CECCJ em AÇÃO - jul2013

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    11-Mar-2016

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Informativo do Centro Espirita Cabana da Cabloca Jurema

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<ul><li><p>CECCJCentro Esprita Cabana da Cabocla Jurema </p><p> CECCJ Em Ao JULHO 2013 ANO 001 Edio 002 JULHO-2013 </p><p>Me Sagrada, me Divina, Protetora da Um-banda, protetora dos lares. Senhora das guas opulentas, deusa das chuvas benvolas, Me da sabedoria e pacincia. Caminha conosco, Me Nan, Ensinando-nos a caminhar Passo a passo, dia a dia, sem pular etapas Em nossa pressa incontida. Abenoe os nossos coraes, Nossa cabea, nosso esprito e nosso corpo. Que os poderes dados por Zambi Somente Senhora das Senhoras, Sejam caridosos e be-nevolentes, E nos escondam de nossos inimi-gos Ocultos e poderosos. Saluba Nan! Salve o teu poder, salve a tua calma, Salve o teu passo sereno e a limpidez dos teus lagos! Sal-ve o mistrio supremo dos teus silncios! Aquieta os coraes dos teus filhos Que an-dam tristes e aflitos, Ensinando-nos a pacin-cia, De buscar a perseverana Sabendo esperar a luz benfazeja do amanh. Estende sobre ns Teu manto sagrado de gua e terra Recolhen-do todas as impurezas; As angstias e triste-zas; Purifica e transmuta nossos sentimentos E os mais ntimos pensamentos Que teimam em se esconder da razo, Criando pntanos escu-ros em nosso corao. Que as tuas guas cal-mas Lavem mesmo a nossa alma, Assim como o querer mais escondido; E decantem tudo o que no seja da luz, Despertando todos os aflitos. Leva-nos de volta ao caminho do Pai Criador Com o teu poder divino e transforma-dor, Para que todos sintam e saibam Da pureza e encanto do teu amor. Saluba Nan Buruqu! </p><p>NAN BURUQUNAN BURUQUNAN BURUQU </p><p>PRECE </p><p>Nesta Edio: </p><p>EDITORIAL Gratido </p><p>PRECE : NANA BURU-</p><p>QUE - Prece de CARITAS </p><p>Umbanda Historia </p><p>Voc Sabia ? MEDIUNI-</p><p>DADE (2) </p><p>ORIXS DO MS Nan e </p><p>Florzinha; Caracteristica de </p><p>seus filhos de Nana </p><p>A magia da criana; A </p><p>importncia da evangeliza-</p><p>o infantil </p><p>Calendrio </p></li><li><p>CECCJCentro Esprita Cabana da Cabocla Jurema 2 </p><p> CECCJ Em Ao JULHO 2013 ANO 001 Edio 002 </p><p>GRATIDO E EVOLUO PESSOAL </p><p>Uma das foras mais poderosas que existem (e pouco entendida) o poder da gratido. A gratido engloba a fora do reconhecimento de uma fora superior a ns, mexendo as engrenagens do universo. A quem devemos agradecer depende das crenas pessoais de cada um. O ato de agradecer maior do que qualquer dogma religioso. Engloba tambm a fora do pensamento positivo, que permite que possamos desenvolver o otimismo e a confiana em ns e no futuro. Quando agradecemos, reconhecemos que o universo est sendo justo conosco e que ele mesmo sbio. Demonstramos uma confiana de que tudo acabar bem .(Humberto Bez Batti) </p><p>Beijos de Luz </p><p>Maria Helena </p><p>AROMATERAPIA um dos ramos da Fitoterapia e con-siste em usar o perfume e o aroma das plantas e flores para tratar desequil-brios emocionais e fsicos com a ajuda de leos extrados dos vegetais, prepa-rados para este fim. </p><p>PALAVRAS MGICAS </p><p>Refletindo...... </p><p> AURICULOTERAPIA um recurso importante da medici-na Oriental que parte de estmulos em pontos da orelha conquistando o equilbrio geral corpo-mente, preve-nindo e tratando desequilbrios energticos e patolgicos. Cada orelha tem pontos de reflexo que correspondem a todos os rgos e funes do corpo. Quando se efe-tua a sensibilizao desses pontos por agulhas, esferas, sementes de determinadas plantas, o crebro recebe um impulso que desencadeia uma srie de fenmenos fsicos relacionados com a rea do corpo, e que produzem a cura. </p><p>O uso da auriculoterapia compat-</p><p>vel com todas as demais formas de </p><p>tratamento, no