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Jornal A União Jornal

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Edição 25.08.2012

Text of Jornal A União Jornal

  • clima & tempoSerto

    28 Mx.20 o Mn.

    30o Mx.18o Mn.

    32o Mx.20o Mn.

    Fonte: INMET

    LitoraLAltura

    0.3m

    MoedaDLAR R$ 2,023 (compra) R$ 2,024 (venda)DLAR TURISMO R$ 1,950 (compra) R$ 2,090 (venda)EURO R$ 2,552 (compra) R$ 2,555 (venda)

    Informaes teis para a semana:Cariri-agresteMars Hora Altura

    Fonte: Marinha do Brasil

    ALTA

    ALTA

    23h15

    10h39

    2.0m

    1.9m

    baixa

    baixa

    04h15

    16h58

    0.7m

    0.8m

    l Frum em JP discute direitos da pessoa com deficincia na prxima semana

    l McDia Feliz arrecada recursos para crianas com cncer hoje em JP l IFPB inscreve professores de cincias para curso de Astronomia l UEPB promove I Seminrio de Direito e Comunicao na quarta e quinta-feira

    Sol e poucas nuvens

    Sol e poucas nuvens

    Nublado com chuvas ocasionais

    Justia condenaacusado de matar Everton Belmont

    Justia probe voto de inativos na eleio da Defensoria

    TRE-PB recebeu mais de 600 pedidos de impugnao

    Comisso da AL vai vistoriar obras da transposio

    FOTO: Evandro Pereira

    FOTO: Divulgao

    FOTO: Evandro Pereira

    FOTOS: Marcos Russo

    PGINA 25

    PGINA 17 PGINA 18 PGINA 17

    Prefeituras devem receber o FPM com queda de 32%

    Um esquema especial de segurana e de transporte foi montado pelo Governo do Estado para a inaugurao amanh da 1a etapa do Centro de Convenes. PGINA 13

    O repasse do FPM no ms de agosto deve cair 32%. A previso da Fa-mup, que ressalta que o Fundo a nica fonte de re-ceita para 90% dos munic-pios da Paraba. PGINA 17Esquema especial de segurana e nibus no Centro de Convenes

    iNauguRaO

    Negociao fechadaO MEC reafirma reajuste para professores de 25% a 40% e que negociaes esto encerradas. PGINA 19

    Tragdia da Lagoa completa 37 anos e famlias das vtimas ainda esperam pela indenizao PGINA 9

    Solenidade marca o Dia do Soldado em JP PGINA 14

    Ano CXIXNmero

    177 R$ 1,00

    R$ 160,00

    Assinatura anual

    www.paraiba.pb.gov.br Twitter > @uniaogovpb jornalauniao.blogspot.com

    A UNIO Joo Pessoa, Paraba - SBADO, 25 de agosto de 2012 119 ANOS - PATRIMNIO DA PARABA

    A dana invade o Teatro Santa RozaFora Nacional vai ficar mais 120 dias na Paraba

    PERMANNCIA PRORROgADA

    PGINA 14

    O espetculo O Nome Cientfico da Formiga ser encenado hoje dentro da programao do projeto Vrtice PGINA 8

  • UN

    Nestes tempos de campanha elei-toral, possvel que a muitos tenha passado despercebido o lanamento, ontem, de uma outra campanha, igual-mente importante: a do enfrentamento ao preconceito contra os homossexuais. Iniciativa da Secretaria da Mulher e da Diversidade Humana do Estado e apoio da Secretaria de Direitos Humanos da Presidncia da Repblica, a campanha um passo fundamental para que, na Pa-raba, se d incio a uma ao sistemtica contra a intolerncia. A homofobia s a ponta do imenso iceberg dos preconceitos. No se pode esquecer as reaes de intolerncia contra raas, cores, crenas, descren-as, sexo, poder aquisitivo e tantas ou-tras questes. contra o reinado dessa intransigncia e da falta de respeito s pessoas que a campanha lanada ontem na Paraba assume importncia funda-mental.H sempre uma discusso, uma ri-sada, ou um olhar maldoso quando uma pessoa assumidamente homossexual, seja ela do sexo feminino ou do sexo masculino, passa por um grupo, por um indivduo, perto de senhoras recatadas ou senhores srios, seja ela discreta ou completamente escandalosa. A campanha educativa ter o obje-tivo de sensibilizar a populao sobre a importncia de denunciar os crimes contra as vtimas dos preconceitos. Fol-ders, cartazes, banners, faixas, camise-tas, botons e outras aes vo se encar-

    regar de disseminar junto populao a ideia saudvel e correta de que o sol nasceu para todos e de que o mundo um espao comunitrio no qual todos devem e merecem ser respeitados.Um ponto que se deve ressaltar que o respeito diferena, seja ela de qualquer natureza, no um favor que socialmente se concede. Admitir a convi-vncia com os contrrios obrigao dever que precisa ser cumprido. No caso dos homossexuais, a intolerncia chega a ser ainda mais ridcula. A rigor, nin-gum tem nada a ver com a opo sexual das outras pessoas. O estmulo que o Governo da Para-ba d a esta campanha de esclarecimen-to contra os preconceitos tem de ser res-saltada porque no depende de poltica partidria, no implica em disputa elei-toral e tem tudo a ver com a pedagogia que se deve massificar. No se trata defender ou acusar posturas. No o caso de se condenar ou absolver algum por delitos que nunca cometera. Opo sexual, seja ela hetero ou homo, no crime tipificado nos C-digos brasileiros. Ainda bem. Opo se-xual diferenciada s isso: opo. Diz-se que uma sociedade bem concebida quando um velho planta uma rvore sob cuja sombra jamais se abriga-r. E verdade. Mas tambm verdadei-ro que uma sociedade d passos firmes para o seu futuro quando estimula a boa convivncia entre os contrrios. A pala-vra-chave uma s: tolerncia.

