A obra completa de orunmilá

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Text of A obra completa de orunmilá

  • 1. 1A OBRA COMPLETA DE RNML A SABEDORA DIVINA Autor: Mr. Cromwell Osamaro

2. 2INTRODUO...................................................................................................................................7CAPTULO I.......................................................................................................................................9 A PRECOCE ASSOCIAO DO AUTOR COM RNML...................................................9 O CONVITE DIVINO..............................................................................................................16CAPTULO II....................................................................................................................................18 RNML E AS OUTRAS DIVINDADES.............................................................................18 A FUNDAO DO MUNDO...................................................................................................19 A CRIAO DA DIVINOSFERA:...........................................................................................19CAPTULO III...................................................................................................................................20 A PRIMEIRA TENTATIVA DE ESTABELECER A VIDA NA TERRA.....................................20 OUTRAS DIVINDADES RETORNAM PARA O CU.............................................................23 AS DIVINDADES RETORNAM PARA A TERRA...................................................................23 O DINHEIRO VEM PARA O MUNDO....................................................................................24 O PRINCPIO DOS CONFLITOS FSICOS............................................................................24 O PRINCPIO DA DESTRUIO DO MUNDO......................................................................24 A DESTRUIO FINAL DO MUNDO.....................................................................................25CAPTULO IV...................................................................................................................................26 A SEGUNDA MORADIA NA TERRA......................................................................................26 A VINDA DAS OUTRAS DIVINDADES..................................................................................31 O MUNDO SE ESTABELECE................................................................................................32CAPTULO V....................................................................................................................................33 COMO O HOMEM VEIO DO CU PARA A TERRA..............................................................33 A INFLUNCIA DO OBSTCULO DIVINO NO NOSSO DESTINO.......................................34 A FUNO DO ANJO GUARDIO........................................................................................34 A FORA DO DESTINO EM NOSSAS VIDAS......................................................................35 A POSIO DO ORCULO EM NOSSAS VIDAS.................................................................36 AS ORGENS DOS PROBLEMAS VIVENCIADOS PELOS SERES HUMANOS NA TERRA ...............................................................................................................................................38CAPTULO VI...................................................................................................................................40 O RELACIONAMENTO DO HOMEM COM DEUS.................................................................40CAPTULO VII..................................................................................................................................44 O EFEITO DAS OFERENDAS SACRIFICAIS EM NOSSAS VIDAS......................................44CAPTULO VIII.................................................................................................................................47 O LUGAR DE U NO SISTEMA PLANETRIO..................................................................47 O SIGNIFICADO ESPECIAL DO BODE PARA U.............................................................53CAPTULO IX...................................................................................................................................54 O LUGAR DAS FEITICEIRAS NO SISTEMA PLANETRIO.................................................54CAPTULO X....................................................................................................................................57 CDIGO DE CONDUTA DE RNML..............................................................................57 ELOGIOS DE RNML PERSEVERANA....................................................................58 A EFICCIA DA PACINCIA NO IFISMO..............................................................................59 CONCEPO DE IF DO BEM E DO MAL...........................................................................62CAPTULO XI...................................................................................................................................64 COMO ALGUM PODE ENTRAR EM CONTATO COM RNML...................................64 A FUNO DA ORENTAO DIVINA EM NOSSAS VIDAS...............................................66 A IMPORTNCIA DA F DO DEVOTO NA RELIGIO DE IF.............................................67CAPTULO XII..................................................................................................................................68 A GENEALOGIA DE IF........................................................................................................68 ORDEM DE IDADE GENEALGICA DE IF ........................................................................69CAPTULO XIII - OS OLODU/ APSTOLOS DE RNML........................................................70 EJIOGBE OU OGBE-MEJI.....................................................................................................70 A CABEA COMO UMA DIVINDADE....................................................................................70 EJIOGBE VAI PARA A TERRA..............................................................................................71 O NASCIMENTO DE EJIOGBE.............................................................................................72 OS TRABALHOS TERRESTRES DE EJI-OGBE...................................................................73 3. 3 O MILAGRE NO MERCADO..................................................................................................73 O MILAGRE DO ALEIJADO E DO CEGO..............................................................................73 O RESULTADO DA IGNORNCIA AOS AVISOS DE EJIOGBE...........................................74 COMO EJIOGBE SOBREVIVEU A IRA DOS MAIS VELHOS...............................................75 COMO EJIOGBE ADQUIRIU TRANQILIDADE MENTAL....................................................75 EJIOGBE RETORNA PARA O CU POR DENNCIA..........................................................76 O CASAMENTO DE EJIOGBE..............................................................................................77 O SEGUNDO CASAMENTO DE EJIOGBE...........................................................................78 COMO EJIOGBE AJUDOU UM LITIGANTE A VENCER EM SEU CASO.............................80 COMO EJIOGBE FEZ UMA MULHER ESTRIL TER UM FILHO.........................................80 COMO EJIOGBE AUXILIOU A MONTANHA A RESISTIR AO ATAQUE DE SEUS INIMIGOS ...............................................................................................................................................81 COMO A ME DE EJIOGBE O SALVOU DE SEUS INIMIGOS............................................81 COMO EJIOGBE SE TORNOU O REI DOS OLODUS..........................................................82 CONTROVRSIA ENTRE EJIOGBE E OLOFEN..................................................................84 A BATALHA DE EJIOGBE COM A MORTE...........................................................................85 CARACTERSTICAS NOTVEIS DE EJIOGBE....................................................................86 O ENIGMA PARA OS AWO...................................................................................................88 POEMAS DE EJIOGBE PARA O PROGRESSO E PROSPERIDADE..................................88 AKPETEBI ABORRECE EJIOGBE........................................................................................89CAPTULO XIV................................................................................................................................90 OYEKU - MEJI.......................................................................................................................90 OUTROS TRABALHOS CELESTES DE OYEKU..................................................................92 COMO O PEIXE VEIO A SE MULTIPLICAR..........................................................................92 OYEKU-MEJI REVELA O RETORNO DAS DIVINDADES AO MUNDO................................93 O NASCIMENTO DE OYEKU-MEJI.......................................................................................94 A VINDA DE JEWSN PARA A TERRA.............................................................................95 COMO ELE VEIO SER CHAMADO JEWSN.....................................................................95 OS TRABALHOS TERRESTRE DE OYEKU MEJI................................................................96 PORQUE OS FILHOS DE OYEKU MEJI NO USAM GORRO.............................................96 COMO EJI- OYE RESOLVEU O PROBLEMA DA MORTE...................................................97 COMO OYEKU MEJI GANHOU BENEFCIOS E PRESENTES............................................98 OYEKU MEJI SE TORNOU O REI DA MORTE.....................................................................98 COMO OYEKU MEJI DEU NOME A UMA CRIANA DE ADENIMI......................................99CAPTULO XV...............................................................................................................................100 IWOR-MEJI.........................................................................................................................100 TRABALHOS DE IWOR-MEJI NO CU..............................................................................100 IWOR MEJI FEZ DIVINAO PARA AKUN (CONTA DE CORAL)....................................101 ELE TAMBM FEZ DIVINAO PARA O CHUMBO...........................................................101 EJIKOKO IWOR FEZ DIVINAO PARA O LEO, A VACA E O BFALO.......................102 IWOR MEJI DEIXA O CU PARA A TERRA......................................................................103 O NASCIMENTO DE IWOR MEJI.......................................................................................104 IWOR-MEJI BRIGA POR SENIORDADE NA TERRA........................................................104 COMO IWOR MEJI SOBREPUJA TODOS OS SEUS IRMOS.........................................106 COMO IWOR MEJI SE TORNOU UM PODEROSO SACERDOTE DE IF.......................108 OS TRABALHOS POSTERIORES DE EJIOGBE................................................................108 ELE FEZ DIVINAO PARA UMA CRIANA APENAS......................................................110 ELE FEZ DIVINAO PARA ORARE:.................................................................................111 ELE FEZ DIVINAO PARA KINIUN:.................................................................................111 RECOMENDAO AOS FILHOS DE IWOR-MEJI.............................................................112CAPTULO XVI - EDI - MEJI..........................................................................................................112 IDI MEJI AUXILIA ODE (LADO DE FORA) A RECUPERAR PROSPERIDADE..................112 COMO O AMENDOIM VEIO A SE MULTIPLICAR..............................................................113 IDI MEJI, FEZ DIVINAO PARA O SMEN E PARA A MENSTRUAO FEMININA......113 IDI MEJI COMO UM NOTVEL LUTADOR.........................................................................114 IDI MEJI PARTE PARA A TERRA.......................................................................................116 4. 