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BOLETIM OFICIAL - Banco de Portugal O Boletim Oficial do Banco de Portugal, previsto no n.º 3 do artigo 59.º da sua Lei Orgânica, em formato eletrónico a partir de janeiro de 2012,

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Text of BOLETIM OFICIAL - Banco de Portugal O Boletim Oficial do Banco de Portugal, previsto no n.º 3...

  • 15 abril 2014 • www.bportugal.pt • Legislação e Normas • SIBAP

    BOLETIM OFICIAL Normas e Informações 4|2014

  • BOLETIM OFICIAL | Normas e Informações 4|2014 • Banco de Portugal Av. Almirante Reis, 71 – 2.º | 1150-012

    Lisboa • www.bportugal.pt • Edição Departamento de Serviços de Apoio | Área de Documentação, Edições e

    Museu | Núcleo de Documentação e Biblioteca • ISSN 2182-1720 (online)

    Fotografia da capa “Cortinas” 2012 • Intervenção artística na antiga igreja de S. Julião • Fernanda Fragateiro • Pintura

    manual sobre seda • Dimensões variadas

    http://www.bportugal.pt/

  • Índice

    Apresentação

    INSTRUÇÕES

    Instrução n.º 3/2014*

    Instrução n.º 4/2014*

    Instrução n.º 5/2014*

    Manual de Instruções

    Atualização decorrente das Instruções publicadas

    Instrução n.º 1/99

    Instrução n.º 2/2009

    Instrução n.º 7/2012

    CARTAS-CIRCULARES

    Carta-Circular n.º 3/2014/DSP, de 14.03.2014

    Carta-Circular n.º 4/2014/DET, de 27.03.2014

    INFORMAÇÕES

    Aviso n.º 3769/2014, de 05.03.2014

    Aviso n.º 4603/2014, de 26.03.2014

    Legislação Portuguesa

    Legislação Comunitária

    LISTA DAS INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO, SOCIEDADES FINANCEIRAS, INSTITUIÇÕES DE PAGAMENTO E INSTITUIÇÕES DE MOEDA ELETRÓNICA REGISTADAS NO BANCO DE PORTUGAL EM 31/12/2013 (Atualização)

    * Instrução Alteradora

  • Apresentação

    O Boletim Oficial do Banco de Portugal, previsto no n.º 3 do artigo 59.º da sua Lei Orgânica, em formato eletrónico a partir de janeiro de 2012, tem como objetivo divul- gar os diplomas normativos designados por Instruções, produzidos no exercício da sua competência regulamentar.

    Acessoriamente, esta publicação reúne e disponibiliza os Avisos do Banco de Portugal (sempre publicados no Diário da República), as Cartas-Circulares tidas como relevantes, bem como outras informações.

    A sua periodicidade é mensal, sendo dis- ponibilizado ao dia 15 de cada mês ou no primeiro dia útil seguinte, em www.bportugal.pt.

    Para além do Boletim Oficial, o Banco de Portugal disponibiliza um Manual de Instru- ções, constituído pela totalidade das Instru- ções em vigor, consultável em Legislação e Normas – SIBAP.

    O Boletim Oficial eletrónico contém:

    • Instruções Atos regulamentares do Banco de Portugal designados por Instruções, numeradas sequencialmente dentro do ano a que respeitam, classificadas temati- camente.

    • Avisos do Banco de Portugal Publicados em Diário da República.

    • Cartas-Circulares Emitidas pelo Banco de Portugal e que, apesar do seu conteúdo não normativo, se entende dever ser objeto de divulga- ção alargada.

    • Informações Selecionadas e cujo conteúdo justifica a sua inclusão no Boletim, numa perspeti- va de compilação e difusão mais genera- lizada, designadamente:

    – Comunicados do Banco de Portugal e do Banco Central Europeu;

    – Lista das Instituições de Crédito, Sociedades Financeiras, Instituições de Pagamento e Instituições de Moeda Eletrónica registadas no Banco de Portugal;

    – Seleção de referências e resumos de legislação nacional e comunitária res- peitante a matérias que se relacio- nam com a atividade das Instituições sujeitas à supervisão do Banco de Portugal.

    http://www.bportugal.pt/ http://www.bportugal.pt/sibap/sibap_p.htm

  • INSTRUÇÕES

  • Instrução n.o 3/2014 BO n.o 4 • 15-04-2014

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    Temas Mercados • Mercados Monetários

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    Índice

    Texto da Instrução

    Texto da Instrução

    Assunto: Mercado de Operações de Intervenção (M.O.I.) O Banco de Portugal (BdP), no uso da competência que lhe é atribuída pelos artigos 14.º, 15.º, 16.º e 24.º da sua Lei Orgânica, determina o seguinte:

    A Instrução do BdP n.º 1/99 (BO n.º1, 15-01-99) é alterada nos seguintes termos:

    1. No Capítulo I, Disposições Gerais,

    1.1. O número I.7.1. é alterado e passa a ter a seguinte redação:

    I.7.1. A pool de ativos elegíveis de cada IP constituirá garantia das operações de crédito do Eurosistema e da facilidade de liquidez de contingência. A concessão de crédito intradiário ou o recurso à facilidade de liquidez de contingência encontra-se definida na Instrução n.º 54/2012 do BdP.

