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ARTRÓPODES

ARTRÓPODES - liceuasabin.br · unidades funcionais denominadas tagmas cabeça, tórax e abdome dos insetos, por exemplo. ... lagostas e os camarões. ... • Alguns insetos e a maioria

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  • ARTRPODES

  • FILO ARTHROPODA

    Rene o maior nmero de espcies do Reino Animal, compreendendo cerca de do total de espcies conhecidas.

    Podem ser encontrados em todos os ambientes, desde 6 mil metros de altitude at mais de 9 mil metros de profundidade em oceanos cosmopolitas.

    Exemplos: moscas, borboletas, baratas, siris, camares, cracas, aranhas, escorpies, carrapatos, lacria etc.

  • CARACTERSTICAS

    EMBRIONRIAS

    Simetria bilateral

    Triblsticos

    Celomados

    Protostmios

    Metamricos tendncia fuso de segmentos, formando

    unidades funcionais denominadas tagmas cabea, trax e

    abdome dos insetos, por exemplo.

  • (www.bioloja.com)

    CARACTERSTICAS GERAIS

    Apndices articulados pernas, antenas, apndices

    bucais (mandbulas, quelceras) a presena de pernas

    articuladas deu o nome ao grupo (arthro = articulao;

    poda = p)

  • CARACTERSTICAS GERAIS

    Exoesqueleto quitinoso formado por placas que se articulam, propiciando os movimentos do corpo e de seus apndices atua como estrutura de proteo e de suporte do corpo, no impedindo a mobilidade.

    superfcie rgida qual se une a musculatura ao da

    musculatura associada s placas articuladas grande diversidade e preciso dos movimentos.

  • CARACTERSTICAS GERAIS

    Exoesqueleto quitinoso impermevel

    ocupao de regies ridas.

    Crescimento: mudas ou ecdises regulado

    pelo hormnio da muda ou ecdisona.

  • CLASSIFICAO

    Varia conforme as hipteses filogenticas dos diferentes pesquisadores.

    Hiptese monofiltica quatro sub-filos: Trilobita: no tem representantes na fauna atual, mas

    foi um grupo muito abundante nos mares em pocas geolgicas passadas.

    Uniramia: compreende as classes Insecta, Diplopoda e Chilopoda.

    Crustacea: possui cerca de dez classes, cujos representantes mais conhecidos so os siris, as lagostas e os camares.

    Chelicerata: compreende as classes Merostomata e Arachnida.

  • SUB-FILO TRILOBITA

  • SUB-FILO UNIRAMIA

    Classes:

    Chilopoda

    Diplopoda

    Insecta

  • CLASSES CHILOPODA E

    DIPLOPODA

    Sob o nome de miripodes esto

    agrupados animais que apresentam o

    corpo dividido em cabea e tronco e

    possuem muitas pernas articuladas,

    como os quilpodes e os diplpodes

    Quilpode Diplpode

  • CLASSE CHILOPODA

    CLASSE

    EXEMPLOS

    CARACTERSTICAS

    Diviso do

    corpo

    Nmero de

    patas

    Antenas Quelceras Pedipalpos Mandbulas

    CHILOPODA Lacraia ou

    centopia

    Cabea e

    tronco

    1 par por

    segmento

    do tronco

    1 par

    (longas)

    1 par

  • CLASSE CHILOPODA

    Os quilpodes apresentam um par de pernas por segmento, sendo o primeiro par transformado em uma estrutura denominada forcpula, na extremidade da qual se abre uma glndula de veneno.

    So predadores carnvoros e utilizam o veneno para imobilizar as presas.

  • CLASSE DIPLOPODA

    CLASSE

    EXEMPLOS CARACTERSTICAS

    Diviso

    do corpo

    Nmero

    de patas

    Antenas Quelceras Pedipalpos Mandbulas

    DIPLOPODA Piolho-de-

    cobra

    Cabea e

    tronco

    2 pares

    por

    segmento

    do tronco

    1 par

    (longas)

    1 par

  • CLASSE DIPLOPODA

    Os diplpodes so animais herbvoros ou detritvoros e no possuem forcpula.

    A parte anterior de seu tronco formada por quatro segmentos, dos quais o primeiro no possui pernas e os outros trs possuem um par de pernas cada um. Os demais segmentos do tronco possuem dois pares de pernas.

