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Sumário Introdução.....................................................1 1.0 Contexto Histórico e Cultural..............................2 2.0 Tipos de artes Dadaístas...................................3 2.1 Pintura Dadaísta...........................................3 2.2 Escultura Dadaísta.........................................4 2.3 Fotografia e cinema Dadaísta...............................4 3.0 Principais Características do Movimento Dadaísta...........5 3.1 Objetos do cotidiano são apresentados de uma nova forma de dentro de um outro contexto artístico;....................5 3.2 Irreverência artística;.................................5 3.3 Combate às formas de arte institucionalizadas;..........5 3.4 Críticas ao capitalismo e ao consumismo;................6 3.5 Ênfases no absurdo e nos temas e conteúdos sem lógica;..6 3.6 Uso de vários formatos de expressão (objetos do cotidiano, sons, fotografias, poesias, músicas, jornais, etc.) na composição das obras de artes plásticas;..................................6 3.7 Forte caráter pessimista e irônico, principalmente com relação aos acontecimentos políticos do mundo...............6 3.8 Contexto histórico.........................................6 4.0 Principais Artistas........................................9 4.1 Hugo Ball..................................................9 4.2 Hans Arp..................................................10 4.3 Tristan Tzara.............................................10 4.4 Marcell Duchamp...........................................11 4.5 Man Ray...................................................11 5.0 Outros expoentes dadaístas................................11 5.1 André Breton..............................................11 5.2 Max Ernst.................................................12 5.3 Hannah Höch..............................................12 1

Dadaísmo Trabalho

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SumrioIntroduo ................................ ................................ ................................ ............................... 31.0 Contexto Histrico e Cultural ................................ ................................ ......................... 4 2.0 Tipos de artes Dadastas ................................ ................................ ............................... 5

2.1 Pintura Dadasta ................................ ................................ ................................ ................. 5 2.2 Escultura Dadasta ................................ ................................ ................................ .............. 6 2.3 Fotografia e cinema Dadasta ................................ ................................ ............................. 63.0 Principais Caractersticas do Movimento Dadasta ................................ ..................... 7y 3.1 Objetos do cotidiano so apresentados de uma nova forma de dentro de um outro contexto artstico; ................................ ................................ ................................ ......... 7 y y y y

3.2 Irreverncia artstica; ................................ ................................ ............................... 7 3.3 Combate s formas de arte institucionalizadas; ................................ ................... 7 3.4 Crticas ao capitalismo e ao consumismo; ................................ ............................ 8 3.5 nfases no absurdo e nos temas e contedos sem lgica; ................................ 8

y 3.6 Uso de vrios formatos de expresso (objetos do cotidiano, sons, fotografias, poesias, msicas, jornais, etc.) na composio das obras de artes plsticas; ................ 8 y 3.7 Forte carter pessimista e irnico, principalmente com relao aos acontecimentos polticos do mundo. ................................ ................................ ................... 8

3.8 Contexto histrico ................................ ................................ ................................ .............. 8 4.0 Principais Artistas ................................ ................................ ................................ ............. 11 4.1 Hugo Ball ................................ ................................ ................................ .......................... 11 4.2 Hans Arp ................................ ................................ ................................ .......................... 12 4.3 Tristan Tzara................................ ................................ ................................ ..................... 12 4.4 Marcell Duchamp ................................ ................................ ................................ ............. 13 4.5 Man Ray ................................ ................................ ................................ ........................... 13 5.0 Outros expoentes dadastas ................................ ................................ ............................. 13 5.1 Andr Breton................................ ................................ ................................ .................... 13 5.2 Max Ernst ................................ ................................ ................................ ......................... 14 5.3 Hannah Hch................................ ................................ ................................ ................... 14 5.4 Marcel Janco ................................ ................................ ................................ .................... 14 5.5 Joan Mir ................................ ................................ ................................ ......................... 15 6.0 Pricipais Obras................................ ................................ ................................ .................. 15 6.1 Hans Arp ................................ ................................ ................................ .......................... 15 1

6.2 Tristan Tzara................................ ................................ ................................ ..................... 16 6.3 Marcell Duchamp ................................ ................................ ................................ ............. 17 6.4 Man Ray ................................ ................................ ................................ ........................... 17 Concluso ................................ ................................ ................................ .............................. 18 Bibliografia................................ ................................ ................................ ............................. 19

