Jornal de Fato

  • View
    294

  • Download
    12

Embed Size (px)

DESCRIPTION

Jornalismo de verdade

Text of Jornal de Fato

  • CIANO MAGNTA AMARELO PRETO

    domingoDepois das festas de final de ano hora de cuidar da sade e nada melhor do que comear com uma faxina geral no organismo. Especialistas explicam como isso deve ser feito.

    no fantsticoO caso do desembargador Dilermando Mota que humilhou um garom em padaria ser destaque em rede nacional.

    csar santos 5P

    Mossor (RN), Domingo, 5 de janeiro de 2014Edio 3.856 Ano XIVR$ 2,00 /photos/jornaldefatorn

    Comente!

    @defato_rn

    /jornaldefatorn

    NESTA EDIO PGINAS68

    OPINIO 2POLTICA 3 CSAR SANTOS 5 GERAIS 6 A 10CADERNOS

    SuA vIDA MuLhER 1 A 8

    MOSSOR 1 A 6ESTADO 1 A 4CLASSIfICADOS 1 A 14REvISTA DOMINGO 1 A 16TELEvISO 1 A 12

    Arrecadao deMossor ficaabaixo do previsto

    oramento Municpio esperava arrecadar R$ 530 milhes em 2013, mas oramento ficou 14% abaixo do esperado. Ainda assim, Prefeitura terminou o ano com dinheiro em caixa. Questo agora se volta para medidas da gesto interina MOSSOR 3

    Polcia Rodoviria Estadual aumenta fiscalizao nas rodovias do Estado durante o veraneio.

    PRINCIPAL 5

    Pronto Paraseguir asorientaesvereador Alex Moacir fala sobre possveis eleies em Mossor e afirma estar disposio do PMDB PRINCIPAL 3

    mossor 1Psem mobilidadePrincipal cidade do Oeste entra 2014 com problemas antigos de mobilidade urbana que nunca saem do papel

    televiso 1PPaolla oliveiraProtagonista da novela das oito fala de seu papel e das

    conquistas do ano passado

    baranas x sousaClube Mossoroense viaja hoje Paraba para amistoso DRIBLE 1

    Governo estende at abril prazo para au-to-escolas implantarem simuladores pe-los Centros de for-mao de Condutores (CfCs). Medida permite que servios continuem co-mo antes e evita reajuste para os servios.

    estado P1

    Assassinatoscrescem 28%em MossorO Departamento de homicdios abriu inqurito para apurar 180 mortes violentas na cidade no ano de 2013, 40 a mais do que no ano anterior; mais de 50% j foram elucidados e enviados Justia, mas delegados esto preocupados.

    segurana 5P)) motorista submetido ao bafmetro em blitz realizada na rn 013 que liga mossor a tibau

    Carlos Costa

    Mais flegopara as auto-escolas

    ao leitorComunicamos aos leitores que, em virtude do aumento no preo dos insumos, o Jornal de fato sofrer alterao em seu preo de capa, passando para R$ 2,00 durante a semana e R$ 2,50 aos domingos. A alterao no preo entrar em vigor nesta tera-feira, 7.

    fiscalizaointensificada

  • )2opinioDomingo, 5 de janeirode 2014

    # indicadores

    )) )) ))

    )) )) ))

    # opinioartigo

    )))(

    Um produto da Santos Editora de Jornais Ltda. Fun da do em 28 de agos to de 2000, por C sar San tos

    di re o ge ral: C sar San tosdiretor de redao: Wil liam Rob sonCHeFe de rePortaGeM: Jos de Paiva RebouasGe ren te ad Mi niS tra ti Va: n ge la Ka ri naGe ren te Fi nan Cei ra: F ti ma San tosCoordenao internet: Czar AlvesMarKetinG: Adriana Arajo