4 IDI CURA UM ALEIJADO E UM HOMEM CEGO.................................................................119 A CURA DO CEGO E A HRNIA MAGOADA.....................................................................120CAPTULO XVII -OBARA -MEJI...................................................................................................120 CONFUSO E DESENTENDIMENTO COMEARAM COM OS CINCO OLODUS DO CORPO GENEALGICO DE IF. ......................................................................................120 A DIFCIL TRAVESSIA DA PROSPERIDADE PARA O MUNDO........................................121 O ENCONTRO DE OBARA MEJI COM INIMIGOS..............................................................127 OBARA MEJI TRANSFORMA PRETO EM BRANCO..........................................................128 OBARA - DEMONSTRA INGRATIDO PARA A ME.........................................................130 OBARA MEJI GANHA UM TTULO DE CHEFIA..................................................................130 COMO OBARA MEJI PERSEVEROU EM SUA PROSPERIDADE......................................131 O LTIMO GRANDE MILAGRE EXECUTADO POR OBARA MEJI....................................132CAPTULO XVIII - OKONRON- MEJI............................................................................................133 ELE FEZ DIVINAO PARA A FORMIGA ERIRA..............................................................134 ELE FEZ DIVINAO PARA A RVORE GENEALGICA.................................................134 OKONRON MEJI PARTE DO CU PARA O MUNDO.........................................................134 OKONRON MEJI TORNA-SE O GRANDE CHEFE DE ILAYE OKO...................................136 ELE FEZ DIVINAO PARA AKPON PARA SER POSSVEL TRAZER PAZ A IF QUANDO ESTAVA EM GRANDE CONFUSO...................................................................................137 A SALVAO DE AKERIWAYE..........................................................................................137 O MAU DESTINO DA COROAO DE ADEGUAYE..........................................................137CAPTULO XIX - IROSUN-MEJI....................................................................................................138 ELE FEZ DIVINAO PARA TODAS AS DIVINDADES ANTES DELAS PARTIREM DO CU PARA A TERRA...................................................................................................................138 ELE FEZ DIVINAO PARA O CROCODILO.....................................................................139 ELE FEZ DIVINAO PARA O PEIXE E O RATO PARA OS MULTIPLICAR.....................139 IROSUN-MEJI VEM PARA O MUNDO................................................................................140 IROSUN-MEJI FEZ DIVINAO PARA MINHOCA.............................................................141 IROSUN - MEJI COMEA UMA NOVA VIDA NA TERRA ..................................................143 A BENEVOLNCIA DE IEROSUN-MEJI..............................................................................144 ELE FEZ DIVINAO PARA AIROWOSEBO E A RAINHA ME DO TRONO DE BENIN..145 COMO IEROSUN-MEJI OBTEVE POPULARIDADE COM MAJESTADE...........................146 ELE FEZ DIVINAO PARA OLOWU DE OWU ................................................................146 ELE FEZ DIVINAO PARA AS VENDEDORAS DE EKO E KAR DE ODERE.............147 IF - ALLAYE TOMA A COROA DE ODERE.......................................................................147 O LTIMO TESTE PARA IROSUN-MEJI.............................................................................148CAPTULO XX - OWANRIN-MEJI.................................................................................................148 OWUANRIN MEJI SE PREPARA PARA VIR AO MUNDO..................................................149 OWANRIN MEJI AMARRA AS MOS DOS SEUS INIMIGOS............................................150 A EXPERINCIA DE OWANRIN-MEJI COMO UM COMERCIANTE..................................152 OWANRIN-MEJI TESTA SUAS MOS NA AGRICULTURA...............................................153 OWANRIN-MEJI ASSUME UMA NOVA ESPOSA...............................................................155 OWANRIN-MEJI PS EM XEQUE AS MAQUINAES DE SEUS INIMIGOS...................156 OWANRIN-MEJI NO LIMIAR DA PROSPERIDADE............................................................156 OWANRIN-MEJI SE TORNOU FAMOSO POR MEIO DE SEU FILHO...............................157 O LTIMO MAIOR TRABALHO DE OWANRIN-MEJI - ELE SALVOU A ESPOSA FAVORTA DO OLOFEN DAS TRAMAS MALFICAS DE SUAS COMPANHEIRAS............................158 ELE FEZ DIVINAO PARA DUAS ESPOSAS DO MESMO MARIDO..............................159CAPTULO XXI - GNDA-MEJI / EJI-OKO / GNDA JA MEJI..............................................160 OS TABALHOS CELESTES DE GNDA-MEJI................................................................163 ELE FEZ DIVINAO PARA A BOA....................................................................................164 ELE FEZ DIVINAO PARA ODE.......................................................................................165 EJI-OKO SEDUZ A ESPOSA DA MORTE...........................................................................166 A SEGUNDA ESPOSA DE EJIOKO....................................................................................168 EJIOKO FOGE DO CU PARA A TERRA...........................................................................170 ELE FEZ DIVINAO PARA OYI........................................................................................170 5. 5 EJIOKO SE INSTALA NA TERRA.......................................................................................171 GNDA-MEJI CURA A ESTERILIDADE DAS ESPOSAS DO OLOFEN...........................173 ELE FEZ DIVINAO PARA AGUOFENIA (O FOSSO CAADOR)...................................178 ELE TAMBM FEZ DIVINAO PARA DOIS PESCADORES:...........................................179 COMO GNDAMEJI RECEBE O CODNOME DE GNDA-JA-MEJI.............................179 SEUS SUBROGADOS TOMARAM CONTA DA DIVINAO PARA O PRNCIPE HERDEIRO DO REINO DE BENIN......................................................................................179 ELE AUXILIOU O POVO DE OYO EM SUA GUERRA COM ILESHA.................................180 GNDA-MEJI PARTE PARA O CU................................................................................181CAPTULO XXII OSAMEJI.........................................................................................................184 ELE FEZ DIVINAO PARA O ALGODOEIRO...................................................................185 OSAMEJI SE PREPARA PARA VIR AO MUNDO...............................................................185 O NASCIMENTO DE OSAMEJI...........................................................................................187 U FINALMENTE RECEBE SEU BODE DE OSAMEJI.....................................................188 AS FEITICEIRAS DESCOBREM A VERDADE....................................................................189 OSAMEJI FAZ DIVINO PARA OS DEZESSEIS OBA.....................................................190 OSAMEJI ACUSADO DE SER UM FEITICEIRO..............................................................190 OSAMEJI DESCOBRE A CAUSA DOS SEUS PROBLEMAS.............................................191 OSAMEJI FINALMENTE AJUSTA SUAS CONTAS COM A FEITIARIA COM UM CONVNIO..........................................................................................................................191CAPTULO XXIII - ETURA-MEJI...................................................................................................194 ELE FEZ DIVINAO PARA O AMENDOIM.......................................................................195 FEZ DIVINAO PARA O HOMEM BRANCO QUANDO ELE ESTAVA ANSIOSO PARA SABER COMO PRODUZIR UM SER HUMANO VIVO........................................................195 ELE FEZ DIVINAO PARA A SINCERIDADE E PARA A FALSIDADE............................196 OTUMEJI PARTE DO CU PARA A TERRA.......................................................................196 OTUMEJI ABRE CAMINHO PARA A PROSPERIDADE VIR PARA O MUNDO..................199 A ORGEM DO GOLPE DE ESTADO CONTRA ANTIGUIDADE/ AUTORDADE...............199 OTUMEJI VAI AT IMODINA PARA AUXILIAR OS IMOLES..............................................201 OTUMEJI VAI A IMEKA.......................................................................................................203CAPTULO XXIV IRETE-MEJI / EJI-EDE / EJI-ELEMERE........................................................205 EDI ELEMERE REVELA COMO RNML BATALHOU POR PROSPERIDADE EM FAVOR DE SEUS SEGUIDORES.......................................................................................206 EJI ELEMERE VEM PARA O MUNDO................................................................................207 SUCESSO DEPERTA A INIMIZADE PARA EJI ELEMERE.................................................214 COMO O BODE SE TORNOU O ALIMENTO BSICO DE ........................................215 A DIVINAO PARA (YEYE OLOMO MEFA) ME DE SEIS FILHOS................................216CAPTULO XXV EKA-MEJI........................................................................................................217 ELE FEZ DIVINAO PARA O GATO.................................................................................218 EKAMEJI SE PREPARA PARA VIR AO MUNDO................................................................218 EKAMEJI PARTE PARA TERRA.........................................................................................218 EKAMEJI GANHA UMA COROA.........................................................................................219 POEMA PARA CORRIGIR OS TRAOS DIFCEIS DE EKAMEJI......................................219CAPTULO XXVI ETURUKPON-MEJI/ OLOGBON-MEJI..........................................................221 OLOGBON FEZ DIVINAO PAR EKUN E PARA IFAA (O TIGRE E O GATO DO MATO) .............................................................................................................................................221 ELE FEZ DIVINAO PARA EGHERUN O PSSARO MAIS BONITO NO CU BEM COMO PARA O UGUN OU ABUTRE..............................................................................................222 ELE FEZ DIVINAO PARA O CAADOR COM UMA ESPOSA TEIMOSA......................224 OLOGBON-MEJI PARTE DO CU PARA A TERRA...........................................................224 ELE SEDUZIU A ESPOSA DE GN.................................................................................225 COMO RNML DEIXOU O MUNDO.............................................................................225CAPTULO XXVII OSE-MEJI......................................................................................................226 ATIVIDADES DE OSEMEJI NO CU...................................................................................228 OSE-MEJI PARTE PARA A TERRA....................................................................................230 OSEMEJI ASSUME A ARTE E A PRTICA DE IF............................................................233 6. 