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IntroduoO Dadasmo, foi um movimento artstico que teve bastante destaque entre as vanguardas do sculo XX, revolucionou as diferentes formas de fazer arte, podemos consider-lo um movimento de transio para a arte moderna. O abstrato o foco principal, o sem sentido, o non-sense, uma forma de demonstrar a arte de maneira diferente, curiosa e tendo por trs de todo esse sem sentido o conceito de toda a criao. Este conceito dadasta se difunde muito e por meio deste trabalho, o grupo procura explic-lo analis-lo e exemplific-lo de forma coesa, fcil e interessante

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1.0 Contexto Histrico e CulturalO dadasmo foi um movimento cultural que perdurou de 1 916 a 1922, durante a Primeira Guerra mundial. Este movimento natural de Zurique, capital da Sua; pois a sua era um pais neutro com respeito a guerra, tornando -se assim refugio para qualquer tipo de refugiados polticos, como: Pacifistas, Lideres de partidos revolucionrios e Artistas que vem essa guerra como um fim lgico para uma sociedade cujas estruturas e valores eram considerados um atraso. Tristan Tzara, fundador desse movimento, terminada a guerra recordaria: Durante 1916 1917, a guerra parecia estar pra sempre no se via fim. (...) Por isso a rejeio e a rebelio. Fomos fortemente contra a guerra . O Dadasmo foi, ento, o resultado de uma necessidade de independncia , para salvar o que constitui a essncia da existncia: a liberdad e. No entanto, o nascimento do dadasmo teria sido impossvel se no houvesse existido antes as chamada vanguardas artsticas do sculo XX. O movimento Dada, anti-tradicionalista por natureza, pertence, no entanto a uma antiga tradio . Dada uma manifestao de um processo de ruptura com as concepes da essncia clssica europia, comeando com o romantismo no inicio do sculo XIX e aumentando nas primeiras dcadas do sculo XX, como o aparecimento dos ditos movimentos de vanguarda. O termo vanguarda vem do francs Avant-garde, que remete a primeira linha de um exrcito, que ter o primeiro contato com o inimigo. Refere -se a renovao absoluta da criao, para lidar com o que esta estabelecido e obsoleto, e substituir esse contedos pro novas tendncias. uma rejeio do sistema de expresso, uma crise em profundidade sobre os fundamentos da atividade esttica, relacionadas com as mudanas que a revoluo tecnolgica produz a sociedade europia. As mudanas so refletidas na filosofia e na cincia nas duas primeiras dcadas do sculo XX. Quase no fica nada da ordem filosfica e cientfica com que a Europa da segunda metade do sculo XIX conseguiu construir em um mundo de valores imutveis e em permanente evoluo material. Os chamados movimentos europeus de vanguarda do incio do sculo XX visavam renovao da arte, pintura, teatro, msica, literatura, cinema e arquitetura. Cubismo e Futurismo. Eles tinham um denominador comum: a natureza combativa e a ruptura com a tradio esttica, a busca por novas formas de expresso, e um desejo de libertao das amarras morais, polticas e religiosas que impedem a emancipao e o desenvolvimento integral do Entre eles esto o Expressionismo, Fauvismo, Cubismo e Futurismo. Eles tinham u m denominador comum: a natureza combativa e a ruptura com a tradio esttica, a busca por novas formas de4

expresso, e um desejo de libertao das amarras morais, polticas e religiosas que impedem a emancipao e o desenvolvimento integral do homem, assi m como a busca de uma arte autnoma e fechada em si mesma, eliminao do didtico, o confessional e sentimental, e um desprezo pela arte do passado com a atitude ldica e bem-humorada. Outro fator importante que influencia a origem e o desenvolvimen to das vanguardas a questo dos avanos tecnolgicos. Diferentes movimentos surgem em um momento de progresso rpido e desconcertante para o artista em diferentes reas (radio, cinema, o avio, o arranha cu, o elevador , carros, novos tipos de armas, etc.). Estes desenvolvimentos funcionam como origem de uma nova sensibilidade artsticas mas ao mesmo tempo como inspirao para uma nova iconografia, que tambm ocorre em relao cultura urbana e o novo estilo de vida caracterstico do sculo XX. neste clima, extremamente propcio, que surge o Dadasmo.

