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BD013 Utilizar a tupia - Bricomat · PDF file 2019. 12. 23. · Bricolage Saber utilizar a tupia Tipos de fresas Para cada trabalho é escolhida a respectiva fresa. Há fresas de corte

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Bricolage
Bricolage Saber utilizar a tupia
2.3) O ajuste da profundidade de corte da tupia O ajuste da profundidade de corte da tupia, é feito pegando nas duas pegas laterais da tupia e empurrando a caixa-motor para baixo, até ao contacto com a madeira. Seguidamente, faremos o ajustamento da escala graduada à medida da profundidade que desejarmos e, para que nos sirva de batente, é feito o seu bloqueamento.
2.4) As recomendações necessárias O trabalho nunca deve ser efectuado a profundidades excessivas. Desse modo, evitamos o prematuro desgaste das fresas e conseguimos ranhuras mais perfeitas. Teremos de processar o trabalho por fases, caso as passagens sejam superiores aos 5mm de profundidade. Como exemplo: serão efectuadas 3 passagens, de 4mm cada, para uma profundidade de 12mm.
A tupia, é destinada a trabalhar em madeira de ordem diversa: encaixes diversos, ranhuras para gonzos em portas e janelas, outras ranhuras, molduras ou perfis. . A tupia alcança velocidade de rotação do motor de 11.000 a 30.000 rpm (rotações por minuto), enquanto que as do berbequim são da ordem das 3000rpm; daí a vantagem da tupia, conseguindo superfícies tão lisas que podem dispensar qualquer tipo de lixagem.
2.1) O mecanismo de penetração das tupias . O mecanismo de penetração das tupias é formado por um sistema complexo de colunas de molas que, exercendo a sua força, levantam a caixa-motor. Fazemos subir ou descer essa caixa-motor sobre a peça de madeira através das suas duas pegas laterais. Faremos a fixação da freia (ou lâmina) num eixo central que o próprio motor faz girar.
2.2) A montagem da freia A montagem da freia é feita, estando a tupia sempre desligada da corrente eléctrica, bloqueando com a chave de bocas o seu eixo (Há modelos que bloqueiam automaticamente após a paragem do motor). Com a referida chave de bocas, afrouxando a porca do eixo, faremos a colocação da fresa, ou lâmina a utilizar e voltamos a processar o aperto da porca.
A tupia2
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4.1) O batente lateral é acoplado O batente lateral é acoplado (ou unido) à tupia, para se conseguir uma ranhura na superfície da madeira em total linha recta. As hastes que compõem o batente lateral, têm uma escala de graduação (muito útil para fazer ranhuras paralelas) e uma parte que é apoiada no canto da madeira.
4.2) A guia lateral “caseira” No caso do batente lateral ser curto e quisermos realizar uma ranhura no centro de uma madeira muito larga, utilizaremos uma régua metálica ou uma ripa rectilínea que, por meio de grampos, fixaremos à madeira, fazendo de guia. Os grampos serão coloca- dos de modo que o rebordo plano da tupia possa deslizar livremente até ao seu canto.
4.3) A guia de esquadro A guia de esquadro, é o acessório utilizado para fazer encaixes (fresar o canto de uma porta para colocação de dobradiças). Um dos seus lados fica apoiado sobre a parte larga da peça, ficando a tupia em posição paralela ao solo.
4.4) A guia para arredondar A guia para arredondar. Trata-se de um acessório que nos autoriza fresar cantos de zonas contornadas ou arredondadas e de altura variada, adaptado à guia lateral. Os vários fabricantes, poderão dar nomes diferentes a este acessório.
Os acessórios de guia4
3.1) Colocação do material Devido às suas altas rotações, devemos prender firmemente à bancada de trabalho a peça que iremos trabalhar. Os grampos, ou outros utensílios que seguram a peça de madeira, não devem nunca causar qualquer perturbação ao percurso da fresa, para que este seja contínuo e sem pausas.
3.2) Como fazer uma ranhura aberta Com a madeira bem presa, a tupia é colocada no início da mesma, baixamos o bloco-motor até à profundidade que desejamos, e bloqueamo-la. De seguida, ligando a tupia, iniciamos o entalha- mento.
3.3) A direcção de deslocamento da tupia é fundamental . A direcção de deslocamento da tupia é fundamental, visto o motor da mesma só rodar numa direcção. A máquina tem de avançar sempre em direcção contraria à da rotação da fresa, caso contrário a madeira ficaria danificada com o choque da fresa.
3.4) Como parar a tupia Concluído o trabalho, retiraremos a tupia da peça, parámo-la, desligámo-la da corrente eléctrica, e desbloqueamos a caixa-motor, para que esta suba e a fresa fique oculta até final da rotação.
3.5) Como fazer uma ranhura fechada Colocamos a fresa sobre a madeira, depois de termos regulado a profundidade desejada, e vamos iniciando o trabalho, baixando até ao encosto. Movimentamos a tupia até ao final da ranhura e, para que a fresa suba, soltamos o mecanismo de profundidade.
A utilização da tupia e colocação do material3
3
6.1) O encaixe cauda-de-andorinha Este encaixe é invisível na parte frontal e é prático na construção de caixotes. É a união entre as partes laterais, a parte frontal e a parte final do caixote. Deve ser usado um molde especial e a fresa de cauda-de-andorinha, para fazermos a união com este sistema.