6 ELE FEZ DIVINAO PARA AKINYELE DE IWERE..........................................................233 A ESTRIA DE M SORTE DE OLOKOSE........................................................................234 A DIVINAO PARA OLUBADAN DE BDN...................................................................235 ELE FEZ DIVINAO PARA OLOKN...............................................................................235 A EXPERINCIA PESSOAL DE OSEMEJI..........................................................................236 OSEMEJI VIVEU MUITO MAIS QUE QUALQUER OUTRO OLODU..................................236CAPTULO XXVIII OFUN MEJI................................................................................................237 OFUNMEJI REVELA QUANTO TEMPO DEUS LEVOU PARA COMPLETAR SUA CRIAO .............................................................................................................................................237 COMO O PAPAGAIO SE TORNOU UM SMBOLO DE NOBREZA.....................................238 RNML CONVERTE A AUTORDADE DE TODAS AS OUTRAS DIVINDADES PARA S MESMO................................................................................................................................239 OFUNMEJI PARTE PARA A TERRA...................................................................................240 O NASCIMENTO DE OFUNMEJI........................................................................................240 OFUNMEJI RETORNA PARA O CU..................................................................................241 OFUNMEJI RETORNA PARA O CU..................................................................................242 A ORGEM DA FRATERNIDADE SECRETA.......................................................................242 A SEGUNDA VINDA DE OFUNMEJI PARA TERRA...........................................................243 A DIVINAO PARA ORANGUN E AKGN....................................................................243 DIVINAO PARA AGANBI, A MULHER ESTRIL DE IF................................................244 7. 7INTRODUOA filosofia de If uma das mais antigas formas de conhecimento revelada a humanidade.Infelizmente as revelaes de rnml, tm desde o incio dos tempos, sido escondidas no maiscompleto sigilo e aqueles que poderiam dispor de tempo e possuir horas de folga para adquiri-los,no tinham recursos de ir atrs deles. Tudo o que sabemos hoje de If, tem sido passado de geraoem gerao. Muito do que o povo conhece sobre If tambm revelado: at mesmo hoje em dia,pelo prprio rnml, porque ele regularmente surge para seus seguidores em sonhos, para ensin-los o que necessrio saber sobre sua obra. O conhecimento de If tem sobrevivido essencialmentepela tradio oral de um sacerdote de If para outro. Nenhum esforo consciente tem sido feito parapublicar a obra de rnml completa para o pblico consumidor. At os sacerdotes de If entreeles, so freqentemente relutantes em compartilhar conhecimento por temor que se o mesmo setornar de domnio pblico, a fachada mstica oculta a qual eles operam ser destruda. Isto no totalmente sua falta, porque levaram pelo menos 21 anos de aprendizado para produzir umsacerdote eficiente.Mas pelo fato que este trabalho era diretamente inspirado pelo prprio rnml, no seria fcilpara ningum dispor de tempo, esforos e dinheiro, para iniciar desta maneira numa aventurainterminvel. Aquilo dizer que a sociedade de If chamada conhecimento interminvel,imutvel e imortal. Ver-se- de suas revelaes que rnml, embora a mais nova de todas asdivindades criadas por Deus, era verdadeiramente a prpria testemunha de Deus quando comeou acriar outras substncias orgnicas e inorgnicas. Este o porque de ser consultado como o lriUpin. Somente ele conhece a verdadeira natureza e Orgem de todos os objetos animados ouinanimados criados por Deus.Este conhecimento tem lhe dado desta maneira incomparveis poderes que fazem-no o maiseficiente de todos os adivinhos, que eram as primeiras criaturas de Deus.Seus seguidores que so capazes de alcanar algo do conhecimento conseqentemente controlamenorme poder o qual tem muitas vezes confundido muito em chamando na magia ou fetiche.Por outro lado expresso IF encerra as revelaes, estilos devida, e religio ensinada porrnml. Este o porque de ser freqentemente dito que rnml a divindade mas If suapalavra.O sacerdote de If o pedao da boca de rnml e at comparativamente recentemente, ele era oeixo em torno do qual a vida diria da comunidade girava. Naqueles dias era respeitvel irabertamente at ele para buscar soluo para os problemas da vida. Atualmente tem se tornadomoda consultar um sacerdote de If em segredo absoluto e furtivamente.Trs fatores tm sido os responsveis por esta espetacular mudana de atitude.O primeiro a chegada da civilizao moderna e a educao trazida desta forma. A segunda adesptica influncia das religies modernas as quais eram usadas pela espcie humana como armaspara conquistas no apenas das mentes mortais, mas tambm para manifestamente ambies deterritrio. 8. 8O terceiro o impacto agregado das duas primeiras foras. As crianas dos sacerdotes de If, nomais desejam ser associadas com a religio e ao modo de vida de seus pais, aos quais eles rejeitamcomo supersties pags.Muitos sacerdotes de If dotados de brilhante conhecimento terico e prtico do orculo, tmmorrido no restando nada gravado de suas riquezas de conhecimento e experincia. O volume delivros os quais eu estou prestes a me lanar so uma tentativa para deixar um relato histrico dagrande obra de rnml.Eles se destinam a provocar debates para o enriquecimento do conhecimento de modo que asgeraes vindouras conhecero sobre rnml e seu acesso para religio, em tempo, ser orgulhosopor estar associado com ela. Este trabalho se designa tambm para assistir a estudantes da filosofiade If na obteno mais profunda do conhecimento o Ifismo, to bem quanto gerar interesse nele.Tambm ir prover assistncia para aqueles que foram iniciados na religio , mas que continuam aduvidar da veracidade da concepo inteira de rnml.Freqentemente quando uma pessoa vai a um sacerdote, ele conta para seu cliente os encantamentosdo du especfico que se apresentou para ele. Depois disso ele prescreve os sacrifcios a seremfeitos sem preocupar-se em narrar ao questionador a histria fundamental do sacrifcio que ele estpedindo para fazer. Eles o fazem por que acreditam que a mente no iniciada no ir entend-los.O cliente comea a questionar se o sacrifcio ou no relevante.Se ele faz ou no o sacrifcio, torna a reputao do sacerdote de If incerta e no as suas convicesda necessidade disto. Mais importante uma tentativa para fazer a religio se classificar comomuitas religies novas, como o judasmo, cristianismo, budismo e islamismo. Estas outras religiestinham a vantagem da documentao anterior. Quanto ao mais, ns veremos que If muito maisrico e mais antigo corpo de conhecimentos. importante notar que todavia este trabalho no coloca reivindicaes quaisquer que sejam porconta completa da religio de If. dito que ningum pode saber no total a Obra completa dernml. Este trabalho portanto o incio, e a pesquisa continuar durante toda a vida do autor.Espera-se que ela ser atualizada de tempos em tempos tendo em vista a ausncia de pesquisas erevelaes adicionais.Por outro lado, o escritor espera com esses volumes de dezessete livros no todo, desmistificar afilosofia da Religio de If. Contrrio a todas as aparncias externas, no h nada mgico sobre If.A arte anloga ao trabalho de astrologia. Um astrlogo conta o futuro de um homem lendo ocomportamento das estrelas que estavam no cu na poca em que a pessoa nasceu. Do mesmo jeitoquando uma criana nasce, os instrumentos principais de divinao de If so usados parasensibilizar sua cabea e escut-la. O instrumento ir declarar o nome do du que sua estrela guia.O sacerdote de If ir ento revelar a histria da vida do du que surgiu para ele e pode proclamarcom cem por cento de certeza que a vida da criana ir tomar alguns caminhos que aparecem nodu. uma coisa que acontece quando o du particular surge no jogo quando uma pessoa iniciada na religio de If e na sociedade secreta (Ogbodu).Por exemplo, se a cerimnia do nome ou durante a iniciao em if , Ejiogbe o du que surgir , apessoa pode convenientemente ser informada de que sua histria de vida seguir o caminha da vidade Ejiogbe. 9. 9Se por exemplo o iniciado negro e de estatura mdia, ele pode ser informado que se ele capaz deseguir os to e ew de Ejiogbe ele certamente prosperar na vida e dispensar sua vida em servioshumanitrios. Se por outro lado pessoa clara ou baixa, ele pode ser informado que ele no serprovavelmente muito prspero a menos que consulte seu If e execute sacrifcios especiais pararemover os obstculos que Ejiogbe tinha em circunstncias similares. Neste caso Ejiogbe tinharetornado para o cu para se recuperar antes da fortuna lhe sorrir na terra.No mesmo jeito, se algum du particular surgir no jogo , o sacerdote vai recomendar a perguntar se para realizar algum sacrifcio executado pelo du em tais circunstncias. Se o jogo revelar que amorte da pessoa iminente, o sacerdote simplesmente informar a pessoa para fazer um sacrifcioque rnml foi informado a fazer , e o qual ele recomendou a outros fazerem a fim de evitar operigo da morte prematura em circunstncias similares. razovel imaginar pela anlise anterior que longe de uma vida de mgico, o sacerdote de If simplesmente um hbil intrprete. Contanto ele pode desenvolver uma memria retentiva, desdeque a maiOra no pode ler e escrever, ele tem somente que relatar os problemas de um cliente comuma situao correspondente ao que ocorreu a milhares ou milhes de anos atrs, para revelarproblemas constantes em uma informao de hoje e coloc-los na forma apropriada. Estasconsideraes da obra de rnml so uma tentativa de auxiliar os no iniciados, bem como osnefitos, a serem capazes de interpretar as revelaes de If por eles mesmos, a fim de perceber queo sacerdote tenta fazer no discurso de sua prtica a arte de If. importante observar do incio que rnml no procura pela converso dos fiis. Esta umareligio do indivduo, o qual no confia na importncia dos nmeros para sobrevivncia. No inciornml ensina que a melhor maneira de compreenso prezando seus conhecimentos, o que completamente eficaz para seu trabalho e para a melodia de sua msica.CAPTULO IA PRECOCE ASSOCIAO DO AUTOR COM RNMLPara um homem que nasceu em uma famlia crist, batizado com o nome de Clemente, econfirmado com o nome de Joseph na igreja catlica, e que nos primeiros estgios de vida, atmesmo contemplei uma curta passagem no sacerdcio, difcil imaginar como o escritor comosucedeu uma religio primitiva como If, ou Ifismo. Isso talvez vai indicar a fora atrativa que areligio tradicional de If tem nas mentes de seus seguidores.Meu pai aposentou-se como servidor pblico na idade de 48 anos em 1951 aps o que ele ocupouna agricultura e poltica. Mas If atraiu tornando-se assim to forte que ele eventualmente desistiuda agricultura para um estudo independente da Sociedade Religiosa de If. Hoje em 1983, ele umexperiente sacerdote de If. Eu sempre discutia com ele que bordava a indolncia para refugiar-sedeste modo no fetichismo idlatra. Ele sempre respondia zombando de mim com a observaoque numa poca, eu mudaria minha opinio. Entretanto, todo tempo eu via pessoas vindoagradec-lo por salvar suas vidas, das suas crianas e outros membros de suas famlias ou por t-losajudado a prevenir uma catstrofe que deles estava se aproximando, eu comecei a querer saber sehavia verdadeiramente algo miraculoso sobre esta aparente religio mundana.Eu tenho visto entusisticos cristo e muulmanos vindo a ele e seus colegas para auxiliar. Eu vejopessoas vindo v-lo de lugares distantes e prximos, porque eles diziam que a no ser que elesfizessem assim num altar de If, eles no estariam livres de suas aflies. 