias de "guerra antissubversiva" ou </p><p>"antirrevolucionria" ensinadas nas escolas </p><p>superiores das Foras Armadas. Isto , um </p><p>regime poltico que privilegiava </p><p>a autoridade do Estado em relao s liberda-</p><p>des individuais, e o Poder Executivo em detri-</p><p>mento dos. Poderes Legislativo e Jurdicos. </p></li><li><p>8 </p><p>O empenho em preservar a unidade por parte </p><p>dos militares no </p><p>poder, apesar da </p><p>existncia de con-</p><p>flitos internos nem </p><p>sempre bem re-</p><p>solvidos. O medo </p><p>de uma "volta ao </p><p>passado" ou de uma ruptura no interior das </p><p>Foras Armadas estaria presente durante os </p><p>21 anos. </p><p> A falta de resistncia ao golpe de 1964 </p><p>no deve ser vista como resultado da derrota </p><p>diante de uma bem articulada conspirao </p><p>militar. Foi clara a falta de organizao e co-</p><p>ordenao, a imagem mais fiel a de "ilhas </p><p>de conspirao", com grupos unidos ideologi-</p><p>camente pela rejeio da poltica atual. No </p><p>havia um projeto de governo bem definido, </p><p>alm da necessidade de se fazer uma </p><p>"limpeza" nas instituies e recuperar a eco-</p><p>nomia. </p><p> A promessa de retomar o crescimento </p><p>econmico e o retorno do pas "normalidade </p><p>democrtica". S ocorreria 21 anos mais tar-</p><p>de. por isso que 1964 representa um marco </p><p>e uma novidade na histria poltica do Brasil: </p><p>diferentemente do que ocorreu em outras </p><p>ocasies, desta vez militares no apenas de-</p><p>ram um golpe de Estado, como permanece-</p><p>ram no poder. </p><p> 50 anos depois do golpe de 64, a ditadu-</p><p>ra militar ainda incomoda o pas </p><p>Durante os vinte e um anos de durao do </p><p>ciclo militar, sucederam-se perodos de maior </p><p>e ou menor racionalidade no trato das ques-</p><p>tes polticas. Foram duas dcadas de avan-</p><p>os e recuos Os reflexos da dela pode ser </p><p>vista nos dias de hoje, podem ser vistos com </p><p>muita clareza nos cenrios econmico, polti-</p><p>co e social brasileiro. </p><p> ECONOMIA </p><p> Na economia pagamos com juros estra-</p><p>tosfricos, o controle inflacionrio. Tais juros </p><p>so, ainda, o melhor remdio para a inflao, </p><p>que produto do milagre econmico. Os </p><p>mencionados juros fazem com que estagne-</p><p>mos em relao economia. Durante aquele </p><p>perodo o Brasil chegou a crescer at 14% ao </p><p>ano, como ocorreu no 7 ano do golpe (1973). </p><p> Os efeitos negativos do aceleramento </p><p>exacerbado e, diria, irresponsvel do cresci-</p><p>mento comearam a serem vistos durante o </p><p>prprio regime, como no ano de 1981, quan-</p><p>do houve uma retrao de 4,3% do Produto </p><p>Interno Bruto. No h que se falar em conjun-</p><p>o de crescimento acelerado com inflao </p><p>sob controle, por isso esta ltima chegou a </p><p>atingir nveis plutnicos, como no ano de </p><p>1984 quando foi de 223,9% ao ano. S para </p><p>efeito de comparao a meta inflacionria pa-</p><p>ra este anoe no das mais baixas de </p><p>6% ao ano. </p><p>POLTICA </p><p> No campo da poltica os efeitos so </p><p>mais visveis ainda. As aberraes que hoje </p><p>esto presentes na esfera poltica nacional, e </p><p>que so decorrentes da represso vivida en-</p><p>tre 1964 e 1985; Podendo ser visto por olhos </p><p>atcnicos. Um dos efeitos mais evidentes no </p><p> no que o regime criou, mas sobretudo no </p><p>que impediu que funcionasse e evolusse, co-</p><p>mo o surgimento de novos lderes, a amplia-</p><p>o do eleitorado ou a sintonia do sistema </p><p>partidrio com a crescente complexidade da </p><p>sociedade. </p><p>Antes no Poder, que no importando quem </p><p>ocupe o lugar de situao e governo, acaba </p><p>sempre sendo do mesmo jeito. </p></li><li><p> 9 </p><p> O que tem nos mostrado o Congresso </p><p>Nacional em todas as suas legislaturas uma </p><p>atuao frequente no que diz respeito a ata-</p><p>ques da oposio contra os governantes no </p><p>Poder, que no importando quem ocupe o lu-</p><p>gar de situao e governo, acaba sempre sen-</p><p>do do mesmo jeito. Remeto-os para os anos </p><p>sombrios da ditadura, para explicar tal manei-</p><p>ra de agir dos parlamentares. Outra deformida-</p><p>de poltica, so os partidos que fazem de tudo </p><p>para alcanar seus objetivos polticos esque-</p><p>cendo a filosofia que apregoavam quando de </p><p>suas criaes. </p><p>SOCIEDADE </p><p> Os militares porm, contriburam, para o </p><p>desenvolvimento poltico na mente de nosso </p><p>povo. Com toda a represso por eles promovi-</p><p>da, nossa sociedade atentou-se mais aos gru-</p><p>pos polticos que constantemente criticavam o </p><p>governo do momento, desaguou em campa-</p><p>nhas de grande apelo popular como as </p><p>Diretas J. Tais acontecimentos causaram </p><p>uma onda de politizao onde observamos ter </p><p>surfado uma boa parte de nossa populao, </p><p>principalmente camadas volumosas dos movi-</p><p>mentos estudantis. </p><p> A educao foi uma rea praticamente </p><p>desprezada no que respeita sua es-</p><p>truturao e incentivo. No era de in-</p><p>teresse dos governantes-militares da </p><p>poca que uma massa populacional </p><p>tivesse acesso a um ensino de quali-</p><p>dade, pois temiam que se assim ocor-</p><p>resse, o movimento em seu desfavor, </p><p>no mbito estudantis aumentasse. </p><p>A casa da mor...</p></li></ul>