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Atps Vanderlei Etapa 1,2,3,4

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análise DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

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30

ANHANGUERA EDUCACIONALUNIDADE BELENZINHO

ADMINISTRAO 5 SEMESTRE

NOMES: R.A.:ANDERSON DA H. SANTOS 5644126202LA DIAS DA SILVA 7088557318THAMIRES YULE DA SILVA 8097925509SEBASTIO A. MOREIRA 6892521030WELLINGTON NAKASATO 4470874413

ESTRUTURA E ANLISE DAS DEMONTRAES FINANCEIRAS

SO PAULO2014ANDERSON DA H. SANTOSLA DIAS DA SILVATHAMIRES YULE DA SILVASEBASTIO A. MOREIRAWELLINGTON NAKASATO

ESTRUTURA E ANLISE DAS DEMONTRAES FINANCEIRAS

Atividade Pratica Supervisionada apresentada Universidade Anhanguera, como exigncia parcial para a disciplina de Estrutura e Anlise das Demonstraes Financeiras, sob Orientao do Prof. Vanderlei Ferreira de Sena.

SO PAULO2014SUMARIO

1. Introduo032. Estrutura das Demonstraes Financeiras043. Clculos de Anlise Vertical e Horizontal (Tabela) 063.1 Relatrio124. Tcnicas de Anlises por ndices135. Estrutura, Liquidez, Rentabilidade e Dependncia Bancria155.1 Relatrio206. Calcular a Rentabilidade do Ativo pelo Mtodo Dupont216.1 Termmetros de Insolvncia pelo Mtodo de Stephen Kanitz226.2 Relatrio247. Ciclo Operacional e Ciclo de Caixa267.1 Relatrio288. Concluso 299. Referncias 30

1. INTRODUO

As empresas desenvolvem suas atividades financeiras que precisam ser registradas. Estes registros demonstram a vida da empresa e possibilitam uma anlise completa de sua situao. A administrao desses dados responsabilidade do administrador financeiro, que coleta, estruturando-os e analisando-os, gerando informaes essenciais para o processo de tomada de deciso.O trabalho ser elaborado com base em pesquisas bibliogrficas, coletando dados em livros, revistas, internet e outros meios que proporcionaro o seu complemento e ainda, utilizaremos dados fornecidos pela empresa Natura Cosmticos S.A para demonstraes de anlises e de seus resultados. Este Trabalho pretende apresentar as estruturas e anlise financeira e econmicas das demonstraes financeiras, Balano Patrimonial, Demonstrao do resultado do Exerccio, Anlise pelo mtodo Dupont e Termmetro de Insolvncia e assim conhecer cada detalhe na prtica de elaborao de um relatrio contbil, de maneira clara e objetiva.

2. ESTRUTURA DAS DEMONTRAES FINANCEIRAS, ANLISE VERTICAL E HORIZONTAL DO BALANO PATRIMONIAL E DA DEMONTRAO DE RESULTADO DO EXERCCIO.

Estrutura do Ativo Representa a empresa nos bens e direitos, se divide em 3 grupos no Circulante; Realizvel a Longo Prazo e Permanente que possuem determinados prazos, o balano a demonstrao do volume de recursos que ajuda no aumento dos ativos e auxilia na distribuio desses recursos de forma clara e resumida. Podendo ser recuperados ou novamente transformados em dinheiro.Estrutura do Passivo Representa as dividas e obrigao da empresa divide-se em 3 grupos no Circulante; Exigvel a Longo Prazo que possuiem determinados prazos na realizao dos pagamentos das dividas e Patrimnio Liquido so recursos dos proprietrios que utilizam a empresa para seu uso prprio. Todos os recursos que a empresa tem em seus ativos financiados por recursos do Passivo. Por esta razo o Ativo sempre igual ao Passivo. No Balano se identifica como a empresa est financiando seus ativos e qual o volume total destes recursos. As fontes que financiam a empresa so: Recursos de Terceiros, Recursos Prprios. Quanto maior o volume de recursos de terceiros, maior representa o risco financeiro, pois a empresa passa a trabalhar muito mais com recursos de outros que com seus prprios recursos.A Demonstrao de Resultados feita com o objetivo de mostra os resultados, lucro ou prejuzo. Para isto, somam-se as receitas e diminuem-se as despesas ou custos, obtendo assim os resultados. Quanto maior os lucros de uma empresa, maior sua capacidade de investir em seus ativos, utilizando seus recursos prprios. Muitas empresas no conseguem sobreviver ou expandir suas atividades exatamente porque geram lucros muito baixos ou at prejuzos.O capital de giro um fluxo constante de recursos utilizado para aquisio de estoques, financiamento de vendas aos clientes, em caso de sobras utilizado em aplicaes financeiras temporrias. com estes recursos que a empresa ir manter sua situao de liquidez, pois eles sero utilizados no pagamento de dvidas, e aos credores voltam a conceder crditos e, assim manter o fluxo de capitais de terceiros na empresa. OS recursos de terceiros tm origem sob duas formas, recursos naturais ou operacionais que so aqueles provenientes da atividade normal e operacional da empresa.O grau de liquidez determinado pela natureza ou utilidade de um ativo. Ativos procurados por muitas pessoas tm maior liquidez, porque ele tem utilidade para muitas pessoas.Analise tem por objetivo determinar a relevncia de cada conta em relao a um valor total. No balano calcula-se a participao relativa das contas, tomando-se como base o seu capital total. J na demonstrao dos resultados tem o referencial que passa a ser o valor da receita operacional lquida. uma tcnica simples e tambm a mais completa para anlise de balano. Ela mede propores entre valores, ajudando a determinar quais as contas de maior importncia e relevncia para a anlise.

