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GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO E.E.E.M. ARNULPHO MATTOS PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO TÉCNICO EM ELETROTÉCNICA INTEGRADO AO ENSINO MÉDIO Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Eletrotécnica Integrado ao Nível Médio 0

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Nos casos em que a abertura de fissuras seja significativa (w>0,4mm), a penetrao da carbontao acelerada, seguindo a orientao dada pela dureo dfas fendas, para o interior do concreto e ruma s barras da armadura, implantando, inevitavelmente, a

GOVERNO DO ESTADO DO ESPRITO SANTO

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAO

E.E.E.M. ARNULPHO MATTOS

PROJETO PEDAGGICO DO CURSO

TCNICO EM ELETROTCNICA

INTEGRADO AO ENSINO MDIO

2016

SUMRIO1 IDENTIFICAO DO CURSO2INFORMAES DA ESCOLA2INFORMAES DO CURSO22 JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS32.1 OBJETIVO GERAL62.2 OBJETIVOS ESPECFICOS63 REQUISITOS E FORMA DE ACESSO74 PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSO75 ORGANIZAO CURRICULAR75.1 EMENTAS DAS DISCIPLINAS11LINGUAGENS, CDIGOS E TECNOLOGIAS:11CINCIAS DA NATUREZA E SUAS TECNOLOGIAS21REA DA MATEMTICA:33CINCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS37PARTE DIVERSIFICADA57DISCIPLINAS ESPECFICAS DO CURSO TCNICO EM ELETROTCNICA656 CRITRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTO E EXPERINCIAS ANTERIORES927 CRITRIOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIAO927.1 PROMOO937.2 RECUPERAO948 BIBLIOTECA, INSTALAES E EQUIPAMENTOS958.1 ACERVO BIBLIOGRFICO959 PERFIL DO PESSOAL DOCENTE E TCNICO1049.1 QUADRO DO CORPO TCNICO-ADMINISTRATIVO1049.2 QUADRO DEMONSTRATIVO DO CORPO DOCENTE10510 CERTIFICADOS E DIPLOMAS A SEREM EMITIDOS106

IDENTIFICAO DO CURSOINFORMAES DA ESCOLA

CNPJ: 02.288.671/0001-25

RAZO SOCIAL: Escola Estadual Ensino Mdio Arnulpho Mattos

ESFERA ADMINISTRATIVA: Governo do Estado do Esprito Santo

ENDEREO: Rua Presidente Nereu Ramos, s/n, Bairro Repblica

MUNICPIO: Vitoria ES - CEP: 29070-120

TELEFONE: 27 3327-0449

E-MAIL: [email protected]

HORRIO DE FUNCIONAMENTO DOS TURNOS:

Matutino: 7:00 h s 12:00 h; Vespertino: 13:00 h s 18:00 h; Noturno: Ensino Mdio Integrado: 18:30 h s 22:20 h. Subsequente: 19:30 s 22:20.

INFORMAES DO CURSO

CURSO TCNICO EM ELETROTCNICA INTEGRADO AO ENSINO MDIO

EIXO TECNOLGICO: Controle e Processos Industriais

TOTAL DE VAGAS ANUAIS: DIURNO:160 vagas anuais-NOTURNO:40 VAGAS

NMERO DE TURMAS: 05 turmas

TURNO DE FUNCIONAMENTO DAS TURMAS: Diurno e Noturno

CARGA HORRIA TOTAL DO CURSO: Diurno 3.882 h

SRIES:

DIURNO

Projeto Integrador

1 ano

Carga Horria: 1283h

100h

2 ano

Carga Horria: 1282h

100h

3 ano

Carga Horria: 917h

200h

SUB TOTAL

3.482h

400h

TOTAL

3882h

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

As transformaes ocorridas

no sculo XX constituram complexo cenrio, legado por essa civilizao ocidental, calcada pela racionalidade tcnico-cientfica. A tcnica foi o principal instrumento utilizado pelo homem no relacionamento consigo mesmo, com a natureza e com a sociedade, explorando-os exausto, para consolidar este modelo de desenvolvimento.

Lobino (2002) cita Sachs (1993), afirmando que este modelo de desenvolvimento tragicamente subdesenvolvido, pois ele predatrio e excludente, onde (um quarto) da populao planetria consome mais de 80% dos bens e mercadorias produzidas por todos os trabalhadores do planeta. Segundo este pesquisador, os pases centrais consomem cerca de 80% do ferro e ao, 87% dos produtos qumicos e 92% dos automveis produzidos.

Como consequncia, os pases desenvolvidos so responsveis pela maioria das ameaas planetrias, como o efeito estufa, mudanas climticas, lixo atmico, etc. A excessiva produo, consumo e descarte, alm de esgotar a natureza e as fontes energticas, potencializam o desenvolvimento e a desertificao, comprometendo toda a biodiversidade. Isto sem falar no desequilbrio natural por que passa todo o planeta com substncias e elementos nocivos aos diversos ecossistemas, provocando danos a toda espcie viva.

Observa-se que este modelo e desenvolvimento so tambm concentradores e excludentes, contribui para a dependncia dos pases perifricos aos centrais, aumentando a subservincia, a misria e a violncia. Em nosso pas esta dupla explorao est ligada o colonialismo histrico predatrio. Este comea com a explorao do pau-brasil, passando pela monocultura do acar, pelo ciclo da minerao, instalao das transnacionais, imposio das leis das patentes, pela questo da Amaznia, pelas reformas polticas e econmico-administrativas de Estado e em especial pelas Reformas Educacionais para atender este modelo de desenvolvimento.

Na 2 metade do sculo XX, segundo Saviani (1994), a educao passa a ser vista no mais como ornamental, ou seja, tendncia dominante de situ-la no mbito do trabalho no-trabalho (carter improdutivo) da educao, mas como algo decisivo para o desenvolvimento econmico. Esta concepo foi fortalecida com o advento da teoria do capital humano, que considera a educao funcional ao sistema capitalista, no somente ideologicamente, mas tambm economicamente, enquanto qualificao da mo-de-obra (fora de trabalho).

No Brasil, em funo da heterogeneidade de oferta existem poucas informaes precisas sobre formao para o trabalho. Historicamente, existiam as escolas tcnicas federais e estaduais, coexistindo os programas do ministrio do trabalho, das secretarias estaduais e municipais para gerao de emprego e renda, o Sistema S como o SENAI, SENAC, SESI, SENAR e SEBRAE, assim como um sem nmero de cursos particulares de curta durao, inclusive distncia, alm de treinamento em servios oferecidos pelas empresas para seus funcionrios.

Constata-se que a alta qualidade de ensino ofertada pela rede pblica federal, est associada a um elevado custo de instalao e manuteno, inviabilizando sua expanso para atender demanda do jovem que procura a formao profissional. Desta forma, est restrita oferta, instalou-se o seletivo sistema, tendendo a favorecer alunos de maior renda e melhor nvel de escolarizao, contribuindo para a excluso social dos jovens trabalhadores que mais necessitam dessa formao.

A complexidade do Ensino Mdio se agrava por vrios motivos e situaes: o acesso restrito, a necessidade de ingressar e se inserir, cada vez mais cedo, na vida produtiva e a precariedade deste nvel de ensino, em especial, de jovens trabalhadores em ensino noturno.

Diante desse quadro a EEEM Arnulpho Mattos prope o presente documento que trata do Projeto Pedaggico do curso tcnico em Eletrotcnica integrado ao Ensino Mdio no eixo de Controle e Processos Industriais. Este projeto est fundamentado nas bases legais e nos princpios norteadores explicitados na LDB N 9394/96 e no conjunto de leis, decretos, pareceres e referenciais curriculares que normatizam a Educao Profissional e o Ensino Mdio no sistema educacional brasileiro e tambm nos documentos que versam sobre a integralizao destes dois nveis que tm como pressupostos a formao integral do profissional-cidado.

Esto presentes tambm, como marco orientador dessa proposta, as decises institucionais traduzidas nos objetivos da educao como uma prtica social, os quais se materializam na funo de promover educao cientfico-tecnolgico humanstica visando formao integral do profissional, como cidado crtico reflexivo, compe-tente tcnica e eticamente e comprometido efetivamente com as transformaes sociais, polticas e culturais e em condies de atuar no mundo do trabalho na perspectiva da edificao de uma sociedade mais justa e igualitria.

O grande desafio a ser enfrentado na busca de cumprir essa funo o formar profissionais que sejam capazes de lidar com a rapidez da produo dos conhecimentos cientficos e tecnolgicos e de sua transferncia e aplicao na sociedade em geral e no mundo do trabalho, em particular.

Diante dessa constatao, a possibilidade de formar pessoas capazes de lidar com o avano da cincia e da tecnologia e dele participarem de forma proativa deve atender a trs premissas bsicas: formao cientfico-tecnolgico-humanstica slida, flexibilidade para as mudanas e educao continuada.

Alm disso, a realidade atual, dado aos avanos cientficos e de novas tecnologias aplicadas ao processo produtivo, apresenta-se de forma dinmica e complexa. Nessa perspectiva, o estado do Esprito Santo est redirecionando sua prtica educativa para a adequao ao novo contexto, que visa o desenvolvimento de conhecimentos e atitudes que auxiliem as exigncias presentes hoje na sociedade. Condio bsica para favorecer as convivncias sociais responsveis, crticas, humanizadoras e ao mesmo tempo, que favorea ao engajamento no mundo do trabalho.

Diante desse contexto, o tcnico em Eletrotcnica encontra espao privilegiado no mundo do trabalho, principalmente na indstria e empresas de prestao de servios, por se tratar de um profissional importante para o funcionamento desses setores da economia.

O Decreto Federal N. 2.208/97 imps um conjunto de reformas educao profissional no pas, sendo a principal delas a separao estrutural entre o Ensino Mdio e o tcnico-profissionalizante. O governo do estado do Esprito Santo, em 1999, suspendeu a oferta desta modalidade de ensino. Desde ento, a Arnulpho Mattos passou a ofertar somente o Ensino Mdio, apesar da grande e crescente demanda local pelo ensino profissionalizante.

Em 2004, foi editado o Decreto Federal N. 5.154/2004, de 23/07/2004, que possibilitou a oferta do Ensino Mdio Integrado Educao Profissional. A EEEM Arnulpho Mattos foi pioneira em ofertar a modalidade de Ensino Mdio Integrado no Estado do Esprito Santo. Os cursos seguem os pressupostos terico-metodolgicos, sob a gide da legislao vigente, no mais na lgica tecnicista, mas calcada na perspectiva de desenvolvimento sustentvel. Este cenrio demanda uma dupla articulao com a educao bsica e com as polticas de gerao de emprego e renda. A expectativa social mais ampla de que se possa avanar na afirmao da escola bsica unitria; portanto no dualista que articule cultura e democracia efetivas.

De acordo com o Decreto N. 5 154/04, Art. 4, 1 inciso I o curso de Ensino Mdio Integrado Educao Profissional Tcnica de nvel mdio dever ser oferecido somente a quem j tenha concludo o Ensino Fundamental e ser planejado de modo a conduzir o aluno habilitao profissional tcnica de nvel mdio, na mesma instituio de ensino, contando com matrcula nica para cada aluno. Na implantao a instituio dever assegurar, simultaneamente, o cumprimento das finalidades estabelecidas para formao geral e as condies de preparao para o exerccio de profisses tcnicas.

OBJETIVO GERAL

Formar profissionais-cidados tcnicos de nvel mdio em Eletrotcnica, com competncia tcnica, tica e politicamente, com elevado grau de responsabilidade social. E que contemple um novo perfil para saber, saber fazer e gerenciar, no setor industrial e de prestao de servios, atividades relacionadas operao e manuteno de mquinas, equipamentos e instalaes industriais e na fabricao de componentes Eletroeletrnicos.