    SI TE: www.de fa to.com E-mAIl:re da cao@de fa to.com TWITTER: @jornaldefato_rnREDAO E OFICINAS: SEDE: Avenida Rio Branco, 2203, Centro, mossor-RNCEP: 59.063-160 SER VI O NO TI CIO SO: Agn cia Es ta do e As so cia ted PressREPRESENTANTE COmERCIAl (BRASlIA): Centro de Ideias e NegciosTElEFONES: (84) 3323-8900 (mossor)COmERCIAl/ASSINATURAS: (84) 3323-8913 / 3323-8918

    AS CO LU NAS E MA T RIAS AS SI NA DAS SO DE RES PON SA BI LI DA DE DE SEUS AU TO RES

    FI LIA DO

    # previso do tempo no RN

    !a sobrevivncia literria

    Ivan Maciel de Andrade advogado

    Osucesso literrio resulta de uma con-jugao de fatores: de um lado, o va-lor esttico da obra produzida; de outro, a capacidade de criar um pblico e man-t-lo fiel. Mas por que alguns escritores que desfrutam de prestgio e projeo so, aos poucos, totalmente esquecidos ou caem, su-bitamente, em desgraa, pois deixam de ser admirados e, o que pior, deixam de ser li-dos?

    Enquanto isso, h escritores que permane-cem atuais, ampliando-se com o tempo o in-teresse por sua obra e sua valorizao ou mesmo consagrao, dentro e fora dos meios acadmicos.

    Um exemplo ilustra a primeira hiptese: Coelho Neto. A Semana de Arte Moderna de 1922 tomou-o como representante mximo do antimodernismo. Foi no apenas duramen-te criticado como impiedosamente ridiculari-zado, eleito smbolo do mau-gosto e do ana-cronismo literrio. Coelho Neto, que era um autor com grande nmero de obras publicadas, muito bem aceitas pela crtica e pelo pblico chegou a ser indicado pela Academia Brasi-leira de Letras para o prmio Nobel em 1932 , desapareceu do cenrio da literatura nacio-nal. At hoje no se fez uma reviso para saber at que ponto a fria revolucionria moder-nista que se abateu sobre Coelho Neto foi jus-ta ou injusta. Isto , se foi mero efeito de ex-cessos circunstanciais que exigiriam, por uma questo de justia, uma reavaliao para reabilit-lo, se fosse o caso ou se correspon-deu a um julgamento merecido que sepultou

    Mrcio Barbosa

    acesse o site e acompanhe a meteorologia atualizada

    uma falsa glria fruto de equvocos da crtica de sua poca.

    O exemplo que serve de paradigma para a segunda hiptese Joaquim Nabuco: Minha Formao um livro de memrias escrito h mais de cem anos. Mas ainda hoje de leitura fascinante, sobretudo nos captulos de teor mais acentuadamente autobiogrfico. O ensa-sta Wilson Martins v nessas memrias a mesma linha de introspeco e de tcnica proustiana avant la lettre. Uma soberba busca do tempo perdido. Na realidade, o livro, alm de um inigualvel testemunho intelec-tual e poltico, possui tambm uma tocante dimenso humana e potica.

    Nabuco prprio admite, sem preocupaes com a modstia, ter sofrido o magnetismo da realeza, da aristocracia, da fortuna, da beleza, da inteligncia e da glria. No perdeu, toda-via, a conscincia de alguma coisa superior, o sofrimento humano. Em razo disso, aban-donou a vida diplomtica pela advocacia dos escravos. Uma mudana existencial de gran-des propores.

    Durante essa luta, escreveu um livro pro-fundo, analisando as causas e as caractersticas da escravido: O Abolicionismo, tido em nossos dias como obra-prima, segundo Fran-cisco Iglesias, em belssimo estudo. Tambm obra-prima foi a biografia que escreveu de seu pai, Um estadista do Imprio, considerada por Raymundo Faoro uma histria visceral-mente artstica, alcanando ou, mesmo, ul-trapassando, sob esse aspecto, o que se fez de melhor na historiografia universal.

    verdade que o tempo decanta, aperfeioa, corrige juzos de valor, apreciaes crticas, julgamentos humanos em todos os setores so-cioculturais. Mas, e os fatores imponder-veis?

