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  • NDICE

    1. Introduo / Scilab / Estruturao

    2. Variveis / Operadores / Comando Condicional

    3. Comandos de Controle de Fluxo (Condicional / Repetio / Parada /

    Continuao)

    4. Funes / Recursividade / Biblioteca

    5. Vetor e Matriz

    6. Strings / Janelas de Dilogo

    7. Arquivos

    8. Tipos de dados determinados pelo usurio (listas / estruturas)

    9. Limites e Derivadas

    10. Grficos

  • 2016/2

    Prof. Afonso P. Santos 1

    Universidade Federal de ViosaCurso de Engenharia de Agrimensura e Cartogrfica

    EAM 480

    Programao aplicada a Eng. de Agrimensura e Cartogrfica

    AULA 01

    Prof. Afonso P. Santos

    afonso.santos@ufv.brTel.: 3899-3029

    Sumrio

    Apresentao da Disciplina

    Termos utilizados em programao

    Scilab

    Estrutura de um programa Funes

    Palavras Reservadas

    Variveis

    Entrada e sada de dados

    Comando de Pausa

    Exemplo

    Exerccios

  • 2016/2

    Prof. Afonso P. Santos 2

    EAM 480

    Objetivos e Ementa

    A disciplina objetiva oferecer ao aluno o conhecimento aplicado programao de computadores na rea de Engenharia de Agrimensura eCartogrfica.

    Sero apresentados os fundamentos e estrutura da linguagem, variveis,constantes, operadores e expresses. Comandos de controle de fluxo.Conceitos de matrizes e vetores. Uso de ponteiros e funes . Comandosde entrada e sada pelo console ou por arquivos. Tipos de dados definidospelo usurio. Ferramentas, bibliotecas e extenses.

    Ao final do curso, o aluno dever ser capaz de utilizar com proficincia alinguagem de programao do Scilab/Matlab para implementar algoritmosda rea.

    EAM 480

    Plano de Aulas, Critrios de Avaliao e Referncias Bibliogrficas.

    Disponvel no PVANET

  • 2016/2

    Prof. Afonso P. Santos 3

    EAM 480

    Softwares utilizados

    Scilab

    Comeou a ser desenvolvido na dcada de 1990 por pesquisadores doINRIA (Institut National de Recherche en Informatique et en Automatique)e do ENPC (cole Nationale des Ponts et Chausses) na Frana. O Scilab agora mantido e desenvolvido pelo Scilab Enterprises desde 2010.

    Disponvel gratuitamente em: www.scilab.org

    Alguns Termos

  • 2016/2

    Prof. Afonso P. Santos 4

    Termos

    Definio de termos

    Cdigo-fonte: o texto ou conjunto de palavras, em uma determinadalinguagem, escrita de forma ordenada e contendo instrues de formalgica.

    Compilador: realiza a leitura do cdigo-fonte como um todo traduzindoem cdigo-objeto.

    Interpretador: realiza a leitura do cdigo-fonte linha por linha,executando a instruo de cada linha por vez. Quando se utiliza de uminterpretador, toda vez em que for executar o programa necessrio autilizao do interpretador. Exemplos: Linguagens em Scilab, Matlab,BASIC, VB, PHP, LISP, Javascript, entre outras.

    Termos

    Definio de termos

    Cdigo objeto: o nome dado ao cdigo resultante do processo decompilao. uma forma intermediria similar a linguagem de mquinado computador. Apesar de estar representado em binrio, no executvel diretamente pelo processador, pois normalmente, o cdigo-objeto referencia partes de programa que no esto necessariamentedefinidas no mesmo arquivo que o gerou, por exemplo, arquivos debibliotecas de sub-rotinas.

    Cdigo de mquina: so um conjunto de instrues que o computadorentende para execut-las. Essas instrues so representadas porsequncias de bits, chamadas de cdigo binrio j que so formados por0 e 1.

  • 2016/2

    Prof. Afonso P. Santos 5

    Termos

    Definio de termos

    Linkeditor: tambm chamado de Ligao um programa que une oscdigos-objeto que foram compilados separadamente gerando umprograma executvel. A linkedio nada mais que a unio debibliotecas utilizadas com o cdigo escrito por um programador,gerando assim um nico mdulo, denominado de programa executvel.

    Biblioteca: Arquivos contendo funes que podem ser acopladas /utilizadas no seu programa.

    Tempo de compilao: So os eventos que ocorrem enquanto seuprograma est sendo compilado. Um exemplo de eventos so erros desintaxe (regra da linguagem de programao)

    Tempo de execuo: So os eventos que ocorrem enquanto seuprograma est sendo executado.

    Termos

    Definio de termos

    Editor: o programa onde o cdigo-fonte escrito.

    Debugger: auxilia o programador a eliminar, ou reduzir, a quantidade deerros de execuo no programa. Possibilita a execuo passo-a-passo departes do programa, visualizao de valores das variveis, visualizaodos contedos dos registros internos do processador, alterao emtempo de execuo de contedos de memria, de variveis ou deinstrues, entre outros pontos.

    IDE (Ambiente de Desenvolvimento Integrado): um programa decomputador que rene caractersticas e ferramentas de apoio aodesenvolvimento de software com o objetivo de agilizar este processo.