3. CLCULOS DE ANLISE VERTICAL E HORIZONTAL DO BALANO E DA DEMONSTRAO DE RESULTADO DO EXERCCIO DA NATURA COSMTICO S.A

NATURA COSMTICOS S.A.

BALANOS PATRIMONIAIS LEVANTADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010

TABELA 1- ANLISE HORIZONTAL DO ATIVO

ATIVOS

2010 2009

CIRCULANTER$A.H.R$A.H.

Caixa e equivalente de caixa560.229100%500.294112,00%

Estoques571.525100%509.551112,20%

Impostos a recuperar101.464100%191.19553,10%

Partes relacionadas100%0%

Outros crditos66.399100%62.454106,30%

Total do ativo circulante1.869.897100%1.716.362108,95%

NO CIRCULANTE

Realizvel ao longo prazo:

Imposto a recuperar109.264100%639.31170,90%

Imposto de renda e contribuio social diferido180.259100%146.146123,30%

Depsito judiciais337.007100%232.354145,04%

Outros ativos no circulantes44.904100%7.429604,40%

Investimentos100%0,00%

Imobilizados560.467100%492.256113,86%

Intangvel120.073100%82.740145,12%

Total dos ativos no circulantes1.351.974100%1.024.856131,90%

PASSIVOS 2010 2009

CIRCULANTESR$A.H.R$A.H.

Emprstimos e financiamentos226.595100%269.36684,12%

Fornecedores e outras contam a pagar366..494100%255.282143,60%

Fornecedores - partes relacionadas100%0,00%

Salrios, participao nos resultados e encargos sociais162747100%130.792124,40%

Obrigaes tributrias371.815100%239.574155,20%

Proviso de riscos tributrios, cveis e trabalhista.100%1.4650,00%

Instrumentos financeiros derivativos4.061100%8.65246,90%

Outras obrigaes64.747100%30.219214,30%

Total dos passivos circulantes1.196.459100%1.235.35096,90%

NO CIRCULANTES

Emprstimos e financiamentos465.068100%134.992334,50%

Obrigaes tributrias209.316100%150.280139,30%

Proviso para riscos tributrios, cveis e trabalhistas73.784100%71.432103,30%

Proviso para perdas em investimentos em controladas100%0,00%

Proviso para plano de assistncia mdica19.742100%9.342211,30%

Total dos passivos no circulantes767.910100%366.046209,80%

Patrimnio Lquido

Capital social418.061100%404.261103,40%

Reservas de capital149.627100%142.993104,70%

Reservas de lucros282.944100%253.693111,50%

Aes em tesouraria14100%14100%

Dividendo adicional proposto430.079100%357.611120,20%

Outros resultados abrangentes23.196100%18.723123,90%

Total do patrimnio lquido dos acionistas controladores1.257.501100%1.139.821110,30%

Participao dos no controladores no patrimnio lquido das controladas1100%1

Total do patrimnio Lquido1.257.502100%1.139.822110,30%

TOTAL DOS PASSIVOS E PATRIMNIO LQUIDO3.221.871100%2.741.218117,50%

NATURA COSMTICO S. A.

DEMONSTRAES DO RESULTADO PARA O EXERCCIO EM 31 DE DEZENBRO DE 2010

CONSOLIDADO (BR GAAP e IFRS)20102009

RECEITA LQUIDA5.136.712100%4.242.057121,10%

Custo de produtos vendidos1.556.806100%1.294.565120,30%

LUCRO BRUTO3.579.906100%2.947.492121,50%

(DESPESAS) RECEITAS OPERACIONAIS

Com vendas1.704.322100%1.496.125113,90%

Administrativas e gerais605.442100%450.868134,30%

Participao dos colaboradores nos resultados70.351100%55.784126,10%

Remunerao dos administradores14.417100%14.063102,60%

Resultado de equivalncia patrimonial100%

Outras receitas (despesas) operacionais, lquidas.17.468100%14.624119,40%

LUCRO OPERACIONAL ANTES DO RESULTADO FINANCEIRO1.167.905100%916.028127,50%

Receitas financeiras53.639100%84.17663,70%

Despesas financeiras103.375100%126.05082%

LUCRO ANTES DO IMPOSTO DE RENDA E DA CONTRIBUIO SOCIAL1.118.169100%874.154127,90%

Imposto de renda e contribuio social374.120100%190.23082%

LUCRO LQUIDO DO EXERCCIO744.050100%683.924108,80%

Atribuvel a acionista da sociedade744.050100%683.924108,80%

No controladores0100%00,00%

LUCRO LQUIDO DO EXERCCIO POR AO-R$

Bsico17281100%15926108,80%

Diludo17219100%15880108,80%

Consolidado (BR GAAP e IFRS)