OBJETIVOS ESPECFICOS

Formar tcnicos de nvel mdio em Eletrotcnica aptos a:

dominar os princpios bsicos que norteiam o eletroeletrnico, articulando esses conhecimentos com as normas tcnicas afins segurana do trabalho, sade e ao meio ambiente;

operar equipamentos eletroeletrnicos;

realizar medies eletroeletrnicas em instalaes eltricas, utilizando corretamente os equipamentos;

utilizar equipamentos e materiais eletroeletrnicos na execuo e manuteno de instalaes e equipamentos, aplicando corretamente manuais e catlogos;

planejar, executar e gerenciar a manuteno de instalaes e equipamentos eletroeletrnicos.

REQUISITOS E FORMA DE ACESSO

A forma de acesso ao curso Tcnico em Eletrotcnica Integrado ao Ensino Mdio da EEEM Arnulpho Mattos, dar-se- atravs de encaminhamento dos alunos que concluram o Ensino Fundamental, pela Secretaria de Estado da Educao.

Para ingressar no curso necessrio que o estudante tenha concludo o Ensino Fundamental ou equivalente, sempre em observncia finalidade da Educao Bsica (LDB, artigo22) que de desenvolver o educando, assegurar-lhe a formao indispensvel para o exerccio da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores.

PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSO

Ao final do Curso, o profissional ser capaz de interpretar, coordenar e executar projetos eltricos industriais, especificar e instalar mquinas e equipamentos eltricos. Planejar a instalao industrial, buscando a sua eficincia energtica com conscincia ambiental; desenvolver e executar projetos de circuitos e sistemas eletrnicos de aplicao industrial; desenvolver e executar projetos de integrao de componentes e sistemas de automao de processos industriais, efetuar diagnsticos de eficincia energtica da instalao industrial, propondo melhoria no uso da energia, sendo capaz de:

Coordenar e desenvolver equipes de trabalho que atuam na instalao, na produo e na manuteno, aplicando mtodos e tcnicas de gesto administrativa e de pessoas.

Elaborar projetos, leiautes, diagramas e esquemas correlacionando os com as normas tcnicas e com princpios cientficos e tecnolgicos.

Desenvolver projetos de manuteno de instalaes e de sistemas industriais, caracterizados e determinando aplicaes de matrias, acessrios, dispositivos, instrumentos, equipamentos e mquinas.

Projetar melhorias nos sistemas convencionais de produo, instalao e manuteno propondo incorporao de novas tecnologias.

Coordenar atividades de utilizao e conservao de energia, propondo a racionalizao de uso e de fontes alternativas.

ORGANIZAO CURRICULAR

O curso Tcnico de em Eletrotcnica integrado ao Ensino Mdio est fundamentado nas determinaes legais presentes nos Parmetros Curriculares do Ensino Mdio, nas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Mdio e a Educao Profissional de Nvel Tcnico, nos Referenciais Curriculares Nacionais da Educao Profissional de Nvel Tcnico e no Decreto n. 5.154/2004.

A organizao do curso est estruturada na Matriz Curricular, atravs de:

Uma Base Nacional Comum que integra disciplinas das trs reas de conhecimentos do Ensino Mdio (Linguagens e Cdigos e suas Tecnologias; Cincias Humanas e suas Tecnologias, Matemtica e Cincias da Natureza e suas Tecnologias);

Uma Parte Diversificada, que integra disciplinas voltadas para uma maior compreenso das relaes existentes no mundo do trabalho e para uma articulao entre esse e os conhecimentos acadmicos; e

Formao Profissional que integra disciplinas especficas no eixo tecnolgico de Controle e Processos Industriais.

O Curso Tcnico em Eletrotcnica Integrado ao Ensino Mdio realizado em sries anuais, com durao de trs anos. As trs sries esto organizadas com disciplinas da Base Nacional Comum, Parte Diversificada e Formao Profissional Especfica, sendo que a prtica profissional est permeada em todo o curso com concepo de articular teoria e prtica na formao do profissional. Ademais, como forma de inserir o aluno no mundo do trabalho e propiciar uma vivncia mais consistente na rea, optou-se tambm pela orientao aos alunos quanto a realizarem estgios em empresas inerentes ao curso de Eletrotcnica para aprofundar os conhecimentos dos contedos ministrados.

CURSO TCNICO ELETROTCNICA INTEGRADO AO ENSINO MDIO

EIXO TECNOLGICO: Controle e Processos Industriais

Rua Presidente Nereu Ramos, S/N - Tel. (27)3327 0449 3227 1551

Bairro Repblica CEP. 29.070 160 Vitria E.S.

Educao Profissional Tcnica Integrada ao Ensino Mdio DIURNO

Habilitao em Eletrotcnica

Ano letivo: 40 semanas

REAS DE CONHECIMENTO

COMPONENTES CURRICULARES

2017

2018

2019

Total

TOTAL

1 Srie

2 Srie

3 Srie

Horas

Aulas

A/S

CH

A/S

CH

A/S

CH

LINGUAGENS, CDIGOS E SUASTECNOLOGIAS

Lngua Portuguesa

4

147

2

73

2

73

293

320

Arte

2

73

-

-

-

-

73

80

Educao Fsica

1

37

1

37

1

37

111

120

SUBTOTAL

7

257

3

110

3

110

477

520

CINCIAS DANATUREZA, ETECNOLOGIAS

Fsica

2

73

2

73

2

73

219

240

Qumica

2

73

2

73

2

73

219

240

Biologia

2

73

2

73

2

73

219

240

SUBTOTAL

6

219

6

219

6

219

657

720

MATEMTICA

Matemtica

4

147

3

110

2

73

330

360

SUBTOTAL

4

147

3

110

2

73

330

360

CINCIAS HUMANAS E SUASTECNOLOGIAS

Histria

2

73

2

73

1

37

183

200

Geografia

2

73

2

73

1

37

183

200

Filosofia

1

37

1

37

1

37

111

120

Sociologia

1

37

1

37

1

37

111

120

SUBTOTAL

6

220

6

220

4

148

588

640

TOTAL

23

843

18

659

15

550

2052

2240

PARTEDIVERSIFICADA

Ingls

-

-

1

37

1

37

74

80

Espanhol

-

-

1

37

1

37

74

80

Informtica

1

37

-

-

-

-

37

40

Empreendedorismo

-

-

-

-

1

37

37

40

SUBTOTAL

1

37

2

74

3

111

222

240

TOTAL

24

880

20

733

18

661

2274

2480

Introduo ao Projeto Integrador

1

37

-

-

-

-

37

40

Desenho Tcnico-CAD para Eletrotcnica

2

73

-

-

-

-

73

80

Instalaes Eltricas Prediais

2

73

-

-

-

-

73

80

Eletricidade Bsica Regime CC

3

110

-

-

-

-

110

120

Iniciao a Prtica Profissional

3

110

-

-

-

-

110

120

Eletricidade Bsica Regime CA

-

-

2

73

-

-

73

80

Projetos Eltricos Prediais

-

-

2

73

-

-

73

80

Projetos Eltricos Industriais

-

-

3

110

-

-

110

120

Mquinas Eltricas

-

-

3

110

-

-

110

120

Eletrnica Analgica

-

-

3

110

-

-

110

120

Comandos Eltricos

-

-

2

73

-

-

73

80

Eletrnica Digital

-

-

-

-

2

73

73

80

Eletrnica de Potncia

-

-

-

-

2

73

73

80

Automao Eltrica

-

-

-

2

73

73

80

Planejamento e Controle da Manuteno

-

-

1

37

37

40

SUBTOTAL

12

403

15

549

7

2566

1208

1360

TOTAL

35

1283

35

1282

25

917

3482

3800

PROJETO INTEGRADOR

-

100

-

100

-

200

400

400

TOTAL GERAL

35

1383

35

1382

25

1117

3882

4200

Observao: A matriz curricular foi elaborada considerando as horas (coluna Total Horas) que sero trabalhadas em relao as aulas que sero efetivadas (coluna Total aulas).

EMENTAS DAS DISCIPLINAS Linguagens, cdigos e tecnologias:Lngua Portuguesa 1 Srie

1-LNGUA PORTUGUESA

Srie

1 SRIE

rea de Conhecimento

Linguagens e cdigos e suas tecnologias

Carga Horria Anual

DIURNO: 147h

160 aulas

OBJETIVO: Compreender, analisar o contedo de diferentes modalidades textuais.

Compreender e interpretar textos histricos e literrios.

EMENTA: Reforma ortogrfica; Nveis de linguagem; Leitura e interpretao de textos diversos; Composio textual; Gneros textuais; Teoria Literria; Conceito de literatura; Gneros Literrios; Trovadorismo; Literatura de informao; Funes da linguagem; Literatura de informao classicismo Barroco; Processos de formao estruturas de palavras; Intertextualidade; Narrao.

COMPETNCIAS

HABILIDADES

BASES TECNOLGICAS

Compreender, analisar o contedo de diferentes modalidades textuais. Compreender e interpretar textos histricos e literrios.

Compreender a lngua portuguesa como um sistema simblico e meio de expresso, informao e comunicao nas relaes interpessoais.

Respeitar a diversidade lingustica reconhecendo-a como legtimo e reflexo da diversidade cultural brasileira.

Compreender a lngua portuguesa como instrumento para confrontar opinies e pontos de vista sobre as diferentes manifestaes da linguagem verbal.

Desenvolver tcnicas de documentao escrita, baseando-se em metodologia cientfica;

Desenvolver e compreender tcnicas de apresentao oral;

Desenvolver tcnicas de articulao;

Disseminar informaes, inclusive com recursos computacionais.

Pesquisar em diversas fontes inclusive na internet.

Utilizar tcnicas de apresentao, inclusive em meio eletrnico.

Utilizar tcnicas de argumentao.

Usar a lngua portuguesa como geradora de significao e integradora da organizao de mundo e da prpria identidade.

Aplicar os recursos expressivos das linguagens, relacionando textos, mediante a natureza, funo, organizao, estrutura das manifestaes, de acordo com as condies de produo e recepo.

Recuperar pelo estudo dos textos o imaginrio coletivo, o patrimnio cultural e as formas temas preservados, no tempo e no espao.

Elaborar atas de reunio, inclusive utilizando recursos computacionais.

Elaborar documentao tcnica.

Elaborar relatrio tcnico, inclusive por meio eletrnico.

Elaborar textos, inclusive tcnicos.

Interpretar textos, inclusive tcnicos.

Comunicar-se oralmente em diversos nveis hierrquicos.

Comunicar-se por escrito em diversos nveis hierrquicos, inclusive por meio eletrnico.

1 trimestre

-Linguagem, comunicao e interao:

Concepo de linguagem, Lngua, Signo e Fala;

Elementos da comunicao;

Funes da Linguagem;

Linguagem denotativa e conotativa;

Variedades Lingusticas;

Origem da Lngua Portuguesa;

-Literatura e Leitura:

Teoria Literria;

Texto Literrio.

Textos Tcnicos.

Relatrio tcnico: estrutura; tipos.

Internet: pesquisa; comunicao.

Editor de texto: digitao de textos; inseres; formatao; impresso de arquivos.

2 trimestre:

-Gramtica e Estudo da Lngua:

Classes de palavras: Substantivo, adjetivo, locuo adjetiva e artigo.

-Literatura:

Trovadorismo, Humanismo e Quinhentismo;

Grafite e hip-hop;

-Gneros Textuais:

Crnica, Notcia, relatrio e charge.

Tcnicas de apresentao: estruturao; gerenciamento de tempo; ferramentas de multimdia.

Slide: regras de estruturao; insero de figuras e arquivos; formatao.

3trimestre:

-Gramtica e estudo da Lngua:

Processos de formao de palavras;

Fontica e Fonologia;

Numerais e Pronomes.

Literatura:

Renascimento e Barroco.

-Gneros Textuais:

Artigo de opinio;

Carta de Leitor.

Oratria.

Apresentao grfica de dados: tabelas; Grficos; Histograma.