2.0 Tipos de artes Dadastas2.1 Pintura DadastaA pintura dadasta foi um dos grandes mistrios da histria da arte do sculo XX. Os pintores deste movimento, guiados por uma anarquia instintiva e um forte nihilismo, no hesitaram em anular as formas, tcnicas e temas da pintura, tal como tinham sido entendidos at aquele momento. Um exemplo disso eram os quadros dos antimecanismos ou mquinas de nada, nos quais o tema central era totalmente indito para aqueles tempos. Representavam artefatos de aparncia mais potica do que mecnica, cuja funo era totalmente desconhecida. Para dificultar ainda mais sua anlise, os ttulos escolhidos jamais tinham qualquer relao com o objeto central do qu adro. No difcil deduzir que, exatamente atravs desses antitemas, os pintores expressavam sua repulsa em relao sociedade, que com a mecanizao estava causando a destruio do mundo. Um captulo parte merece as colagens, que logo se transformaram no meio ideal de expresso do sentimento dadasta. Tratava -se da reunio de materiais aparentemente escolhidos ao acaso, nos quais sempre se podiam ler textos elaborados com recortes de jornais de diferente feio gr fica. A mistura de todo tipo de imagens extradas da imprensa da poca faz desse tipo de trabalho uma antecipao precoce da idealizao dos meios de comunicao de massa, que mais tarde viria a ser a artepop.

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2.2 Escultura DadastaA escultura dadasta nasceu sob a influncia de um forte esprito iconoclasta. Uma vez suprimidos todos os valores estticos adquiridos e conservados at o momento pelas academias, os dadastas se dedicaram por completo experimentao, improvisao e desordem. Os read y mades de Marcel Duchamp no pretendiam outra coisa que no dessacralizar os conceitos de arte e artista, expondo objetos do dia -a-dia como esculturas. Um dos mais escandalosos foi, sem dvida, o urinol que este artista francs se atreveu a apresentar no Salo dos Independentes, competindo com as obras de outros escultores. Sua inteno foi to -somente demonstrar at que ponto o critrio subjetivo do artista podia transformar qualquer objeto em obra de arte. Com exemplos desse tipo e outros, pode -se afirmar que Marcel Duchamp sem dvida o primeiro pai da arte conceitual. Apareceram tambm, como na pintura, os primeiros antimecanismos, mquinas construdas com os elementos mais estapafrdios e com o nico objetivo de serem expostas para desconcertar e provocar o pblico. Os crticos no foram muito condescendentes com essas obras, que no conseguiam compreender nem classificar. Tais manifestaes, por mais absurdas e insolentes que possam parecer, comearam a definir a plstica que surgiria nos an os seguintes.

2.3 Fotografia e cinema DadastaArtistas de seu tempo, os dadastas foram sem dvida os primeiros a incorporar o cinema e a fotografia sua expresso plstica. E fizeram isso de uma maneira totalmente experimental e guiados por uma e spontaneidade inata. O resultado desse novo materialismo foi um cinema completamente abstrato e absurdo, por exemplo, o de diretores como Hans Richter e a fotografia experimental de Man Ray e seus seguidores. Foi exatamente Man Ray o inventor da conhe cida tcnica do raiograma, que consistia em tirar a fotografia sem a cmara fotogrfica, ou seja, colocando o objeto perto de um filme altamente sensvel e diante de uma fonte de luz. Apesar de seu carter totalmente experimental, as obras assim concebidas conseguiram se manter no topo da modernidade tempo suficiente para passar a fazer parte dos anais da histria da fotografia e do cinema artsticos.