20102009

LUCRO LQUIDO DO EXERCCIO744.050100%683.924108,80%

Outros resultados abrangentes- Perdas na converso de demonstraes contbeis de controladas no exterior-4.473100%-23.88418,70%

TOTAL DO RESULTADO ABRANGENTE DO EXERCCIO739.577100%660.040112,10%

Atribuvel a acionista da sociedade738.577100%660.040112,10%

No controladores0100%00,00%

F: NATURA COSMTICO ADAPTADO, 2014

1) Giro do Ativo

20094.242.057/2.741.218= 1,5520105.136.712/3.221.871= 1,59R: Houve melhora.

Podemos verificar que em 2009 o volume de vendas renovou 1,55 vezes o Ativo Total no ano; J em 2010 esse ndice aumentou para 1,59, mostrando que o desempenho da empresa se manteve no mesmo nvel.

2) Margem liquida

2009683.924/4.242.057x100= 16,12%2010744.050/5.136.712x100= 14,48%R: Houve piora.

O ndice mostra que em 2009, depois de descontados todos os custos e despesas, sobraram 16,12% das vendas liquidas da empresa; J em 2010 esse ndice reduziu-se para 14,48%. Esse indicador sinaliza que a empresa tem que rever sua estratgia de lucro, verificar a causa da reduo e corrigir o que for necessrio. Nesse indicador, quanto maior o resultado melhor.

3) Rentabilidade do Ativo

2009683.924 / 2.741.218 x 100 = 24,95%2010744.050/3.221.871x100= 23,09%R: Houve piora.

Pode-se verificar que, em 2009, a rentabilidade do Ativo ficou em 24,95%, ocorrendo aumento, em 2010, para 23,09%, o que demonstra que a empresa foi eficiente em rentabilizar seus recursos, conseguindo gerar vendas e lucro suficiente para tal. Nesse indicador, quanto maior o resultado, melhor.

4) Rentabilidade do Patrimnio Liquido

2010744.050/1.198.662 x 100 = 62,07%

O Percentual apurado indica que a empresa rentabilizou o capital social em 62,07% no ano de 2010. Esse percentual devera ser comparado com as taxa de outros rendimentos do mercado, como aplicaes financeiras, cadernetas de poupana, aes, dentre outros. Com essa comparao os acionistas podero avaliar se a empresa oferece melhor rentabilidade e tomar a deciso da continuidade do investimento. Nesse indicador, quanto maior, melhor.

NDICE DE PENDNCIA BANCARIA1) FINANCIAMENTO DE ATIVO (QUANTO MENOR MELHOR)

2009569.366+134.992/2.741.218x100= 25,70%2010226.595+465.067/3.221.871x100= 21,47%R: Houve melhora.

Os ndices mostram que, 2009 as participaes das instituies de crditos representavam, do total de investimentos, 25,70%; houve uma reduo em 2010, para 21,47%. Isso indica que houve um aumento da participao de Capital Prprio dos scios ou de terceiros, como fornecedores, imposto e outros.

2) PARTICIPAO DE INSTITUIES NO ENDIVIDAMENTO.

2009704.358 / 1.601.396 x 100 = 43,98%2010691.663 / 1.964.369 x 100 = 35,21%R: Houve melhora.

3) FINANCIAMENTO DO ATIVO CIRCULANTE POR INSTITUIES

2009569.366 / 1.716.362 X 100 = 33,17%

2010226.595 / 1.869.897 X 100 = 12,12%R: Houve melhora.