Metodologia de Ensino:

Aula expositiva dialogada; leituras dirigidas; atividades individuais e/ou em grupo; seminrios; debates; discusso e exerccios com o auxlio das diversas tecnologias da comunicao e da informao; Projetos; Utilizao de: textos tericos impressos produzidos e/ou adaptados pela equipe; exerccios impressos e textos produzidos pelos alunos.

Avaliao:

A avaliao ser contnua e processual por meio de atividades orais e escritas, como a produo de textos individuais e/ou em grupo, seminrios e apresentaes orais em sala, provas escritas, dirio de leitura, projeto de pesquisa.

Bibliografia Bsica:

BRASIL. Presidncia da Repblica. Manual de redao da Pres. da Repblica. 2.ed. Braslia, 2002.

FIORIN. J. L., SAVIOLI, F. P. Lies e Textos: Leitura e Redao. So Paulo: tica, 1998.

GRANATIC. B. Tcnicas Bsicas de Redao. So Paulo: Scipione, 1997.

INFANTE, U. Textos: Leituras e Escritas. So Paulo: Scipione, 2000.

INFANTE, Ulisses. Curso de gramtica aplicada aos textos. So Paulo: Scipione, 1995.

MACHADO. S. M., VIANA. A. C., CARDOSO. D. P., VALENCA. A. Roteiro de Redao: Lendo e Argumentando. So Paulo: Ed. Scipione, 1998.

MEDEIROS, Joo Bosco. Correspondncia: tcnicas de comunicao criativa. 15 Ed. So Paulo: Atlas, 2002.

SETTE GRAA, STARLING, ROZRIO,TRAVALHA. MRCIA. Linguagens em conexo. .Leya, 1edio, 2013.

Bibliografia Complementar:

MEDEIROS, Joo Bosco. Redao empresarial. 3. ed. So Paulo: Atlas, 2001.

SARMENTO, Leila Laura, TUFANO, Douglas. Portugus: literatura, gramtica e produo de texto. So Paulo: Moderna, 2004.

Universidade Federal do Espirito Santo. Biblioteca Central. Guia para normalizao de referncias NBR. 6023. 6. Ed. ver. ampl. Vitoria, 2002.

Universidade Federal do Espirito Santo. Biblioteca Central. Normalizao e apresentao de Trabalho.

Lngua Portuguesa 2 Srie

2-LNGUA PORTUGUESA

Srie

2 SRIE

rea de Conhecimento

Linguagens e cdigos e suas tecnologias

Carga Horria Anual

DIURNO: 73h

OBJETIVO: Utilizar a lngua de forma competente em diversas situaes de comunicao. Compreender as funes sociais do texto. Reproduzir textos lidos, por meio de operao intertextual.

EMENTA: Classes Gramaticais; Leitura e Interpretao de textos diversos; Normas para elaborao de trabalhos acadmicos; Leitura: o romantismo. Romantismo (prosa); Coerncia e coeses textuais; Classes gramticas; Gneros textuais; Reviso das Classes Gramaticais; tipos textuais (dissertaes e argumentaes); Argumentao e produo de sentido; Literatura; O pr-modernismo; Modernismo; Tropicalismo; Poesia concreta; Regncia e concordncia; Dissertao; Narrao; Argumentao; Realismo; Naturalismo; Parnasianismo; Advrbios; Verbos; Preposio; Conjuno; A mulher em linguagem.

COMPETNCIAS

HABILIDADES

BASES TECNOLGICAS

Inferir significados possveis no texto. Informaes constantes no texto com conhecimentos j adquiridos, identificando situaes de ironia, critica, ambiguidade, pardia, parfrase e plgio.

Reconhecer as caractersticas prprias de tipos textuais diferentes.

Avaliar a propriedade de recursos lexicais, sintticos e semnticos.

Relacionar, na anlise de texto, informaes de ilustraes, fotos, grficos, tabelas e esquemas.

Avaliar a adequao de determinados registros em diferentes situaes de uso da lngua.

Avaliar os efeitos de sentido consequentes do uso da pontuao.

Utilizar a lngua de forma competente em diversas situaes de comunicao.

Compreender as funes sociais do texto. Reproduzir textos lidos, por meio de operao intertextual.

Comparar tratamento diferenciado dado a determinado tema, em textos diferentes.

Identificar linguagem verbal e no verbal.

Identificar, a partir do tratamento temtico e formal, a insero do texto contexto histrico e social.

Reconhecer recursos prosdicos frequentes no texto potico (ritma, ritmo, assonncia, aliterao etc.);

Reconhecer marcas de oralidade no texto escrito;

Comparar a linguagem oral linguagem escrita, identificando as especificidades de cada modalidade.

Identificar as marcas decorrentes de diferenas de contextos de produo de um texto e diferenas de estilo pessoal ou conforme classe, sexo, nvel de escolaridade.

1 trimestre

-Ortografia- O novo acordo Ortogrfico

-Gramtica e estudo da Lngua:

Frase, orao e Perodo;

Polissemia, homonmia, paronmia, sinonmia e antonmia;

Funes do Substantivo; Adjetivo, Verbo e locuo verbal.

-Literatura:

Arcadismo;

Romantismo (prosa e poesia);

-Gneros Textuais:

Intertextualidade, pardia, descrio, narrao.

2 trimestre

-Gramtica e Estudo da Lngua:

Preposio, interjeio, conjunes, advrbio.

Verbo e vozes verbais, Adjunto Adverbial, Colocao pronominal.

- Literatura e Texto Literrio

Realismo/Naturalismo.

-Gneros Textuais:

Reportagem, notcia e Seminrio.

3 trimestre

-Gramtica:

Termos essenciais da orao, Aposto e Vocativo.

-Gneros Textuais:

Carta aberta, Resenha crtica e no-crtica

-Lngua Portuguesa Instrumental*

Observaes:

* Dos contedos que sero desenvolvidos nos 1, 2 e 3 Trimestres desta srie, dar maior nfase queles que fomentem o desenvolvimento das Competncias e Habilidades das disciplinas tcnicas.

Metodologia de Ensino:

Aula expositiva dialogada; leituras dirigidas; atividades individuais e/ou em grupo; seminrios; debates; discusso e exerccios com o auxlio das diversas tecnologias da comunicao e da informao; Projetos; Utilizao de: textos tericos impressos produzidos e/ou adaptados pela equipe; exerccios impressos e textos produzidos pelos alunos.

Avaliao:

A avaliao ser contnua e processual por meio de atividades orais e escritas, como a produo de textos individuais e/ou em grupo, seminrios e apresentaes orais em sala, provas escritas, dirio de leitura, projeto de pesquisa.

Bibliografia Bsica:

BRASIL. Presidncia da Repblica. Manual de redao da Pres. da Repblica. 2.ed. Braslia, 2002.

FIORIN. J. L., SAVIOLI, F. P. Lies e Textos: Leitura e Redao. So Paulo: tica, 1998.

GRANATIC. B. Tcnicas Bsicas de Redao. So Paulo: Scipione, 1997.

INFANTE, U. Textos: Leituras e Escritas. So Paulo: Scipione, 2000.

INFANTE, Ulisses. Curso de gramtica aplicada aos textos. So Paulo: Scipione, 1995.

MACHADO. S. M., VIANA. A. C., CARDOSO. D. P., VALENCA. A. Roteiro de Redao: Lendo e Argumentando. So Paulo: Ed. Scipione, 1998.

MEDEIROS, Joo Bosco. Correspondncia: tcnicas de comunicao criativa. 15 Ed. So Paulo: Atlas, 2002.

SETTE GRAA, STARLING, ROZRIO,TRAVALHA. MRCIA. Linguagens em conexo. .Leya, 1edio, 2013.

Bibliografia Complementar:

MEDEIROS, Joo Bosco. Redao empresarial. 3. ed. So Paulo: Atlas, 2001.

SARMENTO, Leila Laura, TUFANO, Douglas. Portugus: literatura, gramtica e produo de texto. So Paulo: Moderna, 2004.

Universidade Federal do Espirito Santo. Biblioteca Central. Guia para normalizao de referncias NBR. 6023. 6. Ed. ver. ampl. Vitoria, 2002.

Universidade Federal do Espirito Santo. Biblioteca Central. Normalizao e apresentao de Trabalho.

Lngua Portuguesa 3 Srie

3-LNGUA PORTUGUESA

Srie

3 SRIE

rea de Conhecimento

Linguagens e cdigos e suas tecnologias

Carga Horria Anual

DIURNO: 73h

OBJETIVO: Ler e escrever com proficincia. Estabelecer relaes entre textos literrios e seus distintos contextos, interferindo escolha de termos, gneros e outros recursos.

EMENTA: Reforma ortogrfica; Comunicao e redao (funes e nveis de linguagem denotao e conotao); Regncia verbal e nominal; Concordncia verbal e nominal. Crase. Literatura Capixaba; O cinema novo e o cinema de Glauber Rocha; Literatura Capixaba e outros; Literatura feminista e feminina; dissertao.

COMPETNCIAS

HABILIDADES

BASES TECNOLGICAS

Estabelecer relaes entre textos literrios e seus distintos contextos, interferindo escolha de termos, gneros e outros

recursos.

Ler e escrever com proficincia diversos tipos de textos.

1 trimestre

-Gramtica:

Perodos simples e compostos;

-Literatura:

Simbolismo, Pr-Modernismo, Vanguardas europeias.

-Gneros Textuais:

Biografia e autobiografia, edital. Gramtica:

-Concordncia verbal e nominal, crase.

2 trimestre:

-Literatura:

Modernismo(1e 2geraes).

Gneros Textuais:

Debate, mesa-redonda.

Gramtica:

Pontuao;

Regncia verbal e nominal.

3 trimestre

Literatura:

3gerao do Modernismo

Gneros Textuais:

Dissertao, descrio. Comunicao: processo; nveis de fala.

Tcnica de inteleco de texto: anlise textual temtica interpretativa.

Pargrafo: estrutura interna; unidade interna; tipos.

Descrio: objeto; processo; ambiente.

Dissertao: estrutura; argumentao.

-Coeso e Coerncia;

-Literatura contempornea, Concretismo;

-Leitura e produo textual. Autores e Obras capixabas;

Observaes:

Cinema novo e teatro

* Dos contedos que sero desenvolvidos nos 1, 2 e 3 Trimestres desta srie, dar maior nfase queles que fomentem o desenvolvimento das Competncias e Habilidades das disciplinas tcnicas

Metodologia de Ensino:

Aula expositiva dialogada; leituras dirigidas; atividades individuais e/ou em grupo; seminrios; debates; discusso e exerccios com o auxlio das diversas tecnologias da comunicao e da informao; Projetos; Utilizao de: textos tericos impressos produzidos e/ou adaptados pela equipe; exerccios impressos e textos produzidos pelos alunos.

Avaliao:

A avaliao ser contnua e processual por meio de atividades orais e escritas, como a produo de textos individuais e/ou em grupo, seminrios e apresentaes orais em sala, provas escritas, dirio de leitura, projeto de pesquisa.

Bibliografia Bsica:

BRASIL. Presidncia da Repblica. Manual de redao da Pres. Da Repblica. 2.ed. Braslia, 2002.

FIORIN. J. L., SAVIOLI, F. P. Lies e Textos: Leitura e Redao. So Paulo: tica, 1998.

GRANATIC. B. Tcnicas Bsicas de Redao. So Paulo: Scipione, 1997.

INFANTE, U. Textos: Leituras e Escritas. So Paulo: Scipione, 2000.

INFANTE, Ulisses. Curso de gramtica aplicada aos textos. So Paulo: Scipione, 1995.

MACHADO. S. M., VIANA. A. C., CARDOSO. D. P., VALENCA. A. Roteiro de Redao: Lendo e Argumentando. So Paulo: Ed. Scipione, 1998.

MEDEIROS, Joo Bosco. Correspondncia: tcnicas de comunicao criativa. 15 Ed. So Paulo: Atlas, 2002.