  • 2016/2

    Prof. Afonso P. Santos 6

    Scilab

    Scilab

    Scilab um software para computao numrica, semelhante aoMatlab, que fornece um ambiente computacional robusto e gratuito.

    Algoritmos complexos podem ser criados em poucas linhas de cdigo,em comparao com outras linguagens como C, Python, Fortran, ouC++, j que possui centenas de funes matemticas/estatsticas.

    Possui sofisticadas estruturas de dados, incluindo listas, polinmios,sistemas lineares, etc.;

    Possui ferramentas para gerao de grficos 2D e 3D, simulaes eotimizaes;

    Bastante difundida e utilizada profissionalmente e cientificamente nasEngenharias;

  • 2016/2

    Prof. Afonso P. Santos 7

    Scilab

    Console: Tela principal do Scilab

    ConsoleJanela de Comandos

    Histrico de Comandos

    Navegador de Variveis

    Navegador de Arquivo

    Scilab

    SciNotes: um editor para os cdigos-fonte que ser interpretado pelo Scilabe exibidos na janela de console. Os arquivos so salvos na extenso .sce

  • 2016/2

    Prof. Afonso P. Santos 8

    Scilab

    Ajuda: possui todos os comandos e funes do Scilab, bem como trechos decdigos explicando seu funcionamento.

    A linguagem do Scilab

  • 2016/2

    Prof. Afonso P. Santos 9

    A linguagem do Scilab

    Linguagem baseada na linguagem C;

    Scilab uma linguagem de programao de alto nvel, orientada anlise numrica.

    Possui uma linguagem estruturada e modular;

    O Scilab detm uma linguagem que interpretada e nocompilada;

    O Scilab case sensitive, ou seja, h uma diferenciao entreletras maisculas e minsculas.

    Como em linguagens C/C++ o Scilab possui operadores lgicos,aritmticos e relacionais, comandos de controle de fluxo comorepeties e condicionais, manipulao com arquivos, matrizes etextos...

    A linguagem do Scilab

    Nvel de

    Linguagem

    Linguagem de

    Programao

    Alto(similar linguagem humana)

    PascalCOBOL

    FORTRANBASICScilab

    MdioC++

    CJava

    Baixo(similar

    linguagem de mquina)

    Assembler

    Linguagem

    No-Estruturada

    Linguagem

    Estruturada

    COBOLFORTRAN

    BASIC

    PascalC++

    CScilab

    Matlab

  • 2016/2

    Prof. Afonso P. Santos 10

    Estrutura de um programa em C

    de conhecimento que a estrutura de um programa em C/C++ seguebasicamente a seguinte ordem:

    Declaraes de bibliotecas (#include | #include);

    Definio de constantes (#define pi 3.1415);

    Definio de tipos de dados (Struct)

    Declarao de variveis globais;

    Funes

    Funo Principal (main)

    Estrutura de um programa Scilab

    O Scilab no tem uma estruturao especfica, mas no nosso curso iremosutilizar a seguinte estrutura:

    Chamadas de Funes externas (exec(nome_arquivo_funo));

    Definio de constantes

    Definio de tipos de dados (Struct )

    Funes

    Cdigo Principal

  • 2016/2

    Prof. Afonso P. Santos 11

    Estrutura de um programa Scilab

    Escreva um programa que receba o ngulo em graus decimais e apresente na tela em radianos.

    Algoritmo:

    Ler o ngulo em graus decimais Converter o ngulo em radianos

    RAD = ang*PI/180.0 Escrever o resultado em tela

    Estrutura de um programa Scilab

    Diferentemente das linguagens C/C++, no Scilab no necessrio adeclarao de bibliotecas, nem a presena de uma funo principal;

    As funes clear e clc so bastantes utilizadas na programao noScilab. Nesta disciplina seu uso ser obrigatrio em todos osprogramas desenvolvido:

    clear: limpa a memria do Scilab, destruindo todas as variveiscriadas anteriormente;

    clc: limpa a tela do console, apagando registros antigos;

  • 2016/2

    Prof. Afonso P. Santos 12

    Variveis

    Varivel uma posio nomeada de memria, que tem como funo

    armazenar um valor (que pode ser modificado pelo programa) de acordo

    com o tipo pr-definido;

    O nome de uma varivel chamado de identificador .

    Os identificadores tem que iniciar com uma letra (a a z) ou com oscaracteres: %, _ , # , ! , $ e ?. O restante do nome pode conter letras enmeros apenas. Recomenda-se para o tamanho mximo para umidentificador o uso de 20 posies (caracteres);

    No aceito o uso de acentuaes nos identificadores de variveis;

    Uma varivel pode ser dividido em Local e Global.

    Variveis

    Variveis Locais Tambm chamadas de variveis dinmicas ou automticas; So declaradas dentro de uma funo; So visualizadas apenas dentro da funo onde foram declaradas; So criadas em tempo de execuo quando a funo chamada; destruda aps o final da execuo da funo, portanto no

    apresentada no navegador de variveis do Scilab; Sobrepem uma varivel global de mesmo nome dentro da funo;

    function [sada] = nome(ent1, ent2)i = 1;b = 2.1;

    endfunction;

  • 2016/2

    Pro