3.1 RELATRIOS SOBRE A SITUAO DA EMPRESA A PARTIR DOS CLCULOS EFETUADOS

A Anlise da NATURA COSMTICO S.A, verificou-se que o Podemos verificar que em 2009 o volume de vendas renovou 1,55 vezes o Ativo Total no ano; J em 2010 esse ndice aumentou para 1,59, mostrando que o desempenho da empresa se manteve no mesmo nvel. O ndice mostra que em 2009, depois de descontados todos os custos e despesas, sobraram 16,12% das vendas liquidas da empresa; J em 2010 esse ndice reduziu-se para 14,48%. Esse indicador sinaliza que a empresa tem que rever sua estratgia de lucro, verificar a causa da reduo e corrigir o que for necessrio. Nesse indicador, quanto maior o resultado melhor.Pode-se verificar que, em 2009, a rentabilidade do Ativo ficou em 24,95%, ocorrendo aumento, em 2010, para 23,09%, o que demonstra que a empresa foi eficiente em rentabilizar seus recursos, conseguindo gerar vendas e lucro suficiente para tal. Nesse indicador, quanto maior o resultado, melhor.O Percentual apurado indica que a empresa rentabilizou o capital social em 62,07% no ano de 2010. Esse percentual devera ser comparado com as taxa de outros rendimentos do mercado, como aplicaes financeiras, cadernetas de poupana, aes, dentre outros. Com essa comparao os acionistas podero avaliar se a empresa oferece melhor rentabilidade e tomar a deciso da continuidade do investimento. Nesse indicador, quanto maior, melhor.Os ndices mostram que, 2009 as participaes das instituies de crditos representavam, do total de investimentos, 25,70%; houve uma reduo em 2010, para 21,47%. Isso indica que houve um aumento da participao de Capital Prprio dos scios ou de terceiros, como fornecedores, imposto e outros.A Estrutura, a Liquidez, a Rentabilidade e As Dependncias Bancariam sinalizam o que de fato temos que observar com mais necessidade, conseguimos identificar que a empresa teve queda de Lucro, ento ela precisar rever sua estratgia de lucro, verificar a causa da reduo e corrigir o que for necessrio. Identificamos tambm que houve um aumento da participao de Capital Prprio dos scios ou de terceiros, como fornecedores, impostos e outros. O que mostra que a menor parte dos recursos recebidos pelas empresas originou-se de instituies financeiras. A empresa em 2009 conseguiu pagar todas as suas dividas somente com o s recursos de rpida conversibilidade, em 2010 houve uma melhora no ndice.

4. TCNICAS DE ANLISE POR NDICES

ndices Econmico-financeiros

A anlise financeira utiliza a informao contida nos demonstrativos financeiros ou contbeis da entidade (o balano patrimonial e a demonstrao do resultado do exerccio, suplementados pelas demonstraesde fluxo de caixa e outras demonstraes), as ferramentas primrias para anlise financeira so os ndices financeiros.Apresentaremos um conjunto de ndices financeiros comumente utilizados, uma discussode um modelo integrado para analisar o desempenho financeiro, uma anlise do uso de ndicesfinanceiros para predizer falhas corporativas, e uma viso da evidncia emprica no que diz respeito estabilidade dos padres dos ndices financeiros atravs do tempo.

Anlise Atravs de ndices

Discutiremos anlises que podem ser utilizados para se obter informaes das demonstraes financeiras de uma empresa. Estaremos baseados em ndices financeiros, ento discutiremosprimeiramente esta forma genrica de anlise da demonstrao financeira. Outras anlises relacionam-se ao formato ou modeloutilizadopara direcionar a computaoe anlise de um determinado conjunto de ndices financeiros. Estas anlises consistem em anlises de demonstraes financeiras padronizadas e do desempenho da empresa.

Anlise dos Coeficientes Operacionais Chaves

Para dar significado aos dados nas demonstraes financeiras, o analista deve executar as anlises de coeficientes. Atravs da medio dos relacionamentos entre dois nmeros nas demonstraes financeiras, este mtodo financeiro identifica, entre outras coisas, a liquidez da empresa e adequao do capital de giro objetivo: Anlise de coeficiente realizam os seguintes objetivos:

Mensurar a sade financeira total do negcio. Enderear as principais reas de negcios que afetam a lucratividade da empresa e sua fora de ganhos. Avaliar a posio de liquidez da empresa, bem como a situao do fluxo de caixa. Identificar uma condio de alavancagem da empresa (mix de endividamento de sua estrutura financeira). Contribuir para avaliao total do risco creditcio os coeficientes indicam at certo ponto se a condio financeira de uma empresa a torna um bom ou mau risco de crdito.

5. ESTRUTURA

Capital de Terceiros

20091.235.350+366.046/2.741.218= 58,4%20101.196.459+767.910/3221.871x100= 61,0%

Esses ndices mostram que em 2009, o capital de terceiros representou 58,4% do total de recursos investidos na empresa, em 2010 esse percentual aumentou para 61,0% do total dos recursos, mostrando o grau de dependncia da empresa.

Composio Do Endividamento

20091.235.350/1.235.350+366.046x100= 77,10%20101.196.459/1.196.459+767.910x100= 60,9%

Esses ndices demonstram que dos valores de capitais de terceiros que a empresa havia tomado em 2009, a divida em curto prazo representou 77,10%. No ano de 2010, esse percentual caiu para 60,9%%. Mostrando que houve uma menor concentrao da divida em curto prazo, o que bom para a empresa como podemos notar no balano a participao do passivo circulante caiu de 45,1% 37,1% enquanto que o total dos passivos circulante passou de 13,4% 23,8% o que representou o alongamento da divida.

Imobilizado Do Patrimnio Liquido

20091.716.362/1.139.822x100= 150,58%20101.869.897/1.257.502x100= 148,70%

Esses ndices demonstram que em 2009 a empresa havia aplicado 150,58% do Patrimnio Liquido no Ativo Circulante, em 2010 esse percentual caiu para 148,70%.