6.2) O encaixe recto O molde da cauda-de-andorinha, é utilizado na realização de um entalhe de encaixe recto. Só a fresa, que em vez da cauda-de- andorinha, será a de entalhar.
6.3) Encaixe com pastilhas Na união de duas peças de madeira em angulo, teremos de fazer ranhuras nos cantos. Para esse efeito é utilizada uma lâmina circular (com diâmetro pequeno) que, em conjunto com a guia lateral, acoplamos à tupia. A rebarbadora também pode efectuar o mesmo trabalho.
6.4) A túpia-escateladora Para unir duas peças de madeira em ângulo, temos de efectuar algumas ranhuras nos cantos. Para isso, utilizamos uma lâmina circular de pequeno diâmetro que acoplamos à tupia, em conjunto com a guia lateral. Também podemos utilizar uma máquina específica para realizar este trabalho, a rebarbadora.
Os encaixes6
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5.1) A guia circular A guia circular fica presa à madeira por uma ponta de centragem, fazendo de eixo. Com ela, conseguem-se aberturas redondas ou ranhuras circulares. O diâmetro dessas aberturas será variado conforme a penetração da tupia, pelas hastes da guia, seja maior ou menor.
5.2) O dispositivo de repetição É útil na produção de peças totalmente idênticas, mas só existe em algumas máquinas. Esse dispositivo é uma pequena placa aberta, para passagem da fresa, que é aparafusada por baixo do disco da tupia e que, trabalhando com um molde, faz reproduções exactas das peças para esse efeito.
5.3) Mesa em esquadria Por meio de grampos ela é fixada ao rebordo da bancada, ficando a tupia paralela ao solo. Nesta situação, não se mexendo a tupia, seremos nós a aproximar a peça a trabalhar. Estas peças deverão ser de manejamento fácil.
5.4) Montagem sobre uma mesa de serrar Estas mesas, basicamente, servem para instalação de serras circulares, mas permitem a fixação da tupia na parte inferior. Para trabalhos em peças grandes, as mesas de serrar têm utilidade muito prática.
Os dispositivos de guia5
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Tipos de fresas Para cada trabalho é escolhida a respectiva fresa. Há fresas de corte único e de corte duplo. As primeiras, sendo mais rápidas, rebaixam a madeira, as segundas, realizam acabamentos mais finos e de boa qualidade. Também há fresas HSS ou de carboneto de tungsténio. Embora durem mais tempo, as fresas de carboneto só devem utilizar-se em painéis que derivem da madeira. As fresas HS são dirigidas a trabalhar madeiras duras ou maciças. Para não ficar danificada a lâmina de corte, as fresas devem guardar-se separadamente.
7.1) Diferentes fresas para diferentes usos Fresa de ponta recta (1): próprias para ranhuras largas e profun- das, conforme a necessidade. Boas para fazer guias de portas corrediças e como primeiro entalhe, se tivermos de fazer outro mais largo ou mais profundo. A fresa cauda-de-andorinha (2) faz os entalhes referidos, recortando a madeira. A fresa em forma de V (3) é indicada para escavar e para talhar letras.
Com as fresas de meia cana (4), efectuam-se ornamentos e perfis, em guarnições de portas e janelas. Com a fresa para encaixes (5), além de podermos rebaixar a madeira, da mesma forma podemos obter entalhes em marcos de portas e em ângulos. A fresa de nivelar (6), é utilizada no nivelamento de madeiras contraplacadas ou revestidas. Deste modo, obteremos uma perfeita continuidade entre madeira e material de revestimento.
A fresa de biselar (7). Esta fresa é utilizada na obtenção de um acabamento decorativo ou rebordos (com cantos a 45º). Utilizando a fresa quarto de círculo (8), obteremos resultado idêntico ao do da fresa para arredondar, mas com entalhe adicional feito no rebordo. Esta fresa utiliza-se quando precisa- mos de rebordos decorativos. A fresa de entalhar ou disco (9), é própria para fazer uniões macho e fêmea e para os cantos de tabuleiros. Com a fresa de perfilar (10), conseguimos obter óptimos acabamentos decorativos e, também, uma bonita moldura. Temos nesta fresa uma boa opção.
Os tipos de fresas7
Construção Bricolage Decoração Jardim
Loja 1 Luanda | Coqueiros Rua Rainha Ginga, Nº39 - R/C telm: +244 928 356 064 [email protected]
Loja 2 Luanda | Mutamba – Sede Calçada do Município, 10 - R/C, 1º e 2º pisos telm: +244 928 355 837 [email protected]
Loja 5 Viana – Centro Parque da Mopic tel.: +244 947 646 386 [email protected]
Loja 6 Luanda Sul (Junto ao Ginga Shopping) tel: +244 947 646 386 [email protected]
Loja 3 Luanda | Benfica Rua do Partido, Bairro Cabo Lombo tel: +244 928 189 083 [email protected]
Loja 4 Viana - Estalagem Estrada da Estalagem (Junto à Moagem de Kwaba) tel: +244 928 189 072 [email protected]
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