  • CLASSE INSECTA

    CLASSE

    EXEMPLOS CARACTERSTICAS

    Diviso

    do

    corpo

    Nmero

    de patas

    Antenas Quelceras Pedipalpos Mandbulas

    INSECTA

    Borboletas,

    abelhas,

    traas,

    besouros,

    grilos etc.

    Cabea,

    trax e

    abdome

    3 pares

    1 par

    (curtas)

    1 par

  • CLASSE INSECTA

    Rene o maior nmero de espcies animais conhecidas, sendo portanto o grupo mais diversificado dentre os artrpodes e, conseqentemente, dentre todos os animais.

    A maioria terrestre, embora algumas espcies tenham se adaptado vida no ambiente de gua doce reteno de bolhas de ar em contato com o corpo, utilizando-as para as trocas gasosas quando esto imersos na gua.

    Em algumas espcies ocorre a presena de larvas aquticas.

    nicos invertebrados com adaptaes para o vo.

  • CLASSE INSECTA

    Asas: 2 pares (1 par anterior e 1 par posterior)

    Asas membranosas: responsveis pelo vo.

    Halteres: modificao das asas posteriores auxiliam na orientao do vo de moscas e mosquitos.

    Asas anteriores modificadas proteo das asas posteriores (membranosas e adaptadas ao vo):

    Tgminas: espessas e pergaminceas grilos, baratas, louva-a-deus, tesourinhas e gafanhotos.

    Hemilitros: espessas na base e membranosas na poro distal percevejos e barbeiros.

    litros: coriceas besouros e joaninhas.

  • CLASSE INSECTA

  • SUB-FILO CHELICERATA

    Formado pelos artrpodes que possuem

    quelceras.

    Classes:

    Merostomata: Limulus (caranguejo

    pata-de-cavalo)

    Arachnida: aranhas, escorpies,

    caros e carrapatos.

  • CLASSE MEROSTOMATA

    Vivem na areia dos mares rasos.

    No ocorrem no Brasil.

  • CLASSE ARACHNIDA

    CLASSES

    EXEMPLOS CARACTERSTICAS

    Diviso do

    corpo

    Nmero

    de patas

    Antenas Quelceras Pedipalpos Mandbulas

    ARACNIDA

    Aranhas,

    escorpies,

    carrapatos,

    caros.

    Cefalotrax

    e abdome

    ou prosoma

    e

    opistosoma

    nos

    escorpies

    4 pares 1 par

    1 par

  • (www.bioloja.com)

    CLASSE ARACNIDA

    So animais terrestres, apesar de haver um grupo de caros (Hydracarina) adaptado aos ambientes marinho e de gua doce.

    Embora a maioria seja predadora, no grupo de caros existem espcies parasitas de plantas e animais.

    Muitas aranhas e escorpies possuem glndulas de veneno utilizam para paralisar suas presas:

    Aranhas: associadas s quelceras.

    Escorpies: associadas ao aguilho ou tlson modificao do ltimo segmento do ps-abdome.

  • Ana Luisa Miranda Vilela

    (www.bioloja.com)

    CLASSE ARACNIDA

    Na regio posterior e ventral do abdome das aranhas

    encontram-se as fiandeiras associadas a

    glndulas de seda produzem os fios com os quais

    tecem suas teias.

  • (www.bioloja.com)

    CLASSE ARACNIDA

  • Ana Luisa Miranda Vilela

    (www.bioloja.com)

    SUB-FILO CRUSTACEA

    SUB-FILO

    EXEMPLOS CARACTERSTICAS

    Diviso

    do corpo

    Nmero

    de patas

    Antenas Quelceras Pedipalpos Mandbulas

    CRUSTACEA

    (possui

    cerca de dez

    classes)

    Camares,

    lagostas,

    cracas,

    siris,

    coppodes,

    tatuzinhos-

    de-jardim.

    Cabea,

    trax e

    abdome

    ou

    cefalotrax

    e abdome

    Vrios

    pares

    2 pares

    1 par

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    SUB-FILO CRUSTACEA

    O termo crustceo deriva do fato de muitas das espcies

    possurem um exoesqueleto enriquecido com carbonato de

    clcio, formando uma crosta lagostas, camares, siris e

    caranguejos.

    A maioria vive em ambiente marinho, embora existam

    representantes que vivem em gua doce.

    Existem desde formas microscpicas, abundantes no

    plncton (zooplncton), at formas maiores, adaptadas a

    nadar e andar sobre o fundo.