tendo efeitos cola-</p><p>terais desde que o diagnstico seja </p><p>correto e o tratamento bem efetuado </p></li><li><p>CECCJCentro Esprita Cabana da Cabocla Jurema 3 </p><p> CECCJ Em Ao JULHO 2013 ANO 001 Edio 002 Histrico sobre os precedentes religiosos e culturais que precipitaram o surgimento, na 1 dcada dos anos 1500, </p><p>quando os portugueses avistaram o que para eles eram as ndias, em realidade Brasil, ao desembarcarem depararam-se com uma terra de belezas deslumbrantes, e j habitada por nativos, os ndios. Os primeiros contatos entre os dois povos foram, na sua maioria, amistosos, pois os nativos identificaram-se com alguns smbolos que os estrangeiros apresentavam. Porm, o tempo e a convivncia se encarregaram em mostrar aos habitantes de Pindorama (nome indgena do Brasil) que os homens brancos estavam ali por motivos pouco nobres. O relacionamento, at ento pacfico, comea a se desmoronar como um castelo de areia. So inescrupulosamente escravizados e forados a trabalhar na novel lavoura. Reagem, resistem, e muitos so ceifados de suas vidas em nome da liberdade. Mais tarde, o escravizador faz desembarcar na Bahia os primeiros negros escravos que, sob a gide do </p><p>chicote, so despejados tambm na lavoura. Como os ndios, sofreram toda espcie de castigos fsicos e morais, e at a subtrao da prpria vida. Desta forma, ndios e negros, unidos pela dor, pelo sofrimento e pela nsia de liberdade, desencarnavam e encarnavam nas Terras de Santa Cruz. Ora laborando no plano astral, ora como encarnados, estes espritos lutavam incessantemente para humanizar o corao do homem branco, e fazer com que seus irmos de raa se livrassem do rancor, do dio, e do sofrimento que lhes eram infligidos. Alm disso, muitas das crianas ndias e negras, eram mortas, quando meninas (por no servirem para o trabalho pesado), quando doentes, atravs de torturas quando aprontavam suas artes e com isso perturbavam algum senhor. Algumas crianas brancas, acabavam sendo mortas tambm, vtimas da revolta de alguns ndios e negros. Juntando-se ento os espritos infantis, os dos negros. Continua na prxima edio. Fonte: Sociedade Espiritualista Mata Virgem. </p></li><li><p>CECCJCentro Esprita Cabana da Cabocla Jurema 4 </p><p> CECCJ Em Ao JULHO 2013 ANO 001 Edio 002 </p><p>A verdadeira doao doar-se por inteiro, sem restries. A gratido de quem ama no coloca </p><p>limites para os gestos de ternura. Seja sempre grato, mas no espere pelo reconhecimento de </p><p>ningum. Gratido com amor no apenas aquece quem recebe, como reconforta quem oferece </p><p>Que existem trs formas de desenvolvermos nossa mediunidade? </p><p>1) ESTUDANDO Devemos ler, pesquisar, estudar, fazer cursos, pois as entidades incorporadas, mesmo tendo alcanado uma evoluo espiritual, invariavelmente, utilizam-se dos conhecimentos adquiridos pelo medium, visto que o aprendizado o caminho correto, do qual dependem os praticantes desta nossa religio, j que o conhecimento libertar dos tabus e crendices que marcaram os primrdios da Umbanda. </p><p>2) PRATICANDO Colocar em prtica tudo o que aprendido nos ensinamentos em cursos e palestras, e sesses especificas de desenvolvimento medinico, alm da presena incorporada dos mentores espirituais de nossa casa, que conversam, instruem, explicam. Sanando as dvidas daqueles que, muitas vezes, chegam sentindo-se completamente estranhos ao ambiente espiritual e outros, por um lado, com alguns conhecimentos de outros terreiros, mas portadores de diversos vcios e que do muito trabalho para serem corrigidos. </p><p>3) TRANSFORMANDO - Precisamos acelerar nosso processo de reforma ntima, pois s atravs de uma vigilncia constante de nossos pensamentos, palavras e atos, estaremos numa perfeita sintonia com o Astral Superior, o que nos far atrair somente as mais altas vibraes celestiais. </p><p>RRREIKI uma tcnica de cura