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Perfis de Empreendedorismo em Portugal - Início | · PDF filePerfis de Empreendedorismo Social em Portugal Cristina Parente ... AEP, 26 Setembro 2014. ESTRUTURA 1. O projeto de pesquisa

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  • PerfisdeEmpreendedorismoSocialemPortugal

    Cristina ParenteDepartamento e Instituto de Sociologia daUniversidade do Porto

    A3S Associao para o empreendedorismosocial e sustentabilidade do terceiro setor

    AEP,26Setembro2014

  • ESTRUTURA

    1.Oprojetodepesquisaparticipado:daideiaaoenvolvimentodosstakeholders

    2.Atemticaeaimprecisofaceaoconceito:asescolastericas referencialterico

    3.Ofocogestionrio:inovaoorganizacionalesocial.Algunsresultados

    4.Recomendaes

  • EmpreendedorismoSocialemPortugal:aspolticas,asorganizaeseasprticasdeensinoeformao

    1. Oprojetodepesquisaparticipado:daideiaaoenvolvimentodosstakeholders

  • http://empsoc.net/Promotores

    Entidade responsvel

    Parceiros de pesquisa

    Total: 15 permanentes (+ 8)(seniores e juniores)

    EntidadeFinanciadora

    StioEletrnicohttp://www.empsoc.net/

    QUEMECOMO?

  • Caracterizar as principais escolas de pensamento

    Analisar as prticas e os discursos :

    - modelos de organizao e gesto

    - instrumentos de poltica e de interveno pblica

    - programas de educao / formao

    Contribuir para caracterizar e compreender as tendncias em Portugal

    Elaborar recomendaes para a ao

    Compreender como que o empreendedorismo social se est a configurarna sociedade portuguesa nas ltimas dcadas

    OBJETIVOGERAL

  • Eixosanalticos

    Organizacional/gestionrio Polticolegal Educativo/Formativo

    Representaessobreotermo

    Objetoemprico/campodepesquisa

    Organizaesdoterceirosetor

  • E s t r a t g i a s d e c o m u n i c a o e e n v o l v i m e n t o d e s t a k e h o l d e r s

    Estudos de caso:

    7 organizaes de base - 99 entrevistados (individual e

    coletivamnete) 3 programas de

    ensino/ formao

    Anlise bibliogrfica e documental

    - Entrevistas atores privilegiados (22)

    - Mapeamento dos atores do campo

    - Anlise de polticas e legislao

    - Instituies/ programas de

    ensino/formao

    PRODUTOS FINAIS

    1. Acervo documental (bibliografia, legislao)

    2. Site

    3. E-book EmpreendedorismoSocial em Portugal

    4. Documentrio s Social e guiopedaggico

    5. Artigos

    6. Seminrios/ workshops/conferncias

    7. Teses de doutoramento e ps doutoramento

    2010Setembro

    2012 2013 2014Maro

    NECESSIDADE/IDEIA(2006 A3S)2008

    Inqurito89

    dirigentesdeOTS

    Entrevistas17 atoreseducativos

    Gruposde

    devoluo36

    participantes

    Consultapblicaviainternet

    PROCESSOSEPRODUTOS

    anlisedocumental+anlisemultivariavariada +anlisedecontedo

  • 2.Atemticaeaimprecisofaceaoconceito:asescolastericas referencialterico

  • ASINQUIETAOESEASAMBIGUIDADES

    Seminriodehoje

    PerfiseDesenvolvimentodeCompetnciasdeEmpreendedoresSociais

  • JeanBaptiste Say (sc.XIX):acentuaacomponentedeCRIAODEVALOR.Oempreendedorcriavaloraoredireccionarosrecursoseconmicosdevotadosa reasdebaixaprodutividadeparareasdemaiorprodutividade.

    JosephShumpeter (inciosdosc.XX):acentuaaideiade INOVAO processocriativodestrutivodocapitalismo;oempreendedorenquantoagentedemudana.

    PeterDrucker (anos70):acentuaadimensodoaproveitamentodeOPORTUNIDADES;oempreendedorexploraasoportunidadesquesocriadaspelamudana(natecnologia;nasprefernciasdosconsumidores;nasnormassociais,etc).Oempreendedorvnamudanaumaoportunidadeenoumproblema.

    EMPREENDEDORISMO

  • Variveis Empreendedorismo Empreendedorismo Social

    Objectivonomercado Oportunidadedemercadocrescente

    ValordeTroca+Uso

    Identificaresuperarumafalhadomercadoe/oudoEstado

    ValordeUso

    Misso Criaodeoperaesrentveisparaaccionistas

    Criaodevalorsocialparaobempblico

    Resultadosesustentabilidade

    DistribuiodeLucros Reinvestimentosdosexcedenteseconmicos

    Avaliaododesempenho Mtricas Quantitativas(ex.retornofinanceiro)

    +Mtricasqualitativas(ex.valorsocial;complexidadedosimpactossociais)

    Austin,WeiSlillern eStevenson (2006)

    ASDIFERENAS

  • Forma jurdicaEstatutos jurdicos

    Total IPSS + ONGD IPSS ONGD Nenhum dos dois

    Associaes em geral 5 32 13 4 54

    Associaes de Desenvolvimento Local (ADL) 0 0 1 2 3

    Associaes Mutualistas 0 2 0 2 4

    Cooperativas de solidariedadesocial e multissectorial 0 3 1 1 5

    Fundaes de solidariedade social 1 10 4 2 17

    Misericrdias e outras organizaes religiosas 0 6 0 0 6

    6 53 19 11 89

  • Levantamentodeconceitoserepresentaesassociadosaoempreendedorismosocialpelosatoreschaveeanlisebibliogrfica