10. 10Eu tambm tenho visto deste mesmo modo pessoas retornando dias, semanas ou meses depois paraexpressar profunda gratido.Contudo eu estava sossegado demais na prtica do cristianismo para proferir algum pensamentopositivo deste crescimento contemporneo. No h contradio no fato que eu estava comeando ame perguntar sobre certas questes. Quando eu me aposentei do servio pblico em 1980, eu decididescobrir mais sobre esta religio e uma irresistvel busca por respostas a vrias perguntas que ohomem tem tentado responder atravs dos anos. Qual atualmente o relacionamento entre Deus e oHomem? Qual o relacionamento entre o cu e a terra e qual o relacionamento entre o homem eas divindades.Eu desejava de qualquer modo narrar o espetacular progresso to logo aps minha aposentadora doservio pblico em 1980. Havia um homem Yorb em seus noventa anos que tinha estadoassociado com meu pai desde minha infncia, mas que eu no tinha visto por mais de onze anos.Seu nome Chefe ball, ele mesmo um exmio sacerdote de If em toda sua vida.Um dia eu estava comprando materiais para reformar minha casa em Benin, quando este senhoraproximou-se de mim e eu me apressei em cumpriment-lo.Ele perguntou sobre meu pai e eu informei o que ele estava muito bem. Ele ento me perguntou seeu estava hospedado em Lagos e eu informei que embora eu tivesse me aposentado do serviopblico, eu estava entretanto morando em Lagos. Curiosamente, ele perguntou se eu j entendia oidioma Yorb e eu confirmei que apesar de ter vivido em bdn e Lagos desde 1959, eu at agorano falava uma sentena em Yorb.Ele balanou sua cabea simpatizando comigo. Eu o informei que eu no tinha necessidade destasimpatia desde que no estava me fazendo muita falta o no conhecimento da lngua Yorb e queneste caso eu tinha uma esposa Yorb que poderia suprir esta lacuna.Depois de uma profunda reflexo, ele me informou que desde o tempo em que eu era criana, eletinha informado ao meu pai que rnml tinha uma tarefa especial para mim, e que ele lamentavanaquele dia, pois rnml tinha informado que se eu tivesse compreendido sua linguagem(Yorb) ele teria feito grandes coisas atravs de mim. Eu perguntei o que neste mundo rnmlesperava fazer por meu intermdio, quando eu nem mesmo acreditava nele. Quando estava saindo,disse-me para olhar para fora com cuidado de modo que eu no tivesse que estar entre o diabo e omar azul profundo, antes de apreciar o lugar de rnml em minha vida.Quando eu cheguei em casa, contei ao meu pai o que o Chefe ball me informou, e eleconfirmou que eles tinham discutido o assunto constantemente desde que eu tinha oito dias de vida,quando fizeram minha cerimnia de nomeao por meio da religio de If.Quando eu me aposentei voluntariamente em maro de 1980, aos 45 anos, eu descobri rapidamentemais tarde que eu no tinha muito a fazer para me manter ocupado, desta forma decidi escrever umlivro de Histria Econmica da Nigria entre 1960 e 1980. Eu mal tinha andado um quinto docaminho escrevendo o livro quando a atrao por If se tornou muito forte para que eu ignorasse.Eu no acreditava em mistrios e milagres, mas confesso que em 1981 eu no pensava em algumaoutra coisa exceto como fazer outras pessoas conhecer os segredos da Religio de If.Eu tenho entretanto descoberto que no h nenhum mistrio na religio de If. justo que seuconhecimento tenha sido guardado por muito tempo deixado nos crebros dos iletrados homens 11. 11mais velhos, que tendo gasto inmeros anos aprendendo sobre o If, no so suficientementeafiados para dividir com o conhecimento, exceto aqueles que preparados para se sujeitar aoprocesso da aprendizagem que tambm iro atravessar. Desde que eu descobri que para se tornarum sacerdote de If, o estudante tem que se tornar virtualmente em um servo-aprendiz por algumacoisa entre 20 e 30 anos.Em primeiro lugar, havia um Sr. Bayo Ifaniyi, um homem ikale de Ode Irele no estado de Ondo,quem eu encontrei em 1967 quando um parente o trouxe em minha casa para ajud-lo, garantindoum trabalho humilde para fazer na fbrica. Posteriormente eu o introduzi na Indstria Enpee Ltd.em Ilupeju, Lagos, onde ele fora empregado como operador de mquinas. Ele fez aquele servio pordois anos depois do que ele desistiu, sem que eu soubesse na poca porque ele desistiu do emprego.Cerca de sete anos depois ele me visitou em companhia de parentes que o trouxeram em primeirainstncia at mim. Eu lhe dei Obi que ele abriu e comeou a falar divinando atravs do mesmo. Deum modo impaciente com sua espontnea leitura da sorte eu disse a ele para comer seu obi e tomarsua cerveja que eu havia lhe dado e ir embora. Ele contudo disse uma ou duas coisas - eu no lhedaria total ateno - mas que se manifestaria com questo de dias. Uma semana depois, eu informeiao meu primo sobre a visita e ento fui informado que ele tinha deixado seu trabalho na fbricaporque rnml o queria para a prtica de If em todo tempo fundamental.Ele era a primeira pessoa que eu convidava para me falar de rnml quando o chamado veio amim em 1981.Tambm recordei de outro jovem que eu encontrei em 1969, Mr. Idahosa Imasuen de Benin. Euviria a ter conhecimento depois que meu pai preparou meu prprio If para mim em 1944 quandoeu estava no segundo ano primrio no ensino fundamental. Tudo que eu posso relembrar daqueleincidente que eu de repente me tornei invlido e no mais podia ficar em p sobre meus dois ps.Por volta de seis semanas, eu era um invlido, andando de quatro por toda parte em meus joelhos.Meu pai recebeu um papel de seu escritrio e me levou para ver um mdico branco do HospitalGeral na Cidade de Benin. Eu acho que o seu nome era Dr. Stevenson, que me examinou e sugeriuque eu deveria ser levado a Lagos para exames mdicos apropriados. Minha me no aceitou estaidia de minha ida a Lagos para tratamento por medo de me amputarem as pernas.Eu tinha me tornado muito irritvel por que eu amava minha vida em sala de aula e minhaparticipao como um coroinha na igreja catlica. Eu tambm era demasiadamente afeioado asminhas lies de catequese sob as ordens do Irmo James e Pius.Eu estava com saudade daquelas pequenas tarefas divertidas, assim eu tampouco podia andar at aescola nem a igreja. Eu no estava em posio de participar de alguma atividade escolar ou crist.Eu tenho vaga lembrana do que aconteceu depois, eu tinha estado doente por exatas seis semanas.Meu pai tinha convidado alguns velhos homens que vieram a sua casa para preparar algumassementes pretas as quais eles colocaram em uma cabaa e encheram-na de leo e eu fui chamadonaquele quarto.Eu no posso me recordar totalmente o que aconteceu depois disso, nem eu sei tudo o que tinhamfeito comigo. Mas eu posso relembrar que mais tarde naquela noite, eu fui capaz de permanecersobre os meus ps novamente e andar para fora da casa para urinar. Eu porm no estava totalmentedesperto, assim sendo eu no provoquei nenhum alarme sobre a mudana em minha condio fsica.Na manh seguinte eu levantei normalmente e andei at o quarto de meus pais para lhes dar meutradicional bom dia. Eles estavam surpresos por me ver de volta sobre meus ps. Ele resmungou 12. 12alguma coisa que eu no compreendi totalmente, mas eu estava apto a ir novamente para a escolanaquela manh e no tive recadas desde ento.Contudo em 1955, eu deixei o ensino secundrio e estava trabalhando na Warri, e ainda um catlicopraticante. Em agosto daquele ano, eu tive um ataque de malria. Fui tratado com tabletes deMepacrine e tabletes antimalria populares e disponveis naquela poca. Foi um Dr. Ezekwe quemme tratou. A malria persistiu por alguns dias e quando se tornou sria, eu ca doente por trs dias.Eu estava na poca morando sozinho como um jovem solteiro na Rua Ginuwa n 4 em Warri. Umatarde, meu tutor em Warri, Mr.Wilfred O Osunde, enfermeiro superintendente na radiografia noHospital geral de Warri, me visitou e me apoiou em um pequeno ajuste incmodo. Ele perguntou seeu tinha tomado os medicamentos dados a mim no hospital e eu respondi afirmativamente. Ele meadministrou quatro tabletes de uma vez e se foi. Logo depois que ele me fez tomar e saiu, eucomecei a transpirar profusamente e logo me senti melhor. Minha temperatura caiu e a febre tinhaaparentemente cessado.Era um sbado e eu fui capaz de ligar meu fogo para preparar uma refeio. Meu antigo amigo evizinho de porta, Mr Joseph Okuofo tinha planejado ir a Benin quando ele retornou de seu trabalhona UAC naquela tarde. Por volta da uma da tarde, ele veio em meu apartamento para descobrir qualera distncia. Vendo que virtualmente estava bem, ele sugeriu que eu poderia acompanh-lo aBenin no final de semana j que eu no tinha estado em casa por semanas.J que eu me sentia forte o bastante para a jornada, e prontamente concordei em ir com ele.Naquela poca, o rio Olobo entre Sapele e Benin estava cheio e o trecho de estrada entre o ramalKoko e a cidade de Ologbo tinha se tornado intransitvel. Pessoas viajando de Warri e Sapele paraBenin nessa poca tinham que desembarcar no ramal de Koko para atravessar o rio de canoa, pegarum transporte a motor de Ologbo ao Benin. Eu ainda lembro que ns viajamos com a namorada doJoseph, Elizabeth, uma garota Urhobo. Quando o Armels nos levou de Warri ao ramal Koko, nstodos descemos e trs de ns desceu a rampa do barco para Ologbo. Eu estava comeando a sentirvertigens quando ns subimos a bordo de outro veculo a motor para Ologbo. Eu devo reconhecerque neste dia eu no lembro o que aconteceu entre Ologbo e Benin.Eu fui informado depois que eu estava muito passivo em minhas reaes durante o resto da jornadapara Benin, sem falar com ningum e sem replicar quando falavam comigo. Chegando em Benin,Joseph e sua namorada me deram boa noite e partiram. Eu devia ter andado sem rumo um bocado epeguei a direo da primeira estrada que eu vi.Eu no recuperei a conscincia at mais ou menos 10:00h da noite quando eu repentinamente meachei no meio do nada.Quando eu vi um jovem numa bicicleta vindo pela rua, o parei e lhe pedi para me mostrar ocaminho para Do Colige Road n 4, residncia dos meus pais em Benin. O jovem desceu dabicicleta e me perguntou qual era o problema comigo. Eu o informei que estava vindo de Warri maseu no estava me sentindo totalmente bem desde a minha sada para Benin.Em uma exclamao de simpatia ele me informou que eu estava cinco milhas alm de Benin emuma vila chamada OKA. Ento se ofereceu para me levar a Benin em sua bicicleta. S que comono conhecia a College Road, ele parou assim que chegou na cidade para perguntar a direo efinalmente desembarcou-me na casa dos meus pais por volta das 11:15 h. Quando eu narrei comoele me achou na vila de Oka para meus pais, minha me rompeu em lgrimas. Eles recompensaramo jovem depois que lhes falou para cuidar bem de mim. 13. 