Imobilizado De Recursos No Coerentes

20091.235.350/1.139.822+366.046x100= 36.604%20101.869.897/1.257.502+767.910x100= 76.791%

O Clculo desses ndices mostra que em 2009 a empresa utilizou 36,604% dos recursos no correntes no financiamento, imobilizado e intangvel, esse percentual aumentou para 76,791% em 2010, demonstrando que a empresa optou por direcionar uma maior quantidade desses recursos para o Ativo Permanente e uma menos parcela para o Ativo Circulante.

LIQUIDEZLiquidez Seca

20091.716.362-509.551/1.235.350= 0,9820101.869.897-571.525/1.196.459= 1,09

A empresa em 2009 tinha recursos em curto prazo no valor de R$ 0,98 para cada R$1,00 de divida conseguindo pagar todas as suas dividas somente com o s recursos de rpida conversibilidade, em 2010 houve uma melhora no ndice. Quanto maior o resultado desse indicador, melhor.

Liquidez Corrente

20091.716.362/1.235.350= 1,39

20101.869.897/1.196.459= 1,56

No resultado apresentado no ndice de Liquidez Corrente, podemos analisar que, em 2009, a empresa possua R$ 1,39 de recursos para cada R$ 1,00 de divida, ocorrendo uma melhora no indicador de 2010, que subiu para R$ 1,56 de recursos para cada R$ 1,00 de divida, mostrando que a empresa melhorou sua gesto de caixa. Quanto maior for esse indicador, melhor.

Liquidez Geral

20091.716.362+1.024.856/1.235.350+366.046= 366,04820101.869.897+1.351.974/1.196.459+767.910= 767,412

Nos ndices apresentados, podemos interpretar que, em 2009, a empresa possua para cada R$ 1,00 de divida, R$ 366,048 de recursos disponveis para pagamento a curtos e longo prazo; j em 2010 a em presa diminuiu sua liquidez geral tendo, para cada R$ 1,00 de divida, R$ 767,412 de recursos disponveis.

RENTABILIDADEGiro do Ativo

20094.242.057/2.741.218= 1,5520105.136.712/3.221.871= 1,59

Podemos verificar que em 2009 o volume de vendas renovou 1,55 vezes o Ativo Total no ano; J em 2010 esse ndice aumentou para 1,59, mostrando que o desempenho da empresa se manteve no mesmo nvel.

Margem Liquida2009683.924/4.242.057x100= 161,10 2010683./5.136.712x100= 14,48%

O ndice mostra que em 2009, depois de descontados todos os custos e despesas, sobraram 161,10% das vendas liquidas da empresa; J em 2010 esse ndice reduziu-se para 14,48%. Esse indicador sinaliza que a empresa tem que rever sua estratgia de lucro, verificar a causa da reduo e corrigir o que for necessrio. Nesse indicador, quanto maior o resultado melhor.

Rentabilidade do Ativo lucro liquido/total do ativo x 100

2009683.924/2.741.218x100= 24,95%2010744.050/3.221.871x100= 23,09%

Pode-se verificar que, em 2009, a rentabilidade do Ativo ficou em 24,95%, ocorrendo aumento, em 2010, para 23,09%, o que demonstra que a empresa foi eficiente em rentabilizar seus recursos, conseguindo gerar vendas e lucro suficiente para tal. Nesse indicador, quanto maior o resultado, melhor.

Rentabilidade Do Patrimnio Liquido lucro liquido/PL mdio x 100

2010744.050/1.257.501 x 100 = 59,16%

O Percentual apurado indica que a empresa rentabilizou o capital social em 59,16% no ano de 2010. Esse percentual devera ser comparado com as taxa de outros rendimentos do mercado, como aplicaes financeiras, cadernetas de poupana, aes, dentre outros. Com essa comparao os acionistas podero avaliar se a empresa oferece melhor rentabilidade e tomar a deciso da continuidade do investimento. Nesse indicador, quanto maior, melhor.NDICE DE DEPENDNCIA BANCARIAFinanciamento do Ativo

2009569.366+134.992/2.741.218x100= 25,70%2010226.595+465.067/3.221.871x100= 21,47%

Os ndices mostram que, 2009 as participaes das instituies de creditos representavam, do total de investimentos, 25,70%; houve uma reduo em 2010, para 21,47%. Isso indica que houve um aumento da participao de Capital Prprio dos scios ou de terceiros, como fornecedores, imposto e outros.

Participao de Crdito no Endividamento

2009569.366+134.992/1.235.350+366.046x100= 43,98%2010226.595+465.068/1.196.459+767.910x100= 35,21%

Pelos resultados apresentados, podemos verificar que, no ano de 2009, os financiamentos representavam 43,98% do Capital de Terceiros investidos na empresa, reduzindo-se para 35,21% em 2010. Isso mostra que a menor parte dos recursos recebidos pelas empresas originou-se de instituies financeiras.