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foi expresso em diversas formas de arte como a pintura, as esculturas, a poesia e a musica. A pintura foi uma forma amplamente utilizada, os pintores deste movimento eram guiados por uma anarquia instintiva, no hesitaram em tirar as formas, tcnicas e anti-mecanismos ou maquinas de nada, nos quais o tema central era totalmente indito para aquele tempo. Mostravam artefatos de aparncia mais potica do que mecnica, e que a funo era totalmente desconhecida. Para dificultar ainda mais sua anlise, os ttulos escolhidos no tinham qualquer relao com o objeto central do quadro. No difcil deduzir que, exatamente atravs desses anti-temas, os pintores expressavam uma crtica em relao sociedade, que, com a mecanizao, estava causando a destruio do mundo. Tambm existiram as colagens. Tratava-se da reunio de materiais aparentemente escolhidos ao acaso, nos quais sempre se podiam ler textos elaborados com recortes de jornais de diferentes aparncias. A mistura de todo tipo de imagens extradas da imprensa da poca faz desse tipo de trabalho uma antecipao precoce da idealizao dos meios de comunicao de massa, que mais tarde viria a ser a pop art. Uma vez retirados todos os valores estticos adquiridos e conservados at o momento pelas academias, nasce a escultura dadasta. Os dadastas se dedicaram por completo experimentao, im provisao e desordem. Os ready-mades de Marcel Duchamp no pretendiam outra coisa se no acabar com os conceitos de arte e artista, expondo objetos do dia -a-dia como esculturas. Um dos mais escandalosos foi, sem dvida, o urinol, que este artista fra ncs se atreveu a apresentar no Salo dos Independentes, competindo com as obras de outros escultores. Sua inteno foi somente demonstrar at que ponto o subjetivo do artista conseguiria transformar um objeto em obra de arte. Apareceram tambm, como na pintura, os primeiros anti-mecanismos, mquinas construdas com os elementos mais estranhos e com o nico objetivo de serem expostas para desconcertar e provocar o pblico. Os crticos no gostaram muito dessas obras, que no conseguiam compreender nem classificar. Tais manifestaes, por mais absurdas e insolentes que possam parecer, comearam a definir a plstica que surgiria nos anos seguintes. O cinema foi tambm um importante meio de expresso para os dadastas, estes foram sem dvida os primeiros a incorporar o cinema e a fotografia sua expresso plstica. E fizeram isso de uma maneira totalmente experimental. O resultado disso foi um cinema completamente abstrato e absurdo como, por exemplo, o do diretor Hans Richter e a fotografia exp erimental de Man Ray e seus seguidores. A fotografia sempre fora utilizada para gravar momentos e pessoas, porm, apenas a partir do movimento Dadasta e o reconhecimento de Man Ray, 9

incorporada arte. O homem sempre teve um sentimento de se guardar para a posterioridade e, ao tirar fotos, mantinha o objetivo de ser reconhecido no futuro, de ser lembrado. Assim, as fotografias tratavam -se de pessoas posando para as fotos, ou lugares, sempre visando uma boa imagem. Durante muito tempo, esse foi o trabalho do fotgrafo: organizar a foto para que as pessoas ou os locais fotografados ficassem com uma excelente aparncia, e que essa fosse a imagem passada posterioridade. Nos Estados Unidos, porm, no ano de 1890, nasce o homem que transformaria tal viso: Emanuel Rudnitzky, mais conhecido como Man Ray. Comeando sua carreira como pintor, volta-se mais para a fotografia em 1915, trabalhando como fotgrafo independente. Porm, a partir de suas obras inspiradas nas vanguardas europias, principalmente no dadasmo, que se torna reconhecido at hoje. Apesar de ter sido um importante nome do dadasmo, sendo, inclusive, um dos fundadores do grupo dadasta em Nova Iorque, junto com Marcel Duchamp e Picabia (que o fundaram sem o conhecimento ou autorizao dos artistas de Zurique, bero do movimento); podemos tambm consider-lo como um artista que passou pelo surrealismo e pelo cubismo, outras importantes vanguardas. A fim de ir contra a arte pictrica do sculo XIX, Man Ray trabalhou principalmente com trs gneros de fotografia: retrato (obras mais conhecidas), paisagens e natureza morta. Porm, assim como outros artistas do dadasmo, desenvolve seu trabalho com espontaneidade e originalidade, sempre provocando a sociedade presente e colocando a sua ideia sobre a arte e a cultura, principal mote do movimento dada. Ao incorporar a fotografia s artes plsticas, o artista mostra -se experimentalista, desenvolvendo novas tcnicas e seu aperfeioamento para o desenvolvimento de suas obras. Trazendo novos ares fotografia, Man Ray busca o relevo e a impresso de terceira dimenso em suas fotos. Assim, cria a raiografia, tcnica que consiste em tirar fotos sem cmera fotogrfica. Colocando um objeto sobre um filme altamente sensvel, diante de uma fonte de luz apenas, forma-se a fotografia. Como um dos principais defensores da fotografia como arte, sempre procurou uma aproximao desta com a pintura. Man brincava com a conscincia por trs das fotos, buscando metforas. Trabalhava muito bem com a desconstruo da fotografia, transformando fotos tradicionais em construes de laboratrios, atravs de suas tcnicas. Usa muitas vezes, portanto, a distoro de formas e corpos. Apesar de seu aspecto inovador e original, suas obras no foram bem ace itas pelo pblico, provavelmente por estarem muito frente da sociedade to criticada pelos artistas dadastas da poca. Assim, aps o movimento dadasta, em 1940, Man Ray, em Hollywood, se torna o fotgrafo de muitas celebridades. Suas obras tornam-se reconhecidas apenas na dcada de 60, com a Bienal de Fotografia de Veneza.10

