Portifólio - 5º Semestre - Pronto

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PORTIFÓLIO - 5º SEMESTRE pedagogia

Text of Portifólio - 5º Semestre - Pronto

Contedos e Metodologia de Lngua PortuguesaAt os anos 1970, o processo de aprendizagem da Lngua Portuguesa era comparado a um foguete em dois estgios, como bem pontuam os Parmetros Curriculares Nacionais (PCNs). O primeiro ia at a criana ser alfabetizada, aprendendo o sistema de escrita. J o seguinte comearia quando ela tivesse o domnio bsico dessa habilidade e seria convidada a produzir textos, notar as normas gramaticais e ler produes clssicas.A partir dos anos 1980, o ensino no mais visto como uma sucesso de etapas, e sim um processo contnuo. O aluno precisa entrar em contato com dificuldades progressivas do contedo. Desse modo, desenvolve competncias e habilidades diferentes ao longo dos anos..As situaes didticas essenciais para o Ensino Fundamental passaram a ser: ler e ouvir a leitura do docente, escrever, produzir textos oralmente para um educador escriba (quando o aluno ainda no compreende o sistema) e fazer atividades para desenvolver a linguagem oral, alm de enfrentar situaes de anlise e reflexo sobre a lngua e a sistematizao de suas caractersticas e normas.Essa nova concepo apresentava inmeras diferenas em relao a perspectivas anteriores. Desde o sculo 19 at meados do 20, a linguagem era tida como uma expresso do pensamento. Ler e escrever bem eram uma consequncia do pensar e as propostas dos professores se baseavam na discusso sobre as caractersticas descritivas e normativas da lngua. O objeto de ensino no precisava ser a linguagem. Os primeiros anos da disciplina deveriam garantir a aprendizagem da escrita, considerada um cdigo de transcrio da fala. Dois tipos de mtodo de alfabetizao reinaram por anos: os sintticos e os analticos. Os primeiros comeavam da parte e iam para o todo, mostrando pequenas partes das palavras, como as letras e as slabas,

para, ento, formar sentenas. Compem o grupo os mtodos alfabtico, fnico e silbico.J os analticos propunham comear no sentido oposto, o que garantiria uma viso mais ampliada do aluno sobre aquilo que estava no papel, facilitando o seu entendimento. Pelo modelo, o ensino partia das frases e palavras, decompostas em slabas ou letras. Nesses mtodos, o essencial era o treinamento da capacidade de identificar, suprimir, agregar ou comparar fonemas. Feito isso, estaria formado um leitor.Aqueles que j dominavam essa primeira etapa de aprendizagem passavam para a seguinte. Na escrita, os alunos deveriam reproduzir modelos de textos consagrados da literatura e caprichar no desenho do formato das letras. Para fazer uma leitura de qualidade, o estudante tinha como tarefa compreender o que o autor quis dizer - sem interpretar ou encontrar outros sentidos.As aulas focavam os aspectos normativos e descritivos da lngua e textos no literrios - como o acadmico e o jornalstico - no eram estudados. O coloquial ou informal eram considerados inadequados para ser trabalhados em sala de aula.O ensino atual da disciplina foca a prtica no dia a dia e mescla atividades de fala, leitura e produo de textos desde cedo.

Dia: 25 de setembro de 2013 Quarta Feira .

O QUE LEITURA?

Leitura a ao de ler algo. o hbito de ler. A palavra deriva do Latim "lectura", originalmente com o significado de "eleio, escolha, leitura". Tambm se designa por leitura a obra ou o texto que se l.A leitura a forma como se interpreta um conjunto de informaes (presentes em um livro, uma notcia de jornal, etc.) ou um determinado acontecimento. uma interpretao pessoal.O hbito de leitura uma prtica extremamente importante para desenvolver o raciocnio, o senso crtico e a capacidade de interpretao.O prazer da leitura deve ser despertado logo na infncia. Ler faz parte da formao cultural de cada indivduo. A leitura estimula a imaginao, proporciona a descoberta de diferentes hbitos e culturas, amplia o conhecimento e enriquece o vocabulrio.Para quem deseja ler com maior rapidez e absorver o mximo de contedo, a leitura dinmica um mtodo recomendado. As diferentes tcnicas de leitura incluem a leitura em blocos, ampliando o ngulo de viso, e no palavra por palavra.No meio tecnolgico, a leitura o processo de descodificao de dados armazenados em um suporte, por exemplo, a leitura dos dados de um CD atravs do computador.O registro das informaes feitas por um instrumento de medida so tambm designadas por leitura, por exemplo, a leitura da gua ou da luz..

Dia: 25 de setembro de 2013 Quarta Feira .