Financiamento do Ativo Circulante por Instituies Financeiras

2009569.366/1.716.362x100= 33,7%2010226.595/1.869.897x100= 12,12%

5.1 RELATRIO

Analisamos que apesar do crescimento na receita de 2009 para 2010 a margem de lucro de 161,10% em 2009 caiu para 14,48% em 2010, o que se deve, especialmente, ao aumento da conta imposto de renda e contribuio social que passaram de 4,5% em 2009 para 7,3% em 2010.O capital de terceiro teve um aumento no total dos recursos, a liquidez seca teve um pequeno aumento e o ndice de crescimento no ativo no foi muito relevante comparando ao perodo anterior.Os indicadores mostram que a empresa tem que rever sua estratgia de lucro.Contatamos que a empresa no esta rentvel comparando ao crescimento do mercado.Em 2009, os financiamentos em curto prazo (Passivo Circulante) representavam 33,7% dos recursos disponveis no Ativo Circulante da empresa; em 2010, essa relao caiu para 12,12%. Isso mostra que as atividades da empresa esto sendo financiadas, na sua grande parte, por recursos provenientes das contas operacionais (fornecedores, salrios, impostos etc.) e no dos bancos.Fazer os clculos dos ndices nos deu uma clara e mais objetiva viso sobre a empresa, com isso tivemos a oportunidades de encontrar onde a empresa esta bem e onde ela precisa melhorar.A Estrutura, a Liquidez, a Rentabilidade e As Dependncias Bancariam sinalizam o que de fato temos que observar com mais necessidade, conseguimos identificar que a empresa teve queda de Lucro, ento ela precisar rever sua estratgia de lucro, verificar a causa da reduo e corrigir o que for necessrio. Identificamos tambm que houve um aumento da participao de Capital Prprio dos scios ou de terceiros, como fornecedores, impostos e outros. O que mostra que a menor parte dos recursos recebidos pelas empresas originou-se de instituies financeiras. A empresa em 2009 conseguiu pagar todas as suas dividas somente com o s recursos de rpida conversibilidade, em 2010 houve uma melhora no ndice.Diante do exposto, conclumos que analisar a estrutura financeira de uma empresa requer ateno e interpretao minuciosa de todos os dados, pois esses resultados serviro como base para novas tomadas de decises que dar um futuro melhor empresa.

6. CALCULAR A RENTABILIDADE DO ATIVO PELO MTODO DUPONT.

Giro do ativo:Vendas lquidas

2010: 5.136.7122009: 4.242.057

Vendas lquidas / Ativo total Passivo circulante

2010: 3.221.871 1.196.459 = 2.025.4122009: 2.741.218 1.235.350 = 1.505.868

2009: 4.242.057 / 1.505.868 = 2,822010: 5.136.712 / 2.025.412 = 2,54

Podemos verificar que em 2009 o volume de vendas renovou 2.82 vezes o Ativo Total no ano; J em 2010 esse ndice aumentou para 2,54, mostrando que o desempenho da empresa se manteve no mesmo nvel.

Margem Lquida

Lucro: Lucro lquido + despesas Financeiras

2010: 744.050 + 103.375 = 847.425,002009: 683.924 + 126.050 = 809.974,00

Margem de Lucro: Lucro Lquido / vendas Lquidas x 100

2009: 809.974/ 4.242.057 x 100 = 19,09%2010: 847.425 / 5.136.12 x 100 = 16,50%

O ndice mostra que em 2009, depois de descontados todos os custos e despesas, sobraram 19,09% das vendas liquidas da empresa; J em 2010 esse ndice reduziu-se para 16,50%. Esse indicador sinaliza que a empresa tem que rever sua estratgia de lucro, verificar a causa da reduo e corrigir o que for necessrio. Nesse indicador, quanto maior o resultado melhor.

Taxa de Retorno = Giro do Ativo x Margem de Lucro2009 RA: 2,82 x 19,09 % = 53,83%

2010 RA: 2,54 x 16,50% = 41,91%

6.1 CALCULAR O TERMMETRO DE INSOLVNCIA PELO MODELO DE STEPHEN KANITZ.A: Lucro Lquido / Patrimnio Lquido x 0,05

2009: 683.924 / 1.139822 x 0,05 = 0,032010: 744.050 / 1.257.502 x 0,05 = 0,03

B: Ativo Circulante + Realizvel ao Longo Prazo / Passivo Circulante + Exigvel Longo Prazo x 1,65.

2009: 1.716.362 + 449.868 = 2.166,2221.235.350 + 366.046 = 1.601.3962.166,222 / 1.601.396 x 1,65 = 2,23

2010: 1.869.897 + 671,434 = 2.541.3311.196.459 + 767.910 = 1.964.3692.541.331 / 1.964.369 x 1,65 = 2,13

C: Ativo Circulante Estoque / Passivo Circulante x 3,55.2009: 1.716.362 509.551 / 1.235.350 x 3,55 = 3,472010: 1.869.897 571.525 / 1.196.459 x 3,55 = 3,85D: Ativo Circulante / Passivo Circulante x 1,06.

2009: 1.716.362 / 1.235.350 x 1,06 = 1,472010: 1.869.897 / 1.196.459 x 1,06 = 1,66

E: Exigvel Total / Patrimnio Lquido x 0,33.

