Click here to load reader

ANAIS DO X SIMPÓSIO MULTIDISCIPLINAR DA USJT fiDez … · Os ANAIS do X SIMPÓSIO MULTIDISCIPLINAR DA USJT ... A importância das proteínas na atividade física e o vegetarianismo

  • View
    213

  • Download
    0

Embed Size (px)

Text of ANAIS DO X SIMPÓSIO MULTIDISCIPLINAR DA USJT fiDez … · Os ANAIS do X SIMPÓSIO...

  • 2004 1

    UNIVERSIDADE SO JUDAS TADEU

    ANAIS DO X SIMPSIOMULTIDISCIPLINAR DA USJT

    Dez anos de Iniciao Cientfica

    Centro de Pesquisa2004

    ISSN 1679-401X

  • 2 2004

    Simpsio multidisciplinar: Dez anos de Iniciao Cientfica (10. : 2004: So Paulo, SP)Anais do X Simpsio Multidisciplinar da USJT: Dez anos de Iniciao Cientfica,So Paulo 04 a 09 de outubro de 2004. So Paulo: USJT; Centro de Pesquisa, 2004.

    ISSN 1679-401X

    1. INICIAO CIENTFICA - Congressos IV. Encontro de Ps-Graduao Lato Sensu daUSJT, 1. IV Ttulo.

    CDD 001.42

  • 2004 3

    RESUMOSOs resumos so de inteira responsabilidade de seus autores e orientadores.

  • 4 2004

  • 2004 5

    Os Simpsios Multidisciplinares da Universidade So Judas Tadeu (USJT) visam a

    propiciar um espao para a divulgao da produo cientfica e cultural desenvolvida pela comunidade

    universitria, em atividades de ensino, de extenso e de pesquisa. Iniciados em 1995, sob a coordenao

    do Centro de Pesquisa, rgo da Pr-Reitoria de Pesquisa e Ps-Graduao, os Simpsios Multidisciplinares

    somam dez edies, de forma ininterrupta. Ano aps ano, a comunidade universitria foi agregando

    valor ao evento, aumentando a percepo de seu mrito como lugar de autntica integrao das atividades

    desenvolvidas na USJT e como ocasio oportuna e estimulante para a exposio e debate de idias. Durante

    uma semana, centenas de professores e alunos da graduao, da ps-graduao lato sensu e stricto

    sensu , dos ncleos de pesquisa, da iniciao cientfica e das atividades de extenso, envolvem-se em

    palestras, comunicaes, mostras e apresentaes.

    Cada edio dos Simpsios apresenta um tema principal para reflexo. O X SIMPSIO

    MULTIDISCIPLINAR DA USJT teve um carter especial: a anlise da trajetria da iniciao cientfica na

    Universidade desde a sua implantao, dez anos atrs. Atualmente a USJT conta com dois programas de

    iniciao cientfica: o Regime de Iniciao Cientfica (RIC) e o Programa Voluntrio de Iniciao Cientfica

    (PVIC), totalizando 140 vagas anuais.

    Os ANAIS do X SIMPSIO MULTIDISCIPLINAR DA USJT apresentam os resumos

    dos trabalhos apresentados e entregues para publicao, exceto no caso dos trabalhos inscritos pelos

    alunos da ps-graduao stricto sensu, que so publicados na ntegra. Todos os trabalhos encontram-se

    classificados conforme a Tabela de reas do Conhecimento do CNPq.

    PR-REITORIA DE PESQUISA E PS-GRADUAO/CENTRO DE PESQUISA

  • 6 2004

  • 2004 7

    Sumrio

  • 8 2004

  • 2004 9

    CINCIAS BIOLGICAS

    BIOFSICA

    Contribuies da fsica nuclear para diagnsticos mdicos ....................................................................................... 27

    BIOQUMICA

    S-nitrosilao na sade e na doena ............................................................................................................................ 27

    BOTNICA

    Verificao, com base em alguns parmetros, da qualidade da droga vegetalMalva sylvestris l. (Malvaceae), comercializada em SP .......................................................................................... 28

    ECOLOGIA

    Avaliao comparativa do impacto ao meio ambiente quanto utilizao deleo combustvel versus leo combustvel/gs natural em motor do ciclo dieselpara gerao de energia eltrica ............................................................................................................................. 28

    Avaliao de educao ambiental em rea de mananciais .......................................................................................... 29

    Certificao ambiental de unidades de conservao pela norma NBR ISO 14.001 .................................................. 30

    EDUCAO FSICA

    A importncia das protenas na atividade fsica e o vegetarianismo .......................................................................... 31

    Alteraes nos estados de humor antes e depois de uma aula de body pumpe de musculao ...................................................................................................................................................... 31

    A manifestao da inteligncia corporal cinestsica na prtica do jogo de futsalmasculino na categoria principal ........................................................................................................................... 32

    A percepo subjetiva de indivduos idosos participantes do Projeto Snior paraVida Ativa em relao s atividades da vida diria ................................................................................................ 33

    A relao entre a eletromiografia e a fora muscular .................................................................................................. 33

    Atividade fsica na preveno e na reabilitao do cncer de mama .......................................................................... 34

    SUMRIORESUMOS

  • 10 2004

    Avaliao da nova proposta curricular do Curso de Educao Fsicada Universidade So Judas Tadeu (USJT) .............................................................................................................. 34

    Consideraes sobre as mltiplas influncias que recaem sobre a formulaode uma proposta curricular para a Educao Fsica ............................................................................................. 35

    Correlao entre o nvel de atividade fsica e alguns indicadores de doenascrnicas em adolescentes ........................................................................................................................................ 35

    Correlaes entre a reduo da glicemia e a melhora hemodinmica aps treinamentofsico em ratos diabticos ........................................................................................................................................ 36

    Dana de salo: Um caminho para a qualidade de vida ............................................................................................. 36

    Diferentes estratgias de hidratao e sua influncia na percepo subjetiva de esforoem atletas de futsal infanto-juvenil de alto rendimento ........................................................................................ 37

    Utilizao do monitor automtico de pulso para avaliao da resposta pressricaem teste submximo ............................................................................................................................................... 38

    O desenvovimento do controle postural em crianas saudveis ................................................................................ 38

    Os benefcios proporcionados pela prtica do handebol ............................................................................................ 39

    Os riscos envolvidos na prtica do handebol .............................................................................................................. 39

    O significado da educao fsica na escola: Autonomia .............................................................................................. 40

    O significado da prtica da atividade fsica na velhice:Um estudo fenomenolgico dos idosos ................................................................................................................. 41

    Relao entre protenas, aminocidos e hipertrofia muscular .................................................................................... 41

    Respostas metablicas s atividades aerbicas em idosos ........................................................................................... 42

    Sistematizao de objetivos curriculares para a educao fsica escolar .................................................................... 43

    CINCIAS DA SADE

    FARMCIA

    Anlise da qualidade microbiolgica de queijos tipo minas frescal artesanaise industriais comercializados em supermercados e feiras livres na cidade de So Paulo .................................... 47

    Antidepressivos: o tratamento para o mal do sculo .................................................................................................. 47

    Aspectos teraputicos da melatonina no tratamento da sndrome do fuso horrio ................................................. 48

    Avaliao da qualidade fsico-qumica de cpsulas manipuladas contendo 150 mgde cloridrato de ranitidina ..................................................................................................................................... 48

    Medicamentos e terapias do futuro ............................................................................................................................. 49

    Perfil de dissoluo e caractersticas fsico-qumicas de cpsulas manipuladas contendo10 mg de minoxidil ................................................................................................................................................. 49

    Substncias bioativas em alimentos ............................................................................................................................. 50

    Vivenciando a iniciao cientfica ................................................................................................................................ 50

    A aplicao da Lei dos Genricos (Lei n 9.787/99) em municpios do estado de So Paulo .................................. 51

    Emulgel de Mikania glomerata: Desenvolvimento e comparao do efeitoantiinflamatrio com emulgel de diclofenaco e de cataflam ................................................................................ 52

  • 2004 11

    Frmacos marinhos ...................................................................................................................................................... 52

    Leucemia: Novos tipos de tratamentos ........................................................................................................................ 53

    FISIOLOGIA

    A interferncia dos sintomas pr-menstruais no desempenho de mulheresque praticam trabalho de fora muscular .............................................................................................................. 54

    Lpus ............................................................................................................................................................................. 54

    Novos tratamentos na diabetes mellitus: Insulina inalatria ...................................................................................... 55

    Relaes da postura corporal com as disfunes doaparelho mastigatrio ............................................................................................................................................. 55

    FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL

    O papel do fisioterapeuta no tratamento e na preveno de atraso no desenvolvimentomotor em crianas com cegueira congnita .......................................................................................................... 56

