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Jornal ipanema 846

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  • Ano XIV - n 846 - 5 de dezembro de 2015

    30 MIL EXEMPLARES - SOROCABA E REGIOwww.jornalipanema.com.br

    Votorantimcomemora 52 anos de emancipao poltico-administrativa

    A cidade comemora seu aniversrio na tera-feira (8), data consagrada Nossa Senhora da Conceio e que encerra as atividades alusivas Semana da Emancipao, sempre iniciada em 1 de dezembro. Na dcada de 60, surgiram as primeiras aspiraes a favor da separao do Distrito de Votorantim, de Sorocaba. Aspiraes essas que se acentuaram e eclodiram em signi cativo movimento de luta pela emancipao polti-

    ca. Perodo de marcantes polmicas criadas em torno de duas tendncias: a do Sim a favor, e a do No, contra. Realizado o ple-biscito em 1 de dezembro de 1963, o Sim venceu por grande margem de votos. A primeira eleio municipal realizada em Votorantim ocorreu em 7 de maro de 1965, con rmando a vitria de Pedro Augusto Rangel, como primeiro prefeito de Votorantim. Pgina 16

    Luta contra a Aids O ms de dezembro tem o objetivo de conscientizar a populao sobre uma das doenas que mais mata

    I programe-se

    Caderno Negcios & Oportunidades

    Orquestra Sinfnica de Sorocaba realiza concerto sob regncia do maestro Eduardo Ostergren

    Ipanema Ambiente

    Novos imveis no litoral de So Paulo investem no formato resort

    Caderno Negcios & Oportunidades

    Equilbrio

    Pgina 12

    Falco garante que time de futsal permanece em Sorocaba

    Pgina 15

    prog

    Orque

    ca AO ms dobjetivo depopulao sodoenas que m

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    eira

    Raquel Cunha/Folhapress

  • 2 JORNAL IPANEMA / 5 de dezembro de 2015

  • JORNAL IPANEMA / 5 de dezembro de 2015 3

    EDITORIAL ARTIGO

    Francisco Pagliato

    Neto empresrio e educador

    O Dia Mundial de Luta Contra a Aids lembra-do em 1 de dezembro. A campanha do Ministrio da Sade deste ano busca incentivar o tratamento precoce da doena, trazendo o slogan Com o tra-tamento, voc mais forte que a Aids. De acordo com estimativa do ministrio, atualmente, 781 mil pessoas vivem com o vrus HIV no Brasil.

    Se por um lado a taxa de deteco da doena no pas apresenta queda, por outro, o crescimento dos casos entre os jovens motivo de preocupa-o. Segundo o Boletim Epidemiolgico de 2015, divulgado nesta semana, a taxa de deteco caiu 5,5% de 2013 para 2014, passando de 20,8 casos por 100 mil habitantes para 19,7. J o nmero de casos notificados entre jovens de 15 a 24 anos vem aumentando em dez anos. Em 2004 foram notifi-cados 3.419 casos, o que representa uma taxa de deteco de 9,5 por 100 mil habitantes. Em 2014, foram 4.669 notificaes e uma taxa de deteco de 13,4 por 100 mil habitantes.

    Na avaliao do ministro da Sade, Marcelo Castro, parece que houve um certo relaxamen-to, porm trata-se de uma enfermidade grave e devastadora. A meta brasileira diagnosticar, at 2020, 90% das pessoas portadoras de HIV, subme-ter ao tratamento 90% das diagnosticadas e ter 90% destas pessoas com carga viral indetectvel. Uma meta ameaada pela falta de ao e de infor-

    Aids: respeito e informaomao, especialmente com relao aos jovens.

    Para a Associao Brasileira Interdisciplinar de Aids, que h 28 anos trabalha com o tema, o discur-so de preveno atrasado e no interage com os mais afetados pela epidemia. A entidade crtica sobre os mtodos preventivos no contexto atual da doena e aproveita o momento para destacar a importncia dos chamados mtodos preventivos comportamentais, que incluem diversas formas de reduo de danos, como troca de agulhas e seringas, serosorting (escolha de parceiros sexuais tendo conhecimento prvio de seu estado sorolgico), segurana negociada, parceiros exclusivos, entre outros, que tam-bm servem como alternativas de preveno do HIV para muitas pessoas em risco.

    Ano aps ano, as campanhas evoluem em seus apelos, da preveno necessidade de se fa-zer o teste de diagnstico, passando, agora, pela necessidade de se fazer precocemente o tratamen-to. Consequentemente, quais seriam os temas das campanhas dos prximos anos? No importa. O que no d para perder de vista que por trs de estatsticas e de aluses conceituais ou comportamentais, a informao, o respeito e a valorizao do ser humano ainda so e sempre sero elementos-chave na criao de uma pos-sibilidade real de vencer esta luta.