2009: 1.601.396 / 1.139.822 x 0,33 = 0,462010: 1.964.369 / 1.257.502 x 0,33 = 0,52

FI = A + B + C D E

2009: 0,03 + 2,23 + 3,47 1,47 0,46 = 3,8R: Esta em estado de Solvncia.

2010: 0,03 + 2,13 + 3,85 1,66 0,52 = 3,8R: Esta em estado de Solvncia.

O sistema usado por Stephen kanitz que descreve o lucro das empresas para prever grandes impactos que podem ocorrer.De acordo com o resultado obtido a empresa Natura apresenta um bom equilbrio financeiro.

6.2 RELATRIO SOBRE A SITUAO DA EMPRESA A PARTIR DOS CLCULOS EFETUADOS

De acordo com o texto Anlise dos ndices econmicos e financeiros da NATURA COSMSTICOS S/A, exemplo proposto dos anos 2009 e 2010, bem como a interpretao da Anlise pelo mtodo Dupont e termmetro de insolvncia, apresentamos, a seguir um relatrio circunstanciado e interpretado, e conclumos sobre a evoluo financeira da empresa neste perodo, e destacamos as seguintes informaes:Quanto aos giros do Ativo, verificamos que em 2009 o ndice foi de 2,82 R$ de volume de vendas, em 2010 com o desempenho da empresa, o nvel aumentou para R$ 2,54.No ndice da Margem, porm, foram descontados os custos e despesas e sobraram 19,09% das vendas lquidas, em 2010 o ndice reduziu-se para 16,50%, consequentemente, a empresa deve rever a sua estratgia de lucro.A evoluo da Rentabilidade do ativo foi de 53,83%, porm, ocorreu uma reduo em 2010 para 41,91% sendo assim a empresa no manteve seus recursos.O percentual apurado do capital social foi 62,07%, esse percentual dever ser comparado com as taxas de outros rendimentos do mercado, com essa comparao os acionistas podero avaliar se a empresa oferece melhor rentabilidade e tomar deciso do investimento.J o ndice do Financiamento de Ativo mostra que 2009, houve 25,69% de participaes de crditos, em 2010 houve uma reduo para 21,47%, o que indica que 2010 foram melhores, pois diminuiu os emprstimos e teve aumento da participao do capital prprio.Contudo, no nvel de endividamento no ano de 2009, o financiamento representou 43,98% do capital de terceiros e reduziu para 35,21% em 2010, isso mostra que o ndice de 2010 teve um resultado melhor. Porm o financiamento representou 33,17% dos recursos disponveis no ativo circulante, j em 2010 diminuram para 12,11%, as atividades da empresa esto sendo financiadas em grandes partes dos recursos provenientes das contas operacionais.Podemos entender que o clculo do Giro ativo a medida eficiente da entidade, a empresa em 2010 girou 1,59 vezes, mais que no ano de 2009, que girou 1,54 vezes.E a margem para a empresa saber quanto de lucro foi incluso nos preos de vendas dos produtos. Identificamos as margens de lucros percentualmente sobre as vendas.No balano 2010 teve 16,50%,em 2009 foi 19,09% a margens de lucros em 2009 foi melhor.A anlise de giro x margem para verificar qual margem de lucro da empresa foi melhor, ou o investidor poder optar pela taxa do retorno do ativo que utilizou melhor recurso na apurao de sua rentabilidade. No balano da Natura, a anlise de giro foi em 2009.No Termmetro de Insolvncia, utilizamos vrios indicadores, em especial os Medidores de Liquidez e Endividamento, procurando conhecer a situao da empresa, identificar em qual posio a empresa se encontra.No caso deste balano da Natura, mostra que a empresa encontra-se em situao Solvncia, pois o quadro de ndice maior que 4, se o resultado fosse menor que 1 a situao da empresa seria de Penumbra, e se o resultado for negativo a empresa caminha para a falncia.

7. CICLO OPERACIONAL E CICLO DE CAIXA

a) Ativo Circulante Passivo Circulante

2010: 1.869.897 1.196.459 = 673.4382009: 1.716.362 1.235.350 = 481.012

b) Prazo mdio de rotao de estoques (PMRE)PMRE = Estoque / CMV x DP

2010: 571.525 / 1.556.806 x 360 = 132,160 dias2009: 509.551 / 1.294.565 x 360 = 141,698 dias

c) Prazo mdio de recebimentos das vendas (PMRV).PMRV = Duplicatas a receber / Receita bruta x DP

2010: 570.280 / 5.136,712 x 360 = 40,02009: 452.868 / 4.242.057 x 360 = 38,4

d) Prazo mdio de pagamentos das compras (PMPC).PMPC = Fornecedores / Compras x DP

2010: 366.494 / 1.618,780 x 360 = 81,5 dias2009: 255.282 / 1.731.116 x 360 = 53,1 dias

e) Ciclo Operacional: o tempo correspondente ao intendo entre a compra das matrias-primas e o recebimento das vendas.

CO = PMR e PMRV.

1.294.565 73.000 + 509,551Compras 2009 = 1.731.116

2009Compras 1.56.806 509.551 + 571.525 + 571.525Compras = 1.618.780

Compras = CMV estoque inicial + estoque final.