    GENTICA

    Determinao de fatores sanguneos (rh) de alunos da biologia da USJT e suacorrelao com a doena hemoltica perinatal ...................................................................................................... 57

    A tica em pesquisa: Holocausto, o tribunal militar internacional de Nuremberge a busca por um modelo experimental ideal ........................................................................................................ 57

    Organismos geneticamente modificados: Benefcios, malefcios e novas diretrizes mundiais ................................. 58

    Transgnicos .................................................................................................................................................................. 58

    MEDICINA

    Aterosclerose na atualidade .......................................................................................................................................... 59

    Comparao entre soro e plasma na determinao quantitativa de troponina I,CK-MB massa, CK total e CK-MB atividade: Avaliao preliminar .................................................................... 60

    Importncia da citologia onctica na deteco do cncer de colo uterino ................................................................ 60

    O papel da viso na postura corporal .......................................................................................................................... 61

    MICROBIOLOGIA

    Avaliao dos principais microrganismos derivados do processo de compostagem ................................................. 61

    Relao coliforme-fator em guas marinhas das praias de Martim de S, Centro, Indai,Palmeiras e Porto Novo, localizadas em Caraguatatuba, litoral norte do estado de So Paulo ........................... 62

  • 12 2004

    MORFOLOGIA

    Alteraes morfolgicas em clulas das glndulas adrenais e ilhotas pancreticas(pncreas endcrino) sob efeito do uso prolongado do carbonato de ltioadministrado por via oral ....................................................................................................................................... 63

    Alteraes morfolgicas nas glndulas partidas e pncreas excrino sob efeitode uso prolongado de carbonato de ltio administrado por via oral .................................................................... 63

    Efeito adverso provocado pelo uso prolongado do ltio sob a forma de carbonatosobre clulas do sangue circulante em ratos .......................................................................................................... 64

    Incidncia das infeces por Gardnerella Vaginalis e Candida spp no trato genital femininoinferior no Hospital do Servidor Pblico Estadual de So Paulo ......................................................................... 65

    NUTRIO

    Adenocarcinoma gstrico ............................................................................................................................................. 65

    Atendimento nutricional pacientes adultos portadores de doena celaca ............................................................. 66

    Avaliao da evoluo nutricional de crianas portadoras de cncer ........................................................................ 66

    Implantao do plano APPCC em unidade de alimentao e nutrio ..................................................................... 67

    Parmetros do estado nutricional de idosos que procuram por um programa de atividade fsica .......................... 67

    Perfil alimentar de indivduos praticantes de musculao e fisiculturismo ............................................................... 68

    Transgnicos uma viso imparcial ............................................................................................................................ 68

    Validao de equaes de predio da taxa metablica basal em idosos ................................................................... 69

    SADE COLETIVA

    O uso de medicamentos pela populao: Avaliao quanto aos hbitos de consumonuma amostra de adultos jovens no municpio de So Paulo .............................................................................. 70

    Pesquisa de coliformes totais e fecais em caldo de cana in natura comercializadoem feiras livres e pastelarias na Zona Leste da cidade de So Paulo ..................................................................... 70

    CINCIAS EXATAS E DA TERRA

    CINCIA DA COMPUTAO

    A convergncia tecnolgica na sociedade de informao, tendncias e aplicaes computacionais ........................ 75

    Autmatos adaptativos teoria e aplicao ................................................................................................................ 75

    Estudo de melhoramento dos processos utilizados em projetos de tecnologia da informao ................................ 76

    Comparao entre os modelos de processo de desenvolvimento de software ........................................................... 76

    Mtodo de avaliao dos processos organizacionais para a execuo de projetos .................................................... 77

  • 2004 13

    Comunicao em projetos ............................................................................................................................................ 78

    Pontos de funo .......................................................................................................................................................... 78

    Qualidade no gerenciamento de projetos .................................................................................................................... 79

    Realidade virtual e telepresena ................................................................................................................................... 79

    Sistemas de tempo real ................................................................................................................................................. 80

    Web services ................................................................................................................................................................... 80

    Consideraes preliminares para avaliao tcnica de ferramentas de educao a distncia ................................... 81

    Montagem de disciplina e apoio a distncia para o ensino presencial em informtica:Um estudo de caso .................................................................................................................................................. 81

    Os papis dos profissionais envolvidos na governana em Tecnologia daInformao (IT governance) ................................................................................................................................... 82

    Introduo aos problemas de comparao de cadeias de smbolos ........................................................................... 82

    MATEMTICA

    Teoria do caos, atratores estranhos e fractais: uma breve introduo ........................................................................ 83

    lgebra linear num sistema presa-predador................................................................................................................ 83

    Conhecendo o cubo-soma ........................................................................................................................................... 84

    Conversando sobre algumas contribuies de Eratstenes ........................................................................................ 84

    Imprevisibilidade e o tratamento de temas transversais ............................................................................................. 85

    PROBABILIDADE E ESTATSTICA

    Uma reviso de literatura sobre os conceitos de mdia aritmtica e mediana .......................................................... 85

    FSICA

    Evidncias experimentais da teoria da relatividade restrita ........................................................................................ 86

    Fsica aplicada Arqueologia ....................................................................................................................................... 87

    CINCIAS HUMANAS

    CINCIA POLTICA

    A vulnerabilidade da economia brasileira a partir da dcada de 90 ........................................................................... 91

    Aspectos do atraso capitalista do Brasil ....................................................................................................................... 91

    Empreendedorismo e adaptao de micro e pequenas empresas ao mercado globalizado ...................................... 92

    PEI Cuba EUA: entre a norma e a fora ................................................................................................................ 93

  • 14 2004

    Teorias administrativas contemporneas: a burocracia como exerccio de poder capitalista ................................... 93

    Vises da Amrica: Federalistas .................................................................................................................................... 94

    Zapatismo: Novos paradigmas para a esquerda? ......................................................................................................... 94

    EDUCAO

    A educao especial e a realidade de uma instituio educacional especializada ...................................................... 95

    A famlia e a sociedade frente criana deficiente ...................................................................................................... 96

    Agenda 21 e recursos hdricos ...................................................................................................................................... 96

    gua: Falta de formao ou falta de informao? ....................................................................................................... 97

    A importncia e aplicao da psicomotricidade na educao infantil: Uma alternativa possvel ............................ 98

    A informtica na educao infantil: Mitos e desafios ................................................................................................. 98

    A informtica na educao de jovens e adultos: Elementos da pedagogia crtica freiriana ...................................... 99

    A presena da informtica no ensino mdio: O uso colaborativo da internet na sala de aula .................................. 99

    Apresentao de algumas estruturas e usos dos verbos de cambio da lngua espanhola ..................................... 100

    Avaliao: Um ato amoroso ........................................................................................................................................ 100

    Competncias fundamentais para o sucesso profissional no mercado de trabalho ................................................ 101

    Contribuies do Regime de Iniciao Cientfica para a carreira profissional e acadmica ................................... 101

    Deficiente fsico: A luta contra o estigma na incluso escolar .................................................................................. 102

    Educao e filosofia uma relao inseparvel no pensamento de John Dewey .................................................... 102

    Educao indgena: Respeito diversidade cultural ................................................................................................. 103

    Educar para formar cidado modismo ou realidade ............................................................................................. 103

    Formao docente e profissional: Mudanas e incertezas ......................................................................................... 104

    Importncia da iniciao cientfica na construo de um perfil diferenciado do aluno,do pesquisador e do profissional do sculo XXI ................................................................................................. 105

    Indisciplina escolar segundo a opinio de professores e alunos:Trabalho de estgio supervisionado em psicologia escolar ................................................................................. 105

    Metodologia cientfica: Um recurso estruturado para a iniciao cientfica ........................................................... 106

    Mdia e educao: As aplicaes das idias de Douglas Kellner ............................................................................... 107

    O laboratrio-empresa como novo instrumento de ensino-aprendizagem:O caso da USJT ..................................................................................................................................................... 107

    O modelo do grupo escolar do sculo XIX vigente na escola pblica do sculo XXI.Problemtica desta continuidade ......................................................................................................................... 108

    O que os alunos do ensino fundamental pensam sobre o cncer ............................................................................. 108

    Orientao educacional: Atividades de estimulao ................................................................................................. 109

    Os desafios da formao continuada ......................................................................................................................... 110

    O tempo no ensino-aprendizagem da informtica na maturidade .......................................................................... 110

    Professor real x professor ideal ................................................................................................................................... 110

    Projeto: Poesia em cena .............................................................................................................................................. 111

  • 2004 15

    Projeto xadrez pees reis. O jogo de todos! ......................................................................................................... 111

    Repensando a progresso continuada ........................................................................................................................ 112

    Suporte pblico e privado a pessoas deficientes na regio dos Campos Elsios ...................................................... 112

    Trabalho de Concluso de Curso: Um instrumento de consolidao da iniciao cientfica ................................. 113

