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MARIA AMÉLIA RIBEIRO FERNANDES 2012 LINGUAGENS

MARIA AMÉLIA RIBEIRO FERNANDES 2012 LINGUAGENS. A linguagem publicitária A linguagem publicitária é peça essencial na sociedade de consumo. Sua função

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  • MARIA AMLIA RIBEIRO FERNANDES 2012 LINGUAGENS
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  • A linguagem publicitria A linguagem publicitria pea essencial na sociedade de consumo. Sua funo apelativa mantm o dilogo com seu leitor/consumidor.
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  • Caractersticas: Objetivo: VENDER Textos verbais e no verbais andam de mos dadas de modo a seduzir o consumidor. Atrs das palavras e imagens, camuflam-se informaes importantes. de extrema importncia saber interpret-las para no se seduzir.
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  • Exemplo 1
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  • Analisando o exemplo: Persuadir o leitor a usar o cdigo 15 durante o ms em questo. Apenas uma parte do custo ser doado para a instituio de crianas com cncer. Apelo: os orelhes em forma de asas, d ideia de que voc ser um anjo para as crianas. Objetivo: induzir as pessoas a praticar boas aes.
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  • Exemplo 2
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  • Analisando a propaganda, conclumos que: Dirigida `a mulher (Chapeuzinho vermelho) usando a marca, ela poder ter poder sobre o homem (lobo mau). Usa assim, a intertextualidade. A mulher torna-se a princesa dos contos de fada e o homem, o vilo induz compra dos produtos da marca.
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  • As charges e tirinhas Linguagem concisa. Visual que chama a ateno. Estimula a leitura pela forma como escrita. O humor e a ironia despertam a curiosidade do leitor. Portugus muito prximo da linguagem dos jovens.
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  • As tirinhas e charges: Podem personificar animais e objetos inanimados. Usam-se frmulas e esquemas que explicam os conceitos de Cincias, de forma clara e descontrada. Usa o ldico para traduzir conceitos difceis de entendimento.
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  • Exemplo 1:
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  • Vamos responder? No primeiro quadro da tira, o sargento Tainha est procura do recruta Zero. No segundo quadro, o que o sargento Tainha est fazendo? O que o cozinheiro do quartel imagina que o sargento esteja fazendo?
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  • Exemplo 2
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  • Analisando a charge, temos que: B4 o nome dado mistura de 4% de biodiesel ao diesel vendido nos postos. Atualmente, vendido no posto o B2. Informaes desse tipo j devem ser conhecidas do leitor da charge, seno no conseguir entender a ironia.
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  • Observe esta publicidade
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  • Responda: Qual o efeito desejado com o emprego do aumentativo basico, nessa propaganda?
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  • Observe a figura.
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  • No incio de 2008, a populao brasileira viu-se s voltas com casos suspeitos de febre amarela. Em 11 de janeiro o chargista Glauco traduziu parte dessas preocupaes no desenho. Qual sentimento se expressa com mais intensidade na charge apresentada? A) contradio B) desencanto C) desespero D) esperana E) medo
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  • Observe:
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  • ESTRATGIAS DE MANIPULAO DA MDIA
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  • ESTRATGIA DA DISTRAO O elemento primordial do controle social a estratgia da distrao que consiste em desviar a ateno do pblico dos problemas importantes e das mudanas decididas pelas elites polticas e econmicas, mediante a tcnica do dilvio ou inundaes de contnuas distraes e de informaes insignificantes. Manter o pblico ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta granja como os outros animais (citao do texto 'Armas silenciosas para guerras tranqilas').
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  • CRIAR PROBLEMAS E OFERECER SOLUES Cria-se um problema, uma situao prevista para causar certa reao no pblico, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violncia urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o pblico seja o mandante de leis de segurana e polticas em prejuzo da liberdade. Ou tambm: criar uma crise econmica para fazer aceitar como um mal necessrio o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos servios pblicos.
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  • ESTRATGIA DA GRADAO Para fazer com que se aceite uma medida inaceitvel, basta aplic-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. dessa maneira que condies socioeconmicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as dcadas de 1980 e 1990: Estado mnimo, privatizaes, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salrios que j no asseguram ingressos decentes, tantas mudanas que haveriam provocado uma revoluo se tivessem sido aplicadas de uma s vez.
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  • ESTRATGIA DO DEFERIDO Outra maneira de se fazer aceitar uma deciso impopular a de apresent-la como sendo dolorosa e necessria, obtendo a aceitao pblica, no momento, para uma aplicao futura. mais fcil aceitar um sacrifcio futuro do que um sacrifcio imediato. Primeiro, porque o esforo no empregado imediatamente. Em seguida, porque o pblico, a massa, tem sempre a tendncia a esperar ingenuamente que tudo ir melhorar amanh e que o sacrifcio exigido poder ser evitado.
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  • TRATAR O PBLICO COMO CRIANA A maioria da publicidade dirigida ao grande pblico utiliza discurso, argumentos, personagens e entonao particularmente infantis, muitas vezes prximos debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante.
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  • UTILIZAR MUITO MAIS O ASPECTO EMOCIONAL DO QUE A RAZO Fazer uso do aspecto emocional uma tcnica clssica para causar um curto circuito na anlise racional, e por fim ao sentido critico dos indivduos. Alm do mais, a utilizao do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar ideias, desejos, medos e temores, compulses, ou induzir comportamentos
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  • FAZER O PBLICO PERMANECER NA IGNORNCIA Fazer com que o pblico seja incapaz de compreender as tecnologias e os mtodos utilizados para seu controle e sua escravido. A qualidade da educao dada s classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medocre possvel, de forma que a distncia da ignorncia que paira entre as classes inferiores s classes sociais superiores seja e permanea impossvel para o alcance das classes inferiores
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  • CONHECER O SER HUMANO MAIS DO QUE ELE PRPRIO Graas biologia, neurobiologia e psicologia aplicada, o sistema tem desfrutado de um conhecimento avanado do ser humano, tanto de forma fsica como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivduos do que os indivduos a si mesmos.
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