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PAULA CAROLINE SILVA MOURA - pg.fca.unesp.br · PDF fileMoura, Paula Caroline Silva, 1987- ... Deise Silva, Jose Gerardo Espinoza Veliz, Daniele ... Eliane Gonçalves da Silva, Edna

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Text of PAULA CAROLINE SILVA MOURA - pg.fca.unesp.br · PDF fileMoura, Paula Caroline Silva, 1987- ......

  • UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA "JLIO DE MESQUITA FILHO"

    Campus de Botucatu

    PAULA CAROLINE SILVA MOURA

    CORRELAES ENTRE VARIVEIS MORFOLGICAS, FISIOLGICAS E TECNOLGICAS NA MATURAO DA CANA-DE-ACAR

    Botucatu

    2016

  • PAULA CAROLINE SILVA MOURA

    CORRELAES ENTRE VARIVEIS MORFOLGICAS, FISIOLGICAS E TECNOLGICAS NA MATURAO DA CANA-DE-ACAR

    Tese apresentada Faculdade de Cincias Agronmicas da Unesp Campus de Botucatu, para obteno do ttulo de Doutor em Agronomia (Agricultura).

    Orientador: Prof. Dr. Marcelo de Almeida Silva

    Botucatu

    2016

  • FICHA CATALOGRFICA ELABORADA PELA SEO TCNICA DE AQUISIO E TRATAMEN-TO DA INFORMAO DIRETORIA TCNICA DE BIBLIOTECA E DOCUMENTAO - UNESP FCA LAGEADO BOTUCATU (SP) Moura, Paula Caroline Silva, 1987- M929c Correlaes entre variveis morfolgicas, fisiolgicas e tecnolgicas na maturao da cana-de-acar / Paula Ca- roline Silva Moura. Botucatu : [s.n.], 2016 80 p. : grafs., tabs. Tese (Doutorado) - Universidade Estadual Paulista, Fa- culdade de Cincias Agronmicas, Botucatu, 2016 Orientador: Marcelo de Almeida Silva Inclui bibliografia 1. Cana-de-acar - Maturao. 2. Enzimas. 3. Cloro-

    fila. 4. Produtividade agrcola. 5. Sacarose Anlise. I. Silva, Marcelo de Almeida. II. Universidade Estadual Paulista Jlio de Mesquita Filho (Cmpus de Botucatu). Faculdade de Cincias Agronmicas. III. Ttulo.

    Permitida a cpia total ou parcial deste documento, desde que citada a fonte

  • AGRADECIMENTOS

    A Deus, companheiro fiel em todos os momentos.

    Aos meus amados pais, Sebastio Dair Cardoso de Moura e Izabete Silva Moura, e irmo, Igor Felipe Silva Moura, dedicados, amorosos, fiis, companheiros. Agradeo ainda aos demais familiares, participantes ativos desta conquista. Sei que conto com o apoio e incentivo de todos.

    Ao meu esposo Daniel Philipe Veloso Leal pela pacincia, dedicao e amor. Obrigada pelo auxlio em todas as etapas deste trabalho.

    Ao Prof. Dr. Marcelo de Almeida Silva, pelo apoio para desenvolver esse projeto.

    Aos fundamentais amigos Deise Paula Silva, Tiara Guimares, Renata Passos Pincelli, Natalia Rodrigues Ferreira e Iara Aparecida de Oliveira Brito por exalarem amor nas mais diversas formas de convivncia. Sou grata a Deus por ter lhes conhecido.

    s queridas Thais Botamede, Amandine Culita, Joyce Reissler e Natalia Ferreira. Fui privilegiada por conhec-las... pude apreciar a verdadeira sororidade e no tenho dvidas que sou uma pessoa melhor aps nosso convvio.

    Aos colegas da Ps- Graduao Tiara Guimares, Deise Silva, Jose Gerardo Espinoza Veliz, Daniele Scudelleti, Raimundo Monteiro, Fernanda Bortolheiro, Lucas Holanda, Marcela Cristina Brunelli, Breno Kennedy, Alexandrius Barbosa pelo apoio pessoal e profissional e ainda a Carolina Ruv, Matheus Luiz Costa, Ana Laura Belloni, Gabriel Germino, Katerine Andrade e Amanda Mei pelo valioso auxlio nas avaliaes do experimento.

    Aos indispensveis funcionrios Iara Aparecida de Oliveira Brito, Eliane Gonalves da Silva, Edna Regina do Prado, Jaqueline de Moura Gonalves e Dorival Pires de Arruda.

    Aos funcionrios da biblioteca da FCA, Airton Fioravante, Masa Coelho Frana, Joel Di Creddo, Nilson de Camargo, Ana Lcia de Grava Kempinas, Messias Victor Telles de Carvalho, pelo carinho, gentileza e apoio ao longo do curso.

    Ao Grupo Razen- Usina da Barra, pela disponibilizao da rea agrcola, apoio e contribuio para o desenvolvimento deste estudo e agradecimento especial ao Sebastio Santos Ribeiro, Adauto Aparecido Biega e aos auxiliares de desenvolvimento tcnico de campo, Dirceu Olmpio, Cleber Zola, Wardo, Rodrigo Bixiguinha e tantos outros que foram imprescindveis para a conduo do experimento.

    Ao Professor Rubens Duarte Coelho pelo auxlio durante as avaliaes experimentais.

    A PD Instrumentos, especialmente a Tania Castroviejo e Wanderley Cardoso, pela confiana e disponibilizao de equipamentos para avaliao do experimento.

    A CAPES pela concesso de Bolsa de Estudos.