    Uma reviso crtica da prtica reflexiva ..................................................................................................................... 114

    Um relato de experincia: Implantao da proposta curricular no CAAM ............................................................. 114

    FILOSOFIA

    A ascenso do Papado na Idade Mdia ...................................................................................................................... 115

    A busca epistemolgica - uma apresentao crtica do racionalismo e empirismo ................................................ 115

    A causa do mal em Santo Agostinho ......................................................................................................................... 116

    A condio natural do ser humano em John Locke .................................................................................................. 117

    A elaborao do conceito de linhas de fora e a teoria da matria de Michael Faraday .......................................... 117

    A escolha em Fsica e Filosofia ................................................................................................................................... 118

    A genealogia do Estado e do Direito em Nietzsche ................................................................................................... 118

    A idia confusa, obscura e relativa de substncia em Locke ..................................................................................... 118

    A questo da corrupo Paulina na obra O Anticristo de F. W. Nietzsche ............................................................ 119

    A relao entre discurso e poder para Michel Foucault ............................................................................................ 119

    A relao entre linguagem e conhecimento no De Magistro de Santo Agostinho ............................................... 120

    A vontade geral como fundamento da teoria contratualista de Jean-Jacques Rousseau ......................................... 120

    Algumas consideraes sobre a esttica em Kant ...................................................................................................... 121

    Bergson: O retorno da simplicidade na Filosofia ...................................................................................................... 121

    Cruzamento de memria e esquecimento em Nietzsche .......................................................................................... 122

    Dualidade de mesma essncia: A relao Apolneo-Dionisaco em F. Nietzsche ..................................................... 122

    Em torno da Morte de Deus ................................................................................................................................... 123

    tica e esttica no jovem Kant .................................................................................................................................... 123

    Geometria e intuio em Frege e Kant ...................................................................................................................... 124

    Histria e Direito: Jean Bodin e John Locke ............................................................................................................. 124

    Kierkegaard: Reminiscncia e repetio .................................................................................................................... 125

    Memria e imaginao ............................................................................................................................................... 125

    Moral e metafsica nos Sonhos de um Visionrio esclarecidos pelos Sonhos de um Metafsico deImmanuel Kant ..................................................................................................................................................... 126

    Nietzsche: A nova hermenutica ................................................................................................................................ 126

    O crculo de Viena e a oposio oficial de Karl Popper ............................................................................................ 126

    O problema da escolha em Fsica e Filosofia ............................................................................................................. 127

    Proposta de anlise literria e filosfica de Sneca .................................................................................................... 128

    Ressentimento: Um obstculo escolha e criao ................................................................................................. 128

  • 16 2004

    Santo Agostinho e a questo da moral e dos valores sociais ..................................................................................... 128

    Teorias da ao humana na poltica Marslio de Pdua e Thomas Hobbes .......................................................... 129

    Uma anlise do corpo na fenomenologia da percepo de Merleau-Ponty ............................................................. 130

    Vita Brevis ................................................................................................................................................................... 130

    PSICOLOGIA

    Anlise onrica e estruturas arquetpicas: Abordagem Junguiana ............................................................................ 131

    A questo dos limites na formao da criana .......................................................................................................... 131

    Assdio moral como expresso do narcisismo perverso ........................................................................................... 132

    Autodesenvolvimento: Uma responsabilidade de carter individual ....................................................................... 132

    A viso do processo clnico em diferentes abordagens: O caso de Joo ................................................................... 133

    Envelhecimento e produo cientfica ....................................................................................................................... 134

    Estresse no trabalho: Eventos considerados potencialmente estressantes em umasituao de trabalho e que podem desencadear o estresse psicolgico .............................................................. 134

    Identificao das variveis relacionadas adeso em grupo de controle do diabetes ............................................. 135

    Influncia dos doutores da alegria na recuperao da personalidade de pacientesinternados em hospital ......................................................................................................................................... 135

    Investigao das queixas, atendimento teraputico e psicodiagnstico:Uma viso multidisciplinar .................................................................................................................................. 136

    A trajetria do atendimento psicolgico em Psicodiagnstico ................................................................................ 137

    Levantamento sobre as prticas e processo de coaching ............................................................................................ 137

    Meu filho tem HIV: Uma anlise da relao dos pais com o filho soropositivo .................................................. 138

    Mitologia x Religio: Uma anlise comparativa de O Silmarillion ....................................................................... 139

    Mitos conjugais e terapia de casal .............................................................................................................................. 139

    O adoecer psquico do trabalhador em funo de sua atuao nas organizaes:Uma viso do profissional de recursos humanos ................................................................................................ 140

    O aprendizado da linguagem humana incluindo a formao de conceitos nacontemporaneidade: Um estudo a partir de Vygotsky e Wallon ......................................................................... 140

    Prticas de terapias alternativas no tratamento psicoterpico na viso depsiclogos clnicos ................................................................................................................................................ 141

    O sentido da religio-religiosidade na formao do psiclogo:Um estudo em andamento ................................................................................................................................... 142

    Presena de sintomas depressivos em mulheres que esto no ltimo trimestre de gestao .................................. 142

    Psicologia do Trabalho e Produo Cientfica: Anlise da revistaPsicologia: Organizaes e Trabalho no perodo de 2001 a 2003 .................................................................... 143

    Psicologia e compromisso social ................................................................................................................................ 143

    Psicologia e sade: As relaes entre sade e doena ................................................................................................ 144

    Psicologia e trabalho: Novas perspectivas de atuao ............................................................................................... 144

    Psicologia Organizacional: A produo cientfica em peridicos brasileiros no perodo de 1999 a 2003 .............. 145

  • 2004 17

    Psicologia Organizacional: Treinamento e Gesto de Pessoas .................................................................................. 145

    Psicologia x Orientao Profissional: A experincia da clnica escola da USJT ....................................................... 146

    Recursos da abordagem comportamental cognitiva no tratamento de depresso infantil ..................................... 146

    Reflexes sobre a constituio da identidade do psiclogo brasileiro ...................................................................... 147

    Reflexes sobre a interpretao psicanaltica ............................................................................................................ 147

    Resenha crtica do texto A pro-cura da subjetividade: A organizao pede anlise ............................................. 148

    Sade mental na escola ............................................................................................................................................... 148

    Sintomatologia ansiosa em pessoas submetidas ao Inventrio Beck de Ansiedade (IBA) ...................................... 149

    Sobre o atendimento grupal no processo de triagem ............................................................................................... 150

    Televiso, publicidade e infncia: Um retrato da mdia atual ................................................................................... 150

    Trabalhos de Concluso e Iniciao Cientfica no Curso de Psicologia da USJT:rea escolar (1999-2003) ...................................................................................................................................... 151

    Transtorno de ateno/hiperatividade: Uma reviso ................................................................................................ 151

    Transtorno de pnico e sua comorbidade com transtornos de ansiedade na infncia ............................................ 152

    Tratamentos de transtorno de pnico: Uma reviso ................................................................................................. 153

    Uma proposta para avaliar mudanas na prtica docente ........................................................................................ 153

    SOCIOLOGIA

    Hannah Arendt e a questo da violncia ................................................................................................................... 154

    CINCIAS SOCIAIS APLICADAS

    ADMINISTRAO

    A Tecnologia da Informao e a melhoria contnua nos servios ............................................................................ 157

    A utilizao de geoprocessamento e o apoio a decises estratgicas ........................................................................ 157

    Artigo cientfico: Um novo desafio para o egresso de Administrao ..................................................................... 158

    Avaliao da poltica para a educao profissional por competncias ..................................................................... 158

    Avaliao do desempenho do projeto de edifcios junto s empresas construtoras ................................................ 158

    Breve ensaio sobre o homo economicus e a negociao de participao nos lucros no Brasil ................................. 159

    Estratgias na busca da sade mental ........................................................................................................................ 159

    Estudo de caso da implantao do sistema da qualidade em uma empresa de servios de alimentao ............... 160

    Interdisciplinaridade no Curso de Turismo .............................................................................................................. 160

    O uso da Tecnologia da Informao em empresas industriais paulistas .................................................................. 161

  • 18 2004

    ARQUITETURA E URBANISMO

    A conscincia de lugar ................................................................................................................................................ 161

    A conscincia do morar .............................................................................................................................................. 162

    A implantao de conjuntos habitacionais populares nas reas do Pari e do Brse sua contribuio para a requalificao do espao urbano ............................................................................... 162

    A importncia da iniciao cientfica na formao do futuro Arquiteto e Urbanista ............................................. 163

    Capacidade e eficincia do sistema virio e transporte coletivo transporte ferroviriode passageiros, na rea de operao urbana diagonal sul, So Paulo .................................................................. 164

    O conhecimento da geometria aplicada a projetos de espaos em Arquitetura e Urbanismo ................................ 165

