Historia da fotografia

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  • 1. Curso Superior de Tecnologia em FotografiaTrabalho sobre aHistoria daFotografia Disciplina: Fotografia Documental Professor: Fernando Pires Alunos: Paula Vinhas, Samuel Leopoldo Broch, Ligiane Panosso, Felipe Aires, Fernanda L. Semestre: 2010/02

2. Cmaraescura

  • Sc. V a.C China -filsofo chins Mo Tidescobre que a luz se propaga em linha reta. o primeiro a constatar que a luz refletida de um objeto forma uma imagem invertida sobre um plano ao atravessar um orifcio. A esta sala ele chamou de "collecting place" ou "locked treasure room."
  • No Sc. IV a.C Grcia na cidade de Estagira, Aristteles, (384 a.C. 322 a.C), na obra "Problemas", livro XV, 6, questiona do seguinte modo: " Porqu quando a luz atravessa um orifcio quadrado, como por exemplo atravs de um trabalho de cestaria, no forma imagens quadradas?". Ele compreendeu o princpio ptico da cmera escura ao observar um eclipse parcial - quanto menor fosse o orifcio, mais ntida era a imagem.

3. O estudioso islmico Alhazen e cientista (Abu Ali al-Hasan Ibn al-Haitham) (c.965 - 1039) fez um relato completo do princpio incluindo experimentos com cinco lanternas de fora de uma sala com um pequeno buraco. Em 1490 Leonardo da Vinci deu duas descries claras da cmara obscura em seus cadernos.Em 1550 pelo fsico milans Girolamo Cardano, que sugeriu o uso de uma lente biconvexa junto ao orifcio, permitindo uma imagem clara sem perder a nitidez.Dessa forma, nos meados do sculo XVI a estrutura fsica rudimentar da mquina fotogrfica atual j era conhecida. As primeiras cmeras escuras foram grandes salas como o ilustrado pelo cientista holands Reinerus Gemma-Frisius em 1544para observar um eclipse solar. 4. No sculo 16,Giovanni Battista Della Porta, em seu livro de 1558 Magiae Naturalis recomendado o uso deste dispositivo como um auxlio para o desenho para os artistas. 5. Johannes Kepler no incio do sculo 17 a usou para aplicaes astronmicas e tinha uma cmera tenda porttil para levantamento na Alta ustria.No ano de 1620, Kepler inventou uma cmara escura porttil que viria a ser utilizada para ajuda na execuo de desenhos. 6.

  • Cmaras escuras portteis

7. A impresso panarama dobrado acima mostra Plymouth Sound, na Inglaterra, no sculo 19. O pequeno prdio com uma bandeira voando da torre identificado na chave como "Camera Obscura", embora no detalhe ampliado do lado esquerdo parece que existe uma janela aberta de frente para a gua. Ou a cor azul foi aplicada a essa rea no erro ou no foram portadas para fechar a luz quando a cmera obscura foi operacional. 8.

  • Cmara Escura na Universidade de Pretoria

9.

  • No ano de1727 o mdico alemo Johann Schulze descobre que a luz incidindo sobre frascos contendo sais de prata capaz de enegrecer as substncias nele contidas.

