Filosofia: Linha do Tempo

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    16-Jan-2016

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Linha do tempo na histria da Filosofia

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  • Idade

    Mdia

    Idade

    Antiga

    Idade

    MdiaIdade

    Moderna

    L i n h a d o T e m p o

    Idade

    Contemp

    1. Antes da Idade Antiga, a Pr-Histria: antes dos registros escritos.

    2. Idade Antiga: dos Grandes Imprios queda Imprio Romano do Ocidente: ano 476 da Era Crist

    3. Idade Mdia: de 476 d.C queda do Imprio Romano do Oriente: 1453, com a tomada de Constantinopla pelos Turcos.

    4. Idade Moderna: de 1453 Revoluo Francesa: 1789.

    5. Idade Contempornea: da Revoluo Francesa aos nossos dias: 2007

    Vamos compreender a Histria na linha do tempo...

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  • Alguns filsofos pr-Socrticos:

    Tales de Mileto Anaximandro de Mileto Anaxmenes de Mileto Pitgoras de Samos Herclito de feso Parmnides de Elia Zeno de Elia e Protgoras de Abdera

  • Tales de Mileto (640 - 548 a.C):

    A gua como o princpio de todas as coisasPara Tales tudo deriva da gua, do mido. A gua estpresente em todos os seres. Da ser ela a arch.

    Os primeiros filsofos pensavam que o principio de onde tudo deriva era, necessariamente, um princpio material.

    Eles buscavam uma explicao racional e sistemtica sobre a origem do mundo. Queriam explicar a Natureza.

    Para os gregos no existe uma criao do mundo. Eles negam que o mundo tenha surgido do nada, como afirmam as religies.

    Para os filsofos gregos nada vem do nada e nada volta ao nada. A natureza eterna. Tudo nela se transforma.

  • Anaximandro de Mileto (610 547a.C) :

    o peiron , ou o infinitocomo princpio

    Anaximandro coloca o princpio de todas as coisas no mais em um princpio material. Apeiron significa o ILIMITADO, o INFINITO, algo sem limites e sem fronteiras.

    A Natureza, os cus, o mundo... Tudo procede do apeiron.

    O pensamento de Anaximandro foi um avano em relao a Tales. Foi ele o primeiro a usar o termo arch, que em grego significa PRINCPIO, FUNDAMENTO, ORIGEM.

  • Anaxmenes de Mileto (588 524 a.C):

    o Ar como princpio

    Anaxmenes faz um retrocesso e volta a apresentar a arch como algo material: o AR.

    O Ar para Anaxmenes o princpio da vida. algo mais do que uma simples substncia natural.

    Todos os elementos derivam do ar, por transformao.

    Tambm o ar, como o infinito, no tem limites.

  • Pitgoras de Samos (570 490 a. C) :

    os Nmeros como princpio

    Tudo Nmero e tudo pode ser quantificado em Nmero. Nmero, para Pitgoras, no algo abstrato, mas real. Os Nmeros so espaciais: triangulares, quadrados, etc.

    Observe a quantidade de ngulos em cada Nmero.

    Pitgoras identificou a arch com o Nmero. Cada figura geomtrica e, portanto, cada corpo existente, pode ser pensado como uma quantidade finita de elementos-base unitrios: os Nmeros.

  • Herclito de feso (540 470 a.C) : filsofo do devir, do dinamismo (fogo)

    Herclito afirmava que o princpio de todas as coisas era o MOVIMENTO, o Devir. Tudo muda. Nada esttico. Nada permanece do mesmo jeito. Nossos sentidos vem a permanncia, mas nossa inteligncia sabe que tudo mudana.

    Tudo muda: No podemos tomar banho duas vezes no mesmo rio.

    Nada do que foi serDe novo do jeito que j foi um diaTudo passa, tudo sempre passarA vida vem em ondas como o marNum indo e vindo infinito

    Como Uma Onda (Composio: Nelson Motta)

  • Parmnides de Elia (530 460 a.C) :

    O filsofo do ser

    Ensina o oposto de Herclito:

    O Ser esttico. Nunca muda.

    Nossos olhos vem mudanas, mas o que realmente acontece que o Ser permanece sempre o mesmo. O Ser no se perde.

  • Zeno de Elia (504 a.C - ?) :

    Discpulo de Parmnides. Tambm diz

    Que o movimento impossvel.

    O movimento no real.

    O paradoxo da Flecha e de Aquiles

    Para realizar um movimento preciso completar a metade dele, depois a metade da metade e ir subdividindo, sucessivamente, sem jamais concluir.

    Aquiles jamais alcanar a tartaruga, porque antes far a metade do percurso, depois a metade da metade, depois a metade da metade, ao infinito

    Aristteles dir que o espao no est dividido infinitamente, mas divisvel infinitamente.

  • Protgoras de Abdera (481 411 a.C):

    o homem como medida de todas as coisas

    Como todos os Sofistas, Protgoras sustentava a inexistncia de uma verdade objetiva vlida. Existem opinies melhores ou piores, conforme a sua utilidade social.

    Toda verdade verdade para um sujeito.

    Todas as sensaes so subjetivas.

    Tudo relativo, de acordo com os sujeitos.