    Reciclagem de entulho: Alternativa para as comunidades carentes ......................................................................... 165

    Torres ........................................................................................................................................................................... 166

    CINCIA DA INFORMAO

    Sistemas de apoio deciso na pequena e mdia empresa: Estudos de casoscomparados em empresas comerciais de pequeno porte .................................................................................... 166

    COMUNICAO

    A crtica de arte singular de Haroldo de Campos: Os textos dissertativos ............................................................... 167

    A mdia televisual como elemento da cultura contempornea ................................................................................ 168

    A narrativa jornalstica contempornea: Rotas alteradas .......................................................................................... 168

    Arquitetura como mdia ............................................................................................................................................. 169

    Canal universitrio: Convergncias entre televiso e educao ................................................................................ 169

    Como era gtico meu Jedi: Star wars em uma anlise da criao visual eseu envolvimento gtico ....................................................................................................................................... 170

    Imagens do corpo ....................................................................................................................................................... 170

    Marcas imemoriais nas vozes e nos intrpretes radiofnicos ................................................................................... 171

    O global no local e a identidade nacional ............................................................................................................ 171

    O papel das emoes na memria e na mdia ........................................................................................................... 172

    Processos criativos em mdia impressa: Intertextualidade em revista ...................................................................... 173

    Unio das vozes na polioralidade ............................................................................................................................... 173

    Viva, democracia! O grito que o futebol s deu na democracia corinthiana ........................................................ 174

    Wally Salomo: Imagens e sons (imaginaes) na letra/lata do poeta ..................................................................... 174

  • 2004 19

    DIREITO

    A adequao da legislao que trata do trabalho do menor aprendiz ...................................................................... 175

    A argumentao e a retrica nas decises judiciais polmicas ................................................................................. 176

    A argumentao jurdica no juizado especial cvel ................................................................................................... 176

    A importncia das teorias da argumentao na prtica jurdica .............................................................................. 177

    A violao do direito integridade fsica e corporal do preso praticada por agentesdo Estado o problema da impunidade .............................................................................................................. 178

    Crime e castigo no capitalismo global ....................................................................................................................... 178Percepo espacial, crime e sociabilidades: Por uma anlise da relao sujeito-espao

    na regio oeste de Marlia (SP) ............................................................................................................................ 179

    Subordinao, autonomia e parassubordinao nas relaes de trabalho ............................................................... 180

    Teorias de argumentao e o discurso jurdico ......................................................................................................... 180

    ECONOMIA

    A composio do ajuste fiscal no estado de So Paulo e sua sustentabilidade (1998-2001) ................................... 181

    Empreendedores informais ........................................................................................................................................ 181

    Emprego e empreendedorismo .................................................................................................................................. 182

    (Organizao e construo do) Espao urbano e polticas pblicas:Digresses sobre a zona leste da cidade de So Paulo ......................................................................................... 182

    O rendimento dos donos de pequenos negcios ...................................................................................................... 183

    Uma avaliao econmica da reestruturao das indstrias siderrgicasno Brasil ao longo da ltima dcada .................................................................................................................... 183

    TURISMO

    Agenda 21 de Ribeiro Pires e sua relao com a teoria do Turismo sustentvel .................................................... 184

    Turismo e Hospitalidade, uma reflexo ..................................................................................................................... 185

    ENGENHARIAS

    ENGENHARIA BIOMDICA

    A utilizao de tcnicas de controle e monitoramento de sinais biolgicosna automao de procedimentos mdicos ........................................................................................................... 189

    Controle de infuso de medicamentos em malha fechada tecnologiase perspectivas de desenvolvimento ...................................................................................................................... 189

    Engenharia biomdica no Brasil e na USJT: Incio, desenvolvimento e fase atual .................................................. 190

  • 20 2004

    Fabricao de microeletrodos em mdia cd aplicados ao estudo in vitrode propagao de sinais eletrofisiolgicos ........................................................................................................... 190

    Mquina de bioeletrografia ........................................................................................................................................ 191

    Modelagem e projeto de um sistema massa-mola-amortecedor .............................................................................. 191

    Modelo matemtico de controle para ventilao pulmonar humana ...................................................................... 192

    ENGENHARIA CIVIL

    Estudo da ao do vento em edificaes atravs de tneis de ventode camada limite atmosfrica: Aspectos bsicos ................................................................................................. 192

    ENGENHARIA ELTRICA

    A mecnica quntica no funcionamento de MODEFTs ........................................................................................... 193

    A poltica energtica brasileira: Das hidreltricas nuclear ..................................................................................... 193

    Anlise comparativa das distores harmnicas em amplificadores valvuladose transistorizados para udio ............................................................................................................................... 194

    Arquiteturas dedicadas de microprocessadores ........................................................................................................ 194

    Avaliao e qualidade em sistemas de EAD ............................................................................................................... 195

    Caracterizao eltrica de semicondutores ................................................................................................................ 195

    Crescimento epitaxial de dispositivos eletrnicos e optoeletrnicos ....................................................................... 196

    Economia na conta de energia eltrica com aplicao de grupos diesel geradores ................................................. 196

    Implementao, testes e avaliao do algoritmo de acionamento de um motor BLDCcom o microcontrolador PSOC ........................................................................................................................... 197

    Laboratrios remotos via internet aplicados ao ensino tecnolgico ........................................................................ 197

    Mercado de trabalho do Engenheiro Eletricista diante da nova regulamentao do setor de energia ................... 198

    Nova metodologia em projetos de transformadores de fora ................................................................................... 198

    Processo de fabricao de leds controlados por porta .............................................................................................. 199

    Tcnicas de caracterizao eltrica de dispositivos eletrnicos ................................................................................ 199

    ENGENHARIA MECNICA

    Estudo e comparao da eficincia de um inibidor de corroso base de compostosorgnicos para os aos ABNT 1009 e ABNT a606-4 em meio de HCL 10% ..................................................... 200

    O mtodo dos volumes finitos aplicado simulao numrica do escoamentoem tochas de plasma trmico ............................................................................................................................... 200

  • 2004 21

    ENGENHARIA NUCLEAR

    Funes injetoras e sensoriamento: Exemplo em dosimetria termoluminescente .................................................. 201

    ENGENHARIA DE PRODUO

    Atividade ldica como estratgia de ensino na disciplina planejamentoe controle da produo (PCP) da ps-graduao em Engenharia da Produo na USJT ................................ 202

    Desdobramento da funo qualidade (QFD) como metodologia de gesto da qualidadeem cursos de ps-graduao lato sensu ............................................................................................................... 202

    Uma introduo ao estudo da cadeia produtiva do setor txtil ............................................................................... 203

    LINGSTICA, LETRAS E ARTES

    ARTES

    A arte como forma de redescoberta do eu ................................................................................................................. 207

    A arte de Djanira ......................................................................................................................................................... 207

    A cano: Um instante musical-potico ................................................................................................................. 208

    A potica do diretor teatral ........................................................................................................................................ 208

    A revista Klaxon e o movimento modernista como caminho parao desenvolvimento do design brasileiro ............................................................................................................... 209

    As primeiras fbricas de mobilirio em So Paulo .................................................................................................... 209

    Azul ............................................................................................................................................................................. 210

    Design e identidade cultural ...................................................................................................................................... 210

    Fantoches da meia-noite ............................................................................................................................................ 211

    Flvio de Carvalho: de Eficcia A Cidade do Homem N ............................................................................... 211

    Lasar Segall, expresso do seu tempo ......................................................................................................................... 212

    Narrativa grfico-visual em uma histria em quadrinhos sem dilogos .................................................................. 213

    O conflito entre clssico e anticlssico na obra de Brecheret .................................................................................... 213

    O neocolonial como componente de debate para a modernizao da Arquitetura no Brasil ................................ 214

    Oficina de design urbano no municpio de So Desidrio (Bahia) ......................................................................... 215

    LETRAS

    Literatura infantil: A necessidade da alfabetizao pelas palavras e pelas imagensna construo de sentidos na leitura .................................................................................................................... 215

  • 22 2004

    OUTROS

    I Frum dos Ncleos de Pesquisa: o Fomento Pesquisa das Universidades Privadas ........................................... 219

    Frum: 10 anos de Iniciao Cientfica .................................................................................................................. 220

  • 2004 23

    EDUCAO FSICA

    A organizao e o ensino dos contedos de Educao Fsica no Projeto Snior a partirdas contribuies de Coll e colaboradores .......................................................................................................... 223

    A teoria do Teaching for Understanding como um meio facilitador para a compreensodo conhecimento .................................................................................................................................................. 225

    Avaliao do impacto de uma interveno em promoo da atividade fsica e sadeno ambiente escolar .............................................................................................................................................. 229

    Diabetes e exerccio .................................................................................................................................................... 233