    2. Capítulo V., Procedimentos relativos à realização das operações,

    2.1. O número V.4.1. é alterado e passa a ter a seguinte redação:

    V.4.1. A constituição de penhor financeiro sobre ativos de garantia transacionáveis é realizada através da transferência desses ativos para as contas abertas pelo BdP nos sistemas de liquidação de títulos que tenham sido avaliados positivamente pelo Eurosistema e a que o BdP tenha acesso ou para as contas abertas por outros BCN nas respetivas jurisdições quando estes atuam em nome e por conta do BdP. A constituição do penhor financeiro e o exercício do direito de disposição a favor do BdP deve ser devidamente registado na conta onde os ativos se encontram depositados.

    2.2. O número V.4.1.1. é eliminado.

    2.3. O número V.4.2. é alterado e passa a ter a seguinte redação:

    V.4.2. A constituição de penhor sobre ativos de garantia não transacionáveis pode ser efetuada através de soluções específicas, de acordo com o estabelecido na Parte IV do Anexo a esta Instrução.

  • Instrução n.o 3/2014 BO n.o 4 • 15-04-2014 ..................................................................................................................................................................................................

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    2.4. O número V.4.3. é alterado e passa a ter a seguinte redação:

    V.4.3. Os ativos de garantia sobre os quais tenha sido constituído penhor podem ser libertados, caso a IP o solicite e desde que o valor dos ativos que permaneçam empenhados seja suficiente para garantir o crédito concedido nas operações de crédito do Eurosistema e no recurso à facilidade de liquidez de contingência.

    3. No Capítulo VI, Ativos Elegíveis,

    3.1. O número VI.1.6. é aditado, e tem a seguinte redação:

    VI.1.6.A mobilização dos ativos como garantia para as operações de crédito do Eurosistema pode ser efetuada pela própria IP ou, quando solicitado por esta, pode ser efetuada por terceiros que prestem serviços de gestão de ativos de garantia (triparty colateral management services). O agente prestador dos serviços tem de ser positivamente avaliado pelo Eurosistema.

    3.2. No número VI.3.1.4., no segundo parágrafo, a notação “BBB” é substituída pela notação “BBBL”.

    3.3. No número VI.3.1.5, é eliminada a expressão “(…) emitidos a partir de 1 de março de 2010, inclusive, (…)”.

    3.4. O número VI.3.1.5.1. é alterado e passa a ter a seguinte redação:

    VI.3.1.5.1. Para a determinação da elegibilidade destes instrumentos aplica-se a regra da “segunda melhor avaliação de crédito”, o que significa que não só a melhor, mas também a segunda melhor avaliação de crédito atribuída por uma IEAC tem de obedecer ao limite mínimo de qualidade de crédito para os instrumentos de dívida titularizados. Com base nesta regra, o Eurosistema exige que ambas as avaliações de crédito tenham um limiar mínimo de “A”, que corresponde ao nível 2 da escala de notação harmonizada do Eurosistema, até ao vencimento do instrumento.

    3.5. O número VI.3.1.5.1.1. é alterado e passa da ter a seguinte redação:

    VI.3.1.5.1.1. “A” significa uma notação de longo prazo mínima de “A-” pela Fitch ou Standard & Poor’s, de “A3” pela Moody’s ou de “AL” pela DBRS.

    3.6. Os números VI.3.1.5.1.2., VI.3.1.5.2., VI.3.4.5.3. e VI.3.1.5.4 são eliminados e o número VI.3.1.5.5 é renumerado e passa a ser o número VI.3.1.5.2.

    3.7. O número VI.4.2.1.3.1. é alterado e passa a ter a seguinte redação:

    VI.4.2.1.3.1. Instrumentos de dívida titularizados, obrigações garantidas (obrigações garantidas do tipo Jumbo, obrigações garantidas tradicionais e outras obrigações garantidas) e instrumentos de dívida sem garantia (unsecured) emitidos por instituições de crédito que sejam avaliados teoricamente de acordo com o previsto em VI.5.: a margem é aplicada diretamente a nível da avaliação teórica de cada instrumento de dívida sob a forma de uma redução de valorização adicional de 5%.

  • Instrução n.o 3/2014 BO n.o 4 • 15-04-2014 ..................................................................................................................................................................................................

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