ANATOMIA O ABDOME PODE SER DIVIDIDO EM: ABDOME SUPERIOR PELVE ( POR‡ƒO INFERIOR) TC ABDOME TOTAL

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  • ANATOMIA O ABDOME PODE SER DIVIDIDO EM: ABDOME SUPERIOR PELVE ( PORO INFERIOR) TC ABDOME TOTAL
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  • ANATOMIA O ABDOME SUPERIOR: SUPERIORMENTE LIMITADO PELO DIAGRGMA E INFERIORMENTE PELO FINAL DOS SEUS RGOS PRINCIPAIS, QUE NA MAIORIA DOS CASOS COINCIDE COM O INCIO DAS CRISTAS LIACAS E A BIFURCAO DAS ARTRIAS LIACAS.
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  • ANATOMIA PELVE: SUPERIORMENTE INICIA-SE NVEL DAS CRISTAS ILACAS E INFERIORMENTE ABAIXO DA SNFISE PBICA. OBS: NOS CASOS DE TU DE TESTCULOS E METSTAES SSEAS AS IMAGENS DEVERAM DEMONSTRAR A REGIO DE INTERESSE.
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  • ANATOMIA ABD SUP FGADO (VESCULA BILIAR) PNCREAS BAO RINS (URETRES PROXIMAIS) ADRENAIS ESFAGO DISTAL / ESTMAGO / DELGADO / CLONS
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  • FGADO O fgado a maior vscera do corpo humano. Situa-se no quadrante superior direito do abdome, aderido superfcie inferior do diafragma. , essencialmente, uma massa de clulas permeada por um complexo mas organizado sistema de canais que transportam o suprimento sangneo e a bile. Recebe 25-30% do dbito cardaco
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  • composto por lobos anatmicos (D e E) separados pelo ligamento falciforme. Cirurgicamente, esta diviso feita ao nvel do porta-hepatis (local onde a artria heptica e a veia porta se dividem em ramos D e E). Os lobos D e E cirrgicos podem ser subdivididos em 8 segmentos os quais so usados para orientar as resseces.
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  • Suprimento sangneo: veia porta (70- 80%) e artria heptica. Pela veia porta chega ao fgado todo material absorvido nos intestinos, com exceo de parte dos lipdios que transportada por via linftica. Graas a essa caracterstica, ele se encontra em posio privilegiada para metabolizar e acumular nutrientes e neutralizar e eliminar substncias txicas absorvidas.
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  • A veia porta formada pela juno da veia mesentrica superior e veia esplnica e se dirige para o lobo D a medida que se aproxima do porta-hepatis. Ramifica-se num tronco curto D (lobo superior D, rea direita da vescula, poro ntero-superior do fgado) e num tronco E mais longo (regio lateral do lobo E, lobos quadrado e caudado). Cada ramo terminal tem um territrio nitidamente definido.
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  • A artria heptica e seus ramos so bem menos constantes. Em 55% das pessoas ela se origina diretamente da artria celaca mas, no restante, pode se originar da mesentrica superior, gastroduodenal, gstrica D ou E ou at mesmo da aorta. Dentro do fgado, seguem os ramos da veia porta.
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  • A maior parte do fluxo vai para o estroma, ductos biliares e vescula biliar. As veias hepticas so retas e drenam posteriormente para a veia cava posterior (a D drena o lobo superior D, a E drena o lobo E e a intermediria drena a rea suprida pelas ramos D e E da veia porta).
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  • VESCULA BILIAR Situa-se na face inferior do fgado, na fossa formada pela juno dos lobos direito e esquerdo. Embora a posio do fundo varie, o colo est sempre relacionados com a fissura interlobar principal e porta heptica.
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  • Caractersticas A vescula biliar um saco membranoso, em forma de pra, e um reservatrio alongado, situado na face inferior do fgado (lado direito). um rgo muscular em que se acumula a bile no intervalo das digestes (at 50 cm3),
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  • a bile produzida pelo fgado, passa pela vescula biliar atravs de um pequeno tubo chamado ducto cstico. Os tecidos que constituem as paredes musculares da vescula biliar concentram a bile, absorvendo grande parte da sua gua e mantm-na recolhida at o incio do processo de digesto.
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  • Quando estimulada, a vescula biliar contrai- se e manda a blis concentrada atravs do ducto biliar at o intestino delgado, auxiliando a digesto. A afeco mais freqente da vescula biliar a presena de clculos que ocorrem devido existncia de quantidades excessivas de clcio e colesterol na blis.
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  • PNCREAS O pncreas uma glndula digestiva de secreo interna e externa, de mais ou menos 15 cm de comprimento e de formato triangular, localizada transversalmente sobre a parede posterior do abdome, na ala formada pelo duodeno, sob o estmago.
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  • O pncreas formado por uma cabea que se encaixa no quadro duodenal, de um corpo e de uma cauda afilada. A secreo externa dele dirigida para o duodeno pelos canais de Wirsung e de Santorini. O canal de Wirsung desemboca ao lado do canal coldoco na ampola de Vater. O pncreas comporta dois rgo estreitamente imbricados: pncreas excrino e o endcrino.