    Elaborao e validao de questionrio de mensurao de burnout em atletas ...................................................... 238

    Importncia da escolha adequada de identificao em experimentao cientfica ................................................. 244

    Influncia da leptina, insulina e IGF-1 no gasto energtico de idosos em diferentesnveis de atividade fsica ....................................................................................................................................... 245

    Percepo e capacidade funcional de idosos ............................................................................................................. 248

    Possveis efeitos do treinamento fsico sobre danos provocados pela menopausae infarto agudo do miocrdio ............................................................................................................................... 251

    SUMRIOPS-GRADUAO STRICTO SENSU

    TRABALHOS COMPLETOS

  • 24 2004

    Apresentao de Espetculos Teatrais ........................................................................................................................ 259

    Cidabela, A Cinderela Nordestina .................................................................................................................. 259

    Reflexo no Espelho na Memria da Casa ....................................................................................................... 259

    Risos e Lgrimas .............................................................................................................................................. 260

    Apresentao Musical e Lanamento do CD Cidade Agitada ............................................................................... 261

    VII Mostra de Projetos de Formao de Conceito em Anlise Experimental do Comportamento ....................... 262

    Mostra de Livros de Literatura Infantil e Juvenil em Lngua Inglesa ....................................................................... 263

    Mostra de Livros de Literatura Infantil e Juvenil em Lngua Portuguesa ................................................................ 264

    Mostra de Banners sobre A Importncia da Lngua Portuguesa para o Tradutor e para o Intrprete .................... 265

    Mostra de Banners sobre Leitura ................................................................................................................................ 266

    SUMRIOENCONTROS E MOSTRAS

  • 2004 25

    CI

    NC

    IAS B

    IOL

    GIC

    AS

    RES

    UM

    OS

  • 26 2004

  • 2004 27

    BIOFSICA

    CONTRIBUIES DA FSICA NUCLEAR PARA DIAGNSTICOS MDICOS

    Classificao: GraduaoNcleo de Pesquisa: Computao e EngenhariaAutor(es): ROCHA, Carlos Antonio daInstituio: Universidade So Judas Tadeu (USJT)

    Desde o incio da cincia moderna, a fsica tem contribudo para a medicina, fornecendo mtodos e instrumentaoque, na maior parte dos casos, foram desenvolvidos na pesquisa bsica. As aplicaes da fsica para diagnsticosmdicos tm como objetivo fornecer ao mdico informaes teis com as quais, em conjunto com outras informaesdo paciente, possa chegar a um julgamento acurado acerca da natureza da doena e da escolha do tratamento.Atualmente existe a possibilidade de utilizar-se dezenas de tcnicas fsicas no-destrutivas, que fornecem informaesa respeito da estrutura, composio e, em alguns casos, da funcionalidade de um rgo ou de uma regio do corpo.A aplicao de tais tcnicas usualmente referida como imagem mdica. Tcnicas fsicas podem tambm ser usadaspara fazer medidas, como, por exemplo, o volume de um tumor ou as dimenses de um osso ou ainda para fazeranlises quantitativas. Dentro desse contexto, este trabalho prope-se a fazer uma reviso das contribuies da fsicanuclear para diagnsticos mdicos. Os mtodos nucleares de imagem mdica so comparados com mtodosconvencionais usando raios-X e radionucldeos. Ateno especial dada comparao da dose de radiao a serfornecida ao paciente e resoluo da tcnica que cada mtodo fornece. So abordadas duas tcnicas: a de obtenode imagem mdica e a de anlise posterior de amostras colhidas, mostrando a possibilidade de se poder diferenciarentre tecidos normais e anormais. O objetivo em longo prazo o desenvolvimento de tcnicas as quais identificariampacientes de risco, antes de qualquer evidncia tangvel de a doena estar presente. Tais tcnicas devem ser incorporadasem programas de diagnsticos em massa, quando possvel. Seu desenvolvimento depende essencialmente dacompreenso da influncia das condies qumicas do meio sobre as medidas fsicas e das respostas dos sistemasbiolgicos a estmulos fsicos.Palavras-chave: Diagnsticos mdicos; Fsica nclear; Imagem mdica

    BIOQUMICA

    S-NITROSILAO NA SADE E NA DOENA

    Classificao: GraduaoOrientador(a): MONTEIRO, Hugo PequenoInstituio: Universidade Federal de So Paulo (UNIFESP)Autor(es): NOBREGA, Flavio Rogerio da; QUADROS, Ananda Marilia Dias deInstituio: Universidade So Judas Tadeu (USJT)

    O xido ntrico (NO) um radical livre gasoso de meia-vida curta que apresenta diversos efeitos fisiolgicos nossistemas biolgicos. Inicialmente foi caracterizado como fator de relaxamento derivado do endotlio, fundamentalna regulao do tnus vascular. Hoje se sabe que o radical pode modular a agregao plaquetria, alm de ter aobactericida e moduladora do sistema imunolgico. O NO, produzido fisiologicamente pela oxidao da L-argininacatalisada pelas enzimas xido-ntrico sintetases (NOS), pode ser inalado, se preciso, ou fornecido por compostosconhecidos como doadores de NO. As propriedades sinalizadoras do NO j se encontram definitivamentedemonstradas no que diz respeito a seu papel essencial na modulao do tnus vascular. No endotlio, o NO produzidopela NOS endotelial migra para as clulas musculares lisas adjacentes, estimulando a enzima guanilil-ciclasecitoplasmtica, elevando os nveis intracelulares de cGMP e promovendo relaxamento do msculo liso vascular. Poroutro lado, cresce o nmero de evidncias experimentais ressaltando a importncia da reao do NO com grupostiis (a reao de S-nitrosilao com gerao de nitrosotiis) em processos de sinalizao. O contedo de S-nitrosilao

  • 28 2004

    pode incrementar ou inibir a Atividade de mltiplas classes de protenas, incluindo receptores, enzimas, fatores detranscrio, protenas quinases e trocadoras de guanosina. A produo desses S-nitrosotiis foi observada numasrie de doenas, tais como diabetes, esclerose mltipla, fibrose cstica e asma, entre outras. O enfoque deste trabalho discutir a presena de S-nitrosotiis nos processos fisiolgicos e patolgicos mencionados acima.Palavras-chave: xido ntrico; S-nitrosilao; Patologias

    BOTNICA

    VERIFICAO, COM BASE EM ALGUNS PARMETROS, DA QUALIDADE DA DROGAVEGETAL MALVA SYLVESTRIS L. (MALVACEAE), COMERCIALIZADA EM SP

    Classificao: GraduaoOrientador(a): FVERO, Oriana A.Instituio: Universidade So Judas Tadeu (USJT)Autor(es): LIMA, Fabiana Cardoso de Carvalho; NASCIMENTO, Jssika Fioratti; DINIZ, Marcelo Rodrigues;PEREIRA, Marco Antnio; ANTNIO, Nilclia Correa; FORTINO, Thas MarquesInstituio: Universidade So Judas Tadeu (USJT)

    Provavelmente originria do Sudoeste da Eursia, a Malva sylvestris L. foi introduzida nos outros continentes poralguns cultivos extensivos e hoje pode ser encontrada em latitudes subtropicais e temperadas em ambos hemisfrios.Desde o sculo VIII a.C., utilizada como alimento costume que ainda perdura no Marrocos , e, hoje em dia, essadroga vegetal comumente usada como bquico, calmante, emoliente e laxante, tanto na forma de ch quanto dedecocto. Nas preparaes so utilizadas folhas, e razes. A relevncia deste instrumento a identificao da qualidade dessa droga vegetal, j que sua comercializao realizada nos grandes centros regionais da cidade de So Paulo, em locais como casas de produtos naturais e aindapor raizeiros. Como a sua utilizao por parte da populao devida a sua ao no tratamento de inflamaes eafeces bucais e problemas do aparelho respiratrio, a ingesto de possveis agentes contaminantes bactrias efungos pode acontecer, comprometendo ainda mais a sade do indivduo. Alm disso, a identificao da planta e averificao de possveis misturas e/ou falsificaes do material vegetal de suma importncia para que no sejamutilizadas outras drogas vegetais junto, o que pode comprometer a eficcia do tratamento. Seguindo alguns mtodose parmetros apresentados pela Organizao Mundial da Sade (OMS) para Anlise Sensorial ou Organolptica,Anlise de Caracteres Botnicos Macroscpicos, Anlise de Caracteres Botnicos Microscpicos, Determinao doTeor de Umidade Mtodo da Perda por Dessecao, Determinao do Teor de Cinzas Total , Teste de MatriaOrgnica, Pesquisa de Contaminantes Microbiolgicos, verificamos o grau de qualidade da droga vegetal Malvasylvestris L. comercializada na cidade de So Paulo.Palavras-chave: Malva sylvestris L.; Controle; Qualidade