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4.0 Principais Artistas

Nasc o e

Criado em uma famlia protestante, chegou a cursar Filosofia e Sociologia na Universidade de Munique, masaos 24 anos decidiu ingressar na Max Reinhardt School of Dramatic Art em Berlim. Ingressou como voluntrio no exercito de seu pas na Primeira Guerra, mas desiludido decidiu abandonar a batalha, razo pela qual foi considerado traidor e teve de cruzar a fronteira, indo para a Sua, se estabelecendo em Zurique. L, abriu o famoso Cabaret Votaire, palco de encontro para discusses polticas e culturais, onde conheceu a maioria de seus companheiros Dada. Karawane

jolifanto bambla o falli bambla groftiga m'pfa habla horem egiga goramen higo bloiko russula huju hollaka hollala anlogo bung blago bung blago bung bossofataka schampa wulla wussa olobo hej tatta gorem Publicou em 14 de Julho de 1916 o Manifesto eschige zunbada Dad, que pode ser considerado o marco do wulubu ssubudu uluwu ssubudu Dadasmo na Europa. Neste mesmo ano viria a -umf publicar o Karawane um famoso poema kusa gauma formado por frases que no possuem relao. ba-umf Queria mostrar ao mundo que existiam pessoas com ideias diferentes das sociedades em geral. Participou do movimento por aproximadamente dois anos, trabalhando depois em jornais suos. Em 1920 adotou o catolicismo e passou viver uma vida religiosa e relativamente pobre ate seu falecimento.

4.1 Hu

B llPirmasens, cidade do s doeste da Alemanha qua na divisa com a Frana, no se dia 22 de fevereiro de 1886 e falecido na cidade sua de San Abbondio prximo a Lugano no dia 19 de setembro de 1927

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4.2 Hans ArpJean Peter Wilhelm Arp nasceu em Strasbourg, quando esta cidade francesa ainda pertencia Alemanha, com o nome de Hans Peter Wilhelm Arp, em 16 de setembro de 1886. Ao naturalizar-se, em 1826, foi obrigado pela legislao francesa de ento a adotar o nome de "Jean". Fale na ceu Basilia, cidade sua que faz fronteira com Frana e Alemanha. Era filho de me francesa e pai alemo. Seu nascimento ocorreu em plena Guerra Franco-Prussiana. Entrou aos 14 anos para a Escola de Artes e Ofcios da cidade natal, onde permaneceu at 1904, poca em que se transferiu para Paris. Aps alguns anos de estudo e viagens se mudou para Zurique em 1915 para ter a vantagem da neutralidade do pas na guerra. Conheceu Bali e outros membros do Dadasmo noCabaret Voltaire e teve grande destaque em trabalhos feitos com Max Ernst. Este famoso pintor, escultor e poeta no permaneceu por muito tempo no movimento Dada, tendo aderido ao Surrealismo ainda na dcada de 20.

4.3 Tristan TzaraNascido no dia 16 de Abril de 1896 em Moinest,na Romnia, com o nome de Samuel Rosenstock adotou Tzara como pseudnimo para tudo o que fez ao longo de sua vida, at a morte em Paris no dia 24 de dezembro de 1963. Este poeta, que tambm conheceu o Dadasmo durante seu perodo em Zurique, foi o principal articulador do movimento e, a partir de meados de 1917, assumiu o controle do movimento, inclusive levando a sada de Bali em razo de este achar Tzara muito radical com sua vontade de destruir a sociedade. Ajudou a espalhar o movimento por toda a Europa, sendo o princip responsvel por editar al a revista Dada, alm disso, o autor da receita de como fazer um poema Dadasta. Exps e fez apresentaes com a grande maioria dos artistas do movimento como Picabia, Janco, Arp e mesmo Bali. Em 1919, se muda para Paris quando e stabelece de vez a presena do movimento na Frana. No ano de 1921, Tristan passa a entrar em conflitos com vrios grupos dadastas devido a divergncias de ideias. Isso, junto a outras questes e ao natural enfraquecimento do movimento, culminaria com a mudana do poeta para o Surrealismo por volta de 1924. Tzara ainda conviveu com o perodo da segunda guerra e chegou a participar do Partido Comunista Francs, e tambm da reconhecida Resistncia Francesa. Aps este perodo de guerra retornou a sua vida participando de inmeras exposies mas ainda se envolvendo em questes polticas at seu falecimento.12