  • Ana Luisa Miranda Vilela

    (www.bioloja.com)

    SUB-FILO CRUSTACEA

  • SISTEMA NERVOSO

    Apresentam um par de

    gnglios cerebrides (crebro

    rudimentar).

    O SN est organizado em

    duas cadeias simtricas de

    gnglios correndo ao longo do

    corpo do animal e por dois

    cordes nervosos ventrais, de

    onde partem os nervos

    capazes de comandar muitas

    atividades, sem a participao

    do crebro rudimentar

    mesmo depois de decaptados,

    muitos insetos so capazes de

    andar, voar ou copular.

  • SISTEMA SENSORIAL

    rgos sensoriais bem desenvolvidos possibilita obter mais informaes com melhores condies de adaptao e sobrevivncia.

    Receptores sensoriais: muitos associados a algumas modificaes do exoesqueleto quitinoso:

    antenas tteis ou quimiorreceptoras;

    plos e cerdas funo ttil;

    canais, fendas, cavidades ou outras aberturas no exoesqueleto podem alojar quimiorreceptores ou a abertura pode estar coberta por uma delgada membrana, cujo lado interno est fixada uma terminao nervosa detectam vibraes ou outras foras que alteram a tenso do esqueleto.

  • SISTEMA SENSORIAL

    Olhos: podem ser simples ou compostos (insetos e crustceos).

    Olhos compostos ou multifacetados: formados por numerosas unidades cilndricas e longas que possuem todos os elementos para a recepo da luz omatdios

  • SISTEMA CIRCULATRIO

    Os artrpodes apresentam sistema circulatrio aberto.

    O corao um tubo alongado, de posio dorsal, cujas paredes apresentam vrios orifcios laterais com vlvulas, os ostolos, por onde o sangue vindo das lacunas do corpo entra diretamente sem ser recolhido por um vaso sanguneo. Uma vez no corao, o sangue conduzido para a regio anterior do corpo pelo vaso dorsal que termina abruptamente liberando o sangue no espao existente entre os rgos de onde retorna para o corao.

  • PIGMENTOS RESPIRATRIOS

    O sangue pode ou no conter pigmento respiratrio.

    Insetos, quilpodes e diplpodes: sangue incolor sem pigmento respiratrio no transporta gases, transporta apenas nutrientes e remove toxinas.

    Crustceos e aracndeos hemocianina como pigmento respiratrio apresenta colorao azul intensa quando est oxigenada e fica sem cor quando est desoxigenada.

  • Ana Luisa Miranda Vilela

    (www.bioloja.com)

    SISTEMA RESPIRATRIO

    Varia com o grupo.

    Insetos, quilpodes e diplpodes: traquias (sistema traqueal) trocas gasosas ocorrem independentemente do sangue permite maior taxa metablica, pois a oxigenao das clulas mais rpida.

  • Ana Luisa Miranda Vilela

    (www.bioloja.com)

    SISTEMA RESPIRATRIO

    Crustceos: brnquias

    Aracndeos: filotraquias ou pulmes foliceos.

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    SISTEMA DIGESTRIO

    Sistema digestrio: completo, com boca e nus.

    De forma geral, o sistema digestrio dos artrpodes muito parecido. Possuem boca, faringe, esfago, papo, moela, estmago, intestino, reto e nus e, como glndulas anexas, as glndulas salivares.

  • SISTEMA DIGESTRIO

    Algumas variaes podem surgir, dependendo do animal.

    Insetos: apresentam peas bucais dos tipos mais variados, que so de grande eficincia para triturar, lamber, picar e sugar os alimentos:

    um par de mandbulas

    um par de maxilas

    lbio segundo par de maxilas fundido

    Aparelho bucal

    mastigador-triturador

  • Ana Luisa Miranda Vilela

    (www.bioloja.com)

    SISTEMA DIGESTRIO

    Aparelho bucal

    picador-sugador Aparelho bucal

    lambedor-

    sugador

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    SISTEMA DIGESTRIO

    Insetos: o estmago est ligado a cecos gstricos, ambos

    relacionados digesto qumica do alimento.

    Aracndeos:

    Quelceras segurar e dilacerar as presas (no possuem

    mandbulas para triturar o alimento)

    ingerem apenas alimentos liquefeitos lanam enzimas digestivas

    sobre os tecidos dilacerados das presas digesto parcial do

    alimento extracorprea.

    o tubo digestrio contm um estmago sugador, operado por msculos, que atua na absoro dos fluidos corporais da presa, seguido de um estmago qumico, onde feita a digesto enzimtica.

