HEMAF‰RESES TERAPUTICAS

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HEMAFÉRESES TERAPÊUTICAS. Dr José Francisco C. Marques Jr HEMOCENTRO - UNICAMP. AFÉRESES. Definição: Separação e retenção de componentes sangüíneos, com retorno dos remanescentes. Modalidades: Transfusional: Plaquetas, Plasma, Hemácias, Múltiplos; Terapêutica: - PowerPoint PPT Presentation

Text of HEMAF‰RESES TERAPUTICAS

  • HEMAFRESES TERAPUTICASDr Jos Francisco C. Marques Jr

    HEMOCENTRO - UNICAMP

  • AFRESESDefinio:Separao e reteno de componentes sangneos, com retorno dos remanescentes.Modalidades:Transfusional:Plaquetas, Plasma, Hemcias, Mltiplos;Teraputica: Plasma, Hemcias, Leuccitos, Plaquetas, Seletivo, Fotofreses;CPP:Autlogo / Alognico.

  • AFRESESPrincpios:Circuito extra-corpreo:Fluxo contnuo;Fluxo descontnuo.Centrifugao:Diferentes densidades dos componentes.Filtrao.

  • Princpio Fsico da Separao de Componentes por CentrifugaoSangue Anti-coaguladoFora CentrfugaSedimentao em Camadas (Densidade)

  • Princpio Fsico da Separao de Componentes por Centrifugao em HemafresePlasmaPlaquetasLinfcitosMoncitosGranulcitosHemcias

  • Separao dos Componentes Sangneos

  • Torloni MDTorloni MDPlateletsLymphocytesMonocytesGranulocyteRBC(1040)(1050-1061)(1065 - 1069)(1087 - 1092)Afreses: Princpio da Separao

  • Separao por CentrifugaoPlateletsBuffy CoatRed CellsPlasma

  • Afreses: Processamento AutomticoFluxo ContnuoFluxo IntermitenteCobe Frezaenius Fenwal (Baxter)Haemonetics

  • AFRESES TERAPUTICAS a remoo e/ou a substituia de componentes sangneos de um paciente com o propsito de retirar clulas defeituosas ou depletar um mediador de uma doena.

  • Procedimentos Afreses TeraputicasSeparao;Acesso vascular;Anticoagulao;Reposio de Fluidos;Balano volumtrico;Clculo do volume plasmtico;Dose: Volume processado;Efeitos colaterais.

  • AFRESES TERAPUTICASConceitos:

    Critrios Cientficos;Evidncia de Eficincia Fisiopatolgica;Reversibilidade;Cincia do Efeito Temporrio / Rebote;Risco X Benefcio;Dose.

  • AFRESES TERAPUTICASConceitos:

    Critrios Cientficos;Evidncia de Eficincia Fisiopatolgica;Reversibilidade;Cincia do Efeito Temporrio / Rebote;Risco X Benefcio;Dose.

  • Resposta Imune NormalClulas T identificam clulas estranhas;

    Sinalizam clulas B para produzir anticorpos;

    Clulas estranhas so destrudas.

  • Doena AutoimuneClulas T identificam clulas prprias como estranhas;

    Sinalizam as clulas B para produzir anticorpos;

    Destruio das clulas prprias.

  • Doena de ImunocomplexosUm anticorpo e um antgeno combinam-se e formam um complexo;

    Complexos de tamanho mdio compromentem vasos sangneos, rins e articulaes.

  • AFRESES TERAPUTICASConceitos:

    Critrios Cientficos;Evidncia de Eficincia Fisiopatolgica;Reversibilidade;Cincia do Efeito Temporrio / Rebote;Risco X Benefcio;Dose.

  • Distribuio Fludica CorporalEXTRACELLULARINTRACELLULARINTERSTITIALINTRAVASCULAR42 L28 L14 L10 L4 LKNa

  • AFRESES TERAPUTICASConceitos:

    Critrios Cientficos;Evidncia de Eficincia Fisiopatolgica;Reversibilidade;Cincia do Efeito Temporrio / Rebote;Risco X Benefcio;Dose.

  • Clearance do Mediador Patolgico

  • AFRESES TERAPUTICAS - APLICAESPlasmafreses:Doenas Auto-imunes / Hiperviscosidades / Intoxicaes / Hipercolesterolemias, etc.Eritrocitafreses:Doenas falciformes / HPN / Malria, etc.Leucafrese:Hiperviscosidade (LMA, LMC, LLC, LLA) / Sndr Lise Tumoral / LMC em Gestantes, etc;Plaquetafrese:> 1.000.000/mm3;Fotofreses:Imunomodulao.

  • AFRESES TERAPUTICAS CATEGORIAS DE INDICAO (AABB/ASFA)I - Indicao aceitvel como terapia de 1a linha, com eficcia comprovada por estudos controlados ou ensaios clnicos bem desenvolvidos;II- Indicao aceitvel como tratamento de suporte;III- Indicao duvidosa, evidncia insuficiente de eficcia, dados conflitantes na literatura ou sem documentao da relao risco-benefcio;IV- Sem eficcia, somente mediante protocolos de pesquisa.

  • Hemocentro UNICAMP - Diviso de HemoterapiaSeo de Procedimentos Especializados

    Unidade de Hemafreses

    Eduardo Gasparotto RoveriMarice Camargo AndradeIara Marlia Cavalcanti Torres Mrcio PintoJos Francisco Comenalli Marques Jnior

    (marquesj@unicamp.br)

    Using centrifugal force, the blood cell separator is able to separate the components of blood by their specific gravity. Plasma, or specific types of cells can then be removed.Normally the T-cell circulates through the system touching cells. On the cell surface there are markers called antigens which the T-cell reads. If an antigen is identified as a self cell, no immune response is elicited. If the antigen is identified as a non self cell an immune response is initiated. The T -cell stimulates the B-cell to produce a protein called an antibody. These antibodies attach to the non-self antigens which causes the destruction of the cell. Scavenger cells then engulf and digest the debris, returning the body to a normal state. The T-cell functions as a manager and the B-cell functions as a worker. The T-cell identifies the foreign antigen, stimulates the B-cell to produce antigens, then instructs the B-cell to cease production when there is a sufficient decline in foreign cells. Autoimmunity occurs when the immune system malfunctions and sees normal or self cells as foreign. The B-cells are then stimulated to produce antibodies which specifically react with self tissues. This reaction, once initiated, is similar to that produced with foreign invaders causing fever, pain and swelling as well as, the destruction of the involved tissues. In this case, the patients own tissues. The cause is unknown. Immune complex disease is another type of immune malfunction. It results when an antibody and antigen combine to form a complex. These complexes may also form in autoimmune disease. Depending on the ratio of antibody to antigen, along with other factors, the complex may vary in size. Small complexes are soluble and rarely cause problems. Large complexes are easily identified and removed from the system by scavenger cells. Middle sized complexes appear to be the ones that cause the most harm because they become entrapped in blood vessels, kidneys or joints. As shown in this graph, exchanging less than one plasma volume leaves a significant portion of the available plasma untreated, and exchanging more than 1.5 plasma volumes does little to increase treatment efficacy.