    # A Cidade

    A grande predominncia de motocicletas no trnsito de Mossor torna-o mais perigoso.

    Duas rodas

    DLAR R$ 2,3770EURO R$ 3,2330

    POUPANA 0,5495%TR 0,01218136%

    SELIC 10,5%OURO R$ 93,500

  • E como membro do partido, da Comisso Provisria, vereador do partido, estou com o nome disposio para o que o partido decidir.

    J temos uma instabilidade com a sada da Prefeita do cargo, com a sada de Silveira da Cmara e agora voc antecipar uma eleio, no vejo que seja o momento adequado.

    3entrevista

    Domingo, 5 de janeiro

    de 2014

    Alex, em havendo eleio suplementar em Mossor, pos-sibilidade que ainda existe, o Sr. colocar seu nome para a disputa?

    Bem, primeiro, um fato indito em Mossor, uma coisa totalmente inu-sitada essa sada da pre-feita Cludia, uma prefeita que foi eleita, e a entrada do presidente da Cmara, mas na realidade so ques-tes judiciais que a gente tem que obedecer; cum-prir as decises. Eu enten-do que para uma pessoa ser considerada culpada em um processo ela tem de ir at a ltima instncia. Ento, vamos aguardar o que a Justia vai decidir. Com relao a uma eleio suplementar, primeiro eu recebo com muita humil-dade quando as pessoas falam que eu posso ser

    candidato e que estaria preparado para gerir os destinos da cidade. Fao parte do PMDB, nosso par-tido aliado da prefeita Cludia Regina, temos o vice-prefeito, eu sou alia-do dela, dou sustentao a seu governo na Cmara, mas caso haja uma eleio suplementar, ns vamos seguir a orientao do nos-so partido. E como mem-bro do partido, da Comis-so Provisria, vereador do partido, estou com o nome disposio para o que o partido decidir.

    Em 2012, o Sr. foi rejeita-do pelos Alves, foi preterido por um desconhecido, o atual vice-prefeito Wellington Filho. Como est o seu relacionamen-to com a cpula do PMDB?

    O contexto de 2012 foi um contexto totalmente

    diferente, as coisas termi-naram no sendo bem con-duzidas, mas no teve rus-ga nenhuma, me dou mui-to bem com o nosso presi-dente estadual, presidente da Cmara Henrique Al-ves, no tenho nenhuma dificuldade, sigo a sua li-derana; ele que conduz nosso partido em nvel es-tadual, em nvel municipal a nossa presidente Izabel (Montenegro) com quem eu tenho um relaciona-mento muito bom. De for-ma que ns no temos ne-nhum problema nem a nvel municipal, nem es-tadual.

    Ns vemos os tradicionais se mobilizando. J foi especu-lada a candidatura de Sandra Rosado (PSB), de Ktia Pinto (DEM) e, claro, do prefeito interino, Silveira Jnior (PSD).

    Mas at agora o PMDB no se manifestou, no defendeu um nome, por que este siln-cio? O partido no acredita em suas bases em Mossor?

    No, o PMDB tem es-trutura, tem vrios nomes, agora, a situao do PMDB um pouco diferente, por-que ns temos um compa-nheiro de partido, que o n o s s o c o m p a n h e i r o Wellington, que est nesta situao dependendo de decises judiciais. Ento o partido, seguindo orienta-o tanto da executiva mu-nicipal, quanto da estadu-al, estamos aguardando o que est acontecendo para a sim, caso seja realidade uma eleio suplementar, conversar e colocar o bloco na rua, como dizem. Mas, neste momento, no seria tico da parte do nosso partido estar conversando

    "Eu vou

Recommended

View more >