  • SISTEMA DIGESTRIO

    Crustceos: comum a existncia de uma espcie de estmago

    mastigador denominado o molinete-gstrico.

    Apresentam pinas para apreenso do alimento mandbulas

    pouco eficientes para a triturao.

    Microcrustceos: existem eficientes mecanismos de filtragem de

    gua para a coleta de nutrientes e de organismos do fitoplncton.

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    SISTEMA EXCRETOR

    Crustceos: glndulas verdes ou antenais

    par de glndulas excretoras na base das antenas

    ou dos maxilares retiram o excesso de sais e

    as excretas nitrogenadas do sangue.

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    SISTEMA EXCRETOR

    Demais artrpodes: tbulos de Malpighi srie de filamentos de extremidades fechadas que se comunicam com a parte posterior do intestino retiram as excretas do sangue e do lquido celomtico, depositando-as no interior do intestino.

    Insetos: ainda apresentam glndulas retais na regio posterior do tubo digestrio removem o restante da gua da urina e das fezes reteno de gua no corpo do animal grande valor adaptativo no ambiente terrestre.

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    SISTEMA EXCRETOR

    Aranhas: alm dos tbulos de Malpighi existem

    as chamadas glndulas coxais em nmero

    de quatro no mximo semelhana estrutural

    com as glndulas antenais dos crustceos.

  • Ana Luisa Miranda Vilela

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    REPRODUO

    Maioria diica, embora existam hermafroditas (cracas).

    Fecundao: cruzada (mesmo as cracas) e interna.

    Desenvolvimento: direto ou indireto:

    Insetos: desenvolvimento ametbolo sem

    metamorfose (direto). Ex.: traa-dos-livros.

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    REPRODUO

    Insetos: desenvolvimento hemimetbolo

    com metamorfose gradual ou incompleta ninfa

    semelhante ao adulto (imago), porm sem asas.

    Ex.: baratas, percevejos e gafanhotos.

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    REPRODUO

    Insetos: desenvolvimento holometbolo com

    metamorfose completa Ex.: moscas, borboletas,

    besouros, pulgas.

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    REPRODUO

    Crustceos: desenvolvimento indireto pode haver mais de um tipo de larva no mesmo ciclo de vida.

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    REPRODUO

    Aracndeos: machos geralmente menores que as fmeas e realizam um comportamento de corte na poca da reproduo.

    Introduo de espermas no corpo das fmeas:

    Aranhas: os machos apresentam, na extremidade dos pedipalpos, uma dilatao bulbosa onde armazenam os espermatozides usam os pedipalpos para fecundarem as fmeas.

    Fmeas pem ovos fecundados no interior de sacos de seda feitos por elas.

    Escorpies: o macho une-se fmea e deposita no solo uma massa de espermatozides dentro de um envoltrio posiciona a fmea sobre a massa espermatozides espermatozides penetram no orifcio genital da fmea fecundao interna.

    Desenvolvimento: direto.

    Evoluo do ovo: aranhas ovparas, escorpies vivparos.

  • DIVERSIDADE E ABUNDNCIA

    Exoesqueleto verstil.

    Ar conduzido diretamente s clulas.

    rgos sensoriais altamente desenvolvidos.

    Limitao da competio intra-especfica atravs da metamorfose.

    Por que os insetos so os

    animais mais numerosos

    no planeta?

  • IMPORTNCIA ECOLGICA

    Os insetos desempenham importante papel

    ecolgico nos ecossistemas terrestres

    polinizao da maioria das plantas

    florferas.

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    IMPORTNCIA ECONMICA

    Existem insetos que causam srios prejuzos

    agricultura, tornando-se verdadeiras pragas que

    destroem ou danificam as plantaes.

  • Ana Luisa Miranda Vilela

    (www.bioloja.com)

    IMPORTNCIA ECONMICA

    Alguns insetos e a maioria dos crustceos so

    usados na alimentao humana.

  • Ana Luisa Miranda Vilela

    (www.bioloja.com)

    IMPORTNCIA ECONMICA

    O mel, a gelia real e o favo das abelhas so usados

    na alimentao humana.