    Por que, ento, existe a tarefa de ensinar?

  • Veremos, agora, alguns filsofos da Idade AntigaIdade Antiga:

    PlatoScrates

    Aristteles

  • Scrates considerado o Pai da Filosofia Grega.

    Acusado de impiedade, Scrates foi condenado a beber cicuta (399 a.C)

  • Scrates nasceu em Atenas (470 a.C)

    e ali morreu (399 a.C)

    Seu pai era um escultor e sua me era parteira.No escreveu nenhuma obra.Conhecemos Scrates atravs de seus discpulos, sobretudo Plato.

    Conhece-te a ti mesmo(Orculo de Delfos)

    A maiutica como mtodo para produzir a verdade (o parto da verdade).

  • Plato (Aristocles: 427 348 a.C ):

    O verdadeiro mundo o Mundo das Idias

    Hiper-Urnio

    Mundo das aparncias

    Mundo Ideal Mundo real

    O esquema geral de Plato estpresente no Mito da Caverna

  • Aristteles de Estagira (384322 a.C)

    No h nada na inteligncia que no tenha passado pelos sentidos.

    Conhecemos as essncias a partir do mundo sensvel. Do sensvel (singular, particular) se chega ao inteligvel (universal).

    Tudo o que existe pode ser explicado a partir de quatro causas:

    1. Causa material: aquilo de que uma essncia feita.

    2. Causa formal: aquilo que explica a forma que uma essncia possui.

    3. Causa eficiente: explica como uma matria recebeu uma forma para constituir uma essncia.

    4. Causa final: explica a razo, o motivo ou finalidade para algo existir. O Primeiro Motor Imvel a causa final de todos os seres naturais.

  • Matria e Forma:

    Tudo se trans-forma

    Teorias aristotlicas:

    Ato e Potncia: Estudante em Ato, Doutor em Potncia.

  • Veremos, agora, alguns dos principais filsofos medievais

    Aurlio Agostinho (Santo Agostinho)

    Pedro Abelardo

    Santo Toms de Aquino ... e

    Guilherme de Ockham

  • Santo Agostinho (Aurlio Agostinho):354 430 d.C

    Em seu famoso livro As confisses relata o itinerrio do homem em busca de Deus.

    Nasceu em Tagaste (hoje Tunsia, frica). Professor de Retrica, Sacerdote, Bispo e Telogo Catlico.

    considerado um dos Padres da Igreja, isto , est entre aqueles que buscaram conciliar a fcrist com a cultura greco-romana.

    Com Agostinho comea o que podemos chamar de filosofar na f: a razo a servio da f. Para ele a f no substitui nem elimina a inteligncia.

  • Abelardo e Helosa: Ver filmeEm nome de Deus(Stealing Heaven)

    Pedro Abelardo: (1079 1142) o filsofo mais prestigioso do sculo XII. Teve vida atormentada e inquieta. Viveu intensa relao amorosa com Heloisa. No final ambos entraram para o mosteiro. Ao morrer, Helosa quis ser sepultada no mesmo tmulo do marido.

    Scrates da Frana, sumo Plato do Ocidente, moderno Aristteles, mulo ou maior dos dialticos de todos os tempos; prncipe dos estudos, famoso no mundo; gnio multiforme, penetrante e agudo; tudo superava com o poder da razo e a arte da palavra esse era Abelardo. Eis as palavras que foram mandadas gravar em seu tmulo (Cemitrio Pre Lachaise)

  • Alguns dos problemas tratados por Abelardo:Realismo Nominalismo Realismo moderado

    Para os Realistas os termos universais so coisas ou entidades metafsicas subsistentes.

    Para os Nominalistas, os universais no passam de nomes.

    Para o Realismo Moderado, de Abelardo, os universais so conceitos que brotam de um processo de abstrao e gera a inteleco das coisas.

  • Santo Toms de Aquino (1227-1274)

    Sua obra mais conhecida a

    Suma Teolgica

    Provas da existncia de Deus: as cinco vias

    1. Caminho da mutao: tudo aquilo que

    se move movido por outro;

    2. Caminho da causalidade eficiente: tudo o que existe tem uma causa; impossvel retroceder eternamente: Ens a Se, Ens ab alio.

    3. Caminho da contingncia: seres contingentes e... o ser necessrio.

    4. Caminho dos graus de perfeio: gradao de perfeio nos seres ... E o Ser Perfeito.

    5. Caminho do finalismo: qual a finalidade, para onde se orientam os seres?

  • Guilherme de Ockham :1280 - 1349

    Os universais so nomes, no uma realidade, nem algo com fundamento na realidade.

    A Navalha de OccamConceito bastante revolucionrio, estabelece que "as entidades no devem ser multiplicadas alm do necessrio, a natureza por si econmica e no se multiplica em vo".Filme O nome da rosa nos apresenta William de Baskerville, vivido por Sean Connery: trata, entre outras coisas, da briga entre o realismo dos tomistas (do Mosteiro) e o Nominalismo de W. de Baskerville. O livro homnimo, de Umberto Eco, termina com a frase (no traduzida): Stat rosa pristina nomine, nomina nuda tenemus: Permanece por seu nome a rosa que existia; no temos seno meros nomes.

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