AGU Brasil digital -N09

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O Informativo AGU Brasil é uma publicação digital semanal voltada para o público interno.

Text of AGU Brasil digital -N09

  • Informativo semanal da Advocacia-Geral da Unio

    04/05/2015 N 9

    Proteja o meio ambiente, acesse a verso digital: issuu.com/agubrasil/stacks

    BRASILInformativo semanal da Advocacia-Geral da Unio

    04/05/2015 N 9

    Proteja o meio ambiente, acesse a verso digital: issuu.com/agubrasil/stacksProteja o meio ambiente, acesse a verso digital: issuu.com/agubrasil/stacksProteja o meio ambiente, acesse a verso digital:

    BRASIL

    Foto: photodune.net

  • 2 | 13/04/2015 AGUBRASIL

    Elas amam, choram, riem e tm at o momento de ficarem srias. Biolgicas ou de corao, s na AGU so mais de 1,8 mil mes, homenageadas no domingo (10). So mulheres que trabalham e produzem, ao mesmo tempo em que vivem a angstia de ficar lon-ge deles durante boa parte do dia para isso. delas a responsabili-dade de apresentar o mundo aos filhos, e, ainda, de proteg-los.

    Foi assim com a assistente de gabinete da Procuradoria Federal em Roraima Marinett Oliveira. Hoje com os quatro filhos cresci-dos, ela conta os desafios que en-frentou quando comeou a vida

    profissional. Me aos 19 anos, ela teve que deixar o primeiro filho j aos seis meses de idade na creche. A situao atual mais tranqui-la, com trs deles empregados e o quarto fazendo curso universit-rio. Mas ela no esquece o incio complicado.

    At conhecer algum de con-fiana e que cuidasse deles chorei muito. Foi difcil, mas venci. En-tendi que esta a vida da me que precisa trabalhar fora, ser dona de casa e esposa, diz ela.

    O drama vivido tambm por aquelas que, como a procurado-ra federal Elisngela Devicchi, da PSF de Ponta Grossa (PR), en-

    controu esse amor na adoo. A deciso veio depois de algumas tentativas de gerar uma criana. Hoje, me de um menino de oito e de duas gmeas de seis anos de idade, ela lembra como ficava de corao apertado no incio.

    As coisas, no entanto, se acerta-ram. Hoje, a procuradora no es-conde a satisfao de ter em casa essas trs crianas para quem ela dedica um amor incondicional. A cada dia que passa tenho o senti-mento de que mais aprendo do que ensino. No fcil conciliar a ati-vidade profissional com a materni-dade, mas com muita dedicao e renncia, tudo possvel, conta.

    DIA DAS MES / MAIS DE 1,8 MIL SERVIDORAS DIVIDEM A RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL COM A DE CRIAR OS FILHOS

    As supermes da AGU

  • 3 | 13/04/2015 AGUBRASIL

    Elisngela e os filhos Antnio,

    Laura e Mariana

    DIA DAS MES / AS SUPERMES DA AGU

  • 4 | 13/04/2015 AGUBRASIL

    DIA DAS MES / AS SUPERMES DA AGU

    Um tempo para criar laos

    Cludia e as lhas Hanah, Luciana e Adriana

    O perodo de licena-maternida-de, de at 90 dias, garantido pela lei n 10.421/00, e ampliado pela Lei n 11.770/08 por mais 60 dias, para quem adota crianas com menos de um ano, ajudou a criar o vnculo en-tre a procuradora Elisngela e os fi -lhos, segundo ela. As crianas foram adotadas antes do primeiro ms de idade.

    Esse tempo de convivncia, infe-lizmente, no foi o mesmo desfruta-do pela procuradora federal Cludia Silveira Desmet, da Procuradoria Federal no estado de Santa Catari-na. As mesmas leis que garantem a licena, autorizam 90 dias de afasta-mento para quem adota crianas en-tre quatro e oito anos. A fi lha mais velha foi adotada aos sete anos de idade. As duas mais novas, gmeas,

    tinham quatro, poca. Os dois casos das duas pro-curadoras so parecidos, inclusive. Cludia optou pela adoo depois de al-gumas tentativas de gerar

    uma criana. As trs fi lhas, tambm irms biolgicas, foram encontradas depois que ela e o esposo inscreve-ram-se nas comarcas do interior mi-neiro. At a adoo, elas fi cavam em uma instituio de Janaba (MG).

    As difi culdades iniciais ocorreram, principalmente, porque a mais velha conviveu at os cinco anos de idade com a me biolgica. A resistncia inicial, entretanto, aos poucos foi quebrada. Tanto que, hoje, as trs tm uma relao fraternal com a me. As mais novas, lembro bem, chegaram a querer usar fraldas, aos quatro anos de idade. Elas queriam ser as nossas bebs, lembra Cludia, saudosa. As crianas, segundo ela, passaram por tratamento psicolgico.

    Para Cludia, alm do amor e ca-rinho, o importante ter cincia de que, quem cria, o faz para o mundo. Temos a responsabilidade de en-sinar e preparar, sabendo que suas escolhas e, portanto, suas vitrias e derrotas, tero a nossa interferncia, resume a procuradora.

  • 5 | 13/04/2015 AGUBRASIL

    DIA DAS MES / AS SUPERMES DA AGU

    Mes que trabalham

    51,3% no Brasil conciliam trabalho e criao dos fi lhos.

    28,1 mi trabalham fora de casa.Fonte: PNAD/2012

    IGUALDADE: A Constituio Federal probe qualquer distino ou discriminao entre os fi lhos adotivos, biolgicos ou gerados fora do casamento.