    ECOLOGIA

    AVALIAO COMPARATIVA DO IMPACTO AO MEIO AMBIENTE QUANTO UTILIZAO DE LEO COMBUSTVEL VERSUS LEO COMBUSTVEL/GS NATURAL EM

    MOTOR DO CICLO DIESEL PARA GERAO DE ENERGIA ELTRICA

    Classificao: Ps-Graduao Lato SensuOrientador(a): BARBOSA, Jos MarcosInstituio: Universidade So Judas Tadeu (USJT)Autor(es): DOTTI, Glaucia CecottoInstituio: Universidade So Judas Tadeu (USJT)

  • 2004 29

    A conexo entre o uso da energia e a degradao ambiental no nenhuma surpresa. Existem inmeros exemplosque mostram isso, e quase sempre os maiores problemas relacionam-se com o uso de combustveis fsseis. A produode eletricidade a partir dos combustveis fsseis a principal fonte de xidos de enxofre, xidos de nitrognio,dixido de carbono, metano, monxido de carbono e particulados. Sendo a produo de eletricidade responsvelpor aproximadamente um tero do consumo de energia primria mundial e com tendncia a expandir-se nas prximasdcadas, fica evidente a necessidade de aes neste setor para a minimizao dos impactos ambientais. Este estudotem por objetivo a comparao entre combustveis, considerando o aspecto ambiental, na substituio parcial doleo combustvel pelo gs natural em um motor do ciclo diesel sendo a taxa mdia de substituio do leo combustvelde 70 %, conforme Pereira (2003) utilizado para gerao de energia eltrica, visando reduo de emisses de NOxna atmosfera. O propsito de estudo dessa metodologia compor um conjunto de ferramentas que, integradas,possam incorporar questes scio-ambientais, tratadas como externalidades, de uma forma aplicvel e efetiva,juntamente com os demais aspectos. A metodologia aplicada a Analise do Ciclo de Vida, a qual avalia o produto dobero ao tmulo, fazendo toda a anlise do inventrio e os danos causados aos recursos naturais, qualidade doecosistema e na sade humana. A concluso da avaliao comparativa do impacto ao meio ambiente quanto substituio parcial do leo combustvel por gs natural em motor do ciclo diesel utilizado para gerao de energiaeltrica feita qualitativamente em relao aos danos causados.Palavras-chave: ACV; Ciclo; Vida

    AVALIAO DE EDUCAO AMBIENTAL EM REA DE MANANCIAIS

    Classificao: Ps-Graduao Lato SensuOrientador(a): TARCIA, Rita Maria LinoInstituio: Universidade So Judas Tadeu (USJT)Autor(es): SANTIAGO, Maria da Graa BeraldoInstituio: Universidade So Judas Tadeu (USJT)

    A precariedade dos recursos ambientais, em especial, da gua, nas regies urbanas, como a Grande So Paulo, exigeaes imediatas para a recuperao quantitativa e qualitativa dos reservatrios de gua. A ocupao desenfreada eirregular nas reas de mananciais, protegidas por lei e usadas para o abastecimento pblico, contribui para o agravamentoda disponibilidade hdrica na Regio Metropolitana de So Paulo. necessrio gerar mudana de comportamento econscincia ambiental nas pessoas, principalmente as que vivem nas reas de mananciais e em seu entorno, para quesaibam estar vivendo numa regio especial e de valor inestimvel para elas e para todos os que dela dependem. precisocriar uma nova relao com seu meio mediante o desenvolvimento sustentvel, para assim proteger as reas de mananciais.A educao ambiental uma das principais ferramentas capazes de contribuir, quando corretamente usada, para amudana desses paradigmas ambientais e de instrumentalizar a populao na busca de uma melhor qualidade de vidasustentvel. O Programa Sabesp Educando para a Cidadania, idealizado para capacitar professores, lideranascomunitrias e tcnicos de governo, busca, por meio do conhecimento e da vivncia de campo, formar educadores,multiplicadores e lderes, entre as pessoas que vivem em reas de mananciais e em seu entorno, para promover a conscinciaecolgica e a participao da populao dessas reas nas questes ambientais que as envolvem. Passando por diferentesetapas, como diagnstico, parcerias, sensibilizao, curso, visitas tcnicas e elaborao de projetos, o programadesenvolveu-se em trs municpios, formou sete turmas, capacitou 272 pessoas, que elaboraram 38 projetos. O programaSabesp Educando para a Cidadania ainda ser implementado nos outros municpios de duas sub-bacias hidrogrficasque abastecem parte da Regio Metropolitana de So Paulo, principalmente a Zona Sul. Os resultados quantitativosmostram a dimenso do trabalho, mas no mostram a amplitude dos resultados qualitativos incorporados peloscapacitados. Na busca dessa resposta foram criados alguns instrumentos de avaliao. Aps a mensurao e anlisecrtica desses instrumentos, concluiu-se serem eles parcialmente adequados e insuficientes, devendo ser melhorados e/ou includos neles outros instrumentos. importante ressaltar que o processo de avaliao dos resultados no pra, poisos capacitados continuaro atuando, gerando aes ambientais ou no. O que s ser possvel avaliar a mdio e a longoprazo, com o acompanhamento sistemtico dos coordenadores do programa Sabesp Educando para a Cidadania.Este se mostra eficiente nos quesitos sensibilizao, capacitao para atuao e participao das lideranas junto dassuas comunidades e como representantes nos comits, mas precisa passar por melhorias no processo de elaborao eimplementao dos projetos, para atingir todas as metas esperadas.Palavras-chave: Mananciais; Educao ambiental; Avaliao

  • 30 2004

    CERTIFICAO AMBIENTAL DE UNIDADES DE CONSERVAO PELANORMA NBR ISO 14.001

    Classificao: Ps-Graduao Lato SensuOrientador(a): BARBOSA, Jos MarcosInstituio: Universidade So Judas Tadeu (USJT)Autor(es): FREITAS, Volnei Adriano deInstituio: Universidade So Judas Tadeu (USJT)

    Em meio ao desabrochar da globalizao, duas tendncias desenvolveram-se: uma econmica, relacionada internacionalizao da economia e ao fortalecimento de blocos econmicos, organizaes multinacionais e afins;outra social, por meio da conscientizao alicerada pelo grande volume de informaes dela provinda. A certificaoambiental nasce da dicotomia e conseqente conflito entre ambas quanto a interesses econmicos, polticos, sociais,cientficos e ideolgicos no que tange problemtica ambiental, representando o processo de troca entre ainternalizao de uma responsabilidade por danos, ocorridos ou a ocorrer, advindos da Atividade da organizao, ea aceitao pela sociedade daquilo que oferta. As unidades de conservao so inseridas nessa temtica, pois so bensdifusos, cuja necessidade e criao so defendidas, motivadas e controladas pelo poder pblico e, como qualquerorganizao, passveis de verificao quanto eficincia de suas Atividades. A certificao ambiental via srie ISO14.000 pode ser aplicada ao manejo de unidades de conservao a fim de permitir sua profissionalizao, visando asua insero no processo decisrio supracitado, garantindo-lhes os frutos advindos do desenvolvimento das melhoresprticas de gesto, bem como a obteno de recursos, provindos da agregao de valor gerada pela sua manuteno,por meio de um instrumento politicamente independente e de aceitao internacional. H a possibilidade deimplementao em virtude de dois fatores intrnsecos ao processo: a flexibilidade da norma, que em si no visa aatingir padres quantitativos para seus atributos, normatizados estes em funo do conceito de melhoria contnuados resultados da gesto, embasados pelas evidncias levantadas pela auditoria de seu sistema de gesto ambiental,cclica e continuamente; e a adaptabilidade, pois a obrigatoriedade nica assegurar que a organizao, no caso,unidades de conservao, seja administrada em consonncia com a legislao que lhes assiste. Tais fatores, flexibilidadee adaptabilidade, tornam-se vitais para o desenvolvimento deste projeto, pois por meio da sua aplicabilidade assegura-se a implantao descentralizada da certificao, podendo esta ser utilizada com o intuito de validar uma unidade emsi ou um grupo de unidades quaisquer, pblicas ou no, mediante anlise direcionada. A singularidade dessasorganizaes que viabiliza o desenvolvimento da metodologia acima exposta o fato de serem, em quase todos osrequisitos para a normatizao do sistema de gesto ambiental, regidas por diplomas legais especficos, at mesmoquanto s funes, de categoria e tipo, e sua inter-relao com o meio, sejam outras unidades, sejam os mais diversosatores sociais envolvidos. Os requisitos que no forem sujeitos a legislao o sero quanto ao conceito de melhoriacontnua, garantindo-se ao se mesclar ambos, apesar da multiplicidade de caractersticas, a eficincia na apurao deconformidades pela realizao de auditorias constantes. Portanto, ao considerarmos a certificao ambiental comomeio de profissionalizao do manejo das unidades de conservao, estaremos garantindo seu aprimoramentocontnuo, bem como a validao de sua eficincia no cumprimento de suas funes, na medida em que viabilizamostambm a certificao como um instrumento para a anlise e gesto de conflitos de interesses, com o intuito deestabelecer meios a fim de efetivar projetos de conservao e desenvolvimento sustentvel, os paradigmassocioeconmico-ambientais atuais.Palavras-chave: Unidades de conservao; Certificao ambiental; NBR ISO 14.001.