OS DESAFIOS DE UM EDUCADOR

Sabemos que ser professor ser um guia, apontar os caminhos que os alunos devero seguir com os seus prprios ps. Mas, como j bem conhecemos isso no nada fcil. Educar uma tarefa rdua que requer muita dedicao e pacincia. E cada ano que passa o desafio de lecionar aumenta.Questes j conhecidas voltam sempre tona para que a partir delas encontremos novas respostas para saber afinal,o que de fato mudou: a escola, o aluno ou o professor? Por que o modelo de professor to conhecido no serve mais? Quais so as verdadeiras competncias de um educador moderno?Essas questes no tm respostas rpidas nem to pouco fceis.E quando o assunto em destaque o profissional de educao ouvimos muito em construtivismo, interdisciplinaridade, multidisciplinaridade etc. No entanto, na pratica vigente esses conceitos acabam sendo deixados um tanto quanto, de lado. O professor, torna-se praticamente um malabarista, tendo que manter tudo equilibrado em sua volta, lidando no apenas com os problemas da classe, mas se atentando a todos os possveis problemas relacionados aos

seus alunos, na esfera familiar e social, e tudo isso muitas vezes sem o devido apoio da escola, que na maioria das vezes falha no apenas em estrutura, mas em coordenao. A falta de contato entre o conhecimento escolar e as realidades sociais uma constante que inibe o papel da escola enquanto instituio participante da engrenagem social.Os atuais educadores enfrentam grandes desafios todos os dias, a sala de aula muitas vezes pode ser encarada como um campo de batalha e o professor tem que saber se porta para no perder a luta,

Dia: 28 de Outubro de 2013 Segunda Feira.

Trava-LnguasTrata-se de uma modalidade de Parlenda. uma arrumao de palavras sem acompanhamento de melodia, mas s vezes rimada, obedecendo a um ritmo que a prpria metrificao lhe empresta. A finalidade entreter a criana, ensinando-lhe algo. No interior, a pela noitinha, naquela hora conhecida como boca da noite, as mulheres costumam brincar com seus filhos ensinando-lhes parlendas, brinquedos e trava-lnguas. Uma das mais comuns a elas ensinam aos filhos apontando-lhes os dedinhos da mo Minguinho, seu vizinho, pai de todos, fura bolo e mata piolho.Cascudo (Literatura Oral no Brasil , 1984 ) incluiu o trava - lngua nos contos acumulativos , seguindo a classificao de Antti Aarne / Stith Thompson , com o que no concorda Almeida ( Manual de coleta folclrica , 1965 ) , dizendo que os trava-lnguas muitas vezes no so estrias , mas jogos de palavras difceis de serem pronunciadas. So antes brincadeiras.Todos os trava-lnguas so propostos por frmulas tradicionais, como : ''fale bem depressa ''; ''repita trs vezes '' ; ''diga correndo '', e similares. O importante no trava-lngua que ele deve ser repetido de cor , vrias vezes seguidas e to depressa quanto possvel . Lido, e devagar, perde a graa e a finalidade.

TRAVA LNGUA

Dia:18 de Novembro de 2013 Quarta - FeiraTEXTO PARA REESCREVERUm dos cuidados que voc deve ter quando for fazer a reviso do texto, observar a maneira como so organizadas as frases. Alguns escrevem sem se preocupar com o final da frase. Vo escrevendo, sem qualquer pontuao.Veja, por exemplo, este texto escrito por uma aluna do terceiro ano.

AS CRIANAS BRINCANDO

Era uma vez um menino que se chama Pedrinho e que ele s pensa em jogar bola ele e Nathalia brincam e teve uma certa hora que ele ficou triste porque Nathalia no quis brincar mas Nathalia ficou com pena dele Nathalia falou Pedrinho vamos continuar ele falou oba oba respondeu a que pena eu tenho que parar de brincar Nathalia falou por que Pedrinho porque eu tenho que ir tomar banho no vai agora no eu tambm tenho que tomar banho mesmo .

Dayane Suellen, 8 anos

Reescrevendo:

Era uma vez um menino que se chamava Pedrinho, e que s pensava em jogar bola.Certa vez, quando brincava com sua amiga Natlia, ficou triste de repente e no quis mais brincar. Nathalia, com pena do amigo, insistiu para que voltassem a brincar, e perguntou o porqu dele estar triste.Pedrinho contou a amiga, que tinha que parar de brincar, pois j era hora de voltar pra casa e tomar um banho.Nathalia consolou o amigo, e disse para que no ficasse triste, pois ela tambm teria que voltar pra casa em breve para seu banho.Os dois riram e aproveitaram os ltimos minutos de brincadeiras antes do banho.

Dia:18 de Novembro de 2013 Quarta - FeiraCarta de una madre a su hija...

Mi querida hija, el da que me veas vieja, te pido por favor que tengas paciencia, pero sobre todo trata de entenderme. Si cuando hablamos, repito lo mismo mil veces, no me interrumpas para decirme eso ya me lo contaste, solamente escchame por favor. Y recorda los tiempos en que eras nia y yo te lea la misma historia, noche tras noche hasta que te quedabas dormida.Cuando no me quiera baar, no me regaes y por favor no trates de avergonzarme, solamente recuerda las veces que yo tuve que perseguirte con miles de excusas para que te baaras cuando eras nia... Cuando veas mi ignorancia ante la nueva tecnologa, dame el tiempo necesario para aprender, y por favor no hagas esos ojos ni esas caras de desesperada... Recuerda mi querida, que yo te ense a hacer muchas cosas como comer apropiadamente, vestirte y peinarte por ti misma y como confrontar y lidiar con la vida... El da que notes que me estoy volviendo vieja, por favor, ten paciencia conmigo y sobre todo trata de entenderme... Si ocasionalmente pierdo la memoria o el hilo de la co