13Eu dormi profundamente naquela noite, contudo eu tive novo surto de alucinaes no dia seguinte.Estava novamente claro que eu estava sofrendo de parania psictica espasmdica. Desde que euestava doente e de licena por trs dias, e que expirava na sexta-feira precedente, eu tinha queretornar a Warri no domingo e ao doutor. Minha me me acompanhou a Warri no domingo. Namanh seguinte minha me me acompanhou at o hospital aonde ela fez um apelo emocionado parame deixar uma semana em licena, permitindo-a me levar de volta a Benin para cuidadosadequados. O doutor se sentiu insultado e instruiu que eu deveria ser hospitalizado imediatamentepara observao e tratamento. Fui deixado em uma cama no Hospital Geral e amostras do meusangue foram tiradas para o recente patologista Ikomi.Ele diagnosticou que era o que mais tarde se chamou Mepacrine Psychsis. Pelas prximas trssemanas, eu estava recebendo tratamento no hospital com muito pouca ou nenhuma mudana emminhas condies. Meu primo e guardio ento fez um apelo especial ao doutor para me liberarpara tratamento tradicional em casa. Relutante, Dr.Ezekwe concordou em colocar-me em licenapor duas semanas e me informou para voltar a se reportar a ele no fim deste perodo.Minha me e eu viajamos de volta para Benin imediatamente. Na chegada em casa, meu pai meinformou que ele tinha completado minha cerimnia de If imediatamente, porque rnml disseestar lamentoso por ter ficado por muito tempo dentro do leo - onze anos (1944 a 1955). Eu devoconfessar que eu no tinha idia do que ele estava falando. Durante minha hospitalizao ele tinhamais uma vez convidado o velho que preparou o estgio inicial da cerimnia de If. Ele me revelouque o velho tinha lhe dito que rnml me perseguia no mundo por causa do problema de mcabea e que eu estava destinado a pagar na terra por no reconhecer sua importncia em minhavida. Meu pai me disse que tudo foi assentado e que a cerimnia era para iniciar imediatamente.Tudo aquilo era Grego para mim porque eu o recordo falando que se ele queria comer carne, eucompraria uma cabra para ele abater mas no me falaria coisa alguma sobre algumas sementespretas juju que tinham ficado por to longo tempo dentro de uma cabaa com leo. Perdi a memrianovamente por algum tempo e quando recuperei a conscincia, meu cabelo tinha sido raspado comoparte da cerimnia. O velho que eu reconheci depois ser um sacerdote de If, estava junto na sala devisitas com meu pai e eles comearam a me contar sobre meu passado, presente e futuro. Elesmencionaram o meu nome inicitico e me disseram que minha vida ia em conformidade com a vidadaquele assentamento. Foi naquele momento que eu comecei a acompanhar o resto da cerimnia, eexatamente sete dias depois fui para Warri. Estava me sentindo suficientemente bem para voltar aotrabalho.Quando eu retornei sozinho nesta poca para visitar o Dr. Ezekwe, eu era capaz discursar de formaperfeita e inteligente com ele mais uma vez. Ele riu e mais tarde disse ao meu primo que a medicinatradicional tinha operado maravilhas. Logo depois estava de volta ao trabalho e no tendoalucinaes desde ento.Casei-me em 1959 e tive uma filha daquele casamento. Casei-me sob as bnos da igreja catlicaporque at esta data no podia ter nada a fazer com este rnml, que meu pai mantinha com ele.Concludo meus estudos em UK, eu persistia praticando o catolicismo com minha esposa, quetambm de uma famlia catlica. Em Galsgow, eu era de tal maneira devoto que o capelo dauniversidade de Glasgow, Reverendo Matthew Dooley e Bishop Ward de Glasgow tornaram-sevirtualmente meus pais no cristianismo. Eu gastei todo meu tempo livre na capela, e fui sempre umajudante nas missas. Em um determinado estgio, pensei seriamente idia do sacerdcio.O nico fator que aniquilou minha admirao pelo sacerdcio era que eu queria que minha esposativesse um menino em adio a minha filha. Mas a providncia divina no nos favoreceu com outra 14. 14criana. Retornei para casa em 1963 e continuava praticando o catolicismo, atendendo a igreja deSanto Agostinho em Surulere e depois Santo Dominic em Yaba.Minha esposa no entanto no teve outra criana e meus pais estavam comeando realmente aaumentar a presso para eu pegar uma segunda esposa, o que para mim era fora de questo, sendoverdadeiro princpio da igreja catlica.A quebra veio em 1969, quando por frustrao por no poder ter mais uma criana, pela impotnciatemporria, eu quase acabei com a minha vida num sbado noite em agosto do mesmo ano. Ossacerdotes de If tinham me alertado durante o final da cerimnia de iniciao em 1955, que se euno seguisse a religio de If, ele no estaria em posio para ajudar na temporria impotnciasexual, que estava destinada a ocorrer em um estgio da minha vida.Meu pai me revelou que ele havia sido informado quando eu tinha oito anos, que eu estavadestinado a ter muitos filhos, mas que rnml no seria capaz de introduzi-los se eu no seguisseos caminhos de If.Por outro lado, eu preferiria morrer a ter que abandonar meu caminho cristo.Eu fui miraculosamente salvo de me suicidar naquele fatdico sbado de agosto de 1969, por voltadas trs da manh quando retornava minha residncia na Estrada Elms, 2, no conjunto mdico emYaba.Logo que minha tentativa de suicdio foi frustrada pela interveno divina, eu chorei pelo resto danoite sem ter sono algum.Na amanh seguinte que era um sbado, fui como de costume a Igreja de Sto. Dominic em Yaba.Na minha volta da igreja, eu encontrei um homem na entrada da minha residncia vestido comobjetos da realeza do Chefe Bini. Eu lhe perguntei qual era sua misso e ele respondeu que eleestava procurando pela residncia do antigo Dr. Idehen, quando foi enviado dos arredores de Yaba casa de um homem de Bini dentro do composto mdico, que pde apontar a residncia do Dr.Idehen. Ele se apresentou como Chefe Igbinovia da Av. Nekpenekpen n 8, na cidade de Benin.Eu o levei at minha sala de estar e lhe ofereci os tradicionais Obi e bebida. Quando ele abriu o obido jeito tradicional, os jogou no prato no qual haviam sido presenteados e murmurou algo para simesmo. Nesse nterim, eu telefonei ao Dr. Idehen que se desculpou por no poder ver aquelehomem imediatamente, e que tinha um servio a fazer na Casa Estado. Ele me pediu para informarao homem que o veria mais tarde, entre cinco e seis horas.Chefe Igbinovia, me perguntou se eu tinha rnml e o informei que embora meu pai tivessepreparado um para mim muitos anos antes, eu era no entanto um cristo, como ele podia ver que euestava justamente retornando da igreja com a bblia e um rosrio nas mos. Para meu total espantoele tirou seu instrumento de divinao de If (Okpele), e perguntou lhe se era a minha casa quernml mandou-o visitar em Lagos.Todavia eu j tinha ouvido sobre as manhas destes falsos doutores nativos. Eu comecei a meperguntar se ele estava vendo uma oportunidade de fazer dinheiro em cima de mim.Depois de jogar trs vezes, ele tornou a me dizer que se eu no acreditava que ele estava vindo parafalar comigo ele era obrigado a me dar uma mensagem divina assim mesmo. Ele ento revelou queestava dormindo em sua casa na noite anterior, quando por volta das trs da manh rnml o 15. 15acordou e lhe disse que uma de suas crianas estava entre a vida e a morte em Lagos e que eledeveria ir para inform-lo para retornar para casa onde seu If estava preparado, e banquete-lo comuma cabra, s ento rnml poderia revelar a causa e a cura para seus problemas de homem. Emvista dos fatos acontecerem s trs da manh, quando ele supostamente teve seu sonho em Benin,coincidiu com o momento em que eu tinha atentado contra minha vida na noite passada em Lagos.Diante do fato fiquei mais interessado em sua exposio e comecei a escut-lo com elevada ateno.Sem lhe revelar que me ocorreu na noite anterior, ele me contou que quaisquer que fossem osproblemas que eu tinha no eram privados de soluo, desde que eu fosse para casa fazer osacrifcio prescrito por rnml. Ento lhe perguntei se era rnml a causa dos meus problemas,por ter me recusado a trilhar seus caminhos. Ele replicou que rnml no estava me punindo ouchantageando por se recusar a segu-lo. Ele adicionou que o motivo por que rnml insistia emser reconhecido por aquele a quem acompanhava nesta terra , para estar em posio de auxili-lo afrustrar as maquinaes malficas dos seus inimigos.Ele tambm revelou que meus temporrios problemas sexuais, precedidos por 10 anosabsolutamente sem filhos, eram causados por inimigos que tramaram um jeito brusco de, quantomais longa e memorvel a vida, colocar um fim.Eu lhe prometi que estaria indo fazer o sacrifcio e ele se foi. Ele recusou-se a aceitar algumdinheiro exceto o de seu transporte no valor de duas libras. Eu nunca mais o vi, at 10 anos depoisem 1979, na casa de parentes, nem o tenho visto deste ento.Na prxima segunda, eu vitorosamente solicitei para sair de frias, e imediatamente viajei paraBenin. Por volta de trs semanas antes da minha tentativa de suicdio, eu tinha sido totalmenteimpotente e absolutamente incapaz de ter sexo, ambos fora e dentro do casamento.Chegando em casa eu contei ao meu pai o que aconteceu e novamente ele convidou alguns dossacerdotes de If que ainda estavam com vida, para me auxiliar na oferenda do sacrifcio pararnml.Depois de t-lo servido, os sacerdotes se reuniram cinco dias mais tarde para louvar If,perguntando-lhe qual revelao tinha para fazer. O que eu posso revelar do que me foi informadonaquele dia que eu deveria manter meu altar de rnml comigo se eu preferia viver e comoestava morando em Lagos, deveria lev-lo comigo.Casualmente o Chefe ball, que mais uma vez estava disponvel, me perguntou diretamente se euainda era um homem completo como eu estava ereto diante dele. Eu no podia remediar, masrespondi negativamente, embora eu no tivesse discutido aquele aspecto dos meus problemaspreviamente com algum em casa.Ele tambm me perguntou se eu tinha tentado o suicdio e eu respondi afirmativamente. Ele meassegurou que tendo sobrevivido a aquelas duas pr-destinadas provaes, estas seriam as ltimasneste perodo, contanto que eu parasse de negligenciar meu rnml.Ele predisse uma mulher que eu teria um caso e ento ficaria grvida, mas eu no aceitariaresponsabilidade ou tomaria susto. No era para eu tomar nenhum remdio para minha condio e oaspecto surpreendente foi que ele perguntou se minha esposa estava por perto e eu lhe disse queno. Ele ento me disse que se eu tivesse uma namorada em Benin, eu deveria convid-la a dormircomigo naquela noite. Ele me afirmou que rnml lhe informou que eu recuperaria minhapotncia naquela noite. Basta apenas dizer que tudo que ele disse foi verdade conforme predio. 