    O grande poeta e tradutor Ivo Barroso mandou-me e-mail diver-tido: CAROS AMIGOS, PARENTES E ADERENTES,SINTO-ME GLORIOSO E QUERO COMPARTILHAR COM TO-DOS A MINHA GLRIA E A MINHA ALEGRIA:TENHO UM AMIGO QUE SAIU NO THE NEW YORK TIMES!ESTOU REALIZADO. Referia-se foto de uma cena de que participo em O Som ao Re-dor que estreia neste fim de ms nos cinemas de Manhattan - encabeando matria de duas pginas do tambm clebre Larry Rohter a respeito. Ao mesmo tempo, pela primeira vez eu assistia a esse belo longa-metragem em sua estreia brasileira, no Festival de Gramado, onde ele recebeu os prmios de melhor realizao segundo a crtica e melhor longa-metragem conforme o jri popular. Klber Mendona Filho que ganhou, ainda, o Kikito de melhor diretor est sendo reconhecido como nosso novo gnio do cinema. Gramado uma surpresa. O que vi do nibus, a partir de Porto Alegre, no prometia muito a quem esperava uma viagem atravs de pampas, serras e coxilhas intensamente floridos. Bem mais bonita a viagem at Areia, terra de Pedro e de Z Amrico. De repente, no entanto - o mesmo de repente com que me deparei, anos atrs, com o absurdo magnfico do gtico tardio, manuelino, do Mosteiro da Batalha, no meio do nada que a estrada Lisboa--Ftima - dei com uma ednica cidade teutnica, cenrio vivo de contos de fadas, com seus jardins encantados, ca-sas, lojas, bancos, hotis de uma arqui-

    tetura unnime em telhados de ngulo agudo, chamins de lareiras e sacadas floridas, o trnsito to tranquilo que aboliu semforos, faixas de pedestres to respeitadas quanto terrenos sa-grados. Ficamos diretor, produtora e elenco - hospedados um pouco fora da cidade, num dos tambm paradisacos Bangals da Serra.O festival em sua quadragsi-ma verso teve seus altos e baixos. Vi Betty Faria, extremamente emo-cionada, receber homenagem, vi o tapete vermelho que nos levava por um quarteiro inteiro - at o cine-ma chamado Palcio dos Festivais, vi muita gente, muitos jovens, um ines-perado filme cubano Vinci sobre o jovem Leonardo quando preso por sodomia, assisti a trs mulheres notveis no belo filme O que se Move, do Caetano Gotardo, vi uma multido emocionada com o sucesso dos trs portadores da sndrome de Down no filme Os Colegas, mas vi uma projeo que periclitou em O Som ao Redor, a ponto de o pblico passar a gritar O som! O som! e Klber pedir o fim da sesso, temendo o que aconteceria no iminente final: a completa perda das falas essenciais do dilogo terrvel que travo com Irandhir Santos e o nosso tambm timo Sebastio Formiga. Falha sanada, o filme foi visto de novo, agora inteiro, no dia seguinte.

    Setembro: Toronto, Braslia e San Sebastian. Estreias de Era uma vez eu, Vernica, do Marcelo Gomes. timo. Mas no me imaginava to velho quan-to me vi na tela. Uau!

    sabido que a ingesto de lcool por uma faixa etria mais jovem tem crescido gradativa-mente nos dias de hoje. Sendo o lcool um produto proibido para menores de idade, a pergunta : como explicar o aumento de tantos menores envolvidos com o alcoolismo?Sem sombra de dvidas, a mdia um fator de extrema im-portncia no crescimento desse nmero. Com propagandas de be-bidas, muitas vezes, engraadas, exibindo corpos esbeltos, tudo transborda diverso, ela apre-senta um mundo extremamente convidativo. Porm, ela se esquece de mostrar os danos que podem ser causados, se consumida diria e exageradamente e, pior, de forma irresponsvel.

    Tambm no se pode ne-gar, que a facilidade com que os jovens esto tendo acesso a esses produtos imensa. Sendo eles, grandes frequentadores de bares

    e festas, a fiscalizao quanto venda de produtos desse gnero, nestes locais, deveria ser mais intensa. No se conhece, ningum viu ainda, um que seja, ou mais de um fiscal ou fiscais em bares da orla nos finais de semana co-brando desses o que por lei no permitido. Vender fcil. Beber!? Mais ainda.Frente a tantos problemas, resta-nos uma soluo de mdio prazo: aumentar o nmero de campanhas de conscientizao dos problemas e perigos que o uso abusivo e inconsequente da bebida alcolica est ocasionan-do numa gerao. fato. No raro, principal-mente nos finais de semana, essa falta de ateno com os nossos jovens e adolescentes, refletida nos cruzamentos, muros, postes, rvores, abalroados pelo execes-so da bebida e da velocidade. Aci-dentes graves, danos materiais, sequelas irreparveis, feridos, sirenes, morte(s). At quando?

    Editorial

    UmVacas gordas

    Todos contra a intolerncia

    Um gole perigoso

    Em reunio com secretrios de Recursos Hdricos do Nor-deste, a Sudene discutiu esta semana, em Recife, o sistema de gesto do Projeto de Inte-grao do Rio So Francisco com as Bacias Hidrogrficas. Foi defendida a construo de uma governana slida que envolva a participao do Governo Federal e dos quatro Estados (PE, PB, CE e RN) be-neficiados com a gua .A ideia elab