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Ecologia [ ]

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1. Compreendendo a vidawww.biossomos.blogspot.com 2. o estudo dos seres vivos em seu habitat natural, o que compreende suas inter-relaes com as demais formas de vida e com o ambiente.FATORES BITICOS + FATORES ABITICOS 3. Produtores So a base da cadeia alimentar, ou seja, fonte de alimento/energia, seres auttrofos fotossintetizantes. ConsumidoresSo classificados em primrios, secundrios, tercirios etc., sendorepresentados por indivduos hetertrofos. DecompositoresSo fundamentais para o processo de reciclagem da matria, sendorepresentados por hetertrofos como bactrias e fungos. 4. C. S.C. S. C. T.C. T.C. Q.C. P.C. Q.C. S.C. T.C. S.C. P. C. P.DECOMPOSITOR PRODUTOR 5. 10 % Cons. Tercirio 1kcalCons. Secundrio 10kcal Cons. Primrio 100kcalProdutores 1000kcal ENERGIA5 cobras 10 sapos40 Gafanhotos100 VegetaisNUMRICA 6. 5 Kg de Cobras 5 Kg de Sapos 8 Kg de Gafanhotos100 Kg de VegetaisBIOMASSA TERRESTREPeixe Gr. Peixes Md.Peixes Peq. ZooplnctonFitoplncton BIOMASSA AQUTICA 7. Classificao Harmnicas (+)(+); (+)(0). Quando beneficiam pelo menos um dos indivduos do relacionamento sem prejudicar o outro. Ex: Mutualismo; Protocooperao e Comensalismo. Desarmnicas (+)(-). Quando um dos indivduos se prejudica diretamente com o relacionamento. Ex: Predao; Canibalismo e Predatismo. 8. Classificao Intraespecficas So aquelas que ocorrem entre indivduos de mesma espcie. Ex: Sociedades e Colnias. Interespecficas So aquelas que ocorrem entre espcies. Ex: Amensalismo e Herbivorismo. 9. 7006005004003002001000Jan-Fev Mar-Abr Mai-JunJul-Ago Set-Out Nov-Dez Esp.1Esp.2 10. 3025201510 50 0 1 234 5 Esp.1 Esp.2 11. 4 732 6Esp.11 500 2 4 6 44 33 22Esp.2 11 Esp.1 Esp.2000 2 4 60 24 6SEPARADAS JUNTAS 12. 76Esp.164 25 04 0 2 4 636 Esp.22412 Esp.1 Esp.2 00 0 2 4 60 24 6JUNTAS SEPARADAS 13. Os vaga-lumes machos e fmeas emitem sinais luminosos para seatrarem para o acasalamento. O macho reconhece a fmea de sua espciee, atrado por ela, vai ao seu encontro. Porm, existe um tipo de vaga-lume, o Photuris, cuja fmea engana e atrai os machos de outro tipo, oPhotinus, fingindo se desse gnero. Quando o macho Photinus seaproxima da fmea Photuris, muito maior que ele, atacado e devoradopor ela.BERTOLDI, O. G.; VASCONCELLOS, J. R. Cincia & sociedade: a aventura da vida, a aventura da tecnologia. So Paulo: Scipione, 2000 (adaptado).A relao descrita no texto, entre a fmea do gnero Photuris e o machodo gnero Photinus, um exemplo de:a) comensalismo.b) inquilinismo.c) cooperao.d) predatismo.e) mutualismo. 14. O controle biolgico, tcnica empregada no combate a espcies que causam danose prejuzos aos seres humanos, utilizado no combate lagarta que se alimenta defolhas de algodoeiro. Algumas espcies de borboleta depositam seus ovos nessacultura. A microvespa Trichogramma sp. introduz seus ovos nos ovos de outrosinsetos, incluindo os das borboletas em questo. Os embries da vespa sealimentam do contedo desses ovos e impedem que as larvas de borboleta sedesenvolvam. Assim, possvel reduzir a densidade populacional das borboletasat nveis que no prejudiquem a cultura.A tcnica de controle biolgico realizado pela microvespa Trichogramma sp.consiste na:a) introduo de um parasita no ambiente da espcie que se deseja combater.b) Introduo de um gene letal nas borboletas, a fim de diminuir o nmero de indivduos.c) competio entre a borboleta e a microvespa para a obteno de recursos.d) modificao do ambiente para selecionar indivduos melhor adaptados.e) aplicao de inseticidas a fim de diminuir o nmero de indivduos que se deseja combater. 15. A cal (xido de clcio, CaO), cuja suspenso em gua muito usada como umatinta de baixo custo, d uma tonalidade branca aos troncos de rvores. Essa umaprtica muito comum em praas pblicas e locais privados, geralmente usada paracombater a proliferao de parasitas. Essa aplicao, tambm chamada decaiao, gera um problema: elimina microrganismos benficos para a rvore. Disponvel em: http://super.abril.com.br. Acesso em: 1 abr. 2010 (adaptado).A destruio do microambiente, no tronco de rvores pintadas com cal, devidaao processo de:a) difuso, pois a cal se difunde nos corpos dos seres do microambiente e os intoxica.b) osmose, pois a cal retira gua do microambiente, tornando-o invivel ao desenvolvimento de microrganismos.c) oxidao, pois a luz solar que incide sobre o tronco ativa fotoquimicamente a cal, que elimina os seres vivos do microambiente.d) aquecimento, pois a luz do Sol incide sobre o tronco e aquece a cal, que mata os seres vivos do microambiente.e) vaporizao, pois a cal facilita a volatilizao da gua para a atmosfera, eliminando os seres vivos do microambiente. 16. AtmosfricaEfeito Estufa CO2 e CH4.Chuvas cidas CO2; NO2 e SO2.Buraco da Camada de Oznio CO e CFCs 17. AquticasEutrofizao DBO e Organismos Anaerbios.Magnificao Trfica Doenas de Depsito.Esgotos Quentes Alteraes na Temperatura. 