16. 16Eu tenho tido muitas crianas entre 1970 at o presente momento e minha vida tem sido umahistria de sucesso desde ento. Um dos sacerdotes presentes naquele dia era o Senhor IdahosaImasuen, que o maior contribuinte para os assuntos deste livro.Eu encontrei o terceiro dos meus professores de If logo depois da minha aposentadora em 1980.Ele o Chefe Omoruyi Edokpayi, que mora em Ondo. Ele me visitou em 21 de maio de 1980, emminha nova residncia em Ajao, Oshodi nos arredores de Lagos. Ele veio acompanhado de umparente meu. Mais uma vez, de acordo com a tradio Bini, eu lhe dei Obi e quando ele o abriu ejogou no prato, ele me olhou com espanto. Eu novamente fiquei confuso, porque eu tinha vistomuita sorte agourenta assim no passado. Ele me informou que rnml tinha lhe pedido para medizer que pessoas estavam vindo mandadas para me matar a menos que eu fizesse um sacrifcio paraIf imediatamente. Ele me disse que se eu fizesse o sacrifcio poderia escapar da morte mas poderiaser vtima de algum roubo, para compensar pela minha vida.Ele chamou uma das minhas esposas e lhe disse para fazer sacrifcio para rnml com umaespada para evitar ser morta ou ferida com a mesma. Ela sendo filha de Bishop, nunca costumou darmuita ateno a tais coisas, de modo que ela no fez o sacrifcio, apesar de que eu adicionei umaespada aos materiais com que fiz o sacrifcio.Exatamente sete dias depois de eu ter feito o sacrifcio, que foi em 1 de junho 1980, quarentaladres armados atacaram minha casa s duas horas da manh. Eles quebraram todas as portas eremoveram tudo de valor da casa.Mas pela graa de Deus nenhuma vida foi perdida, apesar do lder dos ladres mandar trs homensficarem nos apontando armas pelas duas horas da operao. No sei como fui salvo, eles estavamprovavelmente deslumbrados com os itens de valor que levaram.Um deles tentou violentar minha esposa a qual tinha sido solicitado o sacrifcio com a espada.Como o estuprador tentou rasgar a cinta que ela estava usando, a espada a feriu na coxa. Ela foisalva pela oportuna ordem de seu comandante para se mexer enquanto o tempo estava correndo. Foineste caso que refletindo sobre os acontecimentos espetaculares na minha vida que eu comecei aficar curioso se o caso prima facie no era passvel de investigao a fundo dos mistrios de If.Quando o Chefe Edokpayi interpretou a histria de rnml , ele me disse que todas as coisas quetinham me acontecido desde que eu nasci, coincidiam com a vida do prprio rnml.Este livro portanto uma tentativa para desmascarar a relao mtua e coeficiente entre a vida dernml e a vida dos simples mortais, que de repente averiguam por si mesmos mais pelos simplesacidentes designados, tornando-se seguidores de rnml.O CONVITE DIVINOEu no sabia que a voz que no me deixou por fim a vida em 23/08/1969, era aquela de rnml.Eu s o reconheci em 03/06/1979, quando a voz falou comigo de novo em Hamburgo, AlemanhaOrental. Eu tinha estado na Alemanha para um check up mdico, o qual eu me dei conta que estavacom a sade desordenada. O doutor tinha me dito para ir devagar em qualquer que fosse o trabalhoque eu estava fazendo e eu estava contemplando uma maneira de dar a mim mesmo mais um poucode capacidade de vida trabalhando. 17. 17Eu fui para cama mais cedo quela noite e por volta da uma hora da manh, um homem vestindouma tnica branca com um rabo de cavalo na mo me acordou. Ele tambm usava contas azuis emseu pulso direito. Ele se apresentou com o Ukpin e um servo de Deus. Perguntou-me se eu tinha meesquecido que ele me acompanhava neste mundo, e revelou que eu tinha prometido no cu, quandoestava vindo para a terra, que eu serviria a espcie humana at a idade de 45 anos, depois deveriainiciar o servio s divindades. Ele me disse que eu no poderia deixar passar o primeiro aniversriode sua apario, para me dedicar a servio do pblico.Tambm disse que se eu deixasse os encantos do cargo anuviar minha viso, eu pagaria por istocom a minha liberdade pessoal. Antes de se afastar ele reiterou que eu no deveria chegar a metadedo prximo ano me encontrando ainda a fazer o trabalho que tinha estado fazendo por 25 anospassados.Eu estava bem confuso. Eu no sabia se foi uma apario ou um sonho, mas eu estava bemacordado e no dormi mais pelo resto daquela noite. Eu voei de volta a Lagos mais tarde e indodireto a Benin para procurar o conselho do meu pai no significado daquela estranha experincia.Quando eu revelei ao meu pai como o homem apareceu para mim e como ele chamou a si mesmo,dizendo que era rnml. Ele me avisou que apesar de eu no estar pronto para me aposentar, queseria melhor pedir meu aviso de aposentadora imediatamente. Quando eu retornei a Lagos no diaseguinte, rapidamente chamei minha secretria e ditei meu aviso de aposentadora.Novamente em Janeiro 1980 a mesma voz me ordenou a acordar e ver o tabuleiro que ele tinhaposicionado na minha frente. Naquela noite singular, ele me deu o nome dos 16 Olodus dernml e como marc-los na bandeja de If. Ele prometeu me deixar conhecer posteriormentecomo construir os nomes dos seus 240 (odus). Com aquilo ele desapareceu de novo das vistas e eume levantei rapidamente para anotar os 16 nomes e suas marcas.Ele apareceu posteriormente para mim para me ensinar os nomes dos 240 Odus e eu escrevi todosnum grande quadro que eu tinha para este dia.Trs dias depois do meu aviso de aposentadora ter vencido, ele apareceu mais uma vez para medizer que me queria para permitir ao mundo saber sobre a sua funo no sistema planetrio. Eletambm me ensinou como reconhecer e ler o instrumento de adivinhao chamado Okpele. Antesde partir , me disse que uma vez que eu no entendo sua linguagem (Yorb), eu deveria procurarpor um homem chamado Bayo Ifaniyi para me falar o que fazer. Eu no tinha visto Bayo por quasesete anos. Ento rapidamente o chamei e lhe contei que rnml me pediu para consult-lo.Aquele era o incio da minha longa estada na interminvel obra de rnml e a filosofia de If queforma a base deste livro.Eu desejo finalizar este captulo pagando tributo a rnml por ter me dado a oportunidadeadvertindo-me para deixar o servio pblico em 1980.Eu hesitei por um longo tempo, por estar curioso em saber se era razovel viver do sinal e dochamado da voz de um desconhecido. No foi fcil deixar o alto posto da Secretaria Permanente noServio Pblico Federal, uma posio que eu tinha ocupado por cinco anos. Quando todavia entendique era a mesma voz que me impediu de fazer Haraquiri em 1969, eu assegurei a mim mesmo queno perderia nada atentando para os avisos da voz. significante mencionar que se tivesse desobedecido s instrues, como saber se eu teria escapadototalmente dos eventos desagradveis que ocorreram na Nigria entre 1983 e 1985. 18. 18Da mesma forma eu agradeo ao ltimo Ministro com quem trabalhei, quem indcilmente eintransigentemente ajudou a firmar minha deciso de me aposentar do servio pblico.CAPTULO IIRNML E AS OUTRAS DIVINDADESNingum deve confundir o mundo tentando igualar as divindades com Deus. rnml temrevelado claramente que todas as divindades menores foram criadas por Deus para assisti-lo nagerncia do sistema planetrio e sem exceo, todos deviam total lealdade Ele. As divindadesconsideram a si mesmas como servas de Deus, mandadas ao mundo para ajud-lo a fazer um lugarmais habitvel para colocar os mortais, de modo que atravs deles , o homem possa ser capaz deapreciar como Deus ama suas criaturas. Quando por exemplo uma sacerdotisa da divindade dasguas (Olkun), tomando-se possuda, ela comea por cantando em louvor de Deus e reconhecendosua supremacia acima de toda a existncia. Quando gn (o engenheiro divino) possui seusacerdote, ele tambm comea por pagando tributo a Deus todo poderoso e agradecendo-o por fazero possvel por ele (gn) para contar aos mortais que eles no deveriam saber de outro modo sobreeles mesmos.O mesmo verdade para a divindade da eletricidade (Sng), e para cada uma das 200 divindadecriadas por Deus. Eles so ditos para serem membros do conselho Divino de Deus.Do mesmo modo, o sacerdote de If comea sua atividade reconhecendo Deus como o repositriode todo conhecimento e sabedora. No permitir ao homem por isso pensar que, prestar serviosatravs de alguma das divindades, ser um substituto dos servios de Deus.rnml tem revelado para seus seguidores que as primeiras criaes de Deus so as divindadesmenores. Eles so os primeiros habitantes do cu levando uma vida normal, cada um na imagemque se pareciam como prprio Deus. A Morte uma das criaes favortas de Deus e ele era o quebuscava a argila com que a imagem dos homens era moldada depois daquelas divindades.Depois da moldagem da figura humana em barro, era tempo de lhe dar o hlito de vida, de modoque Deus falou a todas as divindades que estavam presentes para fecharem seus olhos. Todosfecharam seus olhos, exceto rnml, que simplesmente cobriu sua face com seus dedos semcobrir seus olhos. Quando Deus estava insuflando o sopro de vida no homem, descobriu quernml estava assistindo-o . Quando rnml tentou fechar seus olhos depois de ter sido pegoespionando, Deus chamou-o para manter seus olhos abertos j que nada espetacular era feito semuma testemunha viva. Este o porqu rnml chamado Ukpin ou Ora (Testemunha do prprioDeus).Segundo a criao do homem, era tempo para Deus talhar a terra para ser habitada. Mas o homemera tambm ainda muito jovem e inexperiente nos caminhos do cu para ser exposto tarefa deestabelecer um novo domiclio com seu prprio discernimento. Deus por isso preferiu mandar asdivindades a terra para estabelecer com seu prprio discernimento e experincia. 19. 