SETTE GRAA, STARLING, ROZRIO,TRAVALHA. MRCIA. Linguagens em conexo. .Leya, 1edio, 2013.

Bibliografia Complementar:

MEDEIROS, Joo Bosco. Redao empresarial. 3. Ed. So Paulo: Atlas, 2001.

SARMENTO, Leila Laura, TUFANO, Douglas. Portugus: literatura, gramtica e produo de texto. So Paulo: Moderna, 2004.

Universidade Federal do Espirito Santo. Biblioteca Central. Guia para normalizao de referncias NBR. 6023. 6. Ed. Ver. Ampl. Vitoria, 2002.

Universidade Federal do Espirito Santo. Biblioteca Central. Normalizao e apresentao de Trabalho.

Arte 1 Srie

4-ARTE

Srie

1 SRIE -

rea do Conhecimento

Linguagens e cdigos e suas tecnologias

Carga Horria Anual

DIURNO: 73h

OBJETIVO: Identificar os elementos formadores da Arte. Compreender, experimentar e ressignificar a arte como linguagem. Conhecer os contedos da arte e das manifestaes culturais. Experimentar vivncias em produes pessoais e / ou coletivas.

EMENTA

Esttica; Histria da Arte; Figuras Geomtricas Individuais; Figuras Geomtricas em conjunto; A arte e as manifestaes artsticas culturais em diferentes tempos histricos; Produes diversas com as tecnologias; Pintura; Gravura; Desenho; Escultura; Fotografia; Cermica; Emprego da perspectiva em desenhos e trabalhos artsticos; Histria da Arte.

COMPETNCIAS

HABILIDADES

BASES TECNOLGICAS

Conhecer os contedos da arte e das manifestaes culturais.

Compreender, experimentar e ressignificar a arte como linguagem.

Identificar os elementos formadores da Arte.

Experimentar vivncias em produes pessoais e / ou coletivas.

1 trimestre

Esttica orientaes de organizao e apresentao de trabalhos escritos e cartazes.

Histria da Arte Apresentao geral do tema Pr-histria Arte Antiga.

Desenho em perspectiva: Figuras Geomtricas Individuais; Figuras Geomtricas em conjunto: Por dentro da figura geomtrica.

2 trimestre

A arte e as manifestaes artsticas culturais em diferentes tempos histricos. Produes grficas, televisivas, cinematogrficas com as tecnologias. Pintura, gravura, desenho, escultura, fotografia, cermica.

3 trimestre

Emprego da perspectiva em desenhos e trabalhos artsticos.

Histria da Arte: Arte Arte Moderna Releitura de Obras de Arte.

Histria da Arte: Arte Contempornea Arte Brasileira Releitura de Obras de Arte.

Metodologia de Ensino:

Aula expositiva dialogada; leituras dirigidas; atividades individuais e/ou em grupo; seminrios; debates; discusso e exerccios com o auxlio das diversas tecnologias da comunicao e da informao; Projetos; Utilizao de: textos tericos impressos produzidos e/ou adaptados pela equipe; exerccios impressos e textos produzidos pelos alunos.

Avaliao:

A avaliao ser contnua e processual por meio de atividades orais e escritas, como a produo de textos individuais e/ou em grupo, seminrios e apresentaes orais em sala, provas escritas, dirio de leitura, projeto de pesquisa.

Bibliografia Bsica:

1. ARNHEIN, Rudolf. Arte e Percepo Visual. 9 Edio So Paulo Pioneira, 1995.

2. DERDIK, Edith. Formas de Pensar o Desenho. So Paulo: Ed. Scipione, 2004.

3. HARRISON, Hazel. Desenho e pintura. RS: Edelbra.1994.

Bibliografia Complementar:

4. HAYES, Colin. Guia Completo de pintura y dibujo, tcnicas y materiales. Barcelona. H. Blume Ediciones. 1980.

5. KANDINSKY, Wassily. Ponto e linha sobre plano. Lisboa. 12 edio. Edies 70. 1992.

6. OSTROWER, Fayga. Universos da arte. Rio de Janeiro: Elsevier Editora, 2004.

Educao Fsica 1 Srie

5-EDUCAO FSICA

Srie

1 SRIE

rea de Conhecimento

Linguagens e cdigos e suas tecnologias

Carga Horria Anual

DIURNO: 37h

OBJETIVO: Compreender os usos do corpo na sociedade contempornea, reconhecendo as relaes entre lazer e mundo do trabalho.

EMENTA: Relaes do corpo, da sade e do trabalho; Princpios orientadores das ginsticas.

Tcnicas e exerccios; Jogos populares (Handebol); As diferentes prticas corporais na comunidade escolar e em seu entorno; Fatores de adeso e permanncia na atividade fsica, no exerccio fsico e na prtica esportiva; Primeiros Socorros; Atletismo; Manifestao Rtmica; Danas Folclrico-Regionais; Futsal; Alimentao e exerccios fsicos; Jogos recreativos; Exerccios resistidos e aumento de massa muscular: benefcios e riscos sade nas vrias faixas etrias; Exerccio fsico e envelhecimento; Leses decorrentes do exerccio fsico e da prtica esportiva em nveis e condies inadequadas; Uso de anabolizantes.

COMPETNCIAS

HABILIDADES

BASES TECNOLGICAS

Compreender os usos do corpo na sociedade contempornea, reconhecendo as relaes entre lazer e mundo do trabalho.

Reconhecer as manifestaes corporais de movimento como originrias de necessidades cotidianas de um grupo social.

Reconhecer a necessidade de transformao de hbitos corporais em funo das necessidades sinestsicas.

Reconhecer a linguagem corporal como meio de interao social, considerando os limites de desempenho e as alternativas de adaptao para diferentes indivduos.

1 trimestre

Relaes do corpo, da sade e do trabalho; Princpios orientadores das ginsticas.

Tcnicas e exerccios; Jogos populares (Handebol); as diferentes prticas corporais na comunidade escolar e em seu entorno; Fatores de adeso e permanncia na atividade fsica, no exerccio fsico e na prtica esportiva.

2 trimestre

Primeiros Socorros; Atletismo; Manifestao Rtmica; Danas Folclrico-Regionais; Futsal; Alimentao e exerccios fsicos; Jogos recreativos.

3 trimestre

Exerccios resistidos e aumento de massa muscular: benefcios e riscos sade nas vrias faixas etrias; Exerccio fsico e envelhecimento; Leses decorrentes do exerccio fsico e da prtica esportiva em nveis e condies inadequadas; Uso de anabolizantes.

Metodologia de Ensino:

Aula expositiva dialogada; leituras dirigidas; atividades individuais e/ou em grupo; seminrios; debates; discusso e exerccios com o auxlio das diversas tecnologias da comunicao e da informao; Projetos; Utilizao de: textos tericos impressos produzidos e/ou adaptados pela equipe; exerccios impressos e textos produzidos pelos alunos.

Avaliao:

A avaliao ser contnua e processual por meio de atividades orais e escritas, como a produo de textos individuais e/ou em grupo, seminrios e apresentaes orais em sala, provas escritas, dirio de leitura, projeto de pesquisa.

Bibliografia Bsica:

BRACHT, V. Educao Fsica e aprendizagem social. Porto Alegre: Magister, 1992. CASTELLANI FILHO, L. Educao Fsica no Brasil: a histria que no se conta. Campinas: Papirus, 1991. [3] COLETIVO DE AUTORES. Metodologia do ensino da Educao Fsica. So Paulo: Cortez, 1992.

Bibliografia Complementar:

ARCELINO, N. Lazer e educao. Campinas: Papirus, 1987.

DANTAS, E. H; OLIVEIRA, R. J. Exerccio, Maturidade e Qualidade de Vida. Rio de Janeiro: Shape, 2003.

OLIVEIRA, S. A. Reinveno do esporte. Campinas: Autores Associados, 1999.

OLIVEIRA, V. M. Consenso e conflito na Educao Fsica brasileira. Campinas: Papirus, 1994.

Educao Fsica 2 Srie

6-EDUCAO FSICA

Srie

2 SRIE

rea de Conhecimento

Linguagens e cdigos e suas tecnologias

Carga Horria Anual

DIURNO: 37h

OBJETIVO: Contribuir para o desenvolvimento das aptides desportivas e habilidades fsicas, despertando ao mesmo tempo o gosto pela prtica das modalidades programadas, utilizando assim, suas tendncias na formao integral e vida prtica esportiva, e desta forma desenvolver a prtica esportiva no ensino mdio integrado dentro de um carter pedaggico e no tcnico, pois se tratar de atividades com uma massa estudantil heterognea. Despertar o esprito comunitrio, Criatividade e o senso moral e cvico.

EMENTA: Participar da prtica das atividades desportivas, aperfeioando seus conhecimentos;

Aperfeioar as qualidades fsicas, com acompanhamento do desenvolvimento corporal utilizando os exerccios especficos; Hbitos higinicos; Criatividade e o senso moral e cvico; Proporcionar atividades que desenvolvam o esprito de liderana e o companheirismo.

COMPETNCIAS

HABILIDADES

BASES TECNOLGICAS

Compreender os usos do corpo na sociedade contempornea, reconhecendo as relaes entre lazer e mundo do trabalho.

Ter noes bsicas dos fundamentos de cada modalidade programada e conhecer suas regulamentaes, dentro da realidade atual da escola

Reconhecer as manifestaes corporais de movimento como originrias de necessidades cotidianas de um grupo social.

Reconhecer a necessidade de transformao de hbitos corporais em funo das necessidades sinestsicas.

Reconhecer a linguagem corporal como meio de interao social, considerando os limites de desempenho e as alternativas de adaptao para diferentes indivduos.

Proporcionar atividades que desenvolvam o esprito de liderana e o companheirismo.

1 trimestre

Participar da prtica das atividades desportivas, aperfeioando seus conhecimentos;

Aperfeioar as qualidades fsicas, com acompanhamento do desenvolvimento corporal utilizando os exerccios de: resistncia, velocidade, agilidade, fora, coordenao, flexibilidade e equilbrio;

2 trimestre

Ter noes bsicas dos fundamentos de cada modalidade programada e conhecer suas regulamentaes, dentro da realidade atual da escola (instalaes e material disponvel);

Favorecer ao aluno a consolidao dos hbitos higinicos e postural;

3 trimestre

Despertar o esprito comunitrio, a criatividade e o senso moral e cvico;

Proporcionar atividades que desenvolvam o esprito de liderana e o companheirismo.

Metodologia de Ensino:

Aula expositiva dialogada; leituras dirigidas; atividades individuais e/ou em grupo; seminrios; debates; discusso e exerccios com o auxlio das diversas tecnologias da comunicao e da informao; Projetos; Utilizao de: textos tericos impressos produzidos e/ou adaptados pela equipe; exerccios impressos e textos produzidos pelos alunos.

Avaliao:

A avaliao ser contnua e processual por meio de atividades orais e escritas, como a produo de textos individuais e/ou em grupo, seminrios e apresentaes orais em sala, provas escritas, dirio de leitura, projeto de pesquisa.

Bibliografia Bsica:

BRACHT, V. Educao Fsica e aprendizagem social. Porto Alegre: Magister, 1992. CASTELLANI FILHO, L. Educao Fsica no Brasil: a histria que no se conta. Campinas: Papirus, 1991. [3] COLETIVO DE AUTORES. Metodologia do ensino da Educao Fsica. So Paulo: Cortez, 1992.

Bibliografia Complementar:

ARCELINO, N. Lazer e educao. Campinas: Papirus, 1987.

DANTAS, E. H; OLIVEIRA, R. J. Exerccio, Maturidade e Qualidade de Vida. Rio de Janeiro: Shape, 2003.

OLIVEIRA, S. A. Reinveno do esporte. Campinas: Autores Associados, 1999.

OLIVEIRA, V. M. Consenso e conflito na Educao Fsica brasileira. Campinas: Papirus, 1994.