4.4 Marc ll Duchamp

Nascido na cidade de Blainville-Crevon, Frana, na data de 28 de Julho de 1887, este artista radicado nos Estados Unidos faleceu tambm na Frana na cidade de Neuilly-sur-Seine, subrbio de Paris, no dia 2 de outubro de 1968. Este artista, considerado por muitos o principal artista Dada da histria, trazia com sigo tendncias fauvistas, cubistas e at mesmo futuristas para suas pinturas, das quais, posteriormente, viria a se afastar. certamente o principal expoente do movimento nas Amricas sendo basicamente o precursor do mesmo neste continente ao lado de Franois Picabia e sempre lembrado por ser o pai do ready-made, a tcnica de atribuir a um objeto do cotidiano uma conotao artstica, onde se destaca seu urinol batizado de "A fonte".

4.5 Man RayArtista nascido na Filadlfia no dia 27 de agosto de 1890 e falecido em paris em 18 de junho de 1976, diferenciou-se da maior parte dos artistas do movimento Dadasta por ser, alm de pintor, fotgrafo e cineasta. Conheceu o Dadasmo atravs de Duchamp, de quem ficou bem prximo, durante um perodo em Nova York, onde ajudou a desenvolv-lo juntamente com Picabia, outro grande amigo seu. Man permaneceu, entretanto, por pouco tempo no movimento Dad, migrando como muitos outros artistas para o Surrealismo, onde conheceu pintores como Dali e trabalhou com antigos companheiros como Ernst e Arp. Seu principal destaque neste movimento est nos filmes que passou a fazer.

5.0 Outros expoentes dadastas5.1 Andr Br ton

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Conhecido por sua participao marcante no Surrealismo, durante um bom tempo pertenceu ao movimento, escrevendo at na revista de Tzara, a Dada.

5.2 Max rnstImportante homem do movimento Dadasta, outro artista que frequentemente lembrado apenas por suas colaboraes ao Surrealismo.

5.3 Hannah HchTalvez a principal mulher do movimento, seus principais trabalhos remontam as colagens, forma artstica ensinada at hoje em cursos de artes.

5.4 Marc l Janco

Judeu nascido na Romnia e compatriota de Tristan, esteve entre os fundadores do movimento em 1916 no Cabaret Voltaire.

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5.5 Joan MirApesar de no ser considerado diretamente do movimento Dada, teve grande influncia do mesmo em suas obras e fez muitos trabalhos ao lado de Ernst.

6.0 Pricipais Obras6.1 Hans Arp

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6.2 Tristan Tzara

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6.3 Marcell Duc amp

6.4 Man Ray

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ConclusoComo pudemos perceber ao longo do trabalho,o dadasmo, foi um movimento ao mesmo tempo abstrato e Rico,pois, inspirou vrios outros movimentos artsticos como, por exemplo, o Surrealismo. Por ser um movimento de curta durao, no estendemos muito nossa pesquisa. Perduram at hoje, fragmentos de pensamento dadastas na esttica publicitria contempornea, a influencia do readymade, que consistia em deslocar objetos do seu contexto original pra outra situao; que se encontra at hoje na utilizao de frases, imagens e musicas que so parte da cultura popular e que possuem uma familiaridade entre as massas. Podemos concluir com isso, que o Dadasmo foi um movimento muito importante pra a arte antiga e contempornea, e at mesmo para a sociedade de uma forma geral. O Dadasmo inspirou e inspira outros diversos meios de comunicao e arte.

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Bibliografiahttp://www.metaforas.org.br/HTMLobj-714/JORGE_E_OUTROS.pdf (acesso 04/03/2011) http://www.suapesquisa.com/artesliteratura/dadaismo.htm (acesso 02/03/2011) http://www.arteeeducacao.net/historia/Dadaismo/texto.htm (acesso 04/03/2011) http://www.pitoresco.com.br/art_data/dadaismo/index.htm (acesso 03/03/2011) http://pt.wi ipedia.org/wi i/Dada%C3%ADsmo (acesso 04/03/2011) http://www.historiadaarte.com.br/dadaismo.html (acesso 03/03/2011)

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