  • 2004 31

    EDUCAO FSICA

    A IMPORTNCIA DAS PROTENAS NA ATIVIDADE FSICA E O VEGETARIANISMO

    Classificao: GraduaoOrientador(a): ANGELO, Jorge RobertoInstituio: Universidade So Judas Tadeu (USJT)Autor(es): SANCHEZ, Iris CalladoInstituio: Universidade So Judas Tadeu (USJT)

    As protenas participam de numerosas funes no organismo, sendo o principal componente estrutural da clula,sendo utilizadas no crescimento, reparao e manuteno dos tecidos corporais, sendo bases para a produo dehemoglobina, enzimas e muitos hormnios, mantendo a presso osmtica normal do sangue, sendo formadoras deanticorpos, e, em ltimo caso, podendo servir como fonte energtica. Todas as protenas so degradadas emaminocidos para que o organismo possa utiliz-las. Uma molcula protica contm, no mnimo, 100 aminocidos.A estrutura protica central tem uma determinada ordem de aminocidos que define a sua funo. Existe um nmeroquase infinito de possveis estruturas proticas, por causa do nmero quase infinito de combinaes dos 20 aminocidosdiferentes. Desses 20 aminocidos, 8 so os denominados essenciais e 12 so os no-essenciais. As protenas completasou de alto valor biolgico so as que apresentam todos os aminocidos essenciais; j as incompletas ou de baixovalor biolgico so as que no apresentam um ou mais aminocidos essenciais. Em conseqncia, dietas que contmpredominantemente protenas incompletas podem algumas vezes comprometer a habilidade de vrias clulas emcumprir adequadamente a sua funo, mesmo que o valor calrico e a quota de protenas sejam adequados. Aocontrrio do que muita gente pensa, a ingesto exagerada de protenas pode gerar problemas de sade e desempenho,como desidratao e sobrecarga aos rins. Para atletas, que dependem principalmente de uma sade perfeita paraexecutar suas funes, o vegetarianismo seria como um estilo de vida. Muitas pessoas acreditam que no se consomemcalorias suficientes em uma dieta vegetariana, o que no verdade. Apesar de os alimentos de origem vegetal, comoas frutas, leguminosas e outros, apresentarem deficincia de um ou mais aminocidos, quando algumas combinaesalimentares ocorrem pode haver produo de protenas de melhor qualidade. Convm compreender que todos osaminocidos podem ser obtidos pelo consumo de uma variedade de alimentos vegetais, cada um contendo diferentesqualidades e quantidades de aminocidos. Este trabalho foi uma reviso de literatura em que se constatou que a dietavegetariana, em suas diversas formas (lactovegetariana e ovolactovegetariana), uma excelente opo de vida. Sob acondio de ser uma dieta equilibrada, a fim de obterem-se todos os aminocidos essenciais e outros nutrientes, nos traz muitos benefcios para a sade, devido ao consumo de alimentos variados, como reduz o risco de certasdoenas causadas pelo consumo de gordura saturada e colesterol, certamente encontrados na carne. As maioresfontes de protena da dieta americana incluem ovos, carne, leite, peixe e aves. Em geral, mais de dois teros da dietaprotica provm de fontes animais, em comparao com apenas metade desta quota h 75 anos. No momento, essemesmo acesso aquisio de protena animal , em muito, responsvel pelo consumo relativamente elevado degorduras saturadas e colesterol. Uma dieta baseada em verduras tende a ter mais fibras, menos gordura saturada ecolesterol e combinaes ativas em fitoqumicos, que podem representar um papel importante, prevenindo e tratandodoenas como o cncer.Palavras-chave: Protenas; Atividade fsica; Vegetarianismo

    ALTERAES NOS ESTADOS DE HUMOR ANTES E DEPOIS DE UMA AULA DE BODYPUMP E DE MUSCULAO

    Classificao: GraduaoINICIAO CIENTFICAOrientador(a): BRANDO, Maria Regina FerreiraInstituio: Universidade So Judas Tadeu (USJT)Autor(es): AMARAL, Paulo CostaInstituio: Universidade So Judas Tadeu (USJT)

  • 32 2004

    Um dos mais importantes aspectos psicolgicos desencadeadores do surgimento ou do agravamento de danos dediversas doenas o estresse promovendo alteraes nos estados de humor. Este estudo teve como objetivo verificaralteraes nos estados de humor em adultos do sexo masculino antes e depois de uma aula de body pump e demusculao, uma vez que as modalidades body pump (BP) e musculao (M) propagam-se em academias e clubes.Para tanto foram avaliados 20 adultos praticantes de exerccios fsicos em nvel intermedirio (de 03 06 meses deprtica), na faixa etria de 18 a 40 anos, divididos em dois grupos proporcionalmente em ambas as modalidades, pelautilizao do teste Profile of Mood States (POMS), que mede seis estados transitrios de humor: tenso (T), depresso(D), raiva (R), vigor (V), fadiga (F) e confuso mental (C). O teste foi aplicado durante trs dias alternados, antes eaps o trmino de cada modalidade. Os dados foram analisados por meio da mdia e desvio padro das 3 avaliaes,antes e aps as aulas, para os dois grupos. Foi utilizado o teste t de Student para comparar os dois grupos antes eaps as aulas. O nvel de significncia adotado foi de p < 0,01. Os resultados dos avaliados em termos de mdia edesvio padro para os seis estados podem ser observados a seguir: BP antes: T = 24,13, D = 13,97, R = 23,70, V =12,03, F = 17,57, C = 6,60; BP depois: T = 15,77, D = 5,50*, R = 7,20*, V = 40,83*, F = 8,43, C = 2,47; M antes: T =17,90, D = 16,50, R = 18,30, V = 13,30, F = 13,90, C = 2,70; M depois: T = 10,97*, D = 4,00, R = 4,60*, V = 30,10*, F= 5,30, C = 0,63* (*p < 0,01). O teste t de Student indicou que houve diferena significativa (p < 0,01) nas variveisdepresso, raiva e vigor para a modalidade body pump, e nas variveis tenso, raiva, vigor e confuso mental para amodalidade musculao. Analisando, em termos de mdia, as duas modalidades foi constatado que a modalidadebody pump obteve resultado mais elevado na varivel vigor, demonstrando que os praticantes da modalidade bodypump tm mais disposio e energia quando comparados com a mdia dos praticantes da modalidade musculao.Por esses resultados podemos concluir que a modalidade body pump traz melhores resultados nos estados de humorem relao modalidade musculao.Palavras-chave: Estado de humor; Body pump; Musculao

    A MANIFESTAO DA INTELIGNCIA CORPORAL CINESTSICA NA PRTICA DO JOGODE FUTSAL MASCULINO NA CATEGORIA PRINCIPAL

    Classificao: Ps-Graduao Stricto SensuAutor(es): BELLO JNIOR, NicolinoInstituio: Universidade So Judas Tadeu (USJT)

    Introduo: Os estudos sobre o que ser inteligente tm sido, durante muitos anos, uma das preocupaes depesquisadores na rea da educao. Vrios autores vm pesquisando a inteligncia humana, sem que isso nos dconcluses definitivas a esse respeito. Howard Gardner, em seus estudos, props a teoria das inteligncias mltiplas(1994), que apresenta uma multiplicidade de inteligncias, e entre elas destacamos a inteligncia corporal cinestsica.Objetivo: O objetivo deste estudo identificar as manifestaes de um comportamento inteligente corporal cinestsico,expressado pelos jogadores de futsal, os quais disputam o torneio da Liga Nacional, ou seja, aqueles que pertencem aum treinamento de alto rendimento. Mtodo: Essa pesquisa apresenta uma abordagem qualitativa, pois est direcionadae fundamentada na observao participativa do pesquisador, dentro do ambiente natural de trabalho, sem interfernciasno andamento do treinamento e do jogo (Thomas & Nelson, 2002). Os instrumentos metodolgicos escolhidos soa filmagem in loco, pela facilidade de observao que os videoteipes nos trazem, e as entrevistas semi-estruturadascom os jogadores, para que possam desvelar o conhecimento prvio sobre a ao motora deflagrada. Resultados: Osdados sero analisados e interpretados luz da teoria de H. Gardner por meio de categorias. O trabalho dever serdivulgado, para que atletas e tcnicos possam, a partir da compreenso de como acontecem manifestaes deinteligncia corporal, estimular esse comportamento em suas prticas esportivas.Palavras-chave: Inteligncias mltiplas; Inteligncia corporal cinestsica; Futsal