Educao Fsica 3 Srie

7-EDUCAO FSICA

Srie

3 SRIE

rea de Conhecimento

Linguagens e cdigos e suas tecnologias

Carga Horria Anual

DIURNO:37h

OBJETIVO: Contribuir para o desenvolvimento das aptides desportivas e habilidades fsicas, despertando ao mesmo tempo o gosto pela prtica das modalidades programadas, utilizando assim, suas tendncias na formao integral e vida prtica esportiva, e desta forma desenvolver a prtica esportiva no ensino mdio integrado dentro de um carter pedaggico e no tcnico, pois se tratar de atividades com uma massa estudantil heterognea. Despertar o esprito comunitrio, Criatividade e o senso moral e cvico.

EMENTA: Participar da prtica das atividades desportivas, aperfeioando seus conhecimentos;

Aperfeioar as qualidades fsicas, com acompanhamento do desenvolvimento corporal utilizando os exerccios especficos; Hbitos higinicos; Criatividade e o senso moral e cvico; Proporcionar atividades que desenvolvam o esprito de liderana e o companheirismo.

COMPETNCIAS

HABILIDADES

BASES TECNOLGICAS

Compreender os usos do corpo na sociedade contempornea, reconhecendo as relaes entre lazer e mundo do trabalho.

Ter noes bsicas dos fundamentos de cada modalidade programada e conhecer suas regulamentaes, dentro da realidade atual da escola

Reconhecer as manifestaes corporais de movimento como originrias de necessidades cotidianas de um grupo social.

Reconhecer a necessidade de transformao de hbitos corporais em funo das necessidades sinestsicas.

Reconhecer a linguagem corporal como meio de interao social, considerando os limites de desempenho e as alternativas de adaptao para diferentes indivduos.

Proporcionar atividades que desenvolvam o esprito de liderana e o companheirismo.

1 trimestre

Participar da prtica das atividades desportivas, aperfeioando seus conhecimentos;

Aperfeioar as qualidades fsicas, com acompanhamento do desenvolvimento corporal utilizando os exerccios de: resistncia, velocidade, agilidade, fora, coordenao, flexibilidade e equilbrio;

2 trimestre

Ter noes bsicas dos fundamentos de cada modalidade programada e conhecer suas regulamentaes, dentro da realidade atual da escola (instalaes e material disponvel);

Favorecer ao aluno a consolidao dos hbitos higinicos e postural;

3 trimestre

Despertar o esprito comunitrio, a criatividade e o senso moral e cvico;

Proporcionar atividades que desenvolvam o esprito de liderana e o companheirismo.

Metodologia de Ensino:

Aula expositiva dialogada; leituras dirigidas; atividades individuais e/ou em grupo; seminrios; debates; discusso e exerccios com o auxlio das diversas tecnologias da comunicao e da informao; Projetos; Utilizao de: textos tericos impressos produzidos e/ou adaptados pela equipe; exerccios impressos e textos produzidos pelos alunos.

Avaliao:

A avaliao ser contnua e processual por meio de atividades orais e escritas, como a produo de textos individuais e/ou em grupo, seminrios e apresentaes orais em sala, provas escritas, dirio de leitura, projeto de pesquisa.

Bibliografia Bsica:

BRACHT, V. Educao Fsica e aprendizagem social. Porto Alegre: Magister, 1992. CASTELLANI FILHO, L. Educao Fsica no Brasil: a histria que no se conta. Campinas: Papirus, 1991.

COLETIVO DE AUTORES. Metodologia do ensino da Educao Fsica. So Paulo: Cortez, 1992.

Bibliografia Complementar:

ARCELINO, N. Lazer e educao. Campinas: Papirus, 1987.

DANTAS, E. H; OLIVEIRA, R. J. Exerccio, Maturidade e Qualidade de Vida. Rio de Janeiro: Shape, 2003.

OLIVEIRA, S. A. Reinveno do esporte. Campinas: Autores Associados, 1999.

OLIVEIRA, V. M. Consenso e conflito na Educao Fsica brasileira. Campinas: Papirus, 1994.

Cincias da Natureza e suas tecnologiasFsica 1 Srie

1-FSICA

Srie

1 SRIE

rea de Conhecimento

Cincias da natureza e suas tecnologias

Carga Horria Anual

DIURNO: 73h

OBJETIVO: Compreender enunciados referentes a cdigos e smbolos fsicos;

Ler e interpretar manuais, tabelas, relaes grficas para a expresso do saber fsico;

Desenvolver a capacidade de investigao fsica; Classificar. Sistematizar.

Organizar.

EMENTAS: Cinemtica escalar; Cinemtica Vetorial; Dinmica; Gravitao Universal.

COMPETNCIAS

HABILIDADES

BASES TECNOLGICAS

Compreender enunciados que envolvam cdigos e smbolos fsicos.

Compreender manuais de instalao e utilizao de aparelhos.

Conhecer fontes de informaes e formas de obter informaes relevantes, sabendo interpretar notcias cientficas.

Conhecer e utilizar conceitos fsicos. . Relacionar grandezas, quantificar, identificar parmetros relevantes.

Compreender e utilizar leis e teorias fsicas.

Compreender a Fsica presente no mundo vivencial e nos equipamentos e procedimentos tecnolgicos.

Descobrir o como funciona de aparelhos.

Articular o conhecimento fsico com conhecimentos de outras reas do saber cientfico.

Reconhecer a Fsica enquanto construo humana, aspectos de sua histria e relaes com o contexto cultural, social, poltico e econmico.

Reconhecer o papel da Fsica no sistema produtivo, compreendendo a evoluo dos meios tecnolgicos e sua relao dinmica com a evoluo do conhecimento cientfico.

Ser capaz de discriminar e traduzir as linguagens matemtica e discursiva entre si.

Utilizar e compreender tabelas, grficos e relaes matemticas grficas para a expresso do saber fsico.

Expressar-se corretamente utilizando a linguagem fsica adequada e elementos de sua representao simblica e apresentar de forma clara e objetiva o conhecimento apreendido, atravs de tal linguagem.

Elaborar snteses ou esquemas estruturados dos temas fsicos trabalhados.

Desenvolver a capacidade de investigao fsica.

Construir e investigar situaes-problema, identificar a situao fsica, utilizar modelos fsicos, generalizar de uma a outra situao, prever, avaliar, analisar previses.

Classificar, organizar, sistematizar.

Identificar regularidades.

Observar, estimar ordens de grandeza, compreender o conceito de medir, fazer hipteses, testar.

Dimensionar a capacidade crescente do homem propiciada pela tecnologia.

1 trimestre

- Cinemtica Escalar

- Queda dos Corpos

- Cinemtica Vetorial

- Vetores

- Composio de Movimentos

- Movimento Circular Uniforme

- Fsica Instrumental*

2 trimestre

- Dinmica

- Fora e Movimento

- Energia

- Impulso e Quantidade de Movimento

- Fsica Instrumental*

3 trimestre

- Gravitao Universal

- As Leis da Gravitao

- Esttica

Hidrosttica

- Fsica Instrumental*

Observaes:

* Fsica Instrumental para Tcnico em Eletrotcnica. Dos contedos que sero desenvolvidos nos 1, 2 e 3 Trimestres desta srie, dar maior nfase queles que fomentem o desenvolvimento das Competncias e Habilidades das disciplinas tcnicas.

Metodologia de Ensino:

Aula expositiva dialogada; leituras dirigidas; atividades individuais e/ou em grupo; seminrios; debates; discusso e exerccios com o auxlio das diversas tecnologias da comunicao e da informao; Projetos; Utilizao de: textos tericos impressos produzidos e/ou adaptados pela equipe; exerccios impressos e textos produzidos pelos alunos.

Avaliao:

A avaliao ser contnua e processual por meio de atividades orais e escritas, como a produo de textos individuais e/ou em grupo, seminrios e apresentaes orais em sala, provas escritas, dirio de leitura, projeto de pesquisa.

Bibliografia Bsica:

CARRON, Wilson e GUIMARAES, Osvaldo. As faces da Fsica Volume nico. Editora Moderna, 2006.

FERRARO, Nicolau e TOLEDO, Paulo Antnio. Aulas de Fsica 1 Eletrotcnica. Atual editora, 2003.

FILHO, Aurlio Goncalves e TOSCANO, Carlos. Fsica para o ensino mdio Volume nico. Ed Scipione, 2002.

GASPAR, Alberto. Fsica Eletrotcnica. Ed. tica, 2003.

Bibliografia Complementar:

GUIMARAES, Luiz Alberto e FONTE BOA, Marcelo. Fsica Eletrotcnica. Ed. Futura, 2001.

MAXIMO, Antnio e ALVARENGA, Beatriz. Curso de Fsica, Vol. 1 Ed. Scipione, 2004

RAMALHO Jr, Francisco, FERRARO, Nicolau e TOLEDO, Paulo Antnio. Os Fundamentos da Fsica Vol. 1. Ed. Moderna, 1999.

Fsica 2 Srie

2-FSICA

Srie

2 SRIE

rea de Conhecimento

Cincias da natureza e suas tecnologias

Carga Horria Anual

DIURNO: 73h

OBJETIVO: Entender mtodos e procedimentos prprios da Fsica e aplic-los a diferentes contextos. Associar alteraes ambientais a processos produtivos e sociais, e instrumentos ou aes cientficos e tecnolgicos a degradao e preservao do meio ambiente.

EMENTAS: Introduo ptica geomtrica (princpios bsicos); Princpios da inrcia; noo vetorial; leis de Newton e suas aplicaes; aplicaes da lei de Newton no movimento circular; introduo gravitao universal; sistemas geocntricos e heliocntricos; leis de Kepler; lei de gravitao universal; buraco negro, movimento de satlite, mares, astros, cometas e outros; Conceitos de calor; sensvel, latente e trocas de calor; propagao do calor e aplicaes.

COMPETNCIAS

HABILIDADES

BASES TECNOLGICAS

Compreender enunciados que envolvam cdigos e smbolos fsicos.

Compreender manuais de instalao e utilizao de aparelhos.

Conhecer fontes de informaes e formas de obter informaes relevantes, sabendo interpretar notcias cientficas.

Conhecer e utilizar conceitos fsicos. . Relacionar grandezas, quantificar, identificar parmetros relevantes.

Compreender e utilizar leis e teorias fsicas.

Compreender a Fsica presente no mundo vivencial e nos equipamentos e procedimentos tecnolgicos.

Reconhecer a Fsica enquanto construo humana, aspectos de sua histria e relaes com o contexto cultural, social, poltico e econmico.

Reconhecer o papel da Fsica no sistema produtivo, compreendendo a evoluo dos meios tecnolgicos e sua relao dinmica com a evoluo do conhecimento cientfico.

Ser capaz de discriminar e traduzir as linguagens matemtica e discursiva entre si.

Utilizar e compreender tabelas, grficos e relaes matemticas grficas para a expresso do saber fsico.

Expressar-se corretamente utilizando a linguagem fsica adequada e elementos de sua representao simblica e apresentar de forma clara e objetiva o conhecimento apreendido, atravs de tal linguagem.

Elaborar snteses ou esquemas estruturados dos temas fsicos trabalhados.

Desenvolver a capacidade de investigao fsica.

Construir e investigar situaes-problema, identificar a situao fsica, utilizar modelos fsicos, generalizar de uma a outra situao, prever, avaliar, analisar previses.

Dimensionar a capacidade crescente do homem propiciada pela tecnologia.

1 trimestre

- Termologia

- Termometria

- Dilatao Trmica

- Calorimetria

- Mudanas de fase

- Transmisso de calor

- Termodinmica

- Fsica Instrumental*

2 trimestre

- ptica Geomtrica

- Conceitos fundamentais da tica

- Sistemas pticos

- Reflexo da luz

- Espelhos esfricos

- Refrao da Liz

- Lentes esfricas

- Instrumentos pticos

- Fsica Instrumental*

3 trimestre

- Ondulatria

- Movimento harmnico

- Ondas

- Acstica

- Fsica Instrumental*

Observaes:

* Fsica Instrumental para Tcnico em Eletrotcnica. Dos contedos que sero desenvolvidos nos 1, 2 e 3 Trimestres desta srie, dar maior nfase queles que fomen-tem o desenvolvimento das Com-petncias e Habilidades das disciplinas tcnicas.