Thomas Wedgwood, em 1790, tentar realizar a primeira fotografia, atravs de um pedao de papel impregnado de nitrato de prata.Sobre o papel, Wedgwood colocou uma folha de rvore para em seguida submet-lo por algum tempo luz. A regio obstruda pela folha ficara marcada por sua silhueta branca, contrastando com a rea enegrecida pelo contato com a luz.Embora tal experincia no tenha sido totalmente exitosa, uma vez que algum tempo depois, a rea que no havia recebido a luz acabara ficando enegrecida tambm, Wedgewood foi o primeiro a obter um negativo fotogrgico rudimentar. 10. Em 1793, junto com o seu irmo Claude, Joseph Nicphore Nipce tenta obterimagens gravadas quimicamente com a cmara escura. Nesta poca,a litografia era muito popular na Frana, e como Nipce no tinha habilidadepara o desenho, tentou obter atravs da cmera escura uma imagempermanente sobre o material litogrfico de imprensa. Recobriu um papelcom cloreto de prata e exps durante vrias horas na cmera escura,obtendo uma fraca imagem parcialmente fixadas com cido ntrico.Como essas imagens eram em negativo e Nipce pelo contrrio, queriaimagens positivas que pudessem ser utilizadas como placa de impresso,determinou-se a realizar novas tentativas.Aps alguns anos, Nipce recobriu uma placa de estanho com betumebranco da Judia que tinha a propriedade de se endurecer quando atingidopela luz. Nas partes no afetadas, o betume era retirado com uma soluo deessncia de alfazema. Em 1826, expondo uma dessas placas duranteaproximadamente 8 horas na sua cmera escura fabricada pelo tico parisienseChevalier, conseguiu uma imagem do quintal de sua casa. Apesar desta imagemno conter meios tons e no servir para a litografia, todas as autoridades namatria a consideram como "a primeira fotografia permanente do mundo".Esse processo foi batizado por Nipce como Heliografia, gravura com a luz solar. 11. Em 1929 substitui as placas de metal revestidas de prata por estanho, e escurece as sombras com vapor de iodo.Nipce e Daguerre durante algum tempo mantiveram correspondnciasobre seus trabalhos. Em 1829 firmaram uma sociedade com o propsitode aperfeioar a heliografia, compartilhando seus conhecimentos secretos. A sociedade no deu certo. Daguerre,decidiu prosseguir sozinho nas pesquisas com a prata halgena. Suas experincias consistiam em expor, nacmera escura, placas de cobre recobertas com prata polida e sensibilizadas sobre o vapor de iodo, formando uma capa de iodeto de prata sensvel luz. Em 1839 Rapidamente, os grandes centros urbanos da poca ficaram repletosde daguerretipos, a ponto de vrios pintores figurativos, exclamarem comdesespero: "a pintura morreu"! Apesar do xito da Daguerreotipia, que se popularizou por mais de 20 anos,sua fragilidade, a dificuldade de ser vista a cena devido a reflexo do fundo polidodo cobre e a impossibilidade de se fazer vrias cpias partindo-se do mesmooriginal, motivou novas tentativas com a utilizao da fotografia sobre o papel. 12. Dois anos aps a morte de Nipce, Daguerre descobriu que uma imagem quaseinvisvel, latente, podia-se revelar com o vapor de mercrio, reduzindo-se, assim,de horas para minutos o tempo de exposio. Conta a histria que uma noiteDaguerre guardou uma placa sub-exposta dentro de um armrio, onde haviaum termmetro de mercrio que havia se quebrado. Ao amanhecer, abrindo o armrio, Daguerre constatou que a placa havia adquirido uma imagem dedensidade bastante satisfatria, tornara-se visvel. Em todas as reas atingidaspela luz, o mercrio criara um amlgama de grande brilho, formando as reasclaras da imagem. Aps a revelao, agora controlada, Daguerre submetia a placa com a imagem a um banho fixador, para dissolver os halogenetos de pratano revelados, formando as reas escuras da imagem.Inicialmente foi usado o sal de cozinha, o cloreto de sdio, como elemento fixador,sendo substitudo posteriormente por tiossulfato de sdio (hypo) que garantia maiordurabilidade imagem. Este processo foi batizado com o nome de Daguerreotipia. 13. "VOC APERTA O BOTO E NS FAZEMOS O RESTO!" As placas secas de gelatina, apesar deserem muito mais cmodas que o coldio, tinham o inconveniente de serem pesadas, frgeis e se perdia muito tempo para substituir a placa na cmera. Assim as novas tentativas visavam substituir o vidro por um suporte menos pesado, frgil e trabalhoso. Em 1861, Alexander Parkes inventando o celulide solucionava de certa forma o problema pois John Carbutt, um fotgrafo ingls que havia imigrado para a Amrica, convenceu em 1888 a um fabricante de celulide a produzir folhas suficientemente finas para receber uma emulso de gelatina. No ano seguinte a Eastman Co. comeou a produzir uma pelcula emulsionada em rolo, feita com nitrato de celulose muito mais fina e transparente Eastman, em 1888, j produzia uma cmera, a Kodak n.1, quando introduziu a base malevel de nitrato de celulose em rolo. Colocava-se o rolo na mquina, a cada foto ia se enrolando em outro carretel e findo o filme mandava-se para a fbrica em Rochester. L o filme era cortado em tiras, revelado e copiado por contato. O slogam da Eastman "Voc aperta o boto e ns fazemos o resto" correu o mundo, dando oportunidade para a fotografia estar ao alcance de milhes de pessoas. 14. Por isso se atribui ao sculo XIX a inveno e aperfeioamento da fotografia como usamos hoje; ao sculo XX atribudo a evoluo das aplicaes e controles da fotografia no aparecimento da fotografia em cores, cinema, televiso, holografia e todos os usos cientficos hoje utilizados. Apesar do processo qumico da fotografia estar com seus dias contados, devido o aparecimento da fotografia digital, ser somente no prximo sculo XXI, que se tornar padro para a captura de imagens. 15. Sculo XIX Um dos pioneiros da Fotografia no Brasil foi o pintor e naturalistafrancsradicado noBrasil ,Antoine Hercules Romuald Florence *. Florence, que chegou ao Brasil em1824 ,estabeleceu-se em Campinas, onde realizou uma srie de invenes e experimentos. No ano de1833Florence fotografou atravs da cmera escura com uma chapa de vidro e usou papel sensibilizado para a impresso por contato. Ainda que totalmente isolado e sem conhecimento do que realizavam seus contemporneos europeus,NipceeDaguerre , obteve o resultado fotogrfico, que chamou pela primeira vez dePhotografiePela descoberta de Florence, o Brasil considerado um dos pioneiros na Fotografia. O incio da fotografia noBrasilno se pode esquecer do ImperadorDom Pedro II , que foi um fotgrafo apaixonado. D. Pedro II, possivelmente tenha se tornado o primeiro fotgrafo com menos de 15 anos do Brasil. Novas tecnologias chegam ao Brasil, trazidas por imigrantes radicados no Brasil. Estdios de retratistas se espalham pelas principais cidades brasileiras. Tambm foi feita aprimeira documentao fotogrfica da Amaznia, com imagens panormicas de paisagens brasileiras. A Fotografia no Brasil 16. Sculo XX Na dcada de 1940 d-se o pice do Fotoclubismo, movimento que reunia pessoas interessadasna prtica da fotografia como uma forma de expresso artstica. Principais fotgrafos expoentes dofotoclubismo :Thomas Farkas ,Jos Oiticica Filho ,Eduardo Salvatore ,Chico Albuq