natural, to simples quanto potente, que ajuda a restaurar nosso estado original de equilibrio e de sade de uma forma integral, ou seja, simultaneamente nos nossos corpos: FSICO, EMOCIONAL, MENTAL E ESPIRITUAL. </p><p>Ao reconectar nossa energia vital individual energia csmica universal, o Reiki ajuda nos tratamentos dos males fisicos, no estado de desequilibrios emocionais e auxilia no desenvolvimento espiritual. </p></li><li><p>CECCJCentro Esprita Cabana da Cabocla Jurema 5 </p><p> CECCJ Em Ao JULHO 2013 ANO 001 Edio 002 </p><p>No inicio dos tempos os pntanos cobriam quase toda a terra. Faziam parte do reino de Nan Buruqu e ela tomava conta de tudo com mos de ferro como boa soberana que era. Quando todos os reinos foram divididos por Olorun e entregues aos orixs uns passaram a adentrar nos domnios dos outros e muitas discrdias passaram a ocorrer. E foi dessa poca que </p><p>surgiu esta lenda. Ogum precisava chegar ao outro lado de um grande pntano, uma guerra estava prestes a ocorrer e sua presena era solicitada com urgncia. Resolveu ento atravessar o lodaal para no perder tempo. Ao comear a travessia que seria longa e penosa ouviu atrs de si uma voz autoritria: - Volte j para o seu caminho rapaz! - Era Nan com sua majestosa figura matriarcal que no admitia contrariedades - Para passar por aqui tem que pedir licena! - Como pedir licena? Sou um guerreiro, preciso chegar ao outro lado urgente. H um povo inteiro que precisa de mim. -No me interessa o que voc e sua urgncia no me diz respeito. Ou pede licena ou no passa. Aprenda a ter conscincia do que o respeito ao alheio. Ogum riu com escrnio: - O que uma velha pode fazer contra algum jovem e forte como eu? Irei passar e nada me impedir! Nan imediatamente deu ordem para que a lama tragasse Ogum para impedir seu avano. O barro agitou-se e de repente comeou a se transformar em grande redemoinho de gua e lama. Ogum teve muita dificuldade para se livrar da fora imensa que o sugava. Todos seus msculos retesavam-se com a violncia do embate. Foram longos minutos de uma luta sufocante. Conseguiu sair, no entanto, no conseguiu avanar e sim voltar para a margem. De l gritou: -Velha feiticeira, voc forte no nego, porm tambm tenho poderes. Encherei esse barro que chamas de reino com metais pontiagudos e nem voc conseguir atravessa-lo sem que suas carnes sejam totalmente dilaceradas. E assim fez. O enorme pntano transformou-se em uma floresta de facas e espadas que no permitiriam </p><p>a passagem de mais ningum. Desse dia em diante Nan aboliu de suas terras o uso de metais de qualquer espcie. Ficou furiosa por perder parte de seu domnio, mas intimamente orgulhava-se de seu trunfo: - Ogum no passou! Sarav Nan Buruqu! Saluba Vov! Fonte http://aumbandacomoelae.blogspot.com.br/search/label/Nan%C3%A3 </p><p>Ervas </p><p>Manjerico Roxo, Colnia, Ip Roxo, Folha da Quaresma, Erva de Passarinho, Dama da Noite, Canela de velho, Salsa da Praia, Manac. (Em algumas casas: assa peixe, cipreste, erva maca, dlia vermelho escura, folha de berinjela, folha de limoeiro, manac, rosa vermelho escura, tradescncia) </p><p>Flores Todas as flores roxas. </p><p>Essncias Lrio, Orqudea, limo, narciso, dlia. </p><p>Pedras Ametista, cacoxenita, tanzanita </p><p>Chakra Frontal e Cervical </p><p>Numero 13 </p></li><li><p>CECCJCentro Esprita Cabana da Cabocla Jurema 6 </p><p> CECCJ Em Ao JULHO 2013 ANO 001 Edio 002 </p><p>CARACTERSTICAS DOS FILHOS DE NAN BURUQU </p><p> So pessoas com uma capacidade extrema de entendimento e compreenso com as falhas humanas e por causa disso perdoam e consolam aos que erram com grande facilidade. Vivem voltados para o bem estar da comunidade sempre fazendo o possvel para atender as vontades e necessidades de todos, sempre parece ser muito mais velho do que realmente , conservador por natureza e sente com freqncia saudades de um tempo