    LICENA-MATERNIDADE: Servidoras pblicas tm direito a licena maternidade de 180 dias contados a partir do nascimento do beb ou do afastamento prvio solicitado.

    T na lei

    Marinette e os lhos Thyago, Andr, Da-

    vyd Lucas e Eduardo Felipe

    DIA DAS MES / AS SUPERMES DA AGU

  • 6 | 13/04/2015 AGUBRASIL

    A Diretoria de Gesto de Pesso-as divulgou, no ltimo dia 27, o resultado das eleies para a Co-misso GDAA-GDACE. Os dois ltimos representantes, titulares, foram escolhidos - ambos so da SAD/DF e foram reeleitos. Para representar os servidores em car-gos de nvel superior, o escolhido foi o administrador Danton Aze-vedo, com 56% dos votos vlidos. A mais votada para representante de nvel mdio foi a agente admi-nistrativa Brgida Barboza, com 68% dos votos.

    Para julgar os recursos admi-nistrativos dos servidores que no

    concordarem com as notas obti-das na avaliao individual de de-sempenho, a comisso pretende encontrar uma maneira justa. Vale ressaltar que nenhum dos mem-bros sabe o nome de quem entrou com o recurso. Tudo analisado pelo nmero do processo. Acre-dito que nesse ano poderemos re-solver com mais rapidez, explica Brgida.

    Danton tambm pretende usar sua experincia para contri-buir com as avaliaes. J possuo um certo domnio do processo. Pretendo us-lo para dar mais celeridade, analisando cada caso

    com bom senso e imparcialida-de, conta.

    Os outros dois concorrentes ao cargo, Alan dos Santos (nvel mdio) e Michael Douglas San-ches, sero suplentes na comisso para substituir os eleitos, quando necessrio.

    Os servidores da AGU espe-ram que os escolhidos os repre-sentem de forma segura. Estou satisfeita com o resultado. Com a experincia que j possuem, espe-ro que opinem sem medo, expli-ca a datilgrafa Neuza Velozo, da SAD/PE.

    GDAA-GDACE

    Servidores elegem titulares da comisso

  • 7 | 13/04/2015 AGUBRASIL

    E O ASSUNTO HOJE :

    Lngua portuguesa

    Tropear na lngua portuguesa no pri-vilgio de quem tem pouca intimidade com ela. As armadilhas da gramtica atin-gem pessoas com diversos nveis de co-nhecimento.

    O idioma tem um dia dedicado espe-cialmente a ele, 5 de maio. A jornalista e autora de livros sobre o tema Dad Squa-risi, tambm editora de opinio do jornal Correio Braziliense e especialista em lin-gustica, d a dica: O segredo treinar. Quem muito escreve, geralmente, escreve bem.

    A jornalista lista pelo menos quatro nveis de dificuldades mais comuns para quem tem que lidar com a escrita. O pri-meiro deles a prpria grafia, ou seja, a escrita correta. Dad afirma que o proble-ma , normalmente, resolvido com muita leitura. que pouca gente conhece a raiz

    das palavras e as memoriza de forma visu-al. comum elas escreverem para lem-brarem como se escreve palavras que no utilizam no dia a dia, afirma Dad.

    Depois disso, uma das maiores dificuldades com a sintaxe, que a co-locao correta das palavras em uma fra-se. Num terceiro nvel, as pessoas nor-malmente acham difcil ordenar o texto logicamente e com coeso. Inclusive na hora de sair de uma frase para outra com a transio correta de assunto.

    Em um ltimo momento, ainda de acordo com a especialista, as pessoas pre-cisam prestar bastante ateno na hora de adequar a linguagem ao seu pblico-alvo. O uso do jurisdiqus, por exemplo, muito bem-vindo, mas somente quando direcionado aos tribunais, diz a jornalista. Se o seu pblico mais amplo e diverso, no entanto, o melhor simplificar e usar uma linguagem que alcance a todos, sem, contudo, desleixar com a gramtica.

    Se voc quer saber mais, confira a in-dicao de livro, o qual a prpria Dad Squarisi uma das autoras.

    A arte de escrever bem, das autoras

    Dad Squarisi e Arlete Salvador, editora

    Contexto, traz boas dicas para quem

    quer aprofundar-se no tema.

  • 8 | 13/04/2015 AGUBRASIL

    E O ASSUNTO HOJE : LNGUA PORTUGUESA

    E VOC, QUAL A SUA DIFICULDADE COM A LNGUA?

    Tenho algumas dificuldades com pontuao e concor-dncia verbal. Talvez seja algo regional mesmo. O neg-cio ler, ler muito, que a coisa melhora.Alice Ferreira agente administrativa, PU (BA)

    Tenho alguma dificuldade com as novas regras ortogrfi-cas. As mudanas foram muitas e os advogados pblicos tm de aplicar corretamente o idioma perante os juzos e tribunais.

    Ricardo Coutinho procurador federal, PRF5 (PE)

    Vejo muitas pessoas usando a palavra afim quando querem expressar a ideia de vontade de fazer algo, por exemplo. Sendo que no caso, o correto seria a fim.Carlos Terra estagirio PSF Duque de Caxias (RJ)

  • 9 | 13/04/2015 AGUBRASIL9 | 13/04/2015 AGUBRASIL

    PneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiticoParece trava-lnguas, mas s uma pegadinha do nosso idioma. a maior palavra da lngua por-tuguesa, com 46 letras. Mais at que a nossa conhecida anticonstitucionalissimamente.

    O termo um sinnimo de silicose, doena pulmonar causada pela inalao de p de slica muito fi na, que causa in amao nos pulmes.

    E O ASSUNTO HOJE : LNGUA PORTUGUESA

  • 10 | 13/04/2015 AGUBRASIL