Metodologia de Ensino:

Aula expositiva dialogada; leituras dirigidas; atividades individuais e/ou em grupo; seminrios; debates; discusso e exerccios com o auxlio das diversas tecnologias da comunicao e da informao; Projetos; Utilizao de: textos tericos impressos produzidos e/ou adaptados pela equipe; exerccios impressos e textos produzidos pelos alunos.

Avaliao:

A avaliao ser contnua e processual por meio de atividades orais e escritas, como a produo de textos individuais e/ou em grupo, seminrios e apresentaes orais em sala, provas escritas, dirio de leitura, projeto de pesquisa.

Bibliografia Bsica:

CARRON, Wilson e GUIMARAES, Osvaldo. As faces da Fsica Volume nico.

Editora Moderna, 2006.

FERRARO, Nicolau e TOLEDO, Paulo Antnio. Aulas de Fsica 1 Eletrotcnica.

Atual editora, 2003.

FILHO, Aurlio Goncalves e TOSCANO, Carlos. Fsica para o ensino mdio

Volume nico. Ed Scipione, 2002.

GASPAR, Alberto. Fsica Eletrotcnica. Ed. tica, 2003.

Bibliografia Complementar:

GUIMARAES, Luiz Alberto e FONTE BOA, Marcelo. Fsica Eletrotcnica. Ed. Futura, 2001.

MAXIMO, Antnio e ALVARENGA, Beatriz. Curso de Fsica, Vol. 1 Ed. Scipione, 2004

RAMALHO Jr, Francisco, FERRARO, Nicolau e TOLEDO, Paulo Antnio. Os

Fundamentos da Fsica Vol. 1. Ed. Moderna, 1999.

Fsica 3 Srie

3-FSICA

Srie

3 SRIE

rea de Conhecimento

Cincias da natureza e suas tecnologias

Carga Horria Anual

DIURNO: 73h

OBJETIVO: Compreender enunciados referentes a cdigos e smbolos fsicos; Ler e interpretar manuais, tabelas, relaes grficas para a expresso do saber fsico; Desenvolver a capacidade de investigao fsica: classificar, organizar, sistematizar. Relacionar o conhecimento fsico com outras formas de expresso da cultura humana.

EMENTAS: Eletrosttica; Eletrodinmica; Eletromagnetismo

COMPETNCIAS

HABILIDADES

BASES TECNOLGICAS

Desenvolver a capacidade de investigao fsica: classificar, organizar, sistematizar.

Relacionar o conhecimento fsico com outras formas de expresso da cultura humana.

Compreender enunciados referentes a cdigos e smbolos fsicos;

Ler e interpretar manuais, tabelas, relaes grficas para a expresso do saber fsico;

Expressar-se corretamente utilizando a linguagem fsica adequada e elementos de sua representao simblica e apresentar de forma clara e objetiva o conhecimento apreendido, atravs de tal linguagem.

Conhecer fontes de informaes e formas de obter informaes relevantes, sabendo interpretar notcias cientficas.

Elaborar snteses ou esquemas estruturados dos temas fsicos trabalhados.

Desenvolver a capacidade de investigao fsica.

Classificar, organizar, sistematizar.

Identificar regularidades.

Observar, estimar ordens de grandeza, compreender o conceito de medir, fazer hipteses, testar.

Conhecer e utilizar conceitos fsicos. Relacionar grandezas, quantificar, identificar parmetros relevantes.

Compreender e utilizar leis e teorias fsicas.

Compreender a Fsica presente no mundo vivencial e nos equipamentos e procedimentos tecnolgicos.

1 trimestre

-Eletrosttica- Introduo Eletrosttica- Lei de Coulomb- Campo Eltrico- Trabalho e potencial eltrico

- Fsica Instrumental*

2 trimestreEletrodinmica- Corrente eltrica- Resistores- Geradores- Receptores- Capacitores

- Fsica Instrumental*

3 trimestreEletromagnetismo

- ms e magnetismo

- Magnetismo

- Campo Magntico

- Propriedades dos ms

- Magnetismo terrestre

- Induo eletromagntica

- Fluxo de Campo Magntico.

- Lei de Faraday- Lenz.

- Corrente Alternada e o transformador.

- Fsica Instrumental*

Observaes:

* Fsica Instrumental para Tcnico em Eletrotcnica. Dos contedos que sero desenvolvidos nos 1, 2 e 3 Trimestres desta srie, dar maior nfase queles que fomentem o desenvolvimento das Competncias e Habilidades das disciplinas tcnicas.

Metodologia de Ensino:

Aula expositiva dialogada; leituras dirigidas; atividades individuais e/ou em grupo; seminrios; debates; discusso e exerccios com o auxlio das diversas tecnologias da comunicao e da informao; Projetos; Utilizao de: textos tericos impressos produzidos e/ou adaptados pela equipe; exerccios impressos e textos produzidos pelos alunos.

Avaliao:

A avaliao ser contnua e processual por meio de atividades orais e escritas, como a produo de textos individuais e/ou em grupo, seminrios e apresentaes orais em sala, provas escritas, dirio de leitura, projeto de pesquisa.

Bibliografia Bsica:

CARRON, Wilson e GUIMARAES, Osvaldo. As faces da Fsica Volume nico. Editora Moderna, 2006.

FERRARO, Nicolau e TOLEDO, Paulo Antnio. Aulas de Fsica 1 Eletrotcnica. Atual editora, 2003.

FILHO, Aurlio Goncalves e TOSCANO, Carlos. Fsica para o ensino mdio Volume nico. Ed Scipione, 2002.

GASPAR, Alberto. Fsica Eletrotcnica. Ed. tica, 2003.

Bibliografia Complementar:

GUIMARAES, Luiz Alberto e FONTE BOA, Marcelo. Fsica Eletrotcnica. Ed.Futura, 2001.

MAXIMO, Antnio e ALVARENGA, Beatriz. Curso de Fsica, Vol. 1 Ed. Scipione,2004

RAMALHO Jr, Francisco, FERRARO, Nicolau e TOLEDO, Paulo Antnio. Os Fundamentos da Fsica Vol. 1. Ed. Moderna, 1999.

Qumica 1 Srie

4-QUMICA

Srie

1 SRIE

rea de Conhecimento

Cincias da natureza e suas tecnologias

Carga Horria Anual

DIURNO: 73h

OBJETIVO: Compreender e representar os cdigos, smbolos e expresso prpria das transformaes qumicas. Compreender as transformaes qumicas como resultantes de quebra e formao de ligaes qumicas.

EMENTA: Reviso; Ligaes qumicas; Inica, Covalente, Dativa eMetlica; Funes inorgnicas; cidos, bases, sais e xidos; Estequiometria; Solues; Solubilidade; Aspectos quantitativos dassolues; Misturas com e sem reaoqumica

COMPETNCIAS

HABILIDADES

BASES TECNOLGICAS

Compreender o papel fundamental das conquistas cientficas e tecnolgicas para a manuteno de nossa sade e qualidade de vida.

Enfatizar a relao da qumica com outras disciplinas, especialmente Biologia, Fsica e Matemtica.

Propiciar o pensamento abstrato que auxiliar no entendimento da Qumica.

Trabalhar em equipes quando em pesquisas ou atividades prticas.

Exigir no vocabulrio a linguagem e o rigor cientfico.

Deixar formar um posicionamento crtico em face aos acontecimentos atuais e as informaes adquiridas de Qumica.

Desenvolver a capacidade de observao, de coleta e organizao de dados, aprendendo a usar instrumentos de medida.

Desenvolver a habilidade de levantar hipteses e de test-las experimentalmente, extraindo concluses que permitam aceitar ou rejeitar tais hipteses.

Permitir uma viso mais abrangente do mundo que o rodeia, relacionando os conceitos tericos com a aplicao cotidiana da qumica.

Participar do desenvolvimento cientfico tecnolgico com importantes contribuies nos campos econmico, social e poltico.

1 trimestre

- Reviso- Ligaes qumicasInica, Covalente, Dativa eMetlica.

- Qumica Instrumental*.

2 trimestre- Funes inorgnicas- cidos, bases, sais e xidos.- Estequiometria

- Qumica Instrumental*.

3 trimestre- Solues- Solubilidade- Aspectos quantitativos dassolues- Misturas com e sem reaoqumica

- Qumica Instrumental*.

Observaes:

* Qumica Instrumental para Tcnico em Eletrotcnica.

Dos contedos que sero desenvolvidos nos 1, 2 e 3 Trimestres desta srie, dar maior nfase queles que fomentem o desenvolvimento das Competncias e Habilidades das disciplinas tcnicas.

Metodologia de Ensino:

Aula expositiva dialogada; leituras dirigidas; atividades individuais e/ou em grupo; seminrios; debates; discusso e exerccios com o auxlio das diversas tecnologias da comunicao e da informao; Projetos; Utilizao de: textos tericos impressos produzidos e/ou adaptados pela equipe; exerccios impressos e textos produzidos pelos alunos.

Avaliao:

A avaliao ser contnua e processual por meio de atividades orais e escritas, como a produo de textos individuais e/ou em grupo, seminrios e apresentaes orais em sala, provas escritas, dirio de leitura, projeto de pesquisa.

Bibliografia Bsica:

COVRE, Geraldo Jose. Qumica: o homem e a natureza Qumica Geral. So Paulo: FTD, 2000.

FELTRE, Ricardo. Qumica V.1 Qumica Geral. 6a ed.. So Paulo: Moderna, 2004.

FONSECA, Marta Reis Marques da. Completamente Qumica: Qumica Geral. So Paulo: FTD, 2001.

Bibliografia Complementar:

HARTWIG, Dcio Rodney; SOUZA, Edson de; MOTA, Ronaldo Nascimento. Qumica: Qumica Geral, 1. So Paulo: Scipione, 1999.

PERUZZO, Francisco Miragaia; CANTO, Eduardo Leite do. Qumica na abordagem do cotidiano. V1: Qumica Geral e inorgnica. 3a ed. So Paulo: Moderna, 2003.

USBERCO, Joao; SALVADOR, Edgar. Qumica, 1 Qumica Geral. 9a ed. So Paulo: Saraiva, 2005.

Qumica 2 Srie

5-QUMICA

Srie

2 SRIE

rea de Conhecimento

Cincias da natureza e suas tecnologias

Carga Horria Anual

DIURNO: 73h

OBJETIVO: Compreender e representar os cdigos, smbolos e expresso prprios das transformaes qumicas. Compreender as transformaes qumicas como resultantes de quebra e formao de ligaes qumicas

EMENTA: Solues; Solubilidade; Aspectos quantitativos; Misturas com e sem reao qumica; Termoqumica; Entalpia; Equaes termoqumicas; Lei de Hess; Cintica qumica; Velocidade de reao; Equilbrio qumico; Deslocamento de equilbrio; xido-reduo; Eletroqumica; Pilhas e eletrlise.

COMPETNCIAS

HABILIDADES

BASES TECNOLGICAS

Compreender o papel fundamental das conquistas cientficas e tecnolgicas para a manuteno de nossa sade e qualidade de vida.

Enfatizar a relao da qumica com outras disciplinas, especialmente Biologia, Fsica e Matemtica.

Propiciar o pensamento abstrato que auxiliar no entendimento da Qumica.

Trabalhar em equipes quando em pesquisas ou atividades prticas.

Exigir no vocabulrio a linguagem e o rigor cientfico.

Deixar formar um posicionamento crtico em face aos acontecimentos atuais e as informaes adquiridas de Qumica

Desenvolver a capacidade de observao, de coleta e organizao de dados, aprendendo a usar instrumentos de medida.