que no viveu e distanciado da modernidade em que vive. s vezes se tornam tambm ranzinzas, preocupados em demasia com detalhes e tm uma forte tendncia a criticar tudo e todos. No costumam ter muito senso de humor e odeiam ser contrariados e dificilmente voltam atrs, Suas reaes bem equilibradas e a pertinncia das decises, sempre no caminho da sabedoria e da justia. Calmos, discretos e extremamente benevolentes, sempre agem com dignidade e gentileza, mas tm dificuldade nata em cumprir horrios j que esto sempre achando que o dia muito mais longo do que realmente e pode esperar por sua lentido, seu temperamento severo e austero, mais temido que amado. As mulheres, filhas desse orix, no procuram embelezar-se as vezes, tornam-se distanciam da sexualidade passando uma imagem de pouca feminilidade. Se dedicam ao trabalho e ambio social e, pelo medo exacerbado de ser abandonado e sofrer, deixam de lado a vida amorosa sem se tornarem com isso, amargos ou tristes. </p><p>Estou no CECCJ, Estou no CECCJ, Estou no CECCJ, O que fao agora?O que fao agora?O que fao agora? </p><p>Primeiramente quando chegar porta do terreiro, pea licena aos guardies da casa. </p><p>Dentro do terreiro, sinta o ambiente, feche os olhos e respire fundo (a respirao a base da vida, os ciclos e ritmos - o Fole Vital). </p><p>Inspire os perfume, as essncias do Templo. Elas lhe despertaro sentimentos e prazeres jamais sentidos. Experimente. </p><p>Fique em respeitoso silncio e pea a proteo dos seres de luz para voc, os seus e para a casa. Enfim, ore e seja grato. </p><p>INFLUENCIAS ESPIRITUAIS NO DIA A DIA </p><p>ASSEDIADOR Um assedio nem sempre obsesso. Em alguns casos, o espritos no quer vingana ou algo parecido. Apenas tem afinidade com voc; espirito que simpatiza com seus vcios ou hbitos e procura simplesmente se aproveitar. </p></li><li><p>CECCJCentro Esprita Cabana da Cabocla Jurema 7 </p><p> CECCJ Em Ao JULHO 2013 ANO 001 Edio 002 </p><p>N o dia 26 estaremos homenageando a Florzinha uma er da OXUM, que com sua doura traz alegria. </p><p>O elemento e fora da natureza correspondente a Ibeji so todos, pois ele poder, de acordo com a necessidade, utilizar qualquer dos elementos. Eles manipulam as energias elementais e so portadores naturais de poderes s encontrados nos prprios Orixs que os regem. Estas entidades so a verdadeira expresso da alegria e da honestidade, dessa forma, apesar da aparncia frgil, so verdadeiros magos e conseguem </p><p>atingir o seu objetivo com uma fora imensa, atuam em qualquer tipo de trabalho, mas, so mais procurados para os casos de famlia e gravidez. A Falange das Crianas uma das poucas falanges que consegue dominar a magia. Embora as crianas brinquem, dancem e cantem, exigem respeito para o seu trabalho, pois atrs dessa vibrao infantil, se escondem espritos de extraordinrios conhecimentos. Imaginem uma criana com menos de sete anos possuir a experincia e a vivncia de um homem velho e ainda gozar a imunidade prpria dos inocentes. A entidade conhecida na umbanda por er assim. Faz tipo de criana, pedindo como material de trabalho chupetas, bonecas, bolinhas de gude, doces, balas e as famosas guas de bolinhas -o refrigerante e trata a todos como tio e v. Os ers so, via de regra, responsveis pela limpeza espiritual do terreiro. </p><p>MAGIA DA CRIANAMAGIA DA CRIANAMAGIA DA CRIANA </p><p>A Importncia da Evangelizao Infantil </p><p> possvel a renovao do mundo em que habitamos, alm da reforma interior de cada um para o bem, sem darmos criana de hoje o embasamento evanglico? </p><p>Sem a renovao espiritual da criatura para o bem, jamais chegaramos ao nvel superior que nos compete alcanar. Ajudar a criana, amparando-lhe o desenvol-vimento, sob a luz do Cristo, cooperar na construo da reforma santificante da humanidade, na direo do mundo redimido de amanh." (Emmanuel, Enco...</p></li></ul>