    Setornolucrativo

    Organizaesnogovernamentais

    Terceirosector

    InovaoSocial

    InovaoSocial

    EconomiaSocial

    EconomiaSolidria

    GestoempresarialGesto

    empresarialEmpresasSociais

    Empreendimentossociais

    https://www.youtube.com/watch?v=1ecKK3S8DOE

  • Perspetiva Francfona Perspetiva Anglfona

    ESCOLASDEPENSAMENTOCLSSICAS

  • O recurso a mecanismos e

    ferramentas de planeamento e

    gesto estratgica empresarial;

    O desenvolvimento de atividades

    comerciais enquanto garantia de

    sustentabilidade, eficcia e

    prossecuo de objetivos sociais

    no setor no lucrativo.

    i) Escola da gesto empresarial ou da gerao de receitas (Boschee & McLurg, 2003)

    ASNOVASESCOLASANGLFONAS

  • A criao de valor social a partir de formas

    inovadoras que permitam encontrar

    respostas em contexto de escassez de

    recursos

    A capacitao das comunidades, o impacto

    social das mudanas, bem como a escala e

    a sustentabilidade das iniciativas

    O empreendedor social e as suas

    qualidades pessoais intrnsecas assumem

    uma importncia central

    ii) Escola da inovao social (Dees, 1998; Bornstein, 2007; Mulgan, 2007)

  • Princpios do cooperativismo europeu (pioneiro do sculo XIX):

    Autogesto Participao/Liderana democrticaRedistribuio econmicaReciprocidade e troca no mercado Emprego para os mais vulnerveis

    Desenvolvimento de uma cultura solidria e de um projeto alternativo ao modelo capitalista ativismo politico

    A NOVA ESCOLA DA ECONOMIA SOLIDRIA DA SEMI-PERIFERIA EUROPEIA E DA AMRICA LATINA (Souza, 2010; Laville & Gaiger, 2009)

  • Objetivos sociais: iniciativas de pessoas sem

    acesso ao mercado de trabalho e/ou em processos

    de excluso social; servir a comunidade;

    distribuio limitada de lucros;

    Objectivos econmicos: actividade continua de

    produo de bens/servios, significativo risco

    econmico; criao de postos de trabalho;

    Governana: gesto independente;

    democraticidade dos processos de deciso, no

    baseada no capital (stakeholders inter/externos)

    A ESCOLA DAS EMPRESAS SOCIAIS E A EUROPA 2020(Defourny & Borgaza, 2001; Spear, 2006; Defourny & Nyssens, 2010)

  • Matriz coletivista ( individualista), participativa e democrtica, reconhecendo o

    importante papel das lideranas individuais (ECOSOC+ECOSOL + IO);

    Deslocao da filantropia/caridade para o empoderamento e responsabilizao das

    populaes vulnerveis (ECOSOC+ECOSOL + IO);

    A centralidade da sustentabilidade das organizaes e das respostas sociais, com

    mecanismos de gesto empresarial (TRANSV+ GE)

    A transformao social (valores, padres de pensamento e ao) e o valor social

    criado pela construo de modelos alternativos e pela centralidade dos impactos

    sociais, incluindo o papel das ideias extraordinrias e a replicabilidade das inovaes

    (ECOSOL + IO)

    CONCEITO DE SNTESE

  • (i) Pautarse por uma orientao estratgica a mdio/longo prazos e atuarem

    com ferramentas de planeamento que comportem modelos participativos;

    (ii) Aceder a fontes de financiamento diversificadas e alternativas aos fundos

    estatais;

    (iii) Promover uma gesto integrada quer dos trabalhadores remunerados quer

    dos seus voluntrios;

    (iv) Adotar modelos de controlo e de coordenao do trabalho colaborativos,

    baseados no trabalho em equipa e na delegao de responsabilidades;

    Aferio das tendncias para o Empreendedorismo Social das 89 OTS alvo de inquirio

    PRESSUPOSTOS TERICOS

  • (v) Estabelecer relaes de parceria de natureza distintas e com diferentes tipos

    de atores;

    (vi) Desenvolver prticas de prestao de contas tendo em vista o envolvimento

    de diferentes stakeholders;

    (vii) Integrar nas suas misses e actividades uma preocupao com os impactes

    sociais, econmicos e ambientais e vises tendentes inovao social,

    baseados na construo de modelos de desenvolvimento alternativos.

    PRESSUPOSTOSTERICOS(cont):

  • 3.Ofocogestionrio:inovaoorganizacionaleinovaosocial.Algunsresultados

  • Modelos organizacionais Direo e liderana

    Gesto dos recursos financeirosCapacidade de gesto estratgica

    Gesto de recursos humanos

    Organizao do trabalhoCoordenao e trabalho em equipas,

    comunicao interna

    Governana e capital social

    Redes, parcerias e stakeholders. Prestao de contas e comunicao

    externa

    Inovao organizacional

    Dimenso econmica: viabilidade econ. e eficincia

    Dimenso social:democracia e cooperao

    Contexto e missoAtividades

    Pblicos/destinatrios

    Valor socialResultados/ impactos

    (alcance, escala, replicabilidade)

    Processo de intervenoFazer com e para

    Inovao social

    - Dimensoprocesso

    - Dimenso produto

    Modelos de interveno(vii)

    Modelos de interveno(vii)

    Modelos de gesto(i, ii, iii, iv, v e vi)

    Modelos de gesto(i, ii, iii, iv, v e vi)

    Analisadosmaioritariamenteatravsdos7estudosdecasoemOTScomperfisdeempreendedorismosocial

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