19A FUNDAO DO MUNDOQuando Deus manda uma mensagem a algum, Ele no lhe d termos minuciosos como referncia.Ele conta com o mensageiro para usar seu prprio senso comum ou discrio para executar a tarefa.Deus apenas espera resultados positivos e permitido ao mensageiro fazer quatro de dois e dois.Os primeiros habitantes desta terra foram as 200 divindades. A terra era ento chamadaDIVINOSFERA, at o momento quando as divindades, como hoje, foram os nicos comcapacidade espiritual para se comunicar entre o cu e a terra. Eles so capazes de saber ao mesmotempo o que est acontecendo na terra e no cu com seus poderes extravisionrios. Os habitantes docu foram se tornando muito populosos, e o prprio Deus, quem poderia no momento, como PaiOnipotente que Ele , atender pessoalmente as splicas de suas crianas no Cu, instituiu tarefastornando-o super lotado para Ele. Por essa razo, Ele decidiu criar um novo Firmamento paraDivindades e Humanos semelhantes viverem, como um modo de despovoamento dos cus. Naverdade, o que no divulgou as suas criaturas era que estava indo transfigurado no ar fino, de modoque depois disso pudesse somente ser comunicado com esprito.A CRIAO DA DIVINOSFERA:Este trabalho no est tentando desafiar todas os outros relatos de Criao do Mundo, que tempreviamente sido dados pelos videntes, ouvintes e profetas. tentando narrar o relato de rnmlde como o fenmeno geogrfico agora referido como a terra, veio a ser uma parte do sistemaplanetrio.Em um dos encontros semanais do Conselho Divino, Deus perguntou as divindades, quais delasestavam preparadas para ir a terra criar uma nova habitao. Deus os informou que todos que seapresentassem voluntariamente para ir estavam indo agir dentro de uma ordem do Conselho Divinopara estabelecer na terra, as leis naturais que fizeram do cu um lugar to bonito para se viver. Eleos informou que as mesmas regras iriam operar na terra.Havia apenas dois conjuntos amplos de regras que Ele lhes daria.1 Ningum tiraria vantagem indevida de Sua (de Deus) ausncia fsica para atribuir a si mesmoSua funo de Pai de todo o Universo. Todos eles deveriam respeito a Ele como o criador de tudo,ou seja, eles sempre dariam incio aos seus trabalhos na terra prestando o devido respeita a Elecomo seu Pai eterno, e...2 Ningum deveria fazer aos outro o que no gostaria que os outros lhes fizessem; regra a qual conhecida como Regra Dourada. Isto se destinava a que eles no fossem mortos sem umjulgamento apropriado pelas divindades.Eles no furtariam as propriedades uns dos outros, como no cu a punio seria a morte.Eles no se poram uns contra os outros, um seduzindo a esposa do outro ou fazendo outra coisapara o outro que resultaria em sofrimento.Eles deviam se opor ao mpeto de vingana uns contra os outros, j que todos os desacordos mtuosdeviam ser resolvidos atravs de um julgamento pblico no Conselho das Divindades. Acima detudo, eles deviam respeitar sua regra divina que tudo quanto algum fizesse para prejudicar seuequivalente divino, a retribuio viria para o agressor dez vezes mais. Finalmente, Ele lhes 20. 20informou que o segredo do sucesso estava em ouvir sempre a voz silenciosa da divindade chamadaPerseverana.CAPTULO IIIA PRIMEIRA TENTATIVA DE ESTABELECER A VIDA NA TERRAOposto ao motivo deste conjunto de regras e regulamentos, Deus desenvolveu um plano paradespachar todas as divindades para a terra simultaneamente sem nenhum aviso prvio. Uma belamanh portanto, Deus chamou a sua criada Arugba para convidar cada uma das divindades, em suasrespectivas casas, para aparecerem no palcio celeste na manh seguinte para um desgnio especial.Arugba ps-se a caminho muito cedo naquela manh. Antes ento de qualquer modo, Deus tinhapreparado uma cmara especial completamente equipada com vrios implementos com os quais Elecontava que as divindades executassem suas tarefas na terra. A mensagem de Arugba para cada umadas divindades foi clara.Meu pai me enviou para convid-lo a se preparar para uma tarefa especial amanh pela manh.Voc deve comear se preparando para partir em misso assim que a mensagem divina lhe for dada.Voc no deve retornar para sua casa antes de embarcar na misso.A maiora das Divindades levou a mensagem ao p-da-letra e no se preocupou em se informarcom seus prprios conselheiros ou guardies em como comear a tarefa que Deus tinha reservadopara eles. Arugba visitou as casas das divindades por ordem de idade, que significa que rnml, omais moo das divindades, foi o ltimo a ser visitado.Entretanto, rnml que estava habituado a criar circunstncias de divinao toda manh, foiavisado por If a fazer um banquete naquele dia particular em antecipao a uma visita em suaresidncia. Na hora que Arugba alcanou a casa de rnml, j era muito tarde da noite. No tinhafeito nenhuma refeio desde a manh, e Arugba j estava com muita fome quando alcanou a casade rnml. Antes de permiti-la entregar a mensagem divina, rnml a persuadiu a fazer umarefeio. Ela comeu at se satisfazer e ento contou a rnml que Deus queria que elecomparecesse em seu palcio no prximo dia, junto com as outras divindades para uma missoespecial.Em reconhecimento a hospitalidade de rnml, ela confidenciou ajudando-o revelando detalhesda misso que Deus tinha reservado para eles.Ela o avisou para pedir por trs favores especiais para Deus em adio a qualquer instrumento queele coletaria da Cmara Especial para sua misso. Ele deveria perguntar pelo CAMALEO,(Alagemo em Yorb e OMAENEROKHI em Bini), a galinha multicolorda domstica de Deus, e abolsa especial do prprio Deus (Akponimijekun em Yorb e Agbavboko em Bini). Ns veremos osignificado deste pedido especial mais tarde. Em uma ltima ressalva, Arugba informou rnmlque se ele assim o desejasse, poderia tambm persuadir Deus em lev-la acompanhando-o na suamisso. Com estas palavras de aviso Arugba partiu para casa, tendo completado sua tarefa.Na manh seguinte, um aps o outro, todas as divindades apresentaram-se no Palcio Divino deDeus. To logo que chegaram, Deus pediu para cada um deles prosseguir na jornada para a terrasem regressar aos seus respectivos lares. Um aps o outro eles vieram e se moveram marchando em 21. 21ordem para partir para a terra. As primeiras divindades a chegarem na terra logo descobriram queno havia solo para pisar. Todo o lugar era alagado. Havia uma nica palmeira que se encontrava nomeio das guas com suas razes no cu, que era o porto para o mesmo. Como eles estavamchegando, e no tinham nenhum outro lugar para ficar exceto nos ramos da palmeira. Era ummomento realmente muito difcil.Antes de partir do cu, cada uma das divindades recolheu da Cmara Especial de Deus todo omaterial e instrumentos de suas preferncias. So os mesmos instrumentos que os iniciados no cultode cada uma das divindades usa na iniciao nos dias de hoje.Quando rnml chegou ao Palcio de Deus, todos os outros j tinham ido.Ele apresentou-se ao Pai Todo-Poderoso, e igualmente seguiu marchando em ordem imediatamentepara a terra. Ele foi informado como os outros, a recolher todo instrumento que ele achasse naCmara Especial. Contudo, todos os instrumentos disponveis tinham sido coletados pelos outros ehavia uma nica intil concha de caracol.Ele no tinha escolha mas agarrou-se a ela e ento suplicou a Deus que j que no tinha nada maispara resgatar da Cmara Especial, pediu:(a) O Camaleo - a mas velha das criaturas na casa de Deus para aconselh-lo em como tentarresolver os problemas da fixao das habitaes terrestres.(b) O benefcio de ir a terra com a multicolOrda galinha domstica divina de Deus.(c) A bolsa divina do prprio Pai Todo Poderoso, para recolher as coisas que ele estavalevando, e...(d) O privilgio de ir para a terra com Arugba, para faz-los lembrar das regras do cu.Seus quatro pedidos foram atendidos. Como ele estava partindo, ele coletou quatro plantasdiferentes, que um sacerdote de If usa para todos os seus preparativos. Ele tambm coletouamostras de plantas e animais que ele pde colocar nas mos. Ele guardou sua coleo na sacolaque Deus lhe havia dado. A sacola Divina tinha a misteriosa capacidade de acomodar qualquercoisa, no importando o tamanho e tambm produzir tudo o que era preciso para isso.Quando rnml alcanou o porto para a terra, ele encontrou todas as outras divindadespenduradas nos ramos da palmeira. Ele tambm no tinha opo exceto se unir a eles.Depois de rnml ter estado sentado ou parado nos ramos da palmeira por algum tempo, Arugbarecomendou-o, de dentro da sacola Divina onde estava escondida, a pegar a concha do caracol, evirar a boca da mesma na gua abaixo porque continha a base do solo da terra e que faria o chofirme para pisarem.rnml que tinha coletado a concha do caracol vazia da Cmara Especial de Deus, no sabia doseu contedo. tambm bvio que se encontrou com somente a concha do caracol dentro daCmara Especial de Deus porque todos os outros a tinham ignorado. Nenhum deles a no serArugba sabia que continha o Segredo da terra. Quando rnml virou a boca da concha do caracolpara baixo, o escasso contedo de areia caiu na gua abaixo e esta comeou a borbulhar. Dentro depouco tempo, grande quantidade de areia comeou a se empilhar ao redor da palmeira. Depois demuitos montes terem se formado, Arugba falou outra vez a rnml de dentro da sacola. Destavez, recomendando-o a deixar cair galinha nos montes da areia. Como a galinha espalhou osmontes, a rea da terra comeou a expandir. a mesma operao que a galinha est executando athoje. Onde quer que a galinha seja encontrada, v-se usar os ps para dispersar a areia na terra. 22. 22Depois do solo ter sido expandido sobre uma extensa rea, as outras divindades que estavampasmas com a misteriosa performance de rnml. Mandaram-no descer e caminhar no solo paraverificar se ele poderia suport-los. Mais uma vez Arugba aconselhou rnml para com a sacola,soltar o camaleo para caminhar primeiro no solo. O camaleo andou sobre o solo furtivamente, portemer que pudesse desmoronar sob seus ps. Mas o cho agentou firme, e esta a mesmaprudncia andando marchando que o camaleo ficou acostumado, at o dia de hoje. Este o porqudo camaleo pisar gentilmente no solo.Logo que rnml teve certeza de que o solo estava suficientemente forte, ele desceu da palmeirapara a terra, e sua primeira tarefa foi transplantar as plantas que trouxe do cu. Depois disso todas asoutras divindades desceram para a terra uma depois da outra. Este o motivo porque a palmeira, aprimeira a ser criada das que tinham suas razes no cu, respeitada por todas as divindades. oantepassado de sua estirpe. Todas as divindades espalharam-se da palmeira para estabelecer seusvrios domiclios em diferentes partes da terra. rnml sendo o mais jovem de todas asdivindades morou e serviu a cada um dos mais velhos, um de cada vez. Ele serviu gn, ng,Olokn, Eziza, etc.No decurso de sua servido, uma das divindades apoderou-se de Arugba. Ele foi desta maneiradespojado de sua Conselheira Chefe e confidente. importante neste estgio mencionar que o processo de iniciao na religio de rnml ouIfismo uma tentativa para recordar este processo da partida do cu e chegada no mundo para seestabelecer atravs da palmeira. A mulher que carrega os Ikin em sua cabea para Ugbodu chamada de Arugba. considerado um fato que rnml nunca casou com Arugba, tambm no aconselhvel a nenhum iniciado de If casar coma mulher que o acompanha com o UGBODU.Justamente por isso no aconselhvel empregar alguma esposa para a cerimnia, a fim da mulherno ser na verdade seduzida por algum tempo depois da cerimnia, ou pela morte ou por outros.A presena de Arugba como nica mulher em volta, criou uma gama de problemas para asdivindades. Uma aps outra, eles lutaram para ret-la. O conflito por Arugba logo trouxe a tona apior das divindades. A violncia de alguns, isto , ng, Sankpana, gn, etc., combates mtuoscom todas as defesas a sua disposio. Houve total confuso que se encheu de aspereza entre eles.Neste momento, rnml foi o primeiro a retornar ao cu para fazer um relato a Deus. O papel deprotetor de Arugba perdeu-se para as divindades porque ela tinha sido privada da companhia dernml com quem ela veio ao mundo.Todas as outras divindades tinham se estabelecido com os instrumentos que eles coletaram naCmara Especial de Deus. De sua parte, rnml tinha perdido o uso de todas as coisas que eletrouxe, inclusive at a Sacola Divina, dos quais sem os conselhos de Arugba, ele no sabia comousar. Depois de ter levado uma vida de privaes e penria, ele decidiu voltar para o cu paraperguntar a Deus porque a vida na terra era to dolorosamente diferente da vida no cu. At asquatro plantas que ele trouxe do cu no o ajudaram apesar de elas serem usadas unicamentedurante a iniciao de If at hoje, e elas tambm so usadas para alguns preparados medicinaisfeitos por rnml.Quando foi o momento de rnml retornar para o cu, ele foi at o p da palmeira e subiu paraseus ramos donde ele se transfigurou para o cu. De volta ao cu, ele foi o nico das muitasdivindades a ver a ltima forma fsica do prprio Deus.O Deus Onipotente que era conhecido por nunca perder sua calma, estava evidentemente aborrecidodiante de rnml. Ele apresentou suas desculpas a Deus por olhar os traos fsicos, do pescoo 23. 