18. Moradores sobreviventes da tragdia que destruiu aproximadamente 60 casas noMorro do Bumba, na Zona Norte de Niteri (RJ), ainda defendem a hiptese de odeslizamento ter sido causado por uma exploso provocada por gs metano, vistoque esse local foi um lixo entre os anos 1960 e 1980. Jornal Web. Disponvel em: http://www.ojornalweb.com. Acesso em: 12 abr. 2010 (adaptado).O gs mencionado no texto produzido:a) como subproduto da respirao aerbia bacteriana.b) pela degradao anaerbia de matria orgnica por bactrias.c) como produto da fotossntese de organismos pluricelulares autotrficos.d) pela transformao qumica do gs carbnico em condies anaerbias.e) pela converso, por oxidao qumica, do gs carbnico sob condies aerbias. 19. Segundo dados do Balano Energtico Nacional de 2008, do Ministrio das Minas eEnergia, a matriz energtica brasileira composta por hidreltrica (80%), termeltrica(19,9%) e elica (0,1%). Nas termeltricas, esse percentual dividido conforme o combustvelusado, sendo: gs natural (6,6%), biomassa (5,3%), derivados de petrleo (3,3%), energianuclear (3,1%) e carvo mineral (1,6%). Com a gerao de eletricidade da biomassa, pode-seconsiderar que ocorre uma compensao do carbono liberado na queima do material vegetalpela absoro desse elemento no crescimento das plantas. Entretanto, estudos indicam queas emisses de metano (CH4) das hidreltricas podem ser comparveis s emisses de CO2das termeltricas.No Brasil, em termos do impacto das fontes de energia no crescimento do efeitoestufa, quanto emisso de gases, as hidreltricas seriam consideradas como uma fonte:a) limpa de energia, contribuindo para minimizar os efeitos deste fenmeno.b) eficaz de energia, tomando-se o percentual de oferta e os benefcios verificados.c) limpa de energia, no afetando ou alterando os nveis dos gases do efeito estufa.d) poluidora, colaborando com nveis altos de gases de efeito estufa em funo de seu potencial de oferta.e) alternativa, tomando-se por referncia a grande emisso de gases de efeito estufa das demais fontes geradoras. 20. configurao da civilizao e da atividade humana, de tal forma que asociedade, seus membros e as suas economias possam preencher assuas necessidades, manifestando seu maior potencial. Ao mesmotempo, pretende preservar tambm a biodiversidade e os ecossistemasnaturais, planejando e atuando com o objetivo de a atingir a eficinciana manuteno indefinida desses recursos. 21. Economia verde no contexto do desenvolvimento sustentvel e da erradicao da pobreza.Segurana alimentarGerenciamento slido dos recursos hdricos.Acesso universal servios de energia moderna.Gerenciamento de oceanos. 22. Dados da UNESCO para se produzir 1kg de alimento.Milho 0,45 mil litros a 1,1 mil litros de gua.Feijo 1,5 mil litros a 2,3 mil litros de gua.Banana 500 litros de gua.Boi confinado 20 mil litros de gua.Frango 4 mil litros de gua. 23. Animal Rural7% 3%Industrial 18%Irrigao 46%Urbano 26% 24. Durante as estaes chuvosas, aumentam no Brasil as campanhas de preveno dengue, que tm como objetivo a reduo da proliferao do mosquito Aedesaegypti, transmissor do vrus da dengue. Que proposta preventiva poderia serefetivada para diminuir a reproduo desse mosquito?a) Colocao de telas nas portas e janelas, pois o mosquito necessita de ambientes cobertos e fechados para a sua reproduo.b) Substituio das casas de barro por casas de alvenaria, haja vista que o mosquito se reproduz na parede das casas de barro.c) Remoo dos recipientes que possam acumular gua, porque as larvas do mosquito se desenvolvem nesse meio.d) Higienizao adequada de alimentos, visto que as larvas do mosquito se desenvolvem nesse tipo de substrato.e) Colocao de filtros de gua nas casas, visto que a reproduo do mosquito acontece em guas contaminadas. 25. Certas espcies de algas so capazes de absorver rapidamente compostos inorgnicospresentes na gua, acumulando-os durante seu crescimento. Essa capacidade fez com que sepensasse em us-las como biofiltros para limpeza de ambientes aquticoscontaminados, removendo, por exemplo, nitrognio e fsforo de resduos orgnicos e metaispesados provenientes de rejeitos industriais lanados nas guas. Na tcnica do cultivointegrado, animais e algas crescem de forma associada, promovendo um maior equilbrioecolgico. SORIANO, E. M. Filtros vivos para limpar a gua. Revista Cincia Hoje. V. 37, n 219, 2005 (adaptado).A utilizao da tcnica do cultivo integrado de animais e algas representa uma propostafavorvel a um ecossistema mais equilibrado porque:a) os animais eliminam metais pesados, que so usados pelas algas para a sntese de biomassa.b) os animais fornecem excretas orgnicos nitrogenados, que so transformados em gs carbnico pelas algas.c) as algas usam os resduos nitrogenados liberados pelos animais e eliminam gs carbnico na fotossntese, usado na respirao aerbica.d) as algas usam os resduos nitrogenados provenientes do metabolismo dos animais e, durante a sntese de compostos orgnicos, liberam oxignio para o ambiente.e) as algas aproveitam os resduos do metabolismo dos animais e, durante a quimiossntese de compostos orgnico

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