  • 2004 33

    A PERCEPO SUBJETIVA DE INDIVDUOS IDOSOS PARTICIPANTES DO PROJETOSNIOR PARA VIDA ATIVA EM RELAO S ATIVIDADES DA VIDA DIRIA

    Classificao: Ps-Graduao Lato SensuAutor(es): CAPELO, Flvia Cristina; GEREZ, Alessandra Galve; MIRANDA, Maria Luiza de Jesus; VELARDI, MarliaInstituio: Universidade So Judas Tadeu (USJT)

    fato que a populao idosa vem crescendo consideravelmente nas ultimas dcadas, e um dos fatores que maispreocupam os indivduos o envelhecer com sade e bem-estar. O foco de pesquisas e polticas voltadas longevidadeest ligado promoo de um envelhecimento saudvel, e a manuteno da capacidade funcional uma vertentedeste processo. Objetiva-se, dessa forma, preservar a autonomia, a independncia fsica e mental do idoso. Emconcordncia com esse contexto, o Projeto Snior para a Vida Ativa tem um carter educacional que visa a disseminarconhecimentos relacionados ao envelhecimento, direcionando dessa forma os indivduos a assumirem uma posturasaudvel em relao a suas vidas e ao envelhecer. Sendo a capacidade funcional uma varivel de grande importnciano mbito da qualidade de vida do idoso, seria importante saber como os idosos que aderem ao Projeto Sniorpercebem-se em relao realizao das Atividades da vida diria, visto que a literatura aponta uma viso negativa,enfatizando a dependncia fsica como uma caracterstica dos idosos em geral. O objetivo deste estudo, ento, foiverificar os nveis de Atividades de vida diria dos idosos ingressantes no Projeto Snior. Fizeram parte desse estudo88 idosos, participantes do Projeto Snior nos anos de 2002, 2003 e 2004. O instrumento utilizado foi a escala deautopercepo de desempenho das Atividades da vida diria, proposta por Andreotti, Okuma (1999). Os resultadosencontrados demonstram nvel elevado de percepo de desempenho das Atividades da vida diria por parte dosidosos avaliados, o que se contrape idia de que os indivduos, ao envelhecerem, tornam-se dependentes, denotandoa insuficincia do instrumento para avaliar a real capacidade funcional desses idosos. Sendo assim, traar um perfilda populao idosa torna-se importante na elaborao de novos instrumentos que possibilitem uma avaliao maiscoerente com esse novo perfil de idoso.Palavras-chave: Idosos; Atividades da vida diria; Capacidade funcional

    A RELAO ENTRE A ELETROMIOGRAFIA E A FORA MUSCULAR

    Classificao: Ps-Graduao Stricto SensuAutor(es): FRANCIULLI, Patrcia Martins; ARAJO, Rubens Correa; MOCHIZUKI, LuisInstituio: Universidade So Judas Tadeu (USJT)

    A relao entre a eletricidade e a contrao muscular surgiu historicamente no sculo XVII com o italiano LuigiGalvani (1737-98). Com a evoluo do conhecimento sobre este assunto, os mtodos para quantificar essa relaoforam aperfeioados. Entre eles, pode-se citar a eletromiografia (EMG), uma rea da biomecnica que permite oregistro dos potenciais eltricos das unidades motoras por meio de eletrodos internos ou de superfcie. O estudo darelao EMG-fora uma aplicao de uma rea denominada EMG cinesiolgica. O sinal EMG pode ser consideradocomo um mtodo indireto para mensurar a fora gerada pelo msculo. H controvrsias na literatura sobre a existnciae tipo de relao EMG-fora muscular (linear ou no linear). Devido a tal controvrsia, o presente estudo teve comoobjetivo apresentar dados da literatura que reportem a importncia do conhecimento da relao EMG-fora, paraum melhor entendimento das propriedades envolvidas. Para isso, uma reviso da literatura foi fornecida paradesenvolvimento do estudo. Foram utilizados artigos cientficos que abordam a problemtica sobre a relao EMG-fora no sistema msculo-esqueltico. Para a coleta do material bibliogrfico, as referncias bibliogrficas foramprocuradas na base de dados da PubMed (www.ncbi.nlm.nih.gov/PubMed/). Aps a consulta na base de dados, osartigos foram obtidos nos peridicos da Biblioteca de Referncia Mdica (Bireme); outros foram trazidos do exterior,atravs do servio COMUT da biblioteca da Universidade So Judas Tadeu. Tambm foram utilizados livros e tesespara uma melhor compreenso da relao EMG-fora.Palavras-chave: Eletromiografia; Fora muscular; Biomecnica

  • 34 2004

    ATIVIDADE FSICA NA PREVENO E NA REABILITAO DO CNCER DE MAMA

    Classificao: GraduaoOrientador(a): VELARDI, MarliaInstituio: Universidade So Judas Tadeu (USJT)Autor(es): MATSUO, RenataInstituio: Universidade So Judas Tadeu (USJT)

    O cncer mamrio a principal causa de mortes no sexo feminino, e temido entre as mulheres, no s devido a suaalta freqncia, mas, sobretudo, pelos efeitos psicolgicos e fsicos ocasionados pelo tratamento e que afetam demaneira significativa a qualidade de vida daquelas que sofrem ou sofreram com essa doena. consenso na literaturaque o melhor meio de preveno desta neoplasia a aquisio de um estilo de vida saudvel. Tendo em vista a relaoda Atividade fsica com o estilo de vida da populao, e sua capacidade de ao sobre alguns domnios da qualidadede vida, este trabalho objetivou reconhecer e analisar possveis benefcios do exerccio fsico na preveno e nareabilitao do cncer de mama. Por meio de uma reviso de literatura, foi possvel relacionar a adoo de um estilode vida no sedentrio, com prtica regular de exerccios, reduo direta do risco de desenvolvimento da maiorparte das doenas crnico-degenerativas, como o cncer de mama. Isto acontece porque a prtica de exercciosfsicos pode induzir comportamentos ditos saudveis, como controlar a alimentao e deixar de fumar fatores derisco da neoplasia mamria. Alm disso, a Atividade fsica influi nos domnios fsico e psicolgico da qualidade devida, otimizando as capacidades funcionais e diminuindo os estados de ansiedade e depresso dos pacientes,amenizando assim seqelas fsicas (cirurgias mutiladoras) e psicolgicas (perda da imagem corporal) do tratamentoneoplsico mamrio, auxiliando na reabilitao e no retorno rotina diria dessas pessoas.Palavras-chave: Cncer de mama; Atividade fsica; Qualidade de vida

    AVALIAO DA NOVA PROPOSTA CURRICULAR DO CURSO DE EDUCAO FSICA DAUNIVERSIDADE SO JUDAS TADEU (USJT)

    Classificao: Ps-Graduao Stricto SensuAutor(es): VECCHI, Rodrigo Luiz; COSTA, Ailton Pereira da; SILVA, Sheila Aparecida Pereira dos SantosInstituio: Universidade So Judas Tadeu (USJT)

    A elaborao e implementao de currculos de formao profissional apresentam mltiplos condicionantes,envolvendo esferas do governo federal, rgos de classe at que venham a se materializar na universidade. Com oobjetivo de investigar a coerncia de discurso emanados por trs esferas: a) curso de Educao Fsica da USJT; b)Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduao em Educao Fsica (Parecer nmero CNE/CES 0058/2004 aprovado em 18/02/2004; e c) documento de reas de interveno profissional publicado pelo Conselho Federalde Educao Fsica (Confef) e, ainda, objetivando realizar comparao entre modelos curriculares desta rea propostospor Hellinson (1991), Melograno (1996) e a National Association of Sport and Physical Education (NASPE) e ocurrculo da USJT, procedemos a uma anlise proposicional destes documentos. Ao final da anlise, percebemos queo novo currculo da USJT, que iniciou sua implantao em 2004, atende s reivindicaes e recomendaes referentess dimenses do conhecimento apresentadas pelas Diretrizes Curriculares Nacionais, esto de acordo com o documentodo Confef, favorecendo a conciliao da realidade de um mercado de trabalho diversificado com a formao de umprofissional que alie os conhecimentos e instrumentos especficos de sua rea a uma ampla e consciente viso darealidade humana, social, poltica e econmica do pas. No trabalho comparativo com os modelos curricularespropostos por autores americanos, o trabalho de Classificao das disciplinas presentes na grade curricular daUniversidade So Judas Tadeu evidenciou que esse currculo aproxima-se, predominantemente, do modelo curricularapresentado por Melograno (1996) e Hellison (1991) no que se refere a uma educao baseada