23em diante, mas explicou as dificuldades que ele tinha experimentado na terra nas mos de seusirmos divinos. Ele reclamou que surpreendentemente, as regras celestes no estavam sendoseguidas na terra. Aps ter ouvido o relato revelado por rnml, Deus convenceu-o a permanecermomentaneamente no cu, mas enviou o obstculo, o mais poderoso de todas as divindades,(Elenini em Yorb e Idoboo em Bini) para ir verificar o relatrio de rnml. Quando Eleninichegou a terra, ele observou o espetculo do restante das divindades no corpo a corpo. Ele no ficouapenas satisfeito que o relato de rnml estava correto, mas tambm ficou receoso que com aprivao predominando na terra, as divindades poderiam acabar guerreando umas contra as outras.OUTRAS DIVINDADES RETORNAM PARA O CUTo logo rnml partiu para o cu, as outras divindades se recusaram a cooperar umas com asoutras. Seu irmo mais novo que costumava servir a todos eles tinha partido e nenhum dos restantesestava preparado para servir mais ningum. A vida se tornou especialmente intolervel, visto queno havia meio de fazer trocas comerciais. A necessidade por dinheiro tinha se tornado muitoevidente. Um aps o outro se juntaram de volta para o cu para relatar a misso impossvel. Elestambm decidiram que iriam solicitar a Deus para lhes dar Autordade Divina (e) como qual elespoderiam induzir as coisas a acontecer, por empregados mortais para servi-los e por dinheiro comoqual fazer negcios uns com os outros.Chegando no cu, eles pediram por estes favores e Deus os deu todos a eles, mas comprometeu-se adespachar dinheiro depois de eles retornarem para a terra. De todos eles inclusive rnml foiordenado retornar a terra para completar a misso que haviam iniciado.Neste instante, j que o solo tinha se formado na terra, foi possvel retornar pela rota terrestre.Um a um, as divindades comearam a retornar para a terra com seus servidores humanos. Comoeles estavam partindo nenhum deles se preocupou em descobrir os elementos misteriososresponsveis pelas dificuldades que eles tinham encontrado na terra. u, a divindade doinfortnio, tinha jurado criar problemas para algumas divindades que falharam em angariar seuapoio antes do retorno a terra.OYEKU MEJI revelar mais tarde como u abriu as pipas das chuvas do cu para ocasionar trsanos de aguaceiro o qual impediu as divindades de retomar seus destinos no momento. Contudoantes da partida, rnml procurou a Orentao de seu conselheiro que lhe disse para no serapressado em assegurar o dinheiro que Deus tinha prometido enviar ao mundo, e oferecer sacrifcioa u antes de sair do cu. rnml fez conforme lhe tinha dito.AS DIVINDADES RETORNAM PARA A TERRAAntes de deixar o cu, rnml foi avisado por Deus para retornar ao p da palmeira da qual asdivindades desceram no primeiro estgio, porque foi o alicerce de sua existncia na terra. Logo queas divindades se puseram a caminho em sua jornada de retorno a terra, uma forte chuva comeou acair. A chuva continuou por muitos dias e noites. Mas rnml tinha sido avisado para no tentarse abrigar da chuva antes do retorno para a terra. Em oposio da chuva moveu-se imediatamentepara construir uma cabana no p da palmeira. Todos os outros no encontraram um jeito at depoisda chuva ter parado, isto , mil dias e mil noites depois. Em seguida ao enfraquecimento da chuva,eles encontraram na beira da estrada um adivinho chamado Okiti kpuke que os avisou que eles spoderiam instalar-se adequadamente aps prestar homenagem ao alicerce de sua Orgem o qual o 24. 24p da palmeira. Tomou tempo descobrir a localizao da palmeira aonde rnml tinha entretantoestabelecido uma habitao vivel. Visto que ele era o proprietrio da palmeira, ele colhia osbenefcios de todos os sacrifcios feitos por cada uma das divindades no p da palmeira.O DINHEIRO VEM PARA O MUNDOAps eles estarem razoavelmente instalados, o papagaio foi o primeiro a descobrir uma grandequantidade de bzios que descendiam do cu pela margem da vastido de gua que separava o cuda terra. O papagaio alertou as divindades, que sem uma preparao adequada, comearam a tirardinheiro do monte. Depois eles veriam como aqueles que tentaram extra-lo, estavam todos mortosembaixo de sua avalanche.u ainda estava com seu jogo para destruir todas as divindades que se recusaram a admitir suainfluncia e autOrdade. Quando rnml viu todas as outras divindades que correram depois quefaltou o dinheiro para retornar para casa, ele decidiu ir e descobrir o que estava acontecendo comeles. Ele percebeu que eles todos tinham perecido embaixo da avalanche de dinheiro. Ele entodecidiu questionar seu anjo guardio no que foi responsvel pela destruio em massa. Ele foiinformado que alguns dos que juntaram o dinheiro com voracidade e avareza estavam prestes a serdestrudos pela razo de que o dinheiro sempre foi um prodgio vido. Qualquer um que cobioudesfrutar os benefcios do dinheiro tinha que primeiramente alimentado-o . Ele foi informado o quefazer para alimentar o dinheiro e como junt-lo. Ele fez conforme lhe foi dito e se tornou a nicadivindade que teve xito em fazer do dinheiro seu criado. Este o motivo que no altar de If secoloca dinheiro e bzios at hoje.O PRINCPIO DOS CONFLITOS FSICOSO xito com que rnml descobriu o segredo do dinheiro trouxe-lhe a fria das divindadesremanescentes, que lanaram mo de iniciar ataques para destru-lo. Por meio de um sacrifcioespecial revelado por Ejiogbe, rnml fez seus inimigos estarem lutando entre si. Houve totalpandemnio na terra por causa da partilha do dinheiro. Entrementes as novidades chegaram ao cuque havia um tumulto geral na terra. Deus enviou a Morte para ir buscar os responsveis peloconflito de volta para o cu, mas ele tentou e fracassou. Ele s teve xito na retirada dos discpulosdas divindades mas no as divindades em si.Com seus discpulos destrudos pela Morte, eles descobriram que no poderiam realizar muito sema ajuda de seus auxiliares.O PRINCPIO DA DESTRUIO DO MUNDODinheiro e morte junto tiveram xito em dobrar a espinha das divindades, por que eles tinhamignorado totalmente as leis de cu quando vieram ao mundo. Foi por fim a mais forte divindade(Infortnio ou Obstculo) a vir e acabar por lev-los para cima (?). Ele deixou o palcio de Deuscom instrues claras de voltar com o resto das divindades. Ele foi com sua Akpo minijekun paracapturar e traz-los de volta aos cus. Entrementes rnml, fez sua adivinhao diria numamanh e viu que uma catstrofe estava se aproximando, Ele foi avisado por If a preparar umbanquete elaborado para uma poderosa visita que estava vindo do cu. Ele foi informado quehaveria um sinal aparecendo no horzonte trs dias antes da chegada do visitante. No dia da chegadado visitante ele agruparia todos os seus seguidores e danariam em cortejo de sua casa at o prdioadministrativo (prefeitura) aonde eles danariam e cantariam em louvor ao Augusto visitante. Da 25. 25prefeitura ele o convidaria para um banquete em sua casa. Aquela era a nica maneira que elepoderia salvar a si mesmo de uma catstrofe iminente. Ele fez conforme lhe foi dito.Por volta de sete dias depois ele viu uma estrela vermelha aparecendo no cu e ele percebeu que ovisitante estava a caminho. Ele fez a preparao que tinha sido avisado a fazer e foi no mximo daprontido.Desconhecido para ele, o visitante j estava no mundo. Divindade do Infortnio, o mais poderoso detodos eles, estava por perto. Sua primeira escala foi na casa de gn. Ele encontrou gn em suaoficina e rapidamente o transformou em folha e o embolsou. Ele fez a mesma coisa com todas asoutras divindades durante os prximos trs dias. No terceiro dia ele tinha aprisionado a todos elesdentro de sua bolsa e era hora de ir a rnml. Quando ele estava seguindo para a casa dernml, ele encontrou uma procisso de cantores e danarinos louvando. Eles lhe deram Obi paracomer e gua fresca para beber, chamando o de Pai de todos eles e amigo divino ntimo de DeusTodo Poderoso.Pela primeira vez desde sua chegada ao mundo, Infortnio sorriu. rnml ento apareceu e lhedisse que desconfiava de ele estar muito faminto e tinha preparado um banquete para ele.Ele os seguiu at a casa do lder da procisso entre canes e danas. Chegando na casa dernml, o visitante celeste foi elaboradamente banqueteado com suas comidas mais importantes eele estava muitssimo feliz. No final do banquete comentou que se todas as outras divindadesfossem to magnnimas quanto rnml, o cu no teria sido repleto de novidades de atrocidadesna terra.Ele contou a rnml e seus seguidores que Deus no tinha destinado o mundo a ser um antnimo,mas um sinnimo do cu. Ele relatou que Deus estava determinado a destruir o mundo ao invs depermiti-lo continuar como um constrangimento boa imagem e reflexo de Deus.Ele quis saber se rnml com sua Sabedora poderia fazer um lugar melhor, ele respondeu que atarefa no era fcil, mas que ele continuaria a fazer o seu melhor.Com isto Infortnio deu-lhe a bolsa contendo todas as outras divindades e declarou que a partir da,ele passava a ter autordade sobre todos eles.Isto explica por que os nicos divinadores que tem xito nos caminhos do cu so aqueles que tm oapoio e a cooperao de rnml a partir deste dia. Ser um sacerdote de gn, sacerdote deOlokin, sacerdote de ng, etc, a no ser que eles tenham seu prprio If, eles no tm as bnosdo cu. De outro modo eles se tornam vtimas de todos os tipos de obstculos.A DESTRUIO FINAL DO MUNDOTo logo as divindades recuperaram sua liberdade ento voltaram para suas brigas fratricidas. Elesestavam particularmente enfurecidos pois compreendiam que foi rnml quem realizou seusalvamento das frias mos do Infortnio.Novidades de suas atrocidades continuavam a chegar aos cus. Deus tinha sido informado quernml foi nica divindade que estava agindo pelas leis do cu na terra. Deus ento convocou apalmeira a ir a terra providenciar uma plataforma para rnml retornar ao cu com seusseguidores. Uma noite rnml foi convocado pelo seu anjo guardio (seu duplo) a organizar a 26. 26subida na palmeira a qual tinha rapidamente crescido na frente de sua casa. Ele tinha recebido trsdias para se preparar. Ele subiu na palmeira e pediu para todos os seus seguidores subirem depoisdele. Visto que eles alcanaram o cume da palmeira, eles todos foram absorvido para dentro do cu.Assim que todos eles estavam em segurana no cu, seguiu-se um aguaceiro de chuva que alagou econsumiu o mundo.Aquele foi o fim da divinosfera e a primeira tentativa de criar uma habitao na terra. Pode serobservado pelas amostras anteriores que o mal participou muito pouco ou no fez parte dadestruio do mundo.CAPTULO IVA SEGUNDA MORADIA NA TERRArnml revela que se passaram sete geraes no cu antes que Deus decidisse lanar-se em umasegunda experincia para a habitao da terra.As divindades haviam argumentado que a primeira tentativa falhou porque houve cozinheirosdemais preparando a sopa. Deus rendeu-se as sugestes das divindades e decidiu dar a cada umdeles a chance de expor suas ap