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  • PNCREAS
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  • Pncreas Excrino O pncreas excrino segrega enzimas digestivas, reunidas em estruturas denominadas cinos. Os cinos pancreticos esto ligados atravs de finos condutos, por onde sua secreo levada at um condutor maior, que desemboca no duodeno, durante a digesto.
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  • Pncreas Endcrino Segrega os hormnios insulina (quando no produzida em quantidade suficiente, d origem a diabetes) e glucagon (hormnio com a regulao dos nveis de acar no sangue), reunidas em estruturas denominadas Ilhotas de Langerhans, cujas clulas beta segregam a insulina e as clulas alfa segregam o glucagon. Os hormnios produzidos nas ilhotas de Langerhans caem diretamente nos vasos sangneos pancreticos.
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  • BAO O bao um rgo linfide situado no hipocndrio esquerdo, abaixo do diafragma, atrs do estmago. Pesa em mdia 200 g, e tem cor vermelho-escuro. Tem forma ovide alongada e cabe na palma da mo, tem 12 cm de comprimento e 8 cm de largura
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  • Devido ao seu tecido linfide, ou polpa branca, e ao seu tecido vascular, ou polpa vermelha, ele tem funo hematopotica at o ltimo ms da vida fetal e funo hemoltico-fisiolgica, que se torna s vezes patolgica.
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  • O bao influi na composio do sangue que irriga nosso corpo e ele controla a quantidade desse lquido vital em nossas veias e artrias. A atividade do bao est relacionada com o aparelho circulatrio.
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  • Funcionamento Quando o bao aumenta, est acumulando sangue como um "banco". Esse sangue traz glbulos vermelhos jovens e velhos, ou seja, uns podem fixar o oxignio de que precisamos e outros no podem mais. Ento, o bao faz sua seleo e retm alguns dos glbulos vermelhos velhos, destruindo-os.
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  • A funo de reter os glbulos vermelhos realizada por macrfagos existentes no bao, que englobam e destroem as hemcias velhas e parasitas (processo chamado de fagocitose), evitando assim, um grande nmero de doenas.
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  • O bao tambm produz glbulos brancos e regula o volume de sangue em circulao nas artrias e veias. No caso de sofrer um corte ou hemorragia, o bao bombeia imediatamente mais lquido para o aparelho circulatrio, restabelecendo aos poucos, o equilbrio.
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  • O bao no um rgo essencial, embora muito importante. Se o arrancarmos, sofreremos uma anemia, mas com o tempo, recuperaremos as foras (pois h outras partes do organismo com condies de assumir as funes que ele desempenha).
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  • RINS Localizao e caractersticas Os rins situam-se na parte dorsal do abdome, logo abaixo do diafragma, um de cada lado da coluna vertebral, nessa posio esto protegidos pelas ltimas costelas e tambm por uma camada de gordura. Cada rim tem cerca de 11,25 cm de comprimento, 5 a 7,5 cm de largura e um pouco mais de 2,5 cm de espessura. A massa do rim no homem adulto varia entre 125 e 170 g; na mulher adulta, entre 115 e 155 g.
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  • Tem cor vermelho-escuro e a forma de um gro de feijo enorme. So rgos excretores. Possui uma cpsula fibrosa, que protege o crtex (cor amarelada) mais externo, e a medula (avermelhada) mais interna. O ureter um tubo que conduz a urina at a bexiga. Cada rim formado de tecido conjuntivo, que sustenta e d forma ao rgo, e por milhares ou milhes de unidades filtradoras, os nfrons, localizados na regio renal
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  • O nfrom uma longa estrutura tubular microscpica que possui, em uma das extremidades, uma expanso em forma de taa, denominada cpsula de Bowman, que se conecta com o tbulo contorcido proximal, que continua pela ala de Henle e pelo tubo contornado distal, este desemboca em um tubo coletor. So responsveis pela filtrao do sangue e remoo das excrees
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  • Em cada rim, a borda interna cncava constitui o hilo renal. Pelo hilo renal passam a artria renal, a veia renal e o incio do ureter, canal de escoamento da urina. Na poro renal mais interna localizam-se tubos coletores de urina. O tipo de nfrom e a localizao dos rins variam
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  • A funo dos rins filtrar o sangue, removendo os resduos nitrogenados produzidos pelas clulas, sais e outras substncias em excesso. Alm dessa funo excretora, os rins tambm so responsveis pela osmorregulao em nosso organismo. Controlando a eliminao de gua e sais da urina, esses rgos mantm a tonicidade do sangue adequada s necessidades de nossas clulas.
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  • ADRENAIS As glndulas supra-renais, que tm um comprimento de cerca de 5 centmetros, esto localizadas na cavidade abdominal, anterosuperiormente aos rins. cavidade abdominalrins
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  • Encont