Desenvolver a habilidade de levantar hipteses e de test-las experimentalmente, extraindo concluses que permitam aceitar ou rejeitar tais hipteses.

Permitir uma viso mais abrangente do mundo que o rodeia, relacionando os conceitos tericos com a aplicao cotidiana da qumica.

Participar do desenvolvimento cientfico tecnolgico com importantes contribuies nos campos econmico, social e poltico

1 Trimestre- Solues- Solubilidade- Aspectos quantitativos- Misturas com e sem reao qumica- Termoqumica

- Qumica Instrumental*.

2 Trimestre- Entalpia- Equaes termoqumicas- Lei de Hess- Cintica qumica- Velocidade de reao

- Qumica Instrumental*.

3Trimestre- Equilbrio qumico- Deslocamento de equilbrio- xido-reduo- Eletroqumica- Pilhas e eletrlise

- Qumica Instrumental*.

Observaes:

* Qumica Instrumental para Tcnico em Eletrotcnica.

Dos contedos que sero desenvolvidos nos 1, 2 e 3 Trimestres desta srie, dar maior nfase queles que fomentem o desenvolvimento das Competncias e Habilidades das disciplinas tcnicas.

Metodologia de Ensino:

Aula expositiva dialogada; leituras dirigidas; atividades individuais e/ou em grupo; seminrios; debates; discusso e exerccios com o auxlio das diversas tecnologias da comunicao e da informao; Projetos; Utilizao de: textos tericos impressos produzidos e/ou adaptados pela equipe; exerccios impressos e textos produzidos pelos alunos.

Avaliao:

A avaliao ser contnua e processual por meio de atividades orais e escritas, como a produo de textos individuais e/ou em grupo, seminrios e apresentaes orais em sala, provas escritas, dirio de leitura, projeto de pesquisa.

Bibliografia Bsica:

COVRE, Geraldo Jose. Qumica: o homem e a natureza Qumica Geral. So

Paulo: FTD, 2000.

FELTRE, Ricardo. Qumica V.1 Qumica Geral. 6a ed.. So Paulo: Moderna,

2004.

FONSECA, Marta Reis Marques da. Completamente Qumica: Qumica Geral.

So Paulo: FTD, 2001.

Bibliografia Complementar:

HARTWIG, Dcio Rodney; SOUZA, Edson de; MOTA, Ronaldo Nascimento. Qumica: Qumica Geral, 1. So Paulo: Scipione, 1999.

PERUZZO, Francisco Miragaia; CANTO, Eduardo Leite do. Qumica na abordagem do cotidiano. V1: Qumica Geral e inorgnica. 3a ed. So Paulo: Moderna, 2003.

USBERCO, Joao; SALVADOR, Edgar. Qumica, 1 Qumica Geral. 9a ed. So Paulo: Saraiva, 2005.

Qumica 3 Srie

6-QUMICA

Srie

3 SRIE

rea de Conhecimento

Cincias da natureza e suas tecnologias

Carga Horria Anual

DIURNO: 73h

OBJETIVO: Reconhecer as unidades de medida usadas para as diferentes grandezas, como massa, energia, tempo, volume, densidade, concentrao de soluos. Reconhecer e identificar transformaes qumicas que ocorreram em diferentes intervalos de tempo. Reconhecer a coexistncia de regentes e produtos em transformaes qumicas em equilbrio. Compreender como os qumicos podem prever reaes de energia trmica e eltrica em reaes qumicas.

EMENTA: Compostos orgnicos; Caracterizao e classificao; Estudos dos compostos orgnicos; Hidrocarbonetos; Funes orgnicas: oxigenadas, nitrogenadas; Funes orgnicas com haletos; Reconhecimento e nomenclatura de funes orgnicas e radicais; Fontes e usos; Petrleo; Combusto; Compostos de funes mistas; Reaes orgnicas; Polmeros; Classificao, ocorrncia e estrutura; Bioqumica; Aminocidos; Protenas; Carboidratos; Radioatividade.

COMPETNCIAS

HABILIDADES

BASES TECNOLGICAS

Compreender o papel fundamental das conquistas cientficas e tecnolgicas para a manuteno de nossa sade e qualidade de vida.

Enfatizar a relao da qumica com outras disciplinas, especialmente Biologia, Fsica e Matemtica.

Propiciar o pensamento abstrato que auxiliar no entendimento da Qumica.

Trabalhar em equipes quando em pesquisas ou atividades prticas.

Exigir no vocabulrio a linguagem e o rigor cientfico.

Deixar formar um posicionamento crtico em face aos acontecimentos atuais e as informaes adquiridas de Qumica

Desenvolver a capacidade de observao, de coleta e organizao de dados, aprendendo a usar instrumentos de medida.

Desenvolver a habilidade de levantar hipteses e de test-las experimentalmente, extraindo concluses que permitam aceitar ou rejeitar tais hipteses.

Permitir uma viso mais abrangente do mundo que o rodeia, relacionando os conceitos tericos com a aplicao cotidiana da qumica.

Participar do desenvolvimento cientfico tecnolgico com importantes contribuies nos campos econmico, social e poltico

1 Trimestre- Compostos orgnicos- Caracterizao e classificao- Estudos dos compostos orgnicos- Hidrocarbonetos- Funes orgnicas: oxigenadas, nitrogenadas;

- Qumica Instrumental*.

2 Trimestre- Funes orgnicas com haletos- Reconhecimento e nomenclatura de funes orgnicas e radicais- Fontes e usos- Petrleo- Combusto- Compostos de funes mistas- Reaes orgnicas

- Qumica Instrumental*.

3 Trimestre- Polmeros- Classificao, ocorrncia e estrutura.- Bioqumica- Aminocidos- Protenas- Carboidratos- Radioatividade

- Qumica Instrumental*.

Observaes:

* Qumica Instrumental para Tcnico em Eletrotcnica.

Dos contedos que sero desenvolvidos nos 1, 2 e 3 Trimestres desta srie, dar maior nfase queles que fomentem o desenvolvimento das Competncias e Habilidades das disciplinas tcnicas.

Metodologia de Ensino:

Aula expositiva dialogada; leituras dirigidas; atividades individuais e/ou em grupo; seminrios; debates; discusso e exerccios com o auxlio das diversas tecnologias da comunicao e da informao; Projetos; Utilizao de: textos tericos impressos produzidos e/ou adaptados pela equipe; exerccios impressos e textos produzidos pelos alunos.

Avaliao:

A avaliao ser contnua e processual por meio de atividades orais e escritas, como a produo de textos individuais e/ou em grupo, seminrios e apresentaes orais em sala, provas escritas, dirio de leitura, projeto de pesquisa.

Bibliografia Bsica:

COVRE, Geraldo Jose. Qumica: o homem e a natureza Qumica Geral. So

Paulo: FTD, 2000.

FELTRE, Ricardo. Qumica V.1 Qumica Geral. 6a ed.. So Paulo: Moderna,

2004.

FONSECA, Marta Reis Marques da. Completamente Qumica: Qumica Geral.

So Paulo: FTD, 2001.

Bibliografia Complementar:

HARTWIG, Dcio Rodney; SOUZA, Edson de; MOTA, Ronaldo Nascimento. Qumica: Qumica Geral, 1. So Paulo: Scipione, 1999.

PERUZZO, Francisco Miragaia; CANTO, Eduardo Leite do. Qumica na abordagem do cotidiano. V1: Qumica Geral e inorgnica. 3a ed. So Paulo: Moderna, 2003.

USBERCO, Joao; SALVADOR, Edgar. Qumica, 1 Qumica Geral. 9a ed. So Paulo: Saraiva, 2005.

Biologia 1 Srie

7-BIOLOGIA

Srie

1 SRIE

rea de Conhecimento

Cincias da natureza e suas tecnologias

Carga Horria Anual

DIURNO: 73h

OBJETIVO: Conhecer a estrutura e o funcionamento das clulas. Analisar as relaes ecolgicas existentes e avaliar as diversas formas de poluio ao meio ambiente e as formas de preveno da poluio.

EMENTA: Bioqumica celular, estrutura celular, respirao celular, fotossntese, diviso celular, ecologia e poluio

COMPETNCIAS

HABILIDADES

BASES TECNOLGICAS

Identificar e utilizar adequadamente os smbolos, cdigos e nomenclatura da linguagem cientfica.

Consultar, analisar e interpretar textos de enfoque sociocultural e tecnolgicos veiculados nos diferentes meios de comunicao.

Analisar, argumentar e posicionar-se criticamente em relao a temas de cincia, cultura, tecnologia e meio ambiente.

Organizar os conhecimentos adquiridos, entender, contextualizar e refletiras informaes surgidas das prticas humanas.

Valorar o trabalho em grupo, sendo capaz de ao crtica e cooperativa para a construo coletiva do conhecimento.

Reconhecer as cincias biolgicas como uma produo humana scio-histrica, e portando, resultado da conjuno de fatores sociais, polticos, econmicos, culturais, religiosos e tecnolgicos.

Identificar as relaes entre o conhecimento cientfico e no cientfico e o desenvolvimento tecnolgico, considerando a vida, as condies de vida e as concepes de desenvolvimento socioculturais;

Identificar e avaliar, com viso integradora e crtica, alteraes ambientais e suas relaes com os processos produtivos socioculturais e socioambientais.

Avaliar com tica e responsabilidade socioambiental aes cientficas tecnolgicas globais e locais.

1 Trimestre

Bioqumica celular Noes bsicas

gua e Sais minerais

Vitaminas

Carboidratos

Lipdios

Aminocidos (protenas e enzimas)

DNA e RNA

Introduo a citologia

Clula: Procarionte X Eucarionte

Organelas e funes

2 Trimestre

Membrana plasmtica

Respirao celular

Fotossntese

Diviso celular

3 Trimestre

Ecologia

Conceitos ecolgicos

Cadeia e teia trfica

Pirmides ecolgicas

Ciclos biogeoqumicos

Ecossistemas terrestres e aquticos

Poluio

Metodologia de Ensino:

Aula expositiva dialogada; leituras dirigidas; atividades individuais e/ou em grupo; seminrios; debates; discusso e exerccios com o auxlio das diversas tecnologias da comunicao e da informao; Projetos; Utilizao de: textos tericos impressos produzidos e/ou adaptados pela equipe; exerccios impressos e textos produzidos pelos alunos.

Avaliao:

A avaliao ser contnua e processual por meio de atividades orais e escritas, como a produo de textos individuais e/ou em grupo, seminrios e apresentaes orais em sala, provas escritas, dirio de leitura, projeto de pesquisa.

Bibliografia Bsica:

LOPES, S.; ROSSO, SERGIO, Biologia. vol 1. So Paulo: Saraiva, 2014.

AMABIS E. Martho. Biologia das clulas. vol. 1. So Paulo: Moderna, 2007.

CESAR E. Sezar. Biologia. vol 1. So Paulo: Saraiva, 2007.

LAURENCE, J. Biologia. vol. nico. So Paulo: Nova Gerao, 2005.

LINHARES, S., GEWANDSZNAJDER, F. Biologia Hoje. Vol. 1. So Paulo: tica, 2006.

Bibliografia Complementar:

MACHADO, S. Biologia de olho no mundo do trabalho. vol. nico. So Paulo: Scipione, 2003.

PAULINO, W. R. Biologia. vol. 1. So Paulo: tica, 2007.

Biologia 2 Srie

8-BIOLOGIA

Srie

2 SRIE

rea de Conhecimento

Cincias da natureza e suas tecnologias

Carga Horria Anual

Diurno: 73h

OBJETIVO: OBJETIVO: Estudar a classificao biolgica dos seres vivos. Conhecer a diversidade biolgica dos seres vivos.

EMENTA: Seres vivos: Classificao, caractersticas e diversidade.