2009CO = 141,7 + 38,4 = 180,1CC = 141,7 + 38,4 53,1 = 127

2010CO = 132,2 + 40,0 = 172,2CC = 132,2 + 40,0 81,5 = 90,7

Necessidade de capital de GiroNCG = ACO PCO(estoque inicial 2009, 73.000,00)

ACO = Contas a receber + estoquePCO = Fornecedores + salrio a pagar + imposto a pagar

2009ACO = 452.868 + 509.551 = 962.419PCO = 255.282 + 130.792 +239.574 = 625.648NCG = 962.419 625.648 = 336.771

2010ACO = 570.280 + 571.525 = 1.141.805PCO = 366.494 + 162.747 + 371.815 = 901.056NCG = 1.141.805 901.056 = 240.749

7.1 RELATRIO SOBRE A SITUAO DA EMPRESA A PARTIR DOS CLCULOS EFETUADOS

De acordo com o texto Anlise dos ndices econmicos e financeiros da NATURA COSMSTICOS S/A, exemplo proposto dos anos 2009 e 2010, bem como a interpretao do Ciclo Operacional e Ciclo de Caixa, apresentamos, a seguir um relatrio circunstanciado e interpretado, e conclumos sobre a evoluo financeira da empresa neste perodo, e destacamos as seguintes informaes:O Capital de giro utilizado de forma correta aumenta a rentabilidade da empresa, fazem parte do Capital de Giro o Ativo Circulante e as Contas do Passivo Circulante, para financiar as contas do Ativo Permanente so usadas s contas de Longo Prazo e o Patrimnio Liquido.No PMRE, entendemos o tempo de giro mdio dos estoques da empresa, o tempo de compra e estocagem.No prazo mdio de Recebimento das vendas no h uma conta Duplicatas a Receber no balano. o tempo mdio em que a empresa tem que pagar suas comprasa prazo, anlise dos prazos de rotao e sua eficiente utilizao na gesto da empresa podem representar um enorme ganho de lucratividade. o tempo exato do processo operacional da empresa entre comprar armazenar; produzir, novamente vender, entregar e receber o produto de venda.O tempo do Balano da Natura no ano de 2010 foi 132,160 e no ano de 2009 141.698, o tempo entre compra e o recebimento das vendas, No foi possvel definir o ciclo operacional, pois no a conta duplicata a receber.O Ciclo Financeiro como o perodo de necessidade do capital de Giro, inicia com o pagamento dos fornecedores e termina com o recebimento das vendas.

8. CONCLUSO

Conclumos que atravs dessa ATPS, conhecendo um pouco mais da organizao em questo NATURA COSMSTICOS S/A os clculos foram de grande importncia, porm a interpretao, aplicao dos ndices percentuais, quocientes, resultados apresentados em anlises foram de fortes instrumentos de gesto e diagnstico no nosso desempenho profissional no futuro.Os principais tpicos que, mas nos chamou ateno como exemplificado no decorrer do trabalho foram a respeito da responsabilidade de divulgar de maneira coesa a transparente suas demonstraes livres de distores relevantes, independentemente de erros e fraudes, alm de suas adequaes internas em cumprirem as praticas contbeis adotadas no Brasil. Com o intuito de uma auditoria consistente e coesa em suas execues e procedimentos nos valores e das demonstraes divulgadas, nos leva a compreender a verdadeira transparncia e confiana em seus processos organizacionais.Atravs da comparao dos resultados dos perodos apurados, entre os valores percentuais do ano apresentado e do ano anterior, da anlise vertical e horizontal possvel conhecer a situao econmica e financeira da empresa.Esse conhecimento um importante auxlio na tomada de deciso, permitindo a identificao detalhada de cada conta e uma viso das tendncias de cada uma delas.Cada mtodo exposto aumentou o leque de aprendizado que podemos adquirir em equipe. Analisamos os ndices de cada um dentro do balano, na liquidez teve melhor retorno em 2010, j no imobilizado do patrimnio liquido o ndice demonstrou que a empresa investiu, mas que num outro ano de 2009 mantm seus os valores balanceados, ou seja, cada ndice calculado nos demonstra algo sobre a organizao financeiramente.Conhecendo sua estrutura em seus pormenores, ou seja, foi imprescindvel o entendimento das contas que se agrupam nas demonstraes, bem como suas finalidades para em seguida, analisar a sade financeira, econmico e patrimonial da empresa, a cada etapa realizada o intuito de realizar o desafio proposto foi de realizar a anlise de uma forma coerente e adequada.

9. REFERNCIA

IUDCIBUS, Srgio de. Anlise de Balanos. 10. Ed. So Paulo: Atlas, 2009.

Com base nas demonstraes financeiras publicadas pela Natura, disponveis em:,acesso em: 11 de maio. 2014.

, acesso em: 14de maro. 2014.

, acesso em: 14 de maro. 2014.

, acesso em: 14 de maro. 2014.

ndices para Anlise de Balano. Disponvel em:.Acesso em: 29 abril. 2014.