  • Ana Luisa Miranda Vilela

    (www.bioloja.com)

    IMPORTNCIA ECONMICA

    O bicho-da-seda uma lagarta, a larva de uma mariposa.

    O casulo branco-amarelo brilhante feito de um fio com muitos metros de comprimento secretado por uma glndula abaixo da boca seda utilizada na indstria de tecidos.

  • IMPORTNCIA MEDICINAL

    Insetos: algumas espcies de insetos so vetores de

    doenas, como o caso dos mosquitos transmissores

    de dengue, febre amarela, malria e elefantase; dos

    piolhos, que transmitem o tifo; das pulgas,

    transmissoras da peste bubnica; das moscas, que

    propagam a febre tifide e a disenteria; dos barbeiros,

    que transmitem a doena de Chagas.

    Aedes aegypti

    Piolho

    Pulga Barbeiro

  • IMPORTNCIA MEDICINAL

    Insetos: a larva da mosca Dermatobia hominis, denominada berne, uma vez presente nos animais, causa a chamada miase furuncular ou dermatobiose, que se caracteriza pela formao de ndulos no hospedeiro, com a presena de uma ou mais larvas no interior. Ocasionalmente, podem ocorrer infiltrao bacteriana e formao de abcessos subcutneos, alm de postura de ovos pela Cochliomyia hominivorax, mosca da bicheira, o que determinaria o estabelecimento

    de uma miase primria.

  • Ana Luisa Miranda Vilela

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    IMPORTNCIA MEDICINAL

    Insetos: terapia larval forma de tratamento de lceras que se baseia na infestao de tecidos por larvas de moscas, conhecidas popularmente como bicheiras indicada no tratamento de pacientes com ferimentos crnicos e como terapia complementar administrao de antibiticos.

  • IMPORTNCIA MEDICINAL

    Aracndeos: dentro do grupo dos caros, existem

    parasitas humanos. o caso do caro causador da

    sarna (Sarcoptes scabiei), do caro parasita de

    folculos pilosos e glndulas sebceas de humanos,

    popularmente chamado cravo (Demodex folliculorum) e

    dos carrapatos.

    Sarcoptes scabiei Demodex folliculorum Carrapato

  • Ana Luisa Miranda Vilela

    (www.bioloja.com)

    IMPORTNCIA MEDICINAL

    Aracndeos: no grupo dos caros esto tambm

    algumas formas diminutas que podem ser

    transportadas pelo vento, como o caso do

    Dermatophagoides farinae, e que so uma das

    principais causas das alergias respiratrias poeira.

  • IMPORTNCIA MEDICINAL

    Aracndeos: algumas espcies de aranhas e escorpies podem ser perigosas para o ser humano, especialmente crianas. Entretanto, o nmero de casos fatais de pessoas picadas por esses animais baixo e existem soros contra seu veneno.

    Aranhas: as espcies de aranhas perigosas para o homem pertencem a quatro gneros: Phoneutria (aranhas armadeiras veneno com ao neurotxica e cardiotxica), Loxosceles (aranha marrom veneno com ao necrosante e hemoltica), Latrodectus (vivas-negras veneno com ao neurotxica) e Lycosa (tarntulas veneno com ao necrosante).

    Phoneutria Loxosceles Latrodectus Lycosa

  • IMPORTNCIA MEDICINAL

    Escorpies: os escorpies que podem causar perigo para o homem pertencem principalmente ao gnero Tityus. Os mais freqentes no Brasil so o Tityus bahiensis (escorpio marrom) e o Tityus serrulatus (escorpio amarelo) veneno com ao neurotxica.

    Tityus bahiensis Tityus serrulatus

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    ENTOMOLOGIA FORENSE

    a aplicao de pesquisa com insetos e outros artrpodes para uso legal, em casos de crime ou at mesmo morte acidental, visando obter caractersticas do fato, como tempo transcorrido da morte at a localizao do corpo (se o cadver morreu ou no no local onde foi encontrado), bem como as circunstncias que envolveram o ato.

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    ENTOMOLOGIA FORENSE

    Na grande maioria dos casos, larvas de certas espcies de moscas, principalmente das famlias Calliphoridae e Sarcophagidae, so de fundamental importncia, pois so as primeiras e mais abundantes que se desenvolvem nos cadveres. Porm, isto pode variar quando se consideram fatores como a temperatura, umidade, tipo de solo em que ocorreu a putrefao etc.

    Sarcophagidae

    Calliphoridae