COMPETNCIAS

HABILIDADES

BASES TECNOLGICAS

Identificar e utilizar adequadamente os smbolos, cdigos e nomenclatura da linguagem cientfica.

Consultar, analisar e interpretar textos de enfoque sociocultural e tecnolgicos veiculados nos diferentes meios de comunicao.

Analisar, argumentar e posicionar-se criticamente em relao a temas de cincia, cultura, tecnologia e meio ambiente.

Organizar os conhecimentos adquiridos, entender, contextualizar e refletiras informaes surgidas das prticas humanas.

Valorar o trabalho em grupo, sendo capaz de ao crtica e cooperativa para a construo coletiva do conhecimento.

Reconhecer as cincias biolgicas como uma produo humana scio-histrica, e portando, resultado da conjuno de fatores sociais, polticos, econmicos, culturais, religiosos e tecnolgicos.

Identificar as relaes entre o conhecimento cientfico e no cientfico e o desenvolvimento tecnolgico, considerando a vida, as condies de vida e as concepes de desenvolvimento socioculturais;

Identificar e avaliar, com viso integradora e crtica, alteraes ambientais e suas relaes com os processos produtivos socioculturais e socioambientais.

Avaliar com tica e responsabilidade socioambiental aes cientficas tecnolgicas globais e locais.

1 Trimestre

Classificao biolgica

Vrus

Reino Monera

Reino Protista

2 Trimestre

Reino Fungi

Reino Plantae: Brifitas, pteridfitas, gimnosperma e angiosperma.

Reino Animal

Filo Porfera

Filo Cnidria

Filo Platelminto

Filo Nematelminto

3 Trimestre

Filo Mollusca

Filo Aneldeo

Filo Artrpode

Filo Equinoderma

Filo Cordata (peixes, anfbios, rpteis, aves e mamferos)

Metodologia de Ensino:

Aula expositiva dialogada; leituras dirigidas; atividades individuais e/ou em grupo; seminrios; debates; discusso e exerccios com o auxlio das diversas tecnologias da comunicao e da informao; Projetos; Utilizao de: textos tericos impressos produzidos e/ou adaptados pela equipe; exerccios impressos e textos produzidos pelos alunos.

Avaliao:

A avaliao ser contnua e processual por meio de atividades orais e escritas, como a produo de textos individuais e/ou em grupo, seminrios e apresentaes orais em sala, provas escritas, dirio de leitura, projeto de pesquisa.

Bibliografia Bsica:

LOPES, S.; ROSSO, SERGIO, Biologia. vol 3. So Paulo: Saraiva, 2014.

AMABIS E. Martho. Biologia das clulas. vol. 1. So Paulo: Moderna, 2007.

CESAR E. Sezar. Biologia. vol 1. So Paulo: Saraiva, 2007.

LAURENCE, J. Biologia. vol. nico. So Paulo: Nova Gerao, 2005.

LINHARES, S., GEWANDSZNAJDER, F. Biologia Hoje. Vol. 1. So Paulo: tica, 2006.

Bibliografia Complementar:

LOPES, S. Biologia. vol 1. So Paulo: Saraiva, 2006.

MACHADO, S. Biologia de olho no mundo do trabalho. vol. nico. So Paulo: Scipione, 2003.

PAULINO, W. R. Biologia. vol. 1. So Paulo: tica, 2007.

Biologia 3 Srie

9-BIOLOGIA

Srie

3 SRIE

rea de Conhecimento

Cincias da natureza e suas tecnologias

Carga Horria Anual

DIURNO: 73h

OBJETIVO: Estudaras caractersticas do corpo humano passados de gerao em gerao. Conhecer os tecidos do corpo humano e entender o funcionamento do corpo humano.

EMENTA: Gentica, hereditariedade, reproduo humana, embriologia, histologia humana e fisiologia humana, evoluo e biotecnologia.

COMPETNCIAS

HABILIDADES

BASES TECNOLGICAS

Identificar e utilizar adequadamente os smbolos, cdigos e nomenclatura da linguagem cientfica.

Consultar, analisar e interpretar textos de enfoque sociocultural e tecnolgicos veiculados nos diferentes meios de comunicao.

Analisar, argumentar e posicionar-se criticamente em relao a temas de cincia, cultura, tecnologia e meio ambiente.

Organizar os conhecimentos adquiridos, entender, contextualizar e refletiras informaes surgidas das prticas humanas.

Valorar o trabalho em grupo, sendo capaz de ao crtica e cooperativa para a construo coletiva do conhecimento.

Reconhecer as cincias

biolgicas como uma produo humana scio-histrica, e portando, resultado da conjuno de fatores sociais, polticos, econmicos, culturais, religiosos e tecnolgicos.

Identificar as relaes entre o conhecimento cientfico e no cientfico e o desenvolvimento tecnolgico, considerando a vida, as condies de vida e as concepes de desenvolvimento socioculturais;

Identificar e avaliar, com viso integradora e crtica, alteraes ambientais e suas relaes com os processos produtivos socioculturais e socioambientais.

Avaliar com tica e responsabilidade socioambiental aes cientficas tecnolgicas globais e locais.

1 Trimestre

Gentica:

1 e 2 Lei de Mendel e conceitos Probabilidade

Heredograma

Sistema ABO e Rh

Reproduo e embriologia

Assexuada e sexuada

Fases embrionrias

2 Trimestre

Histologia humana

Fisiologia humana sistemas circulatrio, digestro, repiratrio, urnrio, endcrino, nervoso

3 Trimestre

Evoluo

Evidncias evolutivas

Lamarck e Darwin

Seleo natural

Biotecnologia

Metodologia de Ensino:

Aula expositiva dialogada; leituras dirigidas; atividades individuais e/ou em grupo; seminrios; debates; discusso e exerccios com o auxlio das diversas tecnologias da comunicao e da informao; Projetos; Utilizao de: textos tericos impressos produzidos e/ou adaptados pela equipe; exerccios impressos e textos produzidos pelos alunos.

Avaliao:

A avaliao ser contnua e processual por meio de atividades orais e escritas, como a produo de textos individuais e/ou em grupo, seminrios e apresentaes orais em sala, provas escritas, dirio de leitura, projeto de pesquisa.

Bibliografia Bsica:

AMABIS E. Martho. Biologia das clulas. vol. 1. So Paulo: Moderna, 2007.

CESAR E. Sezar. Biologia. vol 1. So Paulo: Saraiva, 2007.

LAURENCE, J. Biologia. vol. nico. So Paulo: Nova Gerao, 2005.

LINHARES, S., GEWANDSZNAJDER, F. Biologia Hoje. Vol. 1. So Paulo: tica, 2006.

LOPES, S.; ROSSO, SERGIO, Biologia. vol 2. So Paulo: Saraiva, 2014.

Bibliografia Complementar:

MACHADO, S. Biologia de olho no mundo do trabalho. vol. nico. So Paulo: Scipione, 2003.

PAULINO, W. R. Biologia. vol. 1. So Paulo: tica, 2007.

rea da Matemtica:Matemtica 1 Srie

1-MATEMTICA

Srie

1 SRIE

rea de Conhecimento

Matemtica

Carga Horria Anual

DIURNO: 110h

OBJETIVO: Ser e interpretar tabelas, grficos em situaes diversas. Compreender o conceito de funes utilizando recursos algbricos e geomtricos. Coletar e organizar dados de pesquisa. Reconhecer os significados de frmulas e sua aplicao grficos.

EMENTA: Funes; Funo polinomial; Funo modular; Funo exponencial; Funo logartmica; Progresses; Trigonometria nos tringulos.

COMPETNCIAS

HABILIDADES

BASES TECNOLGICAS

Compreender a Matemtica como fruto de construes humanas, entendendo como ela se desenvolveu ao longo dos anos, relacionando o desenvolvimento cientfico com a transformao da sociedade;

Analisar qualitativamente dados quantitativos, representados grfica ou algebricamente, relacionados a contextos socioeconmicos, cientficos ou cotidianos;Identificar, analisar e aplicar conhecimentos sobre valores de variveis, representados em grficos, diagramas ou expresses algbricas, realizando previso de tendncias, extrapolaes, interpolaes, interpretaes;

Identificar, representar e utilizar o conhecimento geomtrico para o aperfeioamento da leitura, da compreenso e da ao sobre a realidade;

Compreender o carter aleatrio e no determinista dos fenmenos naturais e sociais e utilizar instrumentos adequados para medidas, determinao de amostras e clculo de probabilidades;

Compreender conceitos, procedimentos e estratgias matemticas e aplic-las a situaes diversas no contexto das cincias e das tecnologias e das atividades cotidianas;

Entender o impacto das tecnologias associadas Matemtica na sua vida pessoal, nos processos de produo, no desenvolvimento do conhecimento e na vida social;

Aplicar as tecnologias associadas Matemtica na escola, no trabalho e em outros contextos relevantes para sua vida.

1 Trimestre

- Funes- Funo polinomial- Funo modular

- Matemtica Instrumental*.

2 Trimestre- Funo exponencial

- Funo logartmica

- Matemtica Instrumental*.

3 Trimestre- Progresses- Trigonometria nos tringulos.

- Matemtica Instrumental*.

Observaes:

* Matemtica Instrumental para Tcnico em Eletrotcnica. Dos contedos que sero desenvolvidos nos 1, 2 e 3 Trimestres desta srie, dar maior nfase queles que fomentem o desenvolvimento das Competncias e Habilidades das disciplinas tcnicas.

Metodologia de Ensino:

Aula expositiva dialogada; leituras dirigidas; atividades individuais e/ou em grupo; seminrios; debates; discusso e exerccios com o auxlio das diversas tecnologias da comunicao e da informao; Projetos; Utilizao de: textos tericos impressos produzidos e/ou adaptados pela equipe; exerccios impressos e textos produzidos pelos alunos.

Avaliao:

A avaliao ser contnua e processual por meio de atividades orais e escritas, como a produo de textos individuais e/ou em grupo, seminrios e apresentaes orais em sala, provas escritas, dirio de leitura, projeto de pesquisa.

Bibliografia Bsica

IEZZI, Gelson e Outros. Matemtica: Cincia e aplicaes. So Paulo: Atual.Paiva, Manoel. Matemtica. So Paulo: Moderna.

DANTE, Luiz Roberto. Matemtica. So Paulo. tica.

Bibliografia Complementar

GIOVANNI, Jos Ruy; Bonjorno, Jose Roberto; Giovanni Junior, Jose Ruy. Matemtica completa: ensino mdio. So Paulo. FTD.

Matemtica 2 Srie

2-MATEMTICA

Srie

2 SRIE

rea de Conhecimento

Matemtica

Carga Horria Anual

DIURNO: 110h

OBJETIVO: Identificar e representar os diferentes tipos de matriz e seus elementos. Desenvolver clculos das operaes com matriz. Reconhecer e utilizar as operaes com matizes e a linguagem material na soluo de problemas. Reconhecer no estudo de determinante o cafator de um elemento. Calcular o determinante de uma matriz quadrada de qualquer ordem.

EMENTA: Trigonometria no ciclo;Matrizes;Determinantes;Anlise combinatria; Sistemas Linea-res;Probabilidade;Geometria;Clculo de reas e permetro de figuras planas; Clculo da rea e volume de figuras geomtricas.

COMPETNCIAS

HABILIDADES

BASES TECNOLGICAS

Compreender a Matemtica como fruto de construes humanas, entendendo como ela se desenvolveu ao longo dos anos, relacionando o desenvolvimento cientfico com a transformao da sociedade;

Analisar qualitativamente dados quantitativos, representados grfica ou algebricamente, relacionados a contextos socioeconmicos, cientficos ou cotidianos;

Identificar, analisar e aplicar conhecimentos sobre valores de variveis, representados em grficos, diagramas ou expresses algbricas, realizando previso de tendncias, extrapolaes, interpolaes, interpretaes;

Identificar, representar e utilizar o conhecimento geomtrico para o aperfeioamento da leitura, da