  • RESUMO A maturao da cana-de-acar do ponto de vista econmico determinada pelas anlises tecnolgicas realizadas a partir do caldo extrado dos colmos e os teores obtidos so comparados aos dados de literatura. Diversas variveis podem auxiliar para estimar a maturao, no entanto, as atualmente usuais so consideradas empricas, pouco exatas ou trabalhosas. Nota-se que o processo de maturao da cana-de-acar influencia na sua morfologia, fisiologia e metabolismo e a deteco ideal seria realizada pela observao de todos estes fatores, alm de que, se acompanhados, poderiam auxiliar na distino prvia do potencial produtivo de novos gentipos, sem necessariamente cultiv-los at o final do ciclo biolgico. O objetivo do trabalho foi detectar a maturao da cana-de-acar por meio das alteraes morfolgicas, fisiolgicas, enzimticas e nutricionais em duas variedades de cana-de-acar. O experimento foi realizado na Usina da Barra - Grupo Razen, as avaliaes entre maro e julho de 2015 e as variedades utilizadas foram a RB855156 (precoce) e a RB92579 (tardia). Avaliou-se a altura de plantas, dimetro e nmero de colmos, comprimento e nmero de entrens, nmero de folhas verdes, comprimento e largura da folha +3, rea foliar e ndice de rea foliar, massa da matria fresca e seca das folhas e colmos, ndice SPAD, contedo de clorofilas e carotenoides, NDVI, Brix% caldo, pureza, Pol% cana, ATR, ART, teor de fibras, AR, U% e PBU, atividade da SPS, SuSy e das invertases cidas e neutras do colmo e das folhas e o teor foliar de N, P, K, Ca, Mg, Fe, S e B. Para acompanhar e discriminar o perodo de maturao entre as duas variedades, os dados das anlises tecnolgicas foram submetidos ao teste de "t" (teste de Student, p < 0,05) entre as variedades e dentro das pocas de estudos. Para determinar quais variveis estavam associadas maturao das variedades, realizou-se a correlao de Pearson entre as variveis morfolgicas, fisiolgicas, enzimticas, nutricionais e as variveis tecnolgicas, para cada variedade. A maturao da variedade RB855156 foi detectada atravs das variveis morfolgicas largura da folha +3, rea foliar, ndice de rea foliar, nmero de entrens, as fisiolgicas ndice SPAD, teor de clorofila a, b, a+b, carotenides e a atividade enzimtica da SuSy no sentido quebra. A variedade RB92579 at a ltima avaliao, conforme o Brix e pureza do caldo, no havia iniciado o processo de maturao. No entanto, ao compararmos as variveis fisiolgicas, morfolgicas e enzimticas com os atributos tecnolgicos, nota-se que as variveis que foram selecionadas pela anlise de correlao foram as mesmas da variedade RB855156, com exceo do ndice SPAD e largura da folha +3.As variveis nmero de entrens, dimetro do colmo, altura de insero da folha +1, comprimento da folha +3, ndice SPAD e nmero de folhas verdes podem serutilizadas para estimar, por meio de regresses mltiplas, as caractersticas tecnolgicas Brix% caldo, pureza, umidade, ART, PCC e ATR durante a maturao das variedades estudadas.

    Palavras chave: Saccharum spp., parmetros tecnolgicos, brix, clorofila

  • ABSTRACT

    The ripeness of sugarcane from the economic point of view is determined by the technological analyzes carried out from the broth extracted from the stalks and the obtained contents are compared to the literature data. Several variables may help to estimate ripeness, however, the current ones are considered empirical, not exact or laborious. The sugar cane ripeness process influences its morphology, physiology and metabolism and the ideal detection would be performed by observing all these factors, and if accompanied, could help in the previous distinction of productive potential of new genotypes, without necessarily growing them until the end of the biological cycle. The objective of this work was to detect the ripeness of sugarcane by means of morphological, physiological, enzymatic and nutritional changes in two sugarcane varieties. The experiment was carried out at the Barra Plant - Razen Group, evaluations between March and July 2015 and the varieties used were RB855156 (early) and RB92579 (late). The height of plants, length, diameter and number of stalks, length and number of internodes, number of green leaves, length and width of leaf +3, leaf area and leaf area index, fresh and dry matter mass of leaves and stems, SPAD index, chlorophyll and carotenoid content, NDVI, Brix% broth, purity, Pol%, ATR, ART, fiber content, AR, U% and PBU, SPS activity, SuSy and acid and leaf, and leaf contents of N, P, K, Ca, Mg, Fe, S and B. To monitor and discriminate the ripeness period between the two varieties, the data of the technological analyzes were submitted to the test of "T" (Student test, p

  • LISTA DE FIGURAS

    Figura 1. Precipitao total (mm) decendial, mdias de temperatura mxima, mdia e mnima (C) compreendidas entre maro e julho de 2015. Igarau do Tiet, SP. .......................... 30

    Figura 2. Brix% caldo (A), pureza do caldo (B), umidade da cana (C), ART (D), PCC (E) e ATR (F) das variedades RB92579 e RB855156 ao longo das pocas avaliao. Mdias entre variedades e dentro da poca seguidas de letras distintas diferem pelo teste t a 5% de probabilidade ..................................................................................................................... 40

    Figura 3. Dados de disperso entre o Brix% caldo estimado e mensurado utilizando a funo Brix% caldo =11,7421-0,0226*Altura+1+0,0367*comp+3+0,4997*N de entrens -0,2293*Dimetro de colmos para as variedades RB855156 e RB92579. ......................... 56

    Figura 4. Dados de disperso entre a Pureza estimada e mensurada utilizando a funo % Pureza= 79,717 0,038 Alt+