    Passamos uma vida lutando por coisas e questes menos importantes, j que sem sade nada, verdadeiramente, vale a pena. Podemos pagar algum para dirigir nosso carro, realizar as mais variadas tarefas, po-rm sofrer nossas dores e doenas no h menor possibilidade de substituio.Portanto, talvez devemos ver que temos ainda tempo para refl etirmos sobre essas questes em um mundo onde a inveja e ganncia predominam nas relaes inter-pessoais. Sim, podemos ver no egosmo, tambm, combustvel que alimenta esse veneno que invade a vida das pessoas, ce-gando e nos desviando o foco do que, real-mente, vale em nossas jornadas. A nossa fragilidade gritante; hoje temos tudo, amanh podemos no poder levan-tar de nossas camas. Tenho um colega de trabalho que, ao chegar, sempre o cumpri-mento, pergunto como est e ele responde: Seo Francisco, estou respirando, enxergan-do e andando, o que preciso mais? Sbias palavras do querido senhor Osvaldo que,

    A verdadeira riqueza

    com carinho, cuida do nosso jardim no Col-gio Ser!. Sempre que o vejo, diante de tanta simplicidade ao ver a vida, comparo com a maneira de como penso e me preocupo com questes que suponho to importantes e muitas que potencializo pelo exagero e res-ponsabilidade, perdendo, por vezes, o sono. Assim, pergunto aquilo que j decorei a res-posta e refl ito quanta importncia dou ao que no deveria ter me corrodo, estressado.Ento, meus amigos, para pensar um pouco mais, cito Luis Fernando Verssimo: Quando a gente acha que tem todas as respostas, vem a vida e muda as perguntas. E voc ainda tem a coragem de repetir, todos os dias, e at quan-do por pura teimosia: Eu sei! Eu sei!Eu diria citando o clebre fi lsofo Scrates: S sei que nada sei, e o fato de saber isso, me coloca em vantagem sobre aqueles que acham que sabem alguma coisa.Suponho que depois do fi lsofo nada me resta dizer alm do desejo de uma semana embalada ao som dos sinos do Natal que se aproxima.Paz e bem.

  • 4 JORNAL IPANEMA / 5 de dezembro de 2015

    Desde 2013, ela exercia o cargo de diretora da rea de Cerimonial do Pao. O cargo de chefi a de gabinete estava sendo ocupado interinamente pelo secretrio de Governo e Segurana Comunitria, Joo Leandro da Costa Filho, que, por sua vez, exercia a fun-o substituindo Rodrigo Maldonado, atual diretor-geral do Servio Autnomo de gua e Esgoto (Saae).

    Melhor Radiojornalismo

    O Jornal da Ipanema, da Rdio Ipanema, foi escolhido como o Melhor Programa Jorna-lstico de Sorocaba, pelo Concurso Jornals-tico e Publicitrio, promovido pela Prefeitura de Sorocaba. Neste ano, 121 trabalhos foram inscritos em 29 modalidades do prmio. Todos os projetos inscritos foram avaliados por uma comisso. A cerimnia de entrega dos prmios ocorreu no Sesc Sorocaba.

    Visita

    O diretor do Sistema Ipanema de Comunica-o, Francisco Pagliato Neto, recebeu a visita do presidente da Comisso Municipal de Emprego, Pedro Luiz Monteiro, e de Jorge Afeich, da se-cretaria de Desenvolvimento Econmico e Tra-balho. Na reunio, foram debatidos os trabalhos da comisso na cidade. Segundo Monteiro, o objetivo do grupo fomentar a participao da sociedade nas polticas de emprego desenvolvi-das em Sorocaba.

    Leia o arquivo aberto na integra no Portal www.jornalipanema.com.br

    ARQUIVO ABERTO / ARTIGOS

    Ipanema Sistema Grfico e Editora Ltda

    DiretorFrancisco Pagliato Neto

    EditorBenedito Urbano Martins MTB 36504

    Gerente Geral - Jornal IpanemaWilson Rossi

    Av. Juscelino Kubitschek de Oliveira, 199 Lageado - CEP 18.110-008 - Votorantim - SPFone (15) 2102-0300 - Fax (15) 2102-0302

    PARA ANUNCIAR:[email protected] / 2102-0306

    [email protected]ma.com.br ________ [email protected] ________ [email protected] _______ 2102-0330 [email protected] ______ [email protected] _______ [email protected] ______ [email protected] - 2102-0340/ 2102-0342___________________________________________

    CNPJ - 01.142.640/0001-07

    Gerente de ProduoRoberval Fernandes de Almeida

    DiagramaoJe erson Cascali de Lima

    Tiragem - 30.000 exemplaresDistribuio - Sorocaba e Regio

    Vanderlei Testa jornalista e publicitrio

    leia este e outros artigos dirios de Vanderlei Testa no portal www.jornalipanema.com.br

    VANDERLEI TESTA

    O ano 2016 est chegando. O sculo 21 das tecnologias digitais vem superan-do as melhores previses da histria. Hoje tudo feito atravs de programas de com-putador. A nossa identidade tem nome e nmeros do CPF e do RG. Somos uma s-rie de algarismos. Chegamos a uma repar-tio ou comrcio e informamos o nosso nmero. No mesmo instante aparecem na tela nossos dados cadastrados. Nome, en-dereo, CEP, idade e por a afora. Quando fao minha inscrio nas corridas de rua aparece na tela da entidade organizado-ra a solicitao do meu CPF. Deixei de ser nome. Sou nmero, como os outros milha-res de corredores. Fico pensando no dia em que no teremos mais pessoas para chamar pelo nome. Como nos bancos e a maioria das clnicas, departamentos e cartrios que nos identifi cam pelo nme-ro do ticket que apanhamos no terminal. Aparece na telinha o nmero com um som timmmm e l vou para ser atendido. Mui-tas vezes vamos embora annimos como entramos. Nessa linha de raciocnio ques-tionei uma escola ao solicitar uma cpia para arquivo do meu CPF e RG. At essa exigncia, acho normal